Autor: Hermano Oliveira

  • Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Empresários brasileiros querem que governo Lula tome medidas contra Shein, Shopee e AliExpress

    Os sites chineses de varejo online, como Shein, Shopee e AliExpress, têm conquistado cada vez mais consumidores brasileiros com seus preços baixos e variedade de produtos.

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/

    Mas essa expansão tem gerado críticas e protestos de empresários nacionais, que acusam as plataformas de praticar um “contrabando digital” e evasão fiscal, ao se aproveitarem de brechas nas regras e fraudarem vendas para evitar a cobrança de impostos de importação.

    O empresário Luciano Hang, presidente da rede Havan, é um dos que lideram essa campanha contra os sites chineses e cobra medidas que combatam a suposta concorrência desleal.

    O governo afirmou que está analisando a questão e que deve apresentar propostas em breve. As plataformas chinesas, por sua vez, dizem que cumprem as leis e normas locais e que seus serviços beneficiam o consumidor brasileiro.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    https://www.moneytimes.com.br/shein-shopee-e-aliexpress-lula-e-congresso-querem-cobrar-impostos-de-e-commerce-chines/

  • Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    Reforma tributária: o que é, quais os problemas e por que é necessária

    A reforma tributária é uma das principais agendas do governo federal e do Congresso Nacional para 2023.

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    O objetivo é simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, que hoje é considerado complexo, burocrático e oneroso para as empresas e os contribuintes.

    Quais os principais problemas do atual modelo?

    O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, equivalente a 33% do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, o sistema é composto por dezenas de tributos federais, estaduais e municipais, que geram custos administrativos e jurídicos para as empresas e os cidadãos.

    Segundo um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Custo Brasil consome cerca de R$ 1,5 trilhão por ano das empresas, sendo que 43% desse valor se refere ao custo tributário. O levantamento mostra que as empresas brasileiras gastam 38% mais dos seus lucros para pagar impostos do que as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

    Outro problema é a regressividade do sistema tributário, que onera mais os mais pobres do que os mais ricos. Isso ocorre porque a maior parte da arrecadação vem dos impostos sobre o consumo, que incidem sobre todos os cidadãos independentemente da renda. Já os impostos sobre a renda e o patrimônio têm uma participação menor na arrecadação e são menos progressivos do que em outros países.

    Por que o Brasil precisa de uma reforma tributária?

    A reforma tributária é necessária para tornar o sistema tributário mais simples, transparente, justo e eficiente. Com isso, espera-se aumentar a competitividade das empresas brasileiras, estimular o crescimento econômico, gerar emprego e renda para a população e reduzir as desigualdades sociais.

    Quais são as propostas em discussão?

    Atualmente, existem duas propostas de reforma tributária em tramitação no Congresso: a PEC 45/2019, na Câmara dos Deputados, e a PEC 110/2019, no Senado Federal. Ambas propõem a extinção de vários tributos sobre o consumo (como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) e a criação de um único imposto sobre bens e serviços (IBS), nos moldes de um imposto sobre valor agregado (IVA).

    Além disso, o governo federal apresentou duas fases da sua proposta de reforma tributária: a primeira trata da unificação do PIS e da Cofins em uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota única de 12%; a segunda trata da reforma do Imposto de Renda para pessoas físicas e jurídicas, com atualização da tabela progressiva, redução da alíquota geral das empresas de 15% para 10%, criação de um imposto sobre dividendos de 20% e permissão para atualização dos valores dos imóveis com incidência de 5% de imposto sobre a diferença.

    As propostas ainda estão em debate nas comissões especiais do Congresso e devem passar por votações nas duas casas legislativas antes de serem sancionadas pelo presidente da República.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    O Supremo Tribunal Federal (STF) reúne nesta terça-feira (28) com representantes das principais plataformas digitais do mundo para debater a responsabilidade das empresas sobre os conteúdos publicados por seus usuários.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.

  • ChatGPT: a ferramenta de IA que pode substituir 300 milhões de trabalhadores

    ChatGPT: a ferramenta de IA que pode substituir 300 milhões de trabalhadores

    A inteligência artificial (IA) generativa é uma tecnologia capaz de criar conteúdo indistinguível da produção humana, como textos, imagens, vídeos e áudios.

    Um exemplo de IA generativa é o ChatGPT, um sistema desenvolvido pela OpenAI que usa um grande modelo de linguagem de máquina (LLM) para gerar respostas coerentes e relevantes a partir de uma entrada de texto.

