Autor: Rafaela Maia

  • Reduzindo as Emissões de CO2 com Hidrogênio Verde: O Papel do BG-CLHP

    Reduzindo as Emissões de CO2 com Hidrogênio Verde: O Papel do BG-CLHP

    A produção de hidrogênio verde, uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis, tem sido objeto de intensa pesquisa e desenvolvimento.

    Um estudo recente destacou uma abordagem promissora para a produção de hidrogênio verde: a gasificação de biomassa combinada com a produção de hidrogênio por looping químico (BG-CLHP).

    O BG-CLHP é um sistema que utiliza biomassa, um recurso renovável, para produzir hidrogênio. Este sistema foi submetido a avaliações ambientais e econômicas, que destacaram seu potencial sustentável durante o ciclo de produção de hidrogênio (HPC).

    Um dos resultados mais impressionantes do estudo é que o sistema BG-CLHP demonstrou um excelente desempenho integrado com valores de GWP (Potencial de Aquecimento Global) negativos. Isso indica que a produção de hidrogênio através deste sistema pode efetivamente reduzir as emissões de CO2, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.

    Além disso, o estudo sugere que o BG-CLHP pode oferecer uma solução de fornecimento de hidrogênio mais custo-competitiva para postos de abastecimento de hidrogênio em comparação com outras rotas de produção de hidrogênio. Isso poderia tornar o hidrogênio verde uma opção mais viável e acessível para o uso em larga escala.

    Fonte: Link.


    Um estudo recente destacou uma abordagem promissora para a produção de hidrogênio verde: a gasificação de biomassa combinada com a produção de hidrogênio por looping químico (BG-CLHP).

    O BG-CLHP é um sistema que utiliza biomassa, um recurso renovável, para produzir hidrogênio. Este sistema foi submetido a avaliações ambientais e econômicas, que destacaram seu potencial sustentável durante o ciclo de produção de hidrogênio (HPC).

    Um dos resultados mais impressionantes do estudo é que o sistema BG-CLHP demonstrou um excelente desempenho integrado com valores de GWP (Potencial de Aquecimento Global) negativos. Isso indica que a produção de hidrogênio através deste sistema pode efetivamente reduzir as emissões de CO2, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.

    Além disso, o estudo sugere que o BG-CLHP pode oferecer uma solução de fornecimento de hidrogênio mais custo-competitiva para postos de abastecimento de hidrogênio em comparação com outras rotas de produção de hidrogênio. Isso poderia tornar o hidrogênio verde uma opção mais viável e acessível para o uso em larga escala.

    Fonte: Link.


  • FAPESP lança programa de pesquisa em tecnologias quânticas com bolsa para jovem pesquisador

    FAPESP lança programa de pesquisa em tecnologias quânticas com bolsa para jovem pesquisador

    A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) anunciou uma nova chamada de propostas para o Programa de Tecnologias Quânticas QuTIa.

    O programa tem como objetivo promover o desenvolvimento de um ecossistema de tecnologias quânticas para impulsionar a liderança científica e tecnológica de São Paulo e do Brasil em várias áreas do conhecimento.

    As tecnologias quânticas, que incluem detecção, comunicação e computação, têm potencial para transformar uma variedade de setores, desde a saúde e agricultura até a segurança cibernética.

    O Brasil possui cerca de 120 pesquisadores atuando em algum ramo das ciências quânticas, com grupos estabelecidos e produção científica relevante em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Norte. No entanto, a maioria dos membros das equipes é de físicos, o que ressalta a necessidade de atrair profissionais de outras áreas.

    Com esta chamada de propostas, a FAPESP pretende trazer pesquisadores que estão no início de suas carreiras e se destacam em seus campos específicos de conhecimento.

    O programa selecionará cinco propostas de jovens pesquisadores que tenham tido uma experiência recente de pelo menos dois anos no exterior ou ainda estejam radicados lá fora. Os escolhidos terão de se instalar em um centro de pesquisa em São Paulo e contarão com cinco anos de financiamento no valor de até US$ 1 milhão.

