Autor: Clara Bittencourt

  • Lenovo apresenta console portátil e notebook gamer de alto desempenho

    Lenovo apresenta console portátil e notebook gamer de alto desempenho

    A Lenovo, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo, anunciou dois novos produtos voltados para o público gamer.

    Lenovo Legion Go, um console portátil que promete rodar jogos de PC com qualidade, e o Lenovo Legion 9i, um notebook com configurações de ponta e design sofisticado.

    O Legion Go é um dispositivo que lembra o Nintendo Switch, mas com especificações bem mais avançadas. Ele tem controles destacáveis que podem ser usados de forma independente ou acoplados à tela de 8,8 polegadas com resolução 2k e taxa de 144 Hz, que garante imagens fluidas e nítidas. O console roda o sistema operacional Windows 11, o que permite acessar uma grande variedade de jogos de PC, além de aplicativos e serviços da Microsoft.

    Por dentro, o Legion Go conta com um processador AMD Ryzen Z1 Extreme, desenvolvido exclusivamente para a Lenovo, que oferece um desempenho superior aos concorrentes. Ele também tem 16 GB de memória RAM, até 1 TB de armazenamento SSD e uma bateria de 49,2 watts/hora, que promete até seis horas de autonomia. O console ainda tem uma câmera frontal de 5 megapixels, alto-falantes estéreo, microfone integrado e conexões Wi-Fi, Bluetooth e USB-C.

    6 concorrentes do Steam Deck que você precisa conhecer

    Já o Legion 9i é um notebook que impressiona pelo seu design e potência. Ele tem uma tampa de fibra de carbono, um material leve e resistente, que dá um toque de elegância ao produto. A tela é de 16 polegadas com resolução 3.200 por 2.000 pixels e taxa de 165 Hz, ideal para jogos em alta definição. O teclado é retroiluminado e tem teclas programáveis para facilitar o controle dos jogos.

    O notebook vem equipado com um processador Intel Core i9 de décima terceira geração, o mais poderoso da marca até o momento. Ele também tem 64 GB de memória RAM, 2 TB de armazenamento SSD e uma placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX4090, a mais avançada do mercado. Para manter a temperatura estável, o notebook conta com um sistema de arrefecimento líquido da Cooler Master, uma empresa especializada em soluções térmicas.

    O Legion Go será vendido no Brasil, mas ainda não tem data definida. O preço dele lá fora é de 700 euros, o que equivale a cerca de R$ 4.500 na cotação atual. Já o Legion 9i custa quase R$ 24 mil e provavelmente não chegará ao Brasil, pois é um produto voltado para um nicho muito específico.

    Os dois produtos fazem parte da linha Legion da Lenovo, que é focada em oferecer experiências imersivas e inovadoras para os gamers. A empresa afirma que está sempre buscando novas formas de atender às necessidades e desejos desse público, que é cada vez mais exigente e diversificado.

    Lenovo Legion Go, um console portátil que promete rodar jogos de PC com qualidade, e o Lenovo Legion 9i, um notebook com configurações de ponta e design sofisticado.

    O Legion Go é um dispositivo que lembra o Nintendo Switch, mas com especificações bem mais avançadas. Ele tem controles destacáveis que podem ser usados de forma independente ou acoplados à tela de 8,8 polegadas com resolução 2k e taxa de 144 Hz, que garante imagens fluidas e nítidas. O console roda o sistema operacional Windows 11, o que permite acessar uma grande variedade de jogos de PC, além de aplicativos e serviços da Microsoft.

    Por dentro, o Legion Go conta com um processador AMD Ryzen Z1 Extreme, desenvolvido exclusivamente para a Lenovo, que oferece um desempenho superior aos concorrentes. Ele também tem 16 GB de memória RAM, até 1 TB de armazenamento SSD e uma bateria de 49,2 watts/hora, que promete até seis horas de autonomia. O console ainda tem uma câmera frontal de 5 megapixels, alto-falantes estéreo, microfone integrado e conexões Wi-Fi, Bluetooth e USB-C.

    6 concorrentes do Steam Deck que você precisa conhecer

    Já o Legion 9i é um notebook que impressiona pelo seu design e potência. Ele tem uma tampa de fibra de carbono, um material leve e resistente, que dá um toque de elegância ao produto. A tela é de 16 polegadas com resolução 3.200 por 2.000 pixels e taxa de 165 Hz, ideal para jogos em alta definição. O teclado é retroiluminado e tem teclas programáveis para facilitar o controle dos jogos.

    O notebook vem equipado com um processador Intel Core i9 de décima terceira geração, o mais poderoso da marca até o momento. Ele também tem 64 GB de memória RAM, 2 TB de armazenamento SSD e uma placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX4090, a mais avançada do mercado. Para manter a temperatura estável, o notebook conta com um sistema de arrefecimento líquido da Cooler Master, uma empresa especializada em soluções térmicas.

    O Legion Go será vendido no Brasil, mas ainda não tem data definida. O preço dele lá fora é de 700 euros, o que equivale a cerca de R$ 4.500 na cotação atual. Já o Legion 9i custa quase R$ 24 mil e provavelmente não chegará ao Brasil, pois é um produto voltado para um nicho muito específico.

    Os dois produtos fazem parte da linha Legion da Lenovo, que é focada em oferecer experiências imersivas e inovadoras para os gamers. A empresa afirma que está sempre buscando novas formas de atender às necessidades e desejos desse público, que é cada vez mais exigente e diversificado.