    O ChatGPT tem aplicações potenciais em diversos setores, como educação, entretenimento, comunicação e marketing. Porém, essa tecnologia também pode trazer desafios e riscos para o mercado de trabalho, pois pode substituir algumas tarefas que hoje são realizadas por humanos.

    Segundo uma pesquisa do Goldman Sachs, publicada na Folha de S.Paulo , a IA generativa pode provocar a automação de um quarto do trabalho realizado nos Estados Unidos e na zona do euro, expondo à automação o equivalente a 300 milhões de trabalhadores em tempo integral nas grandes economias. Advogados e funcionários administrativos estariam entre os mais vulneráveis a essa mudança.

    A pesquisa também aponta que a IA generativa pode aumentar o produto interno bruto global anual em 7% num período de dez anos, ao desencadear um boom de produtividade. Além disso, a maioria dos trabalhadores teria menos da metade de sua carga de trabalho automatizada e poderia se dedicar a atividades mais criativas e estratégicas.

    Portanto, a IA generativa é uma tecnologia promissora, mas que requer atenção e regulação para evitar impactos negativos na sociedade e na economia. O ChatGPT é uma das ferramentas que podem revolucionar o mercado de trabalho e mudar a forma como nos comunicamos e interagimos com as máquinas.

    Fonte: Folha de S.Paulo

    Um exemplo de IA generativa é o ChatGPT, um sistema desenvolvido pela OpenAI que usa um grande modelo de linguagem de máquina (LLM) para gerar respostas coerentes e relevantes a partir de uma entrada de texto.

    O ChatGPT tem aplicações potenciais em diversos setores, como educação, entretenimento, comunicação e marketing. Porém, essa tecnologia também pode trazer desafios e riscos para o mercado de trabalho, pois pode substituir algumas tarefas que hoje são realizadas por humanos.

    Segundo uma pesquisa do Goldman Sachs, publicada na Folha de S.Paulo , a IA generativa pode provocar a automação de um quarto do trabalho realizado nos Estados Unidos e na zona do euro, expondo à automação o equivalente a 300 milhões de trabalhadores em tempo integral nas grandes economias. Advogados e funcionários administrativos estariam entre os mais vulneráveis a essa mudança.

    A pesquisa também aponta que a IA generativa pode aumentar o produto interno bruto global anual em 7% num período de dez anos, ao desencadear um boom de produtividade. Além disso, a maioria dos trabalhadores teria menos da metade de sua carga de trabalho automatizada e poderia se dedicar a atividades mais criativas e estratégicas.

    Portanto, a IA generativa é uma tecnologia promissora, mas que requer atenção e regulação para evitar impactos negativos na sociedade e na economia. O ChatGPT é uma das ferramentas que podem revolucionar o mercado de trabalho e mudar a forma como nos comunicamos e interagimos com as máquinas.

    Fonte: Folha de S.Paulo

  • Cientistas brasileiros desenvolvem sensor que detecta o Parkinson em estágio inicial

    Cientistas brasileiros desenvolvem sensor que detecta o Parkinson em estágio inicial

    O Parkinson é uma doença neurodegenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo e que pode causar tremores, rigidez, lentidão de movimentos e problemas de fala.

    Atualmente, não há uma cura para o Parkinson, mas existem tratamentos que podem aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, para que esses tratamentos sejam eficazes, é preciso diagnosticar a doença o quanto antes, o que nem sempre é fácil.

    Felizmente, uma equipe de cientistas brasileiros da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveu um sensor barato e portátil que pode identificar o Parkinson em estágio inicial, antes que os sintomas motores se manifestem. O sensor funciona por meio da análise da saliva dos pacientes, que contém biomarcadores da doença, como a proteína alfa-sinucleína. Essa proteína se acumula no cérebro dos pacientes com Parkinson e forma agregados tóxicos que danificam os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos.

    O sensor é composto por um chip de silício com eletrodos de ouro que captam a presença da alfa-sinucleína na saliva. O chip é conectado a um dispositivo eletrônico que envia os dados para um aplicativo de celular, que interpreta os resultados e indica se há indícios de Parkinson ou não. O teste leva apenas alguns minutos e pode ser feito em qualquer lugar, sem a necessidade de um laboratório especializado.

    Os cientistas testaram o sensor em 65 voluntários, sendo 35 com Parkinson diagnosticado e 30 sem a doença. Os resultados mostraram que o sensor foi capaz de diferenciar os dois grupos com uma precisão de 86%, o que é superior aos métodos convencionais de diagnóstico, que dependem da avaliação clínica dos sintomas motores.