    Para mais informações acesse o site oficial do programa neste link.


    O programa tem como objetivo promover o desenvolvimento de um ecossistema de tecnologias quânticas para impulsionar a liderança científica e tecnológica de São Paulo e do Brasil em várias áreas do conhecimento.

    As tecnologias quânticas, que incluem detecção, comunicação e computação, têm potencial para transformar uma variedade de setores, desde a saúde e agricultura até a segurança cibernética.

    O Brasil possui cerca de 120 pesquisadores atuando em algum ramo das ciências quânticas, com grupos estabelecidos e produção científica relevante em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Norte. No entanto, a maioria dos membros das equipes é de físicos, o que ressalta a necessidade de atrair profissionais de outras áreas.

    Com esta chamada de propostas, a FAPESP pretende trazer pesquisadores que estão no início de suas carreiras e se destacam em seus campos específicos de conhecimento.

    O programa selecionará cinco propostas de jovens pesquisadores que tenham tido uma experiência recente de pelo menos dois anos no exterior ou ainda estejam radicados lá fora. Os escolhidos terão de se instalar em um centro de pesquisa em São Paulo e contarão com cinco anos de financiamento no valor de até US$ 1 milhão.

    Para mais informações acesse o site oficial do programa neste link.


  • Preço de equipamentos eletroeletrônicos no Brasil apresenta queda em um ano; entenda

    Preço de equipamentos eletroeletrônicos no Brasil apresenta queda em um ano; entenda

    O mercado de eletroeletrônicos online no Brasil tem apresentado uma tendência de queda nos preços, trazendo boas notícias para os consumidores.

    Segundo dados recentes, houve uma diminuição significativa de 7,4% nos preços acumulados ao longo dos últimos 12 meses, encerrando em março. Este fenômeno não é isolado, pois março também registrou uma queda mensal de 1,29%, mantendo a sequência de reduções observadas desde o início do ano.

    O Índice Fipe/Buscapé, um indicador respeitado que acompanha os preços no comércio eletrônico brasileiro, é calculado com base em uma ampla gama de produtos monitorados pela plataforma Buscapé. Este índice é uma ferramenta valiosa para entender as tendências do mercado e auxiliar tanto consumidores quanto varejistas nas suas decisões de compra e venda.

    Ao analisar as categorias de produtos, percebe-se que, das 16 categorias principais, somente duas — ar-condicionado e ventilador/circulador — tiveram um aumento nos preços. Por outro lado, itens como celulares, monitores, notebooks e PCs/computadores lideraram as quedas, indicando uma oportunidade para consumidores que buscam atualizar ou adquirir novos equipamentos tecnológicos.

    Essa tendência de redução de preços pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo a evolução tecnológica, que permite a produção de dispositivos mais eficientes a custos menores, e a intensa competição no mercado online, que frequentemente resulta em melhores ofertas para atrair clientes.


    Segundo dados recentes, houve uma diminuição significativa de 7,4% nos preços acumulados ao longo dos últimos 12 meses, encerrando em março. Este fenômeno não é isolado, pois março também registrou uma queda mensal de 1,29%, mantendo a sequência de reduções observadas desde o início do ano.

    O Índice Fipe/Buscapé, um indicador respeitado que acompanha os preços no comércio eletrônico brasileiro, é calculado com base em uma ampla gama de produtos monitorados pela plataforma Buscapé. Este índice é uma ferramenta valiosa para entender as tendências do mercado e auxiliar tanto consumidores quanto varejistas nas suas decisões de compra e venda.

    Ao analisar as categorias de produtos, percebe-se que, das 16 categorias principais, somente duas — ar-condicionado e ventilador/circulador — tiveram um aumento nos preços. Por outro lado, itens como celulares, monitores, notebooks e PCs/computadores lideraram as quedas, indicando uma oportunidade para consumidores que buscam atualizar ou adquirir novos equipamentos tecnológicos.

    Essa tendência de redução de preços pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo a evolução tecnológica, que permite a produção de dispositivos mais eficientes a custos menores, e a intensa competição no mercado online, que frequentemente resulta em melhores ofertas para atrair clientes.