  • Ciclone extratropical causa mortes, chuvas e queda de temperatura no Brasil

    Ciclone extratropical causa mortes, chuvas e queda de temperatura no Brasil

    Um ciclone extratropical, um fenômeno meteorológico que ocorre quando uma massa de ar frio se encontra com uma massa de ar quente, deixou pelo menos quatro mortos no Rio Grande do Sul e provocou chuvas, ventos fortes, trovoadas e queda de temperatura em várias regiões do Brasil.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que o ciclone se afastou do país e abriu espaço para o avanço de uma frente fria em direção ao sudeste. A cidade de São Paulo registrou uma forte queda na temperatura e teve previsão de chuva de moderada intensidade na terça-feira (5). No Rio de Janeiro, os termômetros não despencaram, mas houve risco de fortes rajadas de vento e chuva.

    O Inmet também emitiu alertas laranjas para seis estados do país, representando perigo, tanto para tempestades quanto para ventos costeiros. Entre os estados sinalizados estão: Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para tempestade. Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para ventos costeiros, que vão movimentar dunas de areia sobre construções na orla.

    A partir de quinta-feira (7), uma nova frente fria intensificou a chuva novamente e os três estados da região Sul voltaram a ficar em evidência para a ocorrência de tempestades. Os acumulados de chuva podem ultrapassar 80 milímetros (mm) em áreas do sul do Paraná e de Santa Catarina e 150 mm em grande parte do Rio Grande do Sul.

    O ciclone extratropical é um fenômeno comum no inverno no hemisfério sul, mas pode ocorrer em qualquer época do ano. Ele se forma quando uma massa de ar frio se desloca sobre o oceano e encontra uma massa de ar quente, gerando uma área de baixa pressão atmosférica. Esse sistema pode causar mudanças bruscas no tempo, como chuvas intensas, ventanias, granizo e neve.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que o ciclone se afastou do país e abriu espaço para o avanço de uma frente fria em direção ao sudeste. A cidade de São Paulo registrou uma forte queda na temperatura e teve previsão de chuva de moderada intensidade na terça-feira (5). No Rio de Janeiro, os termômetros não despencaram, mas houve risco de fortes rajadas de vento e chuva.

    O Inmet também emitiu alertas laranjas para seis estados do país, representando perigo, tanto para tempestades quanto para ventos costeiros. Entre os estados sinalizados estão: Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para tempestade. Rio Grande do Sul e Santa Catarina; com alerta para ventos costeiros, que vão movimentar dunas de areia sobre construções na orla.

    A partir de quinta-feira (7), uma nova frente fria intensificou a chuva novamente e os três estados da região Sul voltaram a ficar em evidência para a ocorrência de tempestades. Os acumulados de chuva podem ultrapassar 80 milímetros (mm) em áreas do sul do Paraná e de Santa Catarina e 150 mm em grande parte do Rio Grande do Sul.

    O ciclone extratropical é um fenômeno comum no inverno no hemisfério sul, mas pode ocorrer em qualquer época do ano. Ele se forma quando uma massa de ar frio se desloca sobre o oceano e encontra uma massa de ar quente, gerando uma área de baixa pressão atmosférica. Esse sistema pode causar mudanças bruscas no tempo, como chuvas intensas, ventanias, granizo e neve.

  • Cientistas observam pela primeira vez o oxigênio-28, um isótopo raro e instável

    Cientistas observam pela primeira vez o oxigênio-28, um isótopo raro e instável

    Uma equipe internacional de pesquisadores observou pela primeira vez os isótopos ricos em nêutrons oxigênio-28 e oxigênio-27, que são formas instáveis do elemento oxigênio com mais nêutrons do que o normal.

    Esses isótopos existem apenas por frações de segundo antes de se desintegrarem em outros elementos mais leves.

    Os isótopos ricos em nêutrons são de grande interesse para os cientistas que estudam a estrutura nuclear sob condições extremas, como as encontradas nas estrelas e nas explosões nucleares. Eles também podem ajudar a testar as teorias modernas da estrutura nuclear, que tentam explicar como os prótons e os nêutrons se organizam dentro dos núcleos atômicos.

    Os pesquisadores usaram um acelerador de partículas para produzir um feixe de flúor-29, um isótopo rico em nêutrons do elemento flúor, e colidiram-no com uma placa de chumbo. Eles então detectaram os fragmentos resultantes da colisão, incluindo os isótopos de oxigênio.

    Eles mediram as energias de decaimento dos isótopos de oxigênio, que indicam quão instáveis eles são. Eles compararam essas energias com os resultados de modelos teóricos sofisticados baseados em teorias efetivas da cromodinâmica quântica, que é a teoria fundamental das interações entre quarks e glúons, os constituintes básicos dos prótons e dos nêutrons.

    Eles descobriram que a maioria das abordagens teóricas previa energias mais altas para ambos os isótopos de oxigênio, o que significa que eles seriam mais estáveis do que o observado experimentalmente. Isso sugere que as teorias precisam ser refinadas para levar em conta os efeitos da correlação entre os nêutrons nos núcleos ricos em nêutrons.

    Os pesquisadores também investigaram a seção transversal para a produção de oxigênio-28 a partir do feixe de flúor-29, que é uma medida da probabilidade de ocorrer essa reação. Eles encontraram uma seção transversal consistente com o oxigênio-28 não exibindo uma estrutura de casca fechada N = 20, que é uma configuração especial na qual os nêutrons ocupam todos os níveis de energia disponíveis até um certo limite.

    Isso sugere que a “ilha de inversão” se estende além dos isótopos de flúor até os isótopos de oxigênio. A ilha de inversão é um fenômeno no qual a ordem dos níveis de energia dos prótons e dos nêutrons é invertida em relação ao esperado, levando a propriedades nucleares incomuns.

    O estudo foi publicado na revista Physical Review Letters e contou com a participação de pesquisadores da França, Japão, Alemanha, Estados Unidos e Polônia.