    O sensor ainda precisa passar por mais testes clínicos antes de ser disponibilizado para o público, mas os cientistas esperam que ele possa contribuir para o diagnóstico precoce do Parkinson e para o acompanhamento da evolução da doença e da resposta aos tratamentos. Além disso, o sensor pode ser adaptado para detectar outras doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

    Fonte: O Globo

    Atualmente, não há uma cura para o Parkinson, mas existem tratamentos que podem aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, para que esses tratamentos sejam eficazes, é preciso diagnosticar a doença o quanto antes, o que nem sempre é fácil.

    Felizmente, uma equipe de cientistas brasileiros da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveu um sensor barato e portátil que pode identificar o Parkinson em estágio inicial, antes que os sintomas motores se manifestem. O sensor funciona por meio da análise da saliva dos pacientes, que contém biomarcadores da doença, como a proteína alfa-sinucleína. Essa proteína se acumula no cérebro dos pacientes com Parkinson e forma agregados tóxicos que danificam os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos.

    O sensor é composto por um chip de silício com eletrodos de ouro que captam a presença da alfa-sinucleína na saliva. O chip é conectado a um dispositivo eletrônico que envia os dados para um aplicativo de celular, que interpreta os resultados e indica se há indícios de Parkinson ou não. O teste leva apenas alguns minutos e pode ser feito em qualquer lugar, sem a necessidade de um laboratório especializado.

    Os cientistas testaram o sensor em 65 voluntários, sendo 35 com Parkinson diagnosticado e 30 sem a doença. Os resultados mostraram que o sensor foi capaz de diferenciar os dois grupos com uma precisão de 86%, o que é superior aos métodos convencionais de diagnóstico, que dependem da avaliação clínica dos sintomas motores.

    O sensor ainda precisa passar por mais testes clínicos antes de ser disponibilizado para o público, mas os cientistas esperam que ele possa contribuir para o diagnóstico precoce do Parkinson e para o acompanhamento da evolução da doença e da resposta aos tratamentos. Além disso, o sensor pode ser adaptado para detectar outras doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

    Fonte: O Globo

  • Pedágio Free Flow: O que é e como funciona esse sistema de cobrança?

    Pedágio Free Flow: O que é e como funciona esse sistema de cobrança?

    O pedágio free flow é um sistema de cobrança de tarifas de rodovias que não exige a parada dos veículos nas praças de pedágio.

    Esse sistema utiliza sensores e câmeras para identificar os veículos que passam pela via e calcular o valor a ser pago de acordo com a distância percorrida.

    O pedágio free flow tem como vantagens reduzir o tempo de viagem, o consumo de combustível e a emissão de poluentes, além de evitar filas e congestionamentos nas rodovias. O sistema também permite uma cobrança mais justa e proporcional ao uso da infraestrutura rodoviária.

    Para utilizar o pedágio free flow, os motoristas precisam se cadastrar em uma operadora do serviço e instalar um dispositivo eletrônico (tag) no para-brisa do veículo. Esse dispositivo é reconhecido pelos sensores nas rodovias e envia as informações de uso para a operadora, que emite a cobrança mensalmente.

    O pedágio free flow já é utilizado em vários países, como Portugal, França, Chile e Estados Unidos. No Brasil, o sistema está em fase de testes em algumas rodovias, como a BR-040 (Rio-Juiz de Fora) e a SP-280 (Castello Branco).

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Esse sistema utiliza sensores e câmeras para identificar os veículos que passam pela via e calcular o valor a ser pago de acordo com a distância percorrida.

    O pedágio free flow tem como vantagens reduzir o tempo de viagem, o consumo de combustível e a emissão de poluentes, além de evitar filas e congestionamentos nas rodovias. O sistema também permite uma cobrança mais justa e proporcional ao uso da infraestrutura rodoviária.

    Para utilizar o pedágio free flow, os motoristas precisam se cadastrar em uma operadora do serviço e instalar um dispositivo eletrônico (tag) no para-brisa do veículo. Esse dispositivo é reconhecido pelos sensores nas rodovias e envia as informações de uso para a operadora, que emite a cobrança mensalmente.

    O pedágio free flow já é utilizado em vários países, como Portugal, França, Chile e Estados Unidos. No Brasil, o sistema está em fase de testes em algumas rodovias, como a BR-040 (Rio-Juiz de Fora) e a SP-280 (Castello Branco).