  • Clonar seu cão não garante uma cópia idêntica, diz especialista

    Clonar seu cão não garante uma cópia idêntica, diz especialista

    Perder um amado companheiro canino é uma experiência extremamente dolorosa.

    Considerando que os cães normalmente vivem entre 10 a 15 anos — raças menores frequentemente vivem mais do que as maiores — essa perda é um evento provável para os amantes de cães, visto que a expectativa de vida humana se estende por 80 anos ou mais.

    A clonagem pode parecer uma solução, oferecendo a possibilidade de recriar seu animal de estimação em uma nova forma, mas a realidade é muito mais complexa.

    Clones não são duplicatas exatas. Como a bióloga evolutiva e psicóloga comparativa Gita Gnanadesikan da Universidade Emory aponta, o DNA não deve ser visto como um projeto preciso, mas sim como um conjunto de instruções que podem ser interpretadas de maneira diferente dependendo de vários fatores, como o ambiente e os traços específicos sendo considerados.

    Consequentemente, animais clonados podem compartilhar quase o mesmo DNA com seus originais, mas não há garantias de que eles compartilharão a mesma personalidade ou aparência. “O resultado final sempre será pelo menos um pouco diferente”, afirma Gnanadesikan.

    A expressão de informações genéticas na aparência física e no comportamento pode ser influenciada por inúmeros fatores. Alterações no DNA podem ocorrer durante o processo de clonagem, e mesmo sem manipulação genética direta, mudanças epigenéticas naturais — modificações que ativam ou desativam genes — podem surgir em diferentes estágios do desenvolvimento, potencialmente levando a diferenças sutis mesmo antes do nascimento.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


    Considerando que os cães normalmente vivem entre 10 a 15 anos — raças menores frequentemente vivem mais do que as maiores — essa perda é um evento provável para os amantes de cães, visto que a expectativa de vida humana se estende por 80 anos ou mais.

    A clonagem pode parecer uma solução, oferecendo a possibilidade de recriar seu animal de estimação em uma nova forma, mas a realidade é muito mais complexa.

    Clones não são duplicatas exatas. Como a bióloga evolutiva e psicóloga comparativa Gita Gnanadesikan da Universidade Emory aponta, o DNA não deve ser visto como um projeto preciso, mas sim como um conjunto de instruções que podem ser interpretadas de maneira diferente dependendo de vários fatores, como o ambiente e os traços específicos sendo considerados.

    Consequentemente, animais clonados podem compartilhar quase o mesmo DNA com seus originais, mas não há garantias de que eles compartilharão a mesma personalidade ou aparência. “O resultado final sempre será pelo menos um pouco diferente”, afirma Gnanadesikan.

    A expressão de informações genéticas na aparência física e no comportamento pode ser influenciada por inúmeros fatores. Alterações no DNA podem ocorrer durante o processo de clonagem, e mesmo sem manipulação genética direta, mudanças epigenéticas naturais — modificações que ativam ou desativam genes — podem surgir em diferentes estágios do desenvolvimento, potencialmente levando a diferenças sutis mesmo antes do nascimento.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.


  • Cortes no orçamento ameaçam a ciência e educação no Brasil

    Cortes no orçamento ameaçam a ciência e educação no Brasil

    Em um momento de incerteza para a ciência brasileira, pesquisadores enfrentam um futuro preocupante.

    O Congresso Nacional impôs cortes significativos no orçamento de 2024 para instituições de pesquisa e universidades federais, ameaçando deixar laboratórios sem recursos básicos como água e eletricidade.

    Em 2023, o governo conseguiu aumentar o orçamento para ciência e tecnologia em comparação com 2022, mas o Congresso, reduziu o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em 6,8% para 2024.

    Essa redução é especialmente prejudicial para as instituições da Amazônia, que já sofrem com um apoio federal desproporcionalmente baixo. Apenas 4% do investimento em projetos de pesquisa em 2023 foram direcionados para instituições na região Norte, que abriga a maior parte da Amazônia brasileira.