    Fonte: Link.

    Esses isótopos existem apenas por frações de segundo antes de se desintegrarem em outros elementos mais leves.

    Os isótopos ricos em nêutrons são de grande interesse para os cientistas que estudam a estrutura nuclear sob condições extremas, como as encontradas nas estrelas e nas explosões nucleares. Eles também podem ajudar a testar as teorias modernas da estrutura nuclear, que tentam explicar como os prótons e os nêutrons se organizam dentro dos núcleos atômicos.

    Os pesquisadores usaram um acelerador de partículas para produzir um feixe de flúor-29, um isótopo rico em nêutrons do elemento flúor, e colidiram-no com uma placa de chumbo. Eles então detectaram os fragmentos resultantes da colisão, incluindo os isótopos de oxigênio.

    Eles mediram as energias de decaimento dos isótopos de oxigênio, que indicam quão instáveis eles são. Eles compararam essas energias com os resultados de modelos teóricos sofisticados baseados em teorias efetivas da cromodinâmica quântica, que é a teoria fundamental das interações entre quarks e glúons, os constituintes básicos dos prótons e dos nêutrons.

    Eles descobriram que a maioria das abordagens teóricas previa energias mais altas para ambos os isótopos de oxigênio, o que significa que eles seriam mais estáveis do que o observado experimentalmente. Isso sugere que as teorias precisam ser refinadas para levar em conta os efeitos da correlação entre os nêutrons nos núcleos ricos em nêutrons.

    Os pesquisadores também investigaram a seção transversal para a produção de oxigênio-28 a partir do feixe de flúor-29, que é uma medida da probabilidade de ocorrer essa reação. Eles encontraram uma seção transversal consistente com o oxigênio-28 não exibindo uma estrutura de casca fechada N = 20, que é uma configuração especial na qual os nêutrons ocupam todos os níveis de energia disponíveis até um certo limite.

    Isso sugere que a “ilha de inversão” se estende além dos isótopos de flúor até os isótopos de oxigênio. A ilha de inversão é um fenômeno no qual a ordem dos níveis de energia dos prótons e dos nêutrons é invertida em relação ao esperado, levando a propriedades nucleares incomuns.

    O estudo foi publicado na revista Physical Review Letters e contou com a participação de pesquisadores da França, Japão, Alemanha, Estados Unidos e Polônia.

    Fonte: Link.

  • Ensp/Fiocruz abre inscrições para cursos de pós-graduação em saúde pública

    Ensp/Fiocruz abre inscrições para cursos de pós-graduação em saúde pública

    A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) está com inscrições abertas para as turmas de 2024 dos cursos de mestrado e doutorado acadêmicos.

    Os seus três programas Stricto Sensu em saúde pública: Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Programa de Epidemiologia em Saúde Pública e Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente.

    Os cursos são destinados a profissionais graduados em diversas áreas do conhecimento que tenham interesse em desenvolver pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde, além da colaboração com estruturas governamentais e organizações da sociedade civil.

    Os programas combinam tradição com atualização e visam formar profissionais críticos, capazes de analisar e propor soluções para os problemas de saúde da população brasileira, numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional.

    O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública aborda temas como políticas, planejamento, gestão, avaliação, educação, comunicação, trabalho, inovação e tecnologia em saúde.

    O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em epidemiologia aplicada à saúde pública, com ênfase nas doenças transmissíveis, não transmissíveis, ambientais e ocupacionais.

    O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de profissionais em saúde e ambiente, com foco nos efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana.

    As inscrições podem ser feitas pelo site da Ensp/Fiocruz até o dia 30 de setembro de 2023. Os candidatos devem preencher o formulário online, anexar os documentos solicitados e pagar a taxa de inscrição. O processo seletivo inclui prova escrita, análise do projeto de pesquisa, entrevista e análise curricular.

    Os cursos têm duração de dois anos para o mestrado e quatro anos para o doutorado. As aulas são presenciais e ocorrem na sede da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro. Os alunos recebem bolsas de estudo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme disponibilidade.

    Para mais informações sobre os cursos, os editais e as inscrições, acesse o site da Ensp/Fiocruz ou entre em contato pelo telefone (21) 2598-2525 ou pelo e-mail posgraduacao@ensp.fiocruz.br.

    Os seus três programas Stricto Sensu em saúde pública: Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública, Programa de Epidemiologia em Saúde Pública e Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente.

    Os cursos são destinados a profissionais graduados em diversas áreas do conhecimento que tenham interesse em desenvolver pesquisa, docência e atuação em serviços de saúde, além da colaboração com estruturas governamentais e organizações da sociedade civil.

    Os programas combinam tradição com atualização e visam formar profissionais críticos, capazes de analisar e propor soluções para os problemas de saúde da população brasileira, numa perspectiva interdisciplinar e multiprofissional.

    O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública aborda temas como políticas, planejamento, gestão, avaliação, educação, comunicação, trabalho, inovação e tecnologia em saúde.

    O Programa de Epidemiologia em Saúde Pública oferece formação em epidemiologia aplicada à saúde pública, com ênfase nas doenças transmissíveis, não transmissíveis, ambientais e ocupacionais.

    O Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente possui importância na capacitação de profissionais em saúde e ambiente, com foco nos efeitos decorrentes das exposições ambientais na saúde humana.

    As inscrições podem ser feitas pelo site da Ensp/Fiocruz até o dia 30 de setembro de 2023. Os candidatos devem preencher o formulário online, anexar os documentos solicitados e pagar a taxa de inscrição. O processo seletivo inclui prova escrita, análise do projeto de pesquisa, entrevista e análise curricular.

