Autor: Rafaela Maia

  • Ozempic: medicamento para diabetes pode causar recuperação de peso após interrupção do uso

    Ozempic: medicamento para diabetes pode causar recuperação de peso após interrupção do uso

    O Ozempic é um medicamento injetável à base de semaglutida, indicado para o tratamento do diabetes tipo 2.

    A semaglutida imita um hormônio que regula a saciedade e a glicose no sangue, podendo levar à perda de peso em algumas pessoas.

    No entanto, segundo a fabricante Novo Nordisk, esse efeito não é permanente e a maioria das pessoas que usam o Ozempic para emagrecer recupera o peso em até cinco anos após parar o tratamento.

    Alguns indivíduos podem até ganhar mais peso do que perderam inicialmente. Isso se deve ao fato de que a semaglutida não altera o ponto de equilíbrio do peso corporal, que depende de outros fatores como dieta e exercício.

    Portanto, para manter o novo peso, é preciso também manter o uso do medicamento, que pode ter efeitos colaterais.

    Fonte: O Globo

    A semaglutida imita um hormônio que regula a saciedade e a glicose no sangue, podendo levar à perda de peso em algumas pessoas.

    No entanto, segundo a fabricante Novo Nordisk, esse efeito não é permanente e a maioria das pessoas que usam o Ozempic para emagrecer recupera o peso em até cinco anos após parar o tratamento.

    Alguns indivíduos podem até ganhar mais peso do que perderam inicialmente. Isso se deve ao fato de que a semaglutida não altera o ponto de equilíbrio do peso corporal, que depende de outros fatores como dieta e exercício.

    Portanto, para manter o novo peso, é preciso também manter o uso do medicamento, que pode ter efeitos colaterais.

    Fonte: O Globo

  • Como se prevenir das doenças típicas do outono: dicas e cuidados

    Como se prevenir das doenças típicas do outono: dicas e cuidados

    O outono é uma estação que traz temperaturas mais baixas e ar mais seco, o que favorece o surgimento de doenças respiratórias e alérgicas.

    Neste post, vamos falar sobre quais são as principais doenças típicas do outono e como se prevenir delas.

    As doenças mais comuns do outono são:

    • Gripe (Influenza): é uma infecção viral que afeta o sistema respiratório, causando febre, tosse, dor de garganta, dor no corpo e mal-estar. A gripe pode ser prevenida com a vacinação anual, que protege contra os tipos mais circulantes do vírus. Além disso, é importante lavar as mãos com frequência, evitar contato com pessoas doentes e cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.

    • Resfriado: é uma infecção viral mais leve que a gripe, que provoca coriza, espirros, tosse seca e irritação na garganta. O resfriado não tem vacina e costuma se resolver em poucos dias, com repouso, hidratação e uso de medicamentos sintomáticos. Para evitar o resfriado, as mesmas medidas de higiene e etiqueta respiratória da gripe são recomendadas.

    • Otite: é uma inflamação do ouvido, que pode ser causada por vírus ou bactérias. A otite provoca dor, vermelhidão, secreção e diminuição da audição no ouvido afetado. A otite pode ser prevenida evitando a entrada de água no ouvido durante o banho ou a natação, limpando o nariz com soro fisiológico e tratando adequadamente as infecções respiratórias.

    • Sinusite: é uma inflamação dos seios da face, que pode ser causada por vírus, bactérias ou alergias. A sinusite provoca dor de cabeça, pressão na face, nariz entupido, secreção nasal e febre. A sinusite pode ser prevenida mantendo os ambientes arejados e umidificados, evitando a exposição a agentes alérgenos e limpando o nariz com soro fisiológico.

    • Pneumonia: é uma infecção dos pulmões, que pode ser causada por vírus ou bactérias. A pneumonia provoca tosse com catarro, falta de ar, dor no peito, febre e calafrios. A pneumonia pode ser prevenida com a vacinação contra o pneumococo, que protege contra os tipos mais comuns da bactéria causadora da doença. Além disso, é importante evitar o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e o contato com pessoas doentes.