    A situação cria um ciclo vicioso: instituições com menos financiamento produzem menos pesquisas, o que leva a ainda menos financiamento. Isso resultou em pesquisadores de São Paulo recebendo mais fundos públicos para estudar a biodiversidade da Amazônia do que aqueles localizados na própria região.

    Apesar do cenário desanimador, alguns cientistas ainda têm esperança de receber fundos adicionais este ano. No entanto, é provável que mudanças significativas sejam adiadas para o próximo ciclo orçamentário.


    O Congresso Nacional impôs cortes significativos no orçamento de 2024 para instituições de pesquisa e universidades federais, ameaçando deixar laboratórios sem recursos básicos como água e eletricidade.

    Em 2023, o governo conseguiu aumentar o orçamento para ciência e tecnologia em comparação com 2022, mas o Congresso, reduziu o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em 6,8% para 2024.

    Essa redução é especialmente prejudicial para as instituições da Amazônia, que já sofrem com um apoio federal desproporcionalmente baixo. Apenas 4% do investimento em projetos de pesquisa em 2023 foram direcionados para instituições na região Norte, que abriga a maior parte da Amazônia brasileira.

    A situação cria um ciclo vicioso: instituições com menos financiamento produzem menos pesquisas, o que leva a ainda menos financiamento. Isso resultou em pesquisadores de São Paulo recebendo mais fundos públicos para estudar a biodiversidade da Amazônia do que aqueles localizados na própria região.

    Apesar do cenário desanimador, alguns cientistas ainda têm esperança de receber fundos adicionais este ano. No entanto, é provável que mudanças significativas sejam adiadas para o próximo ciclo orçamentário.


  • Eclipses solares: a jornada do medo ao fascínio científico

    Eclipses solares: a jornada do medo ao fascínio científico

    Desde tempos imemoriais, os eclipses solares têm fascinado e aterrorizado a humanidade.

    O que antes era considerado um mau presságio ou um sinal dos deuses, hoje é compreendido como um fenômeno astronômico previsível e espetacular.

    O Início da Compreensão

    Na antiga Mesopotâmia, os astrônomos começaram a registrar eclipses solares, notando seus padrões periódicos. Essa busca por regularidade foi o pontapé inicial para a astronomia moderna. Com o passar dos séculos, o conhecimento acumulado permitiu que cientistas como Edmond Halley usassem o Ciclo de Saros – um período de cerca de 18 anos – para prever com precisão quando os próximos eclipses ocorreriam.

    Matemática e Gravidade: Chaves para o Mistério

    Avanços significativos na matemática e na compreensão da gravidade transformaram o medo em fascínio. A capacidade de prever eclipses com exatidão não só acalmou temores antigos, mas também abriu caminho para a exploração espacial. Hoje, a NASA e outras agências espaciais dependem de dados precisos sobre a posição da Lua e outros corpos celestes para planejar missões e garantir a segurança dos astronautas.

    Impacto na Vida Cotidiana

    Embora possa parecer distante do dia a dia, o estudo dos eclipses tem implicações diretas em nossa vida. A precisão alcançada na previsão de eventos celestes é a mesma usada para manter satélites em órbita, que por sua vez são essenciais para comunicações, previsão do tempo e muitas outras tecnologias que nos beneficiam diariamente.

    Olhando para o Futuro

    À medida que continuamos a explorar o cosmos, os eclipses solares permanecem como lembretes da nossa pequenez diante do universo e da importância da ciência para desvendar seus mistérios. O que uma vez foi motivo de medo, agora é uma janela para o conhecimento e a aventura no espaço.


    O que antes era considerado um mau presságio ou um sinal dos deuses, hoje é compreendido como um fenômeno astronômico previsível e espetacular.

    O Início da Compreensão

    Na antiga Mesopotâmia, os astrônomos começaram a registrar eclipses solares, notando seus padrões periódicos. Essa busca por regularidade foi o pontapé inicial para a astronomia moderna. Com o passar dos séculos, o conhecimento acumulado permitiu que cientistas como Edmond Halley usassem o Ciclo de Saros – um período de cerca de 18 anos – para prever com precisão quando os próximos eclipses ocorreriam.