    Os cursos têm duração de dois anos para o mestrado e quatro anos para o doutorado. As aulas são presenciais e ocorrem na sede da Ensp/Fiocruz, no Rio de Janeiro. Os alunos recebem bolsas de estudo da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme disponibilidade.

    Para mais informações sobre os cursos, os editais e as inscrições, acesse o site da Ensp/Fiocruz ou entre em contato pelo telefone (21) 2598-2525 ou pelo e-mail posgraduacao@ensp.fiocruz.br.

  • Alcoolismo tem cura? Conheça os sintomas, os medicamentos e os programas de recuperação

    Alcoolismo tem cura? Conheça os sintomas, os medicamentos e os programas de recuperação

    O alcoolismo é uma doença que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o alcoolismo é uma doença psiquiátrica que se caracteriza pela dependência do álcool, causando compulsão, tolerância e abstinência. É uma doença crônica que afeta a saúde física, mental e social do indivíduo, podendo levar a sérias complicações e até à morte.

    Mas o alcoolismo tem tratamento? A resposta é sim. Embora não tenha cura, o alcoolismo pode ser tratado com a exclusão do álcool, que pode ser auxiliada por medicamentos, terapias e apoio psicossocial. O objetivo é reduzir ou eliminar o consumo de álcool, prevenir as recaídas e promover a recuperação da qualidade de vida do paciente.

    Existem diversos programas e profissionais habilitados para ajudar as pessoas que sofrem com o alcoolismo, tanto no setor público quanto no privado. Alguns exemplos são:

    • CAPS – Centro de Atenção Psicossocial: Instituições governamentais que oferecem atendimento especializado em saúde mental;

    • NASF – Núcleos de Apoio à Saúde da Família: Equipes multidisciplinares que auxiliam as equipes de Saúde da Família no atendimento aos dependentes químicos;

    • Consultórios de Rua: Equipes móveis que atuam onde usuários de drogas se reúnem;

    • CAT – Casas de Acolhimento Transitório: Acolhem o dependente durante o processo de estabilização clínica, com atividades pedagógicas;

    • A.A. – Alcoólicos Anônimos: Associação sem fins lucrativos que reúne pessoas que compartilham suas experiências e apoiam umas às outras na recuperação do alcoolismo.

    Além disso, existem alguns medicamentos que podem ser usados para o tratamento do alcoolismo, sob prescrição médica. Alguns deles são:

    • Dissulfiram: Um medicamento que provoca efeitos adversos se ingerido junto com álcool, como náuseas, vômitos, rubor facial, taquicardia e queda de pressão. O objetivo é criar uma aversão ao álcool e desestimular o seu consumo;

    • Naltrexona: Um medicamento que bloqueia os receptores opióides no cérebro, responsáveis pelo prazer e pela recompensa associados ao álcool. O objetivo é reduzir a vontade de beber e a quantidade de álcool consumida;

    • Acamprosato: Um medicamento que atua no sistema glutamatérgico do cérebro, responsável pela memória e pela aprendizagem. O objetivo é diminuir os sintomas da abstinência e facilitar a manutenção da abstinência.

    O tratamento do alcoolismo deve ser individualizado e adaptado às necessidades de cada paciente. É importante que o paciente tenha consciência do seu problema, aceite a ajuda profissional e conte com o apoio da família e dos amigos. O tratamento do alcoolismo é um processo longo e desafiador, mas possível e gratificante.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o alcoolismo é uma doença psiquiátrica que se caracteriza pela dependência do álcool, causando compulsão, tolerância e abstinência. É uma doença crônica que afeta a saúde física, mental e social do indivíduo, podendo levar a sérias complicações e até à morte.

    Mas o alcoolismo tem tratamento? A resposta é sim. Embora não tenha cura, o alcoolismo pode ser tratado com a exclusão do álcool, que pode ser auxiliada por medicamentos, terapias e apoio psicossocial. O objetivo é reduzir ou eliminar o consumo de álcool, prevenir as recaídas e promover a recuperação da qualidade de vida do paciente.

    Existem diversos programas e profissionais habilitados para ajudar as pessoas que sofrem com o alcoolismo, tanto no setor público quanto no privado. Alguns exemplos são:

    • CAPS – Centro de Atenção Psicossocial: Instituições governamentais que oferecem atendimento especializado em saúde mental;

    • NASF – Núcleos de Apoio à Saúde da Família: Equipes multidisciplinares que auxiliam as equipes de Saúde da Família no atendimento aos dependentes químicos;

    • Consultórios de Rua: Equipes móveis que atuam onde usuários de drogas se reúnem;

    • CAT – Casas de Acolhimento Transitório: Acolhem o dependente durante o processo de estabilização clínica, com atividades pedagógicas;

    • A.A. – Alcoólicos Anônimos: Associação sem fins lucrativos que reúne pessoas que compartilham suas experiências e apoiam umas às outras na recuperação do alcoolismo.

    Além disso, existem alguns medicamentos que podem ser usados para o tratamento do alcoolismo, sob prescrição médica. Alguns deles são:

    • Dissulfiram: Um medicamento que provoca efeitos adversos se ingerido junto com álcool, como náuseas, vômitos, rubor facial, taquicardia e queda de pressão. O objetivo é criar uma aversão ao álcool e desestimular o seu consumo;

    • Naltrexona: Um medicamento que bloqueia os receptores opióides no cérebro, responsáveis pelo prazer e pela recompensa associados ao álcool. O objetivo é reduzir a vontade de beber e a quantidade de álcool consumida;

    • Acamprosato: Um medicamento que atua no sistema glutamatérgico do cérebro, responsável pela memória e pela aprendizagem. O objetivo é diminuir os sintomas da abstinência e facilitar a manutenção da abstinência.