    Algumas dicas para se proteger das doenças típicas do outono são:

    • Manter uma alimentação equilibrada e rica em vitaminas e minerais, que fortalecem o sistema imunológico.

    • Beber bastante água e sucos naturais, que ajudam a hidratar as mucosas e a eliminar as toxinas do organismo.

    • Praticar atividades físicas regularmente, que melhoram a circulação sanguínea e a oxigenação dos tecidos.

    • Usar roupas adequadas para cada temperatura, evitando mudanças bruscas de calor e frio.

    • Evitar ambientes muito fechados e aglomerados, que facilitam a transmissão de vírus e bactérias.

    • Não compartilhar objetos pessoais como copos, talheres e toalhas, que podem conter germes.

    • Não se automedicar sem orientação médica, pois alguns medicamentos podem mascarar os sintomas ou causar reações adversas.

    • Procurar um médico em caso de sintomas persistentes ou graves, como febre alta, falta de ar ou chiado no peito.

    Seguindo essas dicas e cuidados, você pode aproveitar o outono com mais saúde.

    Neste post, vamos falar sobre quais são as principais doenças típicas do outono e como se prevenir delas.

    As doenças mais comuns do outono são:

    • Gripe (Influenza): é uma infecção viral que afeta o sistema respiratório, causando febre, tosse, dor de garganta, dor no corpo e mal-estar. A gripe pode ser prevenida com a vacinação anual, que protege contra os tipos mais circulantes do vírus. Além disso, é importante lavar as mãos com frequência, evitar contato com pessoas doentes e cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.

    • Resfriado: é uma infecção viral mais leve que a gripe, que provoca coriza, espirros, tosse seca e irritação na garganta. O resfriado não tem vacina e costuma se resolver em poucos dias, com repouso, hidratação e uso de medicamentos sintomáticos. Para evitar o resfriado, as mesmas medidas de higiene e etiqueta respiratória da gripe são recomendadas.

    • Otite: é uma inflamação do ouvido, que pode ser causada por vírus ou bactérias. A otite provoca dor, vermelhidão, secreção e diminuição da audição no ouvido afetado. A otite pode ser prevenida evitando a entrada de água no ouvido durante o banho ou a natação, limpando o nariz com soro fisiológico e tratando adequadamente as infecções respiratórias.

    • Sinusite: é uma inflamação dos seios da face, que pode ser causada por vírus, bactérias ou alergias. A sinusite provoca dor de cabeça, pressão na face, nariz entupido, secreção nasal e febre. A sinusite pode ser prevenida mantendo os ambientes arejados e umidificados, evitando a exposição a agentes alérgenos e limpando o nariz com soro fisiológico.

    • Pneumonia: é uma infecção dos pulmões, que pode ser causada por vírus ou bactérias. A pneumonia provoca tosse com catarro, falta de ar, dor no peito, febre e calafrios. A pneumonia pode ser prevenida com a vacinação contra o pneumococo, que protege contra os tipos mais comuns da bactéria causadora da doença. Além disso, é importante evitar o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e o contato com pessoas doentes.

    Algumas dicas para se proteger das doenças típicas do outono são:

    • Manter uma alimentação equilibrada e rica em vitaminas e minerais, que fortalecem o sistema imunológico.

    • Beber bastante água e sucos naturais, que ajudam a hidratar as mucosas e a eliminar as toxinas do organismo.

    • Praticar atividades físicas regularmente, que melhoram a circulação sanguínea e a oxigenação dos tecidos.

    • Usar roupas adequadas para cada temperatura, evitando mudanças bruscas de calor e frio.

    • Evitar ambientes muito fechados e aglomerados, que facilitam a transmissão de vírus e bactérias.

    • Não compartilhar objetos pessoais como copos, talheres e toalhas, que podem conter germes.

    • Não se automedicar sem orientação médica, pois alguns medicamentos podem mascarar os sintomas ou causar reações adversas.