    Matemática e Gravidade: Chaves para o Mistério

    Avanços significativos na matemática e na compreensão da gravidade transformaram o medo em fascínio. A capacidade de prever eclipses com exatidão não só acalmou temores antigos, mas também abriu caminho para a exploração espacial. Hoje, a NASA e outras agências espaciais dependem de dados precisos sobre a posição da Lua e outros corpos celestes para planejar missões e garantir a segurança dos astronautas.

    Impacto na Vida Cotidiana

    Embora possa parecer distante do dia a dia, o estudo dos eclipses tem implicações diretas em nossa vida. A precisão alcançada na previsão de eventos celestes é a mesma usada para manter satélites em órbita, que por sua vez são essenciais para comunicações, previsão do tempo e muitas outras tecnologias que nos beneficiam diariamente.

    Olhando para o Futuro

    À medida que continuamos a explorar o cosmos, os eclipses solares permanecem como lembretes da nossa pequenez diante do universo e da importância da ciência para desvendar seus mistérios. O que uma vez foi motivo de medo, agora é uma janela para o conhecimento e a aventura no espaço.


  • Desvendando a Parapsicologia: por que ela não se qualifica como ciência?

    Desvendando a Parapsicologia: por que ela não se qualifica como ciência?

    Para alguns, é uma área promissora de pesquisa científica; para outros, não passa de pseudociência.

    A Parapsicologia é um campo de estudo que se dedica à investigação de fenômenos que são considerados fora do alcance das explicações científicas convencionais, como telepatia, clarividência e outros tipos de percepção extrassensorial.  

    A história da Parapsicologia pode ser dividida em várias fases:

    1. Fase Pré-Espírita (1826 a 1856): Esta fase inclui as experiências de Justinus Kerner com a paranormal alemã Frederica Hauffe e outros paranormais como Andrew Jackson Davis e as irmãs Fox.

    2. Fase do Espiritismo (a partir de 1857): Marcada pela publicação de “O Livro dos Espíritos” por Allan Kardec, esta fase viu o crescimento do movimento espírita e a investigação de fenômenos paranormais associados.

    3. Fase da Metapsíquica (1882 a 1933): Com a fundação da Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres em 1882, esta fase representa a tentativa de estudar cientificamente os fenômenos paranormais, com Charles Richet sendo uma figura proeminente.

    4. Fase de Transição: Durante este período, o termo “Parapsicologia” foi criado por Max Dessoir em 1889 e mais tarde adotado por Joseph Banks Rhine na década de 1930 para substituir os termos “metapsíquica” e “pesquisa psíquica”.

    5. Fase da Parapsicologia e Pesquisa Psi: A partir da década de 1930, a Parapsicologia começou a ser reconhecida como um campo de estudo mais formal, com a criação da Parapsychological Association em 1959, que apesar das críticas, participa da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

    A Parapsicologia é frequentemente classificada como uma pseudociência devido à falta de evidências empíricas que sustentem suas teorias e práticas.

    Em ciência, é essencial que os experimentos possam ser reproduzidos e que seus resultados sejam consistentes. A Parapsicologia enfrenta críticas por não fornecer resultados reprodutíveis sob condições controladas.

    Muitos estudos em Parapsicologia são criticados por falhas metodológicas, como tamanhos de amostra inadequados, falta de controles rigorosos e viés de seleção.

    O viés de seleção é um tipo de viés cognitivo que ocorre quando a seleção de informações ou participantes para um estudo não é aleatória ou não representa adequadamente a população alvo. Isso pode levar a resultados de pesquisa distorcidos, pois o grupo selecionado pode ter características diferentes da população geral. Por exemplo, se um estudo sobre hábitos alimentares recrutar apenas voluntários de uma academia de ginástica, os resultados podem não refletir os hábitos alimentares da população em geral, pois as pessoas que frequentam academias podem ter uma dieta mais saudável. O viés de seleção pode afetar a validade de um estudo e suas conclusões, tornando-os questionáveis.