    O tratamento do alcoolismo deve ser individualizado e adaptado às necessidades de cada paciente. É importante que o paciente tenha consciência do seu problema, aceite a ajuda profissional e conte com o apoio da família e dos amigos. O tratamento do alcoolismo é um processo longo e desafiador, mas possível e gratificante.

  • Estágio Embraer: 350 vagas para estudantes sem experiência

    Estágio Embraer: 350 vagas para estudantes sem experiência

    A Embraer, a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo, está com 350 vagas abertas para estudantes de nível técnico e superior em diversas áreas, como engenharia, operações, corporativo e Tech.

    As vagas são para home office, híbrido ou presenciais.

    Quem pode se candidatar?

    Para se candidatar, você não precisa ter experiência prévia, apenas vontade de aprender e conhecimentos adquiridos em aula, projetos ou outras experiências. Você deve estar cursando Ensino Superior, com matrícula ativa em sua faculdade. As áreas de formação são variadas, como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Estatística, Física, Matemática, Psicologia, entre outras.

    Quais são os benefícios?

    Os aprovados receberão bolsa auxílio, vale refeição, vale transporte, auxílio home office, Gympass, convênio médico e odontológico. Além disso, terão a oportunidade de aprender com profissionais experientes e participar de projetos de alta complexidade e inovação em uma empresa que é referência no setor aeroespacial.

    Como se inscrever?

    O processo seletivo acontecerá de forma virtual e os interessados podem realizar suas inscrições até o dia 8 de outubro por meio da plataforma Gupy. Os candidatos passarão por testes online, entrevistas e dinâmicas de grupo. O início das atividades está previsto para janeiro de 2024.

    Sobre a Embraer

    A Embraer foi criada em 1969 com o apoio do governo nacional e desde então desenvolve projetos de alta complexidade e inovação em suas aeronaves e novas tecnologias. A empresa tem 18 mil colaboradores e atua em segmentos como aviação comercial, aviação executiva, defesa e segurança e serviços. A Embraer é reconhecida mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos e pela sua capacidade de superar desafios.

    Não perca essa oportunidade de fazer parte dessa história. Inscreva-se já e boa sorte!

    As vagas são para home office, híbrido ou presenciais.

    Quem pode se candidatar?

    Para se candidatar, você não precisa ter experiência prévia, apenas vontade de aprender e conhecimentos adquiridos em aula, projetos ou outras experiências. Você deve estar cursando Ensino Superior, com matrícula ativa em sua faculdade. As áreas de formação são variadas, como Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Estatística, Física, Matemática, Psicologia, entre outras.

    Quais são os benefícios?

    Os aprovados receberão bolsa auxílio, vale refeição, vale transporte, auxílio home office, Gympass, convênio médico e odontológico. Além disso, terão a oportunidade de aprender com profissionais experientes e participar de projetos de alta complexidade e inovação em uma empresa que é referência no setor aeroespacial.

    Como se inscrever?

    O processo seletivo acontecerá de forma virtual e os interessados podem realizar suas inscrições até o dia 8 de outubro por meio da plataforma Gupy. Os candidatos passarão por testes online, entrevistas e dinâmicas de grupo. O início das atividades está previsto para janeiro de 2024.

    Sobre a Embraer

    A Embraer foi criada em 1969 com o apoio do governo nacional e desde então desenvolve projetos de alta complexidade e inovação em suas aeronaves e novas tecnologias. A empresa tem 18 mil colaboradores e atua em segmentos como aviação comercial, aviação executiva, defesa e segurança e serviços. A Embraer é reconhecida mundialmente pela qualidade e segurança de seus produtos e pela sua capacidade de superar desafios.

    Não perca essa oportunidade de fazer parte dessa história. Inscreva-se já e boa sorte!

  • Sepse: uma doença grave que mata mais de 200 mil brasileiros por ano

    Sepse: uma doença grave que mata mais de 200 mil brasileiros por ano

    A sepse é uma condição médica grave que ocorre quando o organismo reage de forma descontrolada a uma infecção, podendo causar falência de órgãos e morte.

    No Brasil, a sepse é responsável por cerca de 230 mil óbitos por ano, segundo dados do Instituto Latino Americano de Sepse (Ilas). A taxa de mortalidade por sepse no país é de 55%, superior à de países mais ricos, como os Estados Unidos (28%) e a Alemanha (36%).

    Mas o que é a sepse e por que ela é tão perigosa? 

    A sepse é causada por uma resposta disfuncional do hospedeiro a uma infecção, que pode envolver inflamação exacerbada ou diminuída, produção excessiva de óxido nítrico, liberação de armadilhas extracelulares pelos neutrófilos e imunossupressão duradoura. Esses fenômenos podem comprometer a circulação sanguínea, a oxigenação dos tecidos e o funcionamento dos órgãos vitais, levando ao choque séptico e à morte.

    A sepse pode ser desencadeada por qualquer tipo de infecção, como pneumonia, meningite, infecção urinária ou abdominal. Por isso, é importante reconhecer os sinais e sintomas da sepse, que podem incluir febre ou hipotermia, alteração da pressão arterial, taquicardia, taquipneia, confusão mental e diminuição da urina. Quanto mais cedo a sepse for diagnosticada e tratada, maiores são as chances de sobrevivência.

    No entanto, existem vários fatores que dificultam o tratamento adequado da sepse no Brasil. Um deles é a falta de atendimento adequado nos prontos-socorros, onde muitos pacientes sépticos chegam sem receber os cuidados necessários, como monitoramento da pressão arterial, administração de antimicrobianos e coleta de sangue para identificar os agentes infecciosos. Outro fator é o desconhecimento da população e dos profissionais da saúde sobre a sepse, que muitas vezes não é reconhecida como uma emergência médica. Além disso, há uma escassez de leitos de UTI no país, o que limita o acesso dos pacientes sépticos à terapia intensiva.