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • 7 séries documentais que explicam a economia atual (e por que você deveria assistir)

    7 séries documentais que explicam a economia atual (e por que você deveria assistir)

    A economia é um tema complexo e muitas vezes confuso, mas também é fundamental para entender o mundo em que vivemos.

    Se você quer aprender mais sobre como funciona o sistema econômico, quais são os seus desafios e oportunidades, e como ele afeta a sua vida, confira estas 7 séries documentais que selecionamos para você. Elas abordam desde a história da moeda e do comércio, até as crises financeiras e as desigualdades sociais. São séries que combinam informação, análise e entretenimento, e que vão te ajudar a compreender melhor a economia atual.

    1. Money Heist: The Phenomenon (Netflix): Esta série mostra os bastidores da produção e do sucesso mundial de La Casa de Papel, a série espanhola que narra o assalto à Casa da Moeda da Espanha. Além de revelar curiosidades e depoimentos dos criadores e dos atores, a série também explora as questões políticas e sociais que estão por trás da trama, como a crise econômica na Europa, o papel do Estado e dos bancos, e a rebelião popular contra o sistema.
    2. Explained: Money (Netflix): Esta série faz parte da franquia Explained, que aborda diversos temas de forma simples e didática. A temporada dedicada ao dinheiro explica conceitos como criptomoedas, lavagem de dinheiro, apostas esportivas, pirâmides financeiras, entre outros. Cada episódio conta com a participação de especialistas e personalidades que dão o seu ponto de vista sobre o assunto.
    3. Capital in the Twenty-First Century (Amazon Prime Video): Baseado no livro homônimo do economista francês Thomas Piketty, este documentário analisa a evolução da riqueza e da desigualdade no mundo desde o século XVIII até os dias de hoje. Através de dados históricos e estatísticos, o filme mostra como o capitalismo gerou concentração de renda e poder nas mãos de uma elite, e quais são as possíveis alternativas para reduzir o abismo social.
    4. Dirty Money (Netflix): Esta série investiga casos reais de corrupção, fraude e crime no mundo dos negócios. Cada episódio conta a história de uma empresa ou de uma pessoa que se envolveu em escândalos financeiros, como a Volkswagen, a HSBC, o ex-primeiro-ministro da Malásia, entre outros. A série revela os bastidores das operações ilegais, as consequências para as vítimas e para a sociedade, e as tentativas de punição e justiça.
    5. Rotten (Netflix): Esta série expõe os problemas e os conflitos que existem na indústria alimentícia global. Cada episódio foca em um produto específico, como mel, alho, chocolate, leite, entre outros, e mostra como eles são produzidos, comercializados e consumidos. A série denuncia as práticas abusivas e antiéticas que afetam os produtores, os trabalhadores, os consumidores e o meio ambiente.
    6. The Ascent of Money (YouTube): Esta série é baseada no livro do historiador britânico Niall Ferguson, que conta a história do dinheiro e do sistema financeiro desde a antiguidade até os tempos modernos. A série explica como surgiram as moedas, os bancos, as bolsas de valores, os seguros, os créditos, entre outros elementos que moldaram a economia mundial. A série também mostra como as crises econômicas afetaram a política e a sociedade ao longo da história.
    7. Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates (Netflix): Esta série retrata a vida e a mente do fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo, Bill Gates. A série mostra como ele construiu o seu império tecnológico, quais são os seus interesses e hobbies pessoais, e como ele usa a sua fortuna para financiar projetos filantrópicos na área da saúde, da educação e do meio ambiente. A série também revela os desafios e as críticas que ele enfrent

    Se você quer aprender mais sobre como funciona o sistema econômico, quais são os seus desafios e oportunidades, e como ele afeta a sua vida, confira estas 7 séries documentais que selecionamos para você. Elas abordam desde a história da moeda e do comércio, até as crises financeiras e as desigualdades sociais. São séries que combinam informação, análise e entretenimento, e que vão te ajudar a compreender melhor a economia atual.