    • Procurar um médico em caso de sintomas persistentes ou graves, como febre alta, falta de ar ou chiado no peito.

    Seguindo essas dicas e cuidados, você pode aproveitar o outono com mais saúde.

  • Anvisa suspende Fugini: entenda o que aconteceu e quais os riscos

    Anvisa suspende Fugini: entenda o que aconteceu e quais os riscos

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta quinta-feira (30) a fabricação, distribuição, comercialização e uso de todos os produtos da empresa Fugini Alimentos S.A., que produz molhos, doces, conservas e bebidas.

    A medida foi tomada após a constatação de irregularidades sanitárias na fábrica da empresa, localizada em Monte Alto (SP).

    Segundo a Anvisa, foram encontrados problemas como falta de higiene, presença de pragas, uso de matérias-primas vencidas e adulteração de rótulos. Além disso, a empresa não possuía autorização de funcionamento nem registro dos produtos junto à agência.

    A suspensão vale para todo o território nacional e abrange todos os lotes dos produtos da Fugini. A Anvisa orienta os consumidores que possuem algum produto da marca a não consumi-lo e a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa pelo telefone 0800 725 0333 ou pelo e-mail sac@fugini.com.br para obter informações sobre a devolução ou troca.

    A Fugini Alimentos S.A. informou, por meio de nota, que está tomando todas as providências necessárias para regularizar a situação e que está à disposição das autoridades sanitárias para esclarecer qualquer dúvida.

    Fonte: Anvisa

    A medida foi tomada após a constatação de irregularidades sanitárias na fábrica da empresa, localizada em Monte Alto (SP).

    Segundo a Anvisa, foram encontrados problemas como falta de higiene, presença de pragas, uso de matérias-primas vencidas e adulteração de rótulos. Além disso, a empresa não possuía autorização de funcionamento nem registro dos produtos junto à agência.

    A suspensão vale para todo o território nacional e abrange todos os lotes dos produtos da Fugini. A Anvisa orienta os consumidores que possuem algum produto da marca a não consumi-lo e a entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa pelo telefone 0800 725 0333 ou pelo e-mail sac@fugini.com.br para obter informações sobre a devolução ou troca.

    A Fugini Alimentos S.A. informou, por meio de nota, que está tomando todas as providências necessárias para regularizar a situação e que está à disposição das autoridades sanitárias para esclarecer qualquer dúvida.

    Fonte: Anvisa

  • Descoberta surpreendente mostra que neutrófilos podem ser armas antitumorais essenciais

    Descoberta surpreendente mostra que neutrófilos podem ser armas antitumorais essenciais

    Um estudo publicado na revista Cell mostrou que os neutrófilos, um tipo de glóbulo branco, têm um papel importante na eliminação de tumores sólidos.

    Os pesquisadores investigaram como uma imunoterapia baseada em células T foi capaz de destruir tumores de melanoma, mesmo que muitas das células tumorais não tivessem os marcadores ou “antígenos” alvo das células T.

    Eles descobriram que as células T, ao atacar os tumores, ativaram um enxame de neutrófilos, que por sua vez mataram as células tumorais que as células T não conseguiram eliminar.

    Os achados podem levar a novas imunoterapias que aproveitem essa resposta imune antitumoral inesperada, mas potente.

    Fonte: ScienceDaily

    Os pesquisadores investigaram como uma imunoterapia baseada em células T foi capaz de destruir tumores de melanoma, mesmo que muitas das células tumorais não tivessem os marcadores ou “antígenos” alvo das células T.

    Eles descobriram que as células T, ao atacar os tumores, ativaram um enxame de neutrófilos, que por sua vez mataram as células tumorais que as células T não conseguiram eliminar.

    Os achados podem levar a novas imunoterapias que aproveitem essa resposta imune antitumoral inesperada, mas potente.