    Diante desse cenário, algumas iniciativas têm sido desenvolvidas para reduzir a mortalidade por sepse no Brasil. Uma delas é o projeto “Melhorando a Segurança na Sepse”, coordenado pelo Ilas, que auxiliou 63 hospitais brasileiros a implantar um conjunto de medidas padronizadas para o manejo da sepse, baseado nas recomendações internacionais. O projeto observou uma queda na taxa de mortalidade por sepse de 58% para 49% nos hospitais participantes.

    Outra iniciativa é a pesquisa científica sobre os mecanismos envolvidos na sepse, que pode contribuir para o desenvolvimento de novos alvos terapêuticos. Pesquisadores brasileiros têm estudado aspectos como a inflamação sistêmica, o estresse oxidativo, a coagulação intravascular disseminada e a imunoparalisia na sepse. Esses estudos podem ajudar a entender melhor os processos fisiopatológicos da sepse e a encontrar novas formas de prevenir e tratar essa doença.

    A sepse é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo. No Brasil, ela representa uma das principais causas de morte nos hospitais. Por isso, é fundamental que haja uma maior conscientização sobre essa doença e que sejam adotadas medidas para melhorar o seu diagnóstico e tratamento. Assim, poderemos salvar mais vidas e reduzir o sofrimento causado pela sepse.

    No Brasil, a sepse é responsável por cerca de 230 mil óbitos por ano, segundo dados do Instituto Latino Americano de Sepse (Ilas). A taxa de mortalidade por sepse no país é de 55%, superior à de países mais ricos, como os Estados Unidos (28%) e a Alemanha (36%).

    Mas o que é a sepse e por que ela é tão perigosa? 

    A sepse é causada por uma resposta disfuncional do hospedeiro a uma infecção, que pode envolver inflamação exacerbada ou diminuída, produção excessiva de óxido nítrico, liberação de armadilhas extracelulares pelos neutrófilos e imunossupressão duradoura. Esses fenômenos podem comprometer a circulação sanguínea, a oxigenação dos tecidos e o funcionamento dos órgãos vitais, levando ao choque séptico e à morte.

    A sepse pode ser desencadeada por qualquer tipo de infecção, como pneumonia, meningite, infecção urinária ou abdominal. Por isso, é importante reconhecer os sinais e sintomas da sepse, que podem incluir febre ou hipotermia, alteração da pressão arterial, taquicardia, taquipneia, confusão mental e diminuição da urina. Quanto mais cedo a sepse for diagnosticada e tratada, maiores são as chances de sobrevivência.

    No entanto, existem vários fatores que dificultam o tratamento adequado da sepse no Brasil. Um deles é a falta de atendimento adequado nos prontos-socorros, onde muitos pacientes sépticos chegam sem receber os cuidados necessários, como monitoramento da pressão arterial, administração de antimicrobianos e coleta de sangue para identificar os agentes infecciosos. Outro fator é o desconhecimento da população e dos profissionais da saúde sobre a sepse, que muitas vezes não é reconhecida como uma emergência médica. Além disso, há uma escassez de leitos de UTI no país, o que limita o acesso dos pacientes sépticos à terapia intensiva.

    Diante desse cenário, algumas iniciativas têm sido desenvolvidas para reduzir a mortalidade por sepse no Brasil. Uma delas é o projeto “Melhorando a Segurança na Sepse”, coordenado pelo Ilas, que auxiliou 63 hospitais brasileiros a implantar um conjunto de medidas padronizadas para o manejo da sepse, baseado nas recomendações internacionais. O projeto observou uma queda na taxa de mortalidade por sepse de 58% para 49% nos hospitais participantes.

    Outra iniciativa é a pesquisa científica sobre os mecanismos envolvidos na sepse, que pode contribuir para o desenvolvimento de novos alvos terapêuticos. Pesquisadores brasileiros têm estudado aspectos como a inflamação sistêmica, o estresse oxidativo, a coagulação intravascular disseminada e a imunoparalisia na sepse. Esses estudos podem ajudar a entender melhor os processos fisiopatológicos da sepse e a encontrar novas formas de prevenir e tratar essa doença.

    A sepse é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo. No Brasil, ela representa uma das principais causas de morte nos hospitais. Por isso, é fundamental que haja uma maior conscientização sobre essa doença e que sejam adotadas medidas para melhorar o seu diagnóstico e tratamento. Assim, poderemos salvar mais vidas e reduzir o sofrimento causado pela sepse.

  • Atenção Domiciliar: uma alternativa efetiva e econômica para a reabilitação de pacientes

    Atenção Domiciliar: uma alternativa efetiva e econômica para a reabilitação de pacientes

    Você sabia que receber cuidados em casa pode ser melhor para a sua saúde do que ir ao hospital ou à clínica?

    É o que mostra uma pesquisa realizada por pesquisadoras do Núcleo de Pesquisa em Informação e Comunicação em Saúde (Nippis) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis (Unifase).

    O estudo avaliou a efetividade da Atenção Domiciliar (AD) para pacientes em reabilitação intensiva, comparando com outras modalidades de cuidado, como a internação hospitalar, a internação domiciliar e a reabilitação ambulatorial. A AD consiste em oferecer serviços de saúde no domicílio do paciente, por meio de uma equipe multidisciplinar, que pode incluir médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais.