     Uma ciência estabelecida é apoiada por teorias que explicam observações e preveem fenômenos. A Parapsicologia carece de uma teoria unificadora que seja aceita pela comunidade científica.

    A Parapsicologia não é amplamente reconhecida ou aceita como uma disciplina científica legítima devido à falta de evidências convincentes e ao histórico de associação com o sobrenatural e o ocultismo.

    Muitas vezes, as “provas” apresentadas em favor da Parapsicologia são anedóticas e não passam pelo rigoroso escrutínio científico necessário para serem consideradas válidas.

    Evidências anedóticas são relatos baseados em experiências pessoais, coletadas de maneira casual ou não sistemática, e não em análises científicas rigorosas. Elas podem ser úteis para ilustrar um ponto de vista ou fornecer exemplos concretos, mas possuem limitações significativas.

    Pesquisas em Parapsicologia raramente são publicadas em periódicos científicos respeitados, o que dificulta o reconhecimento e a validação por parte da comunidade científica.

    Esses fatores contribuem para a visão de que a Parapsicologia não atende aos critérios estabelecidos para ser considerada uma ciência.


    A Parapsicologia é um campo de estudo que se dedica à investigação de fenômenos que são considerados fora do alcance das explicações científicas convencionais, como telepatia, clarividência e outros tipos de percepção extrassensorial.  

    A história da Parapsicologia pode ser dividida em várias fases:

    1. Fase Pré-Espírita (1826 a 1856): Esta fase inclui as experiências de Justinus Kerner com a paranormal alemã Frederica Hauffe e outros paranormais como Andrew Jackson Davis e as irmãs Fox.

    2. Fase do Espiritismo (a partir de 1857): Marcada pela publicação de “O Livro dos Espíritos” por Allan Kardec, esta fase viu o crescimento do movimento espírita e a investigação de fenômenos paranormais associados.

    3. Fase da Metapsíquica (1882 a 1933): Com a fundação da Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres em 1882, esta fase representa a tentativa de estudar cientificamente os fenômenos paranormais, com Charles Richet sendo uma figura proeminente.

    4. Fase de Transição: Durante este período, o termo “Parapsicologia” foi criado por Max Dessoir em 1889 e mais tarde adotado por Joseph Banks Rhine na década de 1930 para substituir os termos “metapsíquica” e “pesquisa psíquica”.

    5. Fase da Parapsicologia e Pesquisa Psi: A partir da década de 1930, a Parapsicologia começou a ser reconhecida como um campo de estudo mais formal, com a criação da Parapsychological Association em 1959, que apesar das críticas, participa da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

    A Parapsicologia é frequentemente classificada como uma pseudociência devido à falta de evidências empíricas que sustentem suas teorias e práticas.

    Em ciência, é essencial que os experimentos possam ser reproduzidos e que seus resultados sejam consistentes. A Parapsicologia enfrenta críticas por não fornecer resultados reprodutíveis sob condições controladas.

    Muitos estudos em Parapsicologia são criticados por falhas metodológicas, como tamanhos de amostra inadequados, falta de controles rigorosos e viés de seleção.

    O viés de seleção é um tipo de viés cognitivo que ocorre quando a seleção de informações ou participantes para um estudo não é aleatória ou não representa adequadamente a população alvo. Isso pode levar a resultados de pesquisa distorcidos, pois o grupo selecionado pode ter características diferentes da população geral. Por exemplo, se um estudo sobre hábitos alimentares recrutar apenas voluntários de uma academia de ginástica, os resultados podem não refletir os hábitos alimentares da população em geral, pois as pessoas que frequentam academias podem ter uma dieta mais saudável. O viés de seleção pode afetar a validade de um estudo e suas conclusões, tornando-os questionáveis.

     Uma ciência estabelecida é apoiada por teorias que explicam observações e preveem fenômenos. A Parapsicologia carece de uma teoria unificadora que seja aceita pela comunidade científica.