    Fonte: ScienceDaily

  • Dívida Pública cresce 1,51% em fevereiro e ultrapassa R$ 5,8 trilhões

    Dívida Pública cresce 1,51% em fevereiro e ultrapassa R$ 5,8 trilhões

    O Tesouro prevê que a Dívida Pública subirá nos próximos meses e deve encerrar 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões.

    A Dívida Pública é o conjunto de empréstimos que o governo faz para financiar seus gastos. Esses empréstimos podem ser feitos junto a agentes internos (como bancos, empresas e pessoas) ou externos (como organismos internacionais e governos estrangeiros).

    A Dívida Pública tem impacto sobre a economia, pois afeta a taxa de juros, a inflação e o crescimento do país.

    Quanto maior a Dívida Pública, mais o governo precisa pagar de juros aos credores, o que reduz os recursos disponíveis para investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    Além disso, uma Dívida Pública elevada pode gerar desconfiança dos investidores e aumentar o risco de calote, o que encarece o crédito e dificulta o desenvolvimento do país.

    A Dívida Pública é o conjunto de empréstimos que o governo faz para financiar seus gastos. Esses empréstimos podem ser feitos junto a agentes internos (como bancos, empresas e pessoas) ou externos (como organismos internacionais e governos estrangeiros).

    A Dívida Pública tem impacto sobre a economia, pois afeta a taxa de juros, a inflação e o crescimento do país.

    Quanto maior a Dívida Pública, mais o governo precisa pagar de juros aos credores, o que reduz os recursos disponíveis para investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    Além disso, uma Dívida Pública elevada pode gerar desconfiança dos investidores e aumentar o risco de calote, o que encarece o crédito e dificulta o desenvolvimento do país.

  • Aborto no Brasil: dados revelam que uma em cada sete mulheres já passou por essa experiência

    Aborto no Brasil: dados revelam que uma em cada sete mulheres já passou por essa experiência

    O aborto é um tema polêmico e delicado no Brasil, onde a prática é ilegal na maioria dos casos.

    No entanto, isso não impede que muitas mulheres recorram ao aborto clandestino ou induzido, colocando em risco a sua saúde e a sua vida. Segundo uma pesquisa da Universidade de Brasília (UnB), uma em cada sete mulheres brasileiras com 40 anos ou mais já passou por pelo menos um aborto na vida. Isso equivale a cerca de 5,6 milhões de mulheres.

    A pesquisa, divulgada pela Agência Brasil, entrevistou 2.002 mulheres entre 18 e 39 anos e 1.003 mulheres entre 40 e 69 anos em todas as regiões do país. Os resultados mostram que o aborto é uma realidade presente em todas as classes sociais, religiões e níveis de escolaridade. A maioria das mulheres que abortaram disse ter feito isso por motivos econômicos, emocionais ou por não desejar ter mais filhos.

    O estudo também revela que o aborto é uma experiência traumática e solitária para muitas mulheres, que sofrem com o medo, a culpa, a vergonha e a falta de apoio. Além disso, as mulheres que abortam enfrentam graves riscos à saúde, como infecções, hemorragias e complicações que podem levar à morte. Segundo o Ministério da Saúde, o aborto é a quarta causa de morte materna no Brasil.

    Diante desse cenário, os pesquisadores defendem que o debate sobre o aborto deve ser ampliado e desmistificado na sociedade brasileira, levando em conta os direitos humanos e a saúde pública das mulheres. Eles também apontam a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso à educação sexual, aos métodos contraceptivos e ao planejamento reprodutivo, além de uma assistência humanizada e segura às mulheres que optam pelo aborto.

    Fonte: Agência Brasil

    No entanto, isso não impede que muitas mulheres recorram ao aborto clandestino ou induzido, colocando em risco a sua saúde e a sua vida. Segundo uma pesquisa da Universidade de Brasília (UnB), uma em cada sete mulheres brasileiras com 40 anos ou mais já passou por pelo menos um aborto na vida. Isso equivale a cerca de 5,6 milhões de mulheres.