    A pesquisa mostrou que a AD é menos custosa, mais aceita pelos usuários e oferece vantagens para a reabilitação de diversos agravos, como cardiovasculares, ortopédicos, respiratórios e neurológicos. Segundo as autoras, a AD reduz o risco de infecções hospitalares, favorece o vínculo familiar e social, melhora a qualidade de vida e a funcionalidade dos pacientes.

    Além disso, o estudo também sugeriu estratégias para implementar a AD no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), como a disponibilização de equipe multidisciplinar, o uso da telerreabilitação (que utiliza tecnologias de informação e comunicação para monitorar e orientar os pacientes à distância) e a associação de diferentes serviços de saúde, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros Especializados em Reabilitação (CER) e os Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB).

    A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e faz parte do projeto “Avaliação da efetividade da atenção domiciliar na reabilitação intensiva: estudo multicêntrico”, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

    É o que mostra uma pesquisa realizada por pesquisadoras do Núcleo de Pesquisa em Informação e Comunicação em Saúde (Nippis) do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Faculdade de Medicina de Petrópolis (Unifase).

    O estudo avaliou a efetividade da Atenção Domiciliar (AD) para pacientes em reabilitação intensiva, comparando com outras modalidades de cuidado, como a internação hospitalar, a internação domiciliar e a reabilitação ambulatorial. A AD consiste em oferecer serviços de saúde no domicílio do paciente, por meio de uma equipe multidisciplinar, que pode incluir médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais.

    A pesquisa mostrou que a AD é menos custosa, mais aceita pelos usuários e oferece vantagens para a reabilitação de diversos agravos, como cardiovasculares, ortopédicos, respiratórios e neurológicos. Segundo as autoras, a AD reduz o risco de infecções hospitalares, favorece o vínculo familiar e social, melhora a qualidade de vida e a funcionalidade dos pacientes.

    Além disso, o estudo também sugeriu estratégias para implementar a AD no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), como a disponibilização de equipe multidisciplinar, o uso da telerreabilitação (que utiliza tecnologias de informação e comunicação para monitorar e orientar os pacientes à distância) e a associação de diferentes serviços de saúde, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros Especializados em Reabilitação (CER) e os Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB).

    A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e faz parte do projeto “Avaliação da efetividade da atenção domiciliar na reabilitação intensiva: estudo multicêntrico”, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

  • Influenciador de criptomoedas perde R$ 240 mil após descuido em live

    Influenciador de criptomoedas perde R$ 240 mil após descuido em live

    O influenciador de criptomoedas Ivan Bianco protagonizou um momento de angústia e desespero durante uma live no YouTube, quando mostrou acidentalmente sua “frase semente”, resultando na perda de R$ 240 mil em criptoativos.

    O incidente destaca a necessidade crítica de garantir a segurança das frases semente e das carteiras digitais de criptomoedas.

    Bianco, conhecido por seu canal dedicado ao mundo das criptomoedas, com uma audiência de milhares de seguidores, tornou-se vítima de uma armadilha online que resultou em prejuízos financeiros significativos. Durante a transmissão ao vivo, ele inadvertidamente exibiu sua frase semente, que é uma sequência de palavras utilizada como senha para acessar carteiras digitais de criptoativos.

    Uma pessoa ágil e oportunista aproveitou-se do descuido de Bianco e conseguiu transferir 86 mil unidades da criptomoeda Polygon (MATIC) da carteira do influenciador. Após perceber a invasão, Bianco encerrou imediatamente a live e tentou recuperar seus fundos, porém, não obteve sucesso imediato. O influenciador compartilhou seu desespero em uma outra transmissão ao vivo, revelando que havia perdido todas as suas economias devido ao roubo. Entretanto, ele destacou que parte do dinheiro foi devolvida pelo ladrão, embora os detalhes exatos da recuperação ainda não tenham sido revelados.

    Esse incidente serve como um alerta contundente sobre a importância da segurança na gestão de criptomoedas. As frases semente são uma parte essencial dessa segurança, uma vez que concedem acesso às carteiras digitais que armazenam os ativos virtuais. O descuido de Bianco e as consequências imediatas de sua exposição demonstram como qualquer falha na proteção dessas informações pode resultar em perdas financeiras substanciais.

    É crucial que os entusiastas e investidores de criptomoedas estejam cientes dos riscos envolvidos na gestão de seus ativos digitais. Existem medidas de segurança mais robustas disponíveis, como o uso de carteiras físicas desconectadas da internet ou a utilização de serviços de custódia institucional. Essas opções oferecem camadas adicionais de proteção contra roubo e acesso não autorizado.

    O episódio vivido por Ivan Bianco serve como um lembrete de que, apesar do emocionante potencial das criptomoedas, a segurança deve ser a principal prioridade. Manter as frases semente e as carteiras digitais em um ambiente seguro e longe de olhares indiscretos é fundamental para evitar perdas financeiras devastadoras.

    Em um mundo cada vez mais digital e com a crescente adoção das criptomoedas, a educação sobre medidas de segurança é essencial para proteger os investimentos e garantir que os entusiastas das criptomoedas possam desfrutar dos benefícios dessa revolução financeira sem cair em armadilhas.

    O incidente destaca a necessidade crítica de garantir a segurança das frases semente e das carteiras digitais de criptomoedas.

    Bianco, conhecido por seu canal dedicado ao mundo das criptomoedas, com uma audiência de milhares de seguidores, tornou-se vítima de uma armadilha online que resultou em prejuízos financeiros significativos. Durante a transmissão ao vivo, ele inadvertidamente exibiu sua frase semente, que é uma sequência de palavras utilizada como senha para acessar carteiras digitais de criptoativos.