    1. Money Heist: The Phenomenon (Netflix): Esta série mostra os bastidores da produção e do sucesso mundial de La Casa de Papel, a série espanhola que narra o assalto à Casa da Moeda da Espanha. Além de revelar curiosidades e depoimentos dos criadores e dos atores, a série também explora as questões políticas e sociais que estão por trás da trama, como a crise econômica na Europa, o papel do Estado e dos bancos, e a rebelião popular contra o sistema.
    2. Explained: Money (Netflix): Esta série faz parte da franquia Explained, que aborda diversos temas de forma simples e didática. A temporada dedicada ao dinheiro explica conceitos como criptomoedas, lavagem de dinheiro, apostas esportivas, pirâmides financeiras, entre outros. Cada episódio conta com a participação de especialistas e personalidades que dão o seu ponto de vista sobre o assunto.
    3. Capital in the Twenty-First Century (Amazon Prime Video): Baseado no livro homônimo do economista francês Thomas Piketty, este documentário analisa a evolução da riqueza e da desigualdade no mundo desde o século XVIII até os dias de hoje. Através de dados históricos e estatísticos, o filme mostra como o capitalismo gerou concentração de renda e poder nas mãos de uma elite, e quais são as possíveis alternativas para reduzir o abismo social.
    4. Dirty Money (Netflix): Esta série investiga casos reais de corrupção, fraude e crime no mundo dos negócios. Cada episódio conta a história de uma empresa ou de uma pessoa que se envolveu em escândalos financeiros, como a Volkswagen, a HSBC, o ex-primeiro-ministro da Malásia, entre outros. A série revela os bastidores das operações ilegais, as consequências para as vítimas e para a sociedade, e as tentativas de punição e justiça.
    5. Rotten (Netflix): Esta série expõe os problemas e os conflitos que existem na indústria alimentícia global. Cada episódio foca em um produto específico, como mel, alho, chocolate, leite, entre outros, e mostra como eles são produzidos, comercializados e consumidos. A série denuncia as práticas abusivas e antiéticas que afetam os produtores, os trabalhadores, os consumidores e o meio ambiente.
    6. The Ascent of Money (YouTube): Esta série é baseada no livro do historiador britânico Niall Ferguson, que conta a história do dinheiro e do sistema financeiro desde a antiguidade até os tempos modernos. A série explica como surgiram as moedas, os bancos, as bolsas de valores, os seguros, os créditos, entre outros elementos que moldaram a economia mundial. A série também mostra como as crises econômicas afetaram a política e a sociedade ao longo da história.
    7. Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates (Netflix): Esta série retrata a vida e a mente do fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do mundo, Bill Gates. A série mostra como ele construiu o seu império tecnológico, quais são os seus interesses e hobbies pessoais, e como ele usa a sua fortuna para financiar projetos filantrópicos na área da saúde, da educação e do meio ambiente. A série também revela os desafios e as críticas que ele enfrent
  • Como o acordo de cooperação em chips entre China e Brasil pode impulsionar o desenvolvimento do 6G

    Como o acordo de cooperação em chips entre China e Brasil pode impulsionar o desenvolvimento do 6G

    O Brasil e a China vão anunciar um acordo de cooperação e intercâmbio em tecnologias de semicondutores, 5G, 6G e as próximas gerações de redes móveis, inteligência artificial e células fotovoltaicas.

    O acordo deve ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, na próxima semana.

    Os semicondutores são componentes essenciais para o funcionamento de dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores e carros elétricos. Eles também são fundamentais para o avanço das redes de comunicação sem fio, que permitem a transmissão de dados em alta velocidade e baixa latência.

    O 6G é a próxima fronteira da tecnologia móvel, que promete oferecer velocidades até 100 vezes maiores que o 5G, além de suportar novas aplicações como hologramas, realidade aumentada e internet das coisas. No entanto, para alcançar esse nível de desempenho, são necessários chips mais avançados e eficientes.

    A China é um dos países que lideram o desenvolvimento do 6G, tendo lançado o primeiro satélite experimental para testar essa tecnologia em novembro de 2020. O país também domina quase metade do mercado mundial da etapa final dos semicondutores, chamada de backend.

    O Brasil tem interesse em ampliar sua capacidade produtiva e tecnológica na área de semicondutores, tanto no backend quanto no frontend, que é a etapa inicial da fabricação dos componentes. Hoje, o país depende da importação desses insumos e enfrenta dificuldades para atender à demanda interna.

    Com o acordo com a China, o Brasil espera receber investimentos e transferência de tecnologia para fortalecer sua indústria nacional de semicondutores e se preparar para as novas gerações de redes móveis. O acordo também prevê capacitação em desenvolvimento de aplicativos, nuvem, internet das coisas e algoritmos em aplicativos para a indústria.

    O acordo entre Brasil e China pode ser visto como uma oportunidade para ambos os países se beneficiarem mutuamente do avanço tecnológico e se posicionarem como protagonistas no cenário global do 6G.

    Fontes:

    O acordo deve ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, na próxima semana.