    A Parapsicologia não é amplamente reconhecida ou aceita como uma disciplina científica legítima devido à falta de evidências convincentes e ao histórico de associação com o sobrenatural e o ocultismo.

    Muitas vezes, as “provas” apresentadas em favor da Parapsicologia são anedóticas e não passam pelo rigoroso escrutínio científico necessário para serem consideradas válidas.

    Evidências anedóticas são relatos baseados em experiências pessoais, coletadas de maneira casual ou não sistemática, e não em análises científicas rigorosas. Elas podem ser úteis para ilustrar um ponto de vista ou fornecer exemplos concretos, mas possuem limitações significativas.

    Pesquisas em Parapsicologia raramente são publicadas em periódicos científicos respeitados, o que dificulta o reconhecimento e a validação por parte da comunidade científica.

    Esses fatores contribuem para a visão de que a Parapsicologia não atende aos critérios estabelecidos para ser considerada uma ciência.


  • Anvisa: venda de álcool 70% será proibida no Brasil

    Anvisa: venda de álcool 70% será proibida no Brasil

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou recentemente uma atualização regulatória significativa: a proibição da venda de álcool líquido 70% em todo o Brasil.

    A medida, que será implementada a partir de 30 de abril, tem como objetivo principal a prevenção de acidentes domésticos causados pela inflamabilidade do produto.

    Essa não é a primeira vez que o Brasil enfrenta uma proibição do álcool líquido; uma medida similar foi adotada há 22 anos. A reincidência de incidentes, no entanto, levou a Anvisa a reintroduzir a restrição.

    O álcool em gel, por outro lado, permanecerá no mercado como uma alternativa segura e eficaz para a desinfecção das mãos, mantendo sua autorização de venda pela Anvisa.

    Os vendedores têm um prazo até a data efetiva da proibição para vender os estoques existentes de álcool líquido 70%. Após esse período, a comercialização do produto será considerada ilegal e estará sujeita a sanções.

    Especialistas em segurança do consumidor apoiam a decisão, ressaltando a necessidade de priorizar a segurança e o bem-estar dos cidadãos. A Anvisa recomenda que a população faça a transição para o álcool em gel para atender às suas necessidades de limpeza e higiene.


    A medida, que será implementada a partir de 30 de abril, tem como objetivo principal a prevenção de acidentes domésticos causados pela inflamabilidade do produto.

    Essa não é a primeira vez que o Brasil enfrenta uma proibição do álcool líquido; uma medida similar foi adotada há 22 anos. A reincidência de incidentes, no entanto, levou a Anvisa a reintroduzir a restrição.

    O álcool em gel, por outro lado, permanecerá no mercado como uma alternativa segura e eficaz para a desinfecção das mãos, mantendo sua autorização de venda pela Anvisa.

    Os vendedores têm um prazo até a data efetiva da proibição para vender os estoques existentes de álcool líquido 70%. Após esse período, a comercialização do produto será considerada ilegal e estará sujeita a sanções.

    Especialistas em segurança do consumidor apoiam a decisão, ressaltando a necessidade de priorizar a segurança e o bem-estar dos cidadãos. A Anvisa recomenda que a população faça a transição para o álcool em gel para atender às suas necessidades de limpeza e higiene.


  • A luta financeira de Mingau e as deficiências do sistema de saúde brasileiro

    A luta financeira de Mingau e as deficiências do sistema de saúde brasileiro

    O incidente envolvendo Mingau, baixista da banda Ultraje a Rigor, baleado na cabeça em uma tentativa de roubo, trouxe à tona as dificuldades impostas pelos altos custos dos cuidados médicos no Brasil.

    Após o ataque, Mingau foi submetido a uma cirurgia de emergência e agora se prepara para uma nova intervenção para a colocação de uma prótese craniana.

    O caso de Mingau ilustra as lacunas do Sistema Único de Saúde (SUS), que apesar de ser um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, ainda enfrenta problemas de acesso e qualidade. A disparidade regional nos serviços de saúde é evidente, com algumas áreas carentes de procedimentos vitais e cobertura de medicamentos insuficiente, afetando principalmente os mais pobres.