    Uma pessoa ágil e oportunista aproveitou-se do descuido de Bianco e conseguiu transferir 86 mil unidades da criptomoeda Polygon (MATIC) da carteira do influenciador. Após perceber a invasão, Bianco encerrou imediatamente a live e tentou recuperar seus fundos, porém, não obteve sucesso imediato. O influenciador compartilhou seu desespero em uma outra transmissão ao vivo, revelando que havia perdido todas as suas economias devido ao roubo. Entretanto, ele destacou que parte do dinheiro foi devolvida pelo ladrão, embora os detalhes exatos da recuperação ainda não tenham sido revelados.

    Esse incidente serve como um alerta contundente sobre a importância da segurança na gestão de criptomoedas. As frases semente são uma parte essencial dessa segurança, uma vez que concedem acesso às carteiras digitais que armazenam os ativos virtuais. O descuido de Bianco e as consequências imediatas de sua exposição demonstram como qualquer falha na proteção dessas informações pode resultar em perdas financeiras substanciais.

    É crucial que os entusiastas e investidores de criptomoedas estejam cientes dos riscos envolvidos na gestão de seus ativos digitais. Existem medidas de segurança mais robustas disponíveis, como o uso de carteiras físicas desconectadas da internet ou a utilização de serviços de custódia institucional. Essas opções oferecem camadas adicionais de proteção contra roubo e acesso não autorizado.

    O episódio vivido por Ivan Bianco serve como um lembrete de que, apesar do emocionante potencial das criptomoedas, a segurança deve ser a principal prioridade. Manter as frases semente e as carteiras digitais em um ambiente seguro e longe de olhares indiscretos é fundamental para evitar perdas financeiras devastadoras.

    Em um mundo cada vez mais digital e com a crescente adoção das criptomoedas, a educação sobre medidas de segurança é essencial para proteger os investimentos e garantir que os entusiastas das criptomoedas possam desfrutar dos benefícios dessa revolução financeira sem cair em armadilhas.

  • MEI: como emitir a nota fiscal eletrônica pelo sistema nacional

    MEI: como emitir a nota fiscal eletrônica pelo sistema nacional

    A partir de 1º de setembro de 2023, os Microempreendedores Individuais (MEI) que prestam serviços deverão emitir a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) pelo sistema nacional, que unifica a emissão de documentos fiscais em todo o país.

    A medida visa simplificar e agilizar o processo de emissão de notas fiscais, além de facilitar o controle e a fiscalização das atividades econômicas.

    Para emitir a NFS-e pelo sistema nacional, o MEI deve seguir os seguintes passos:

    • Acessar o portal do governo federal [Serviços] e clicar em “Emitir nota fiscal eletrônica”.

    • Fazer o login com o CPF e a senha do cadastro único ou com o certificado digital.

    • Configurar os dados da empresa e da atividade econômica, informando o CNPJ, o CNAE, o regime tributário, a alíquota do ISS e o código do serviço prestado.

    • Gerar as notas fiscais eletrônicas pelo site ou pelo aplicativo, informando os dados do tomador do serviço, o valor do serviço, a descrição do serviço e a data da prestação.

    • Enviar as notas fiscais eletrônicas para a prefeitura do município onde o serviço foi prestado, que irá validar e autorizar a emissão.

    • Imprimir ou enviar por e-mail as notas fiscais eletrônicas para os tomadores dos serviços.

    A emissão da NFS-e pelo MEI depende do tomador do serviço: se for uma pessoa física, é facultativa; se for uma pessoa jurídica, é obrigatória. O MEI não precisa informar nenhum valor estimado para os tributos, pois paga um valor fixo mensal, que varia de acordo com a atividade econômica.

    A NFS-e é um documento fiscal que comprova a prestação de serviços e permite ao MEI comprovar sua renda, facilitar o acesso ao crédito e participar de licitações públicas. Além disso, a NFS-e contribui para a transparência e a arrecadação dos impostos municipais.

    Para mais informações sobre a NFS-e pelo sistema nacional, o MEI pode consultar o site da Receita Federal ou entrar em contato com a Sala do Empreendedor do seu município.

    A medida visa simplificar e agilizar o processo de emissão de notas fiscais, além de facilitar o controle e a fiscalização das atividades econômicas.

    Para emitir a NFS-e pelo sistema nacional, o MEI deve seguir os seguintes passos:

    • Acessar o portal do governo federal [Serviços] e clicar em “Emitir nota fiscal eletrônica”.

    • Fazer o login com o CPF e a senha do cadastro único ou com o certificado digital.

    • Configurar os dados da empresa e da atividade econômica, informando o CNPJ, o CNAE, o regime tributário, a alíquota do ISS e o código do serviço prestado.

    • Gerar as notas fiscais eletrônicas pelo site ou pelo aplicativo, informando os dados do tomador do serviço, o valor do serviço, a descrição do serviço e a data da prestação.

    • Enviar as notas fiscais eletrônicas para a prefeitura do município onde o serviço foi prestado, que irá validar e autorizar a emissão.

    • Imprimir ou enviar por e-mail as notas fiscais eletrônicas para os tomadores dos serviços.

    A emissão da NFS-e pelo MEI depende do tomador do serviço: se for uma pessoa física, é facultativa; se for uma pessoa jurídica, é obrigatória. O MEI não precisa informar nenhum valor estimado para os tributos, pois paga um valor fixo mensal, que varia de acordo com a atividade econômica.

    A NFS-e é um documento fiscal que comprova a prestação de serviços e permite ao MEI comprovar sua renda, facilitar o acesso ao crédito e participar de licitações públicas. Além disso, a NFS-e contribui para a transparência e a arrecadação dos impostos municipais.

    Para mais informações sobre a NFS-e pelo sistema nacional, o MEI pode consultar o site da Receita Federal ou entrar em contato com a Sala do Empreendedor do seu município.