    Os semicondutores são componentes essenciais para o funcionamento de dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores e carros elétricos. Eles também são fundamentais para o avanço das redes de comunicação sem fio, que permitem a transmissão de dados em alta velocidade e baixa latência.

    O 6G é a próxima fronteira da tecnologia móvel, que promete oferecer velocidades até 100 vezes maiores que o 5G, além de suportar novas aplicações como hologramas, realidade aumentada e internet das coisas. No entanto, para alcançar esse nível de desempenho, são necessários chips mais avançados e eficientes.

    A China é um dos países que lideram o desenvolvimento do 6G, tendo lançado o primeiro satélite experimental para testar essa tecnologia em novembro de 2020. O país também domina quase metade do mercado mundial da etapa final dos semicondutores, chamada de backend.

    O Brasil tem interesse em ampliar sua capacidade produtiva e tecnológica na área de semicondutores, tanto no backend quanto no frontend, que é a etapa inicial da fabricação dos componentes. Hoje, o país depende da importação desses insumos e enfrenta dificuldades para atender à demanda interna.

    Com o acordo com a China, o Brasil espera receber investimentos e transferência de tecnologia para fortalecer sua indústria nacional de semicondutores e se preparar para as novas gerações de redes móveis. O acordo também prevê capacitação em desenvolvimento de aplicativos, nuvem, internet das coisas e algoritmos em aplicativos para a indústria.

    O acordo entre Brasil e China pode ser visto como uma oportunidade para ambos os países se beneficiarem mutuamente do avanço tecnológico e se posicionarem como protagonistas no cenário global do 6G.

    Fontes:

  • Férias coletivas: montadoras adotam medida para ajustar produção à baixa demanda do mercado

    Férias coletivas: montadoras adotam medida para ajustar produção à baixa demanda do mercado

    As férias coletivas são uma medida adotada por algumas montadoras de veículos no Brasil para ajustar a produção à demanda do mercado e evitar o acúmulo de estoques.

    Em 2023, pelo menos quatro montadoras anunciaram férias coletivas em suas fábricas no país: Volkswagen, General Motors, Hyundai e Stellantis.

    Essas empresas enfrentam uma desaceleração nas vendas de veículos e uma instabilidade no fornecimento de componentes, como semicondutores e aço. As férias coletivas variam de dez a 17 dias e afetam milhares de trabalhadores.

    As férias coletivas não são novidade na indústria automotiva brasileira. Em anos anteriores, outras montadoras também recorreram a essa estratégia para adequar a oferta à demanda e reduzir os custos operacionais.

    As férias coletivas podem ter impactos positivos e negativos para os trabalhadores e para a economia. Por um lado, elas evitam demissões em massa e garantem o pagamento dos salários durante o período de paralisação. Por outro lado, elas reduzem a renda disponível dos trabalhadores e afetam a cadeia produtiva do setor automotivo.

    Para saber mais sobre as férias coletivas das montadoras de veículos no Brasil, confira os links abaixo:

    Em 2023, pelo menos quatro montadoras anunciaram férias coletivas em suas fábricas no país: Volkswagen, General Motors, Hyundai e Stellantis.

    Essas empresas enfrentam uma desaceleração nas vendas de veículos e uma instabilidade no fornecimento de componentes, como semicondutores e aço. As férias coletivas variam de dez a 17 dias e afetam milhares de trabalhadores.

    As férias coletivas não são novidade na indústria automotiva brasileira. Em anos anteriores, outras montadoras também recorreram a essa estratégia para adequar a oferta à demanda e reduzir os custos operacionais.

    As férias coletivas podem ter impactos positivos e negativos para os trabalhadores e para a economia. Por um lado, elas evitam demissões em massa e garantem o pagamento dos salários durante o período de paralisação. Por outro lado, elas reduzem a renda disponível dos trabalhadores e afetam a cadeia produtiva do setor automotivo.

    Para saber mais sobre as férias coletivas das montadoras de veículos no Brasil, confira os links abaixo:

  • ChatGPT fora do ar: o que aconteceu e quando volta?

    ChatGPT fora do ar: o que aconteceu e quando volta?

    O ChatGPT é um chatbot baseado na inteligência artificial da OpenAI que permite conversar com diferentes personalidades e temas.

    O serviço ganhou popularidade nas últimas semanas por sua capacidade de gerar respostas criativas e coerentes.

    No entanto, na segunda-feira (20), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.

    O serviço ganhou popularidade nas últimas semanas por sua capacidade de gerar respostas criativas e coerentes.

    No entanto, na segunda-feira (20), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.