    A família de Mingau se viu diante de uma dívida de R$ 300 mil devido a honorários médicos não cobertos pelo plano de saúde, uma vez que os médicos que o atenderam não eram credenciados.

    Segundo Isabella Aglio, filha de Mingau, a família contraiu dívidas devido a procedimentos que não eram cobertos pelo plano de saúde e nem estavam disponíveis pelo SUS.

    Durante uma entrevista ao programa “Chega Mais”, do SBT, Isabella deu mais detalhes de como a vida família mudou.

    “Eu e minha mãe estamos à frente de tudo. Ela parou a vida dela para me ajudar. Sou filha única e tenho que cuidar da vida dele. Vivemos com dificuldades, mas eu trabalho também, sou influenciadora. Dei uma pausa porque é difícil, e estamos recebendo auxílio do SBT, que ajuda muito”, admitiu a jovem.

    Este incidente ressalta a necessidade de reformas no sistema de saúde para assegurar que todos os brasileiros tenham acesso a tratamentos de qualidade sem incorrer em dívidas exorbitantes. Enquanto Mingau segue em recuperação, a discussão sobre os custos dos cuidados médicos no país continua sendo um tema urgente e necessário.


    Após o ataque, Mingau foi submetido a uma cirurgia de emergência e agora se prepara para uma nova intervenção para a colocação de uma prótese craniana.

    O caso de Mingau ilustra as lacunas do Sistema Único de Saúde (SUS), que apesar de ser um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, ainda enfrenta problemas de acesso e qualidade. A disparidade regional nos serviços de saúde é evidente, com algumas áreas carentes de procedimentos vitais e cobertura de medicamentos insuficiente, afetando principalmente os mais pobres.

    A família de Mingau se viu diante de uma dívida de R$ 300 mil devido a honorários médicos não cobertos pelo plano de saúde, uma vez que os médicos que o atenderam não eram credenciados.

    Segundo Isabella Aglio, filha de Mingau, a família contraiu dívidas devido a procedimentos que não eram cobertos pelo plano de saúde e nem estavam disponíveis pelo SUS.

    Durante uma entrevista ao programa “Chega Mais”, do SBT, Isabella deu mais detalhes de como a vida família mudou.

    “Eu e minha mãe estamos à frente de tudo. Ela parou a vida dela para me ajudar. Sou filha única e tenho que cuidar da vida dele. Vivemos com dificuldades, mas eu trabalho também, sou influenciadora. Dei uma pausa porque é difícil, e estamos recebendo auxílio do SBT, que ajuda muito”, admitiu a jovem.

    Este incidente ressalta a necessidade de reformas no sistema de saúde para assegurar que todos os brasileiros tenham acesso a tratamentos de qualidade sem incorrer em dívidas exorbitantes. Enquanto Mingau segue em recuperação, a discussão sobre os custos dos cuidados médicos no país continua sendo um tema urgente e necessário.


  • Tratamento de infertilidade do Hospital Júlia Kubitschek torna-se acessível pelo SUS

    Tratamento de infertilidade do Hospital Júlia Kubitschek torna-se acessível pelo SUS

    O Hospital Júlia Kubitschek anunciou recentemente uma notável expansão em seu serviço de tratamento de infertilidade.

    O ambulatório, que já oferece procedimentos cirúrgicos de baixa complexidade para tratar a infertilidade, agora estará disponível para pacientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com atendimento duas vezes por semana.

    A infertilidade é uma condição que impacta tanto homens quanto mulheres, com causas variadas que vão desde complicações nas tubas uterinas até questões relacionadas à produção de sêmen.

    Fonte: Link.


    O ambulatório, que já oferece procedimentos cirúrgicos de baixa complexidade para tratar a infertilidade, agora estará disponível para pacientes encaminhados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com atendimento duas vezes por semana.

    A infertilidade é uma condição que impacta tanto homens quanto mulheres, com causas variadas que vão desde complicações nas tubas uterinas até questões relacionadas à produção de sêmen.

    Fonte: Link.