    A pesquisa, divulgada pela Agência Brasil, entrevistou 2.002 mulheres entre 18 e 39 anos e 1.003 mulheres entre 40 e 69 anos em todas as regiões do país. Os resultados mostram que o aborto é uma realidade presente em todas as classes sociais, religiões e níveis de escolaridade. A maioria das mulheres que abortaram disse ter feito isso por motivos econômicos, emocionais ou por não desejar ter mais filhos.

    O estudo também revela que o aborto é uma experiência traumática e solitária para muitas mulheres, que sofrem com o medo, a culpa, a vergonha e a falta de apoio. Além disso, as mulheres que abortam enfrentam graves riscos à saúde, como infecções, hemorragias e complicações que podem levar à morte. Segundo o Ministério da Saúde, o aborto é a quarta causa de morte materna no Brasil.

    Diante desse cenário, os pesquisadores defendem que o debate sobre o aborto deve ser ampliado e desmistificado na sociedade brasileira, levando em conta os direitos humanos e a saúde pública das mulheres. Eles também apontam a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso à educação sexual, aos métodos contraceptivos e ao planejamento reprodutivo, além de uma assistência humanizada e segura às mulheres que optam pelo aborto.

    Fonte: Agência Brasil

  • Como dormir melhor: 5 dicas rápidas que vão te fazer cair no sono

    Como dormir melhor: 5 dicas rápidas que vão te fazer cair no sono

    Você tem dificuldade para dormir bem? Você não está sozinho. Muitas pessoas sofrem de insônia ou má qualidade do sono, o que afeta a saúde física e mental.

    Dormir bem é essencial para o bom funcionamento do organismo, pois é durante o sono que ocorrem processos importantes como a regeneração celular, a consolidação da memória e o equilíbrio hormonal.

    Mas como dormir melhor? Existem algumas técnicas simples e cientificamente comprovadas que podem te ajudar a pegar no sono mais rápido e a dormir de forma mais profunda e reparadora. Confira a seguir 5 dicas rápidas que vão te fazer cair no sono:

    1. Respeite o seu ritmo circadiano
      O ritmo circadiano é o ciclo biológico de 24 horas que regula as funções do nosso corpo, incluindo o sono e a vigília. Esse ritmo é influenciado pela luz do sol, que serve como um sinal para o nosso cérebro saber quando é hora de acordar ou de dormir. Por isso, é importante manter uma rotina regular de horários para ir para a cama e para acordar, mesmo nos fins de semana e feriados. Assim, você sincroniza o seu relógio biológico e facilita o processo de adormecer.


    Uma dica é se expor à luz natural logo pela manhã, pois isso ajuda a despertar o seu corpo e a produzir melatonina, o hormônio do sono, cerca de 12 horas depois. Evite também a exposição à luz artificial à noite, especialmente de aparelhos eletrônicos como TV, celular e computador, pois eles podem interferir na produção de melatonina e atrapalhar o seu sono.

    1. Relaxe a sua respiração
      Uma forma simples e poderosa de relaxar é respirar lenta e profundamente. Isso ajuda a acalmar o seu cérebro, reduzir o estresse e induzir o sono. Uma técnica recomendada é respirar no ritmo 4-2-4: inspire contando até quatro, segure o ar por dois segundos e expire contando até quatro. Repita esse ciclo algumas vezes até sentir o seu corpo mais relaxado.

    Outra dica é fazer a respiração abdominal: coloque uma mão no peito e outra na barriga. Ao inspirar, sinta que a mão da barriga se eleva, enquanto a mão do peito permanece quieta. Ao expirar, sinta que a mão da barriga desce, enquanto a mão do peito permanece quieta. Essa respiração ajuda a oxigenar melhor o seu organismo e a diminuir a frequência cardíaca.

    1. Tome um banho morno
      Tomar um banho morno antes de dormir pode melhorar a qualidade do seu sono e ajudar você a adormecer mais rápido. Isso porque o banho morno provoca uma queda na temperatura corporal depois que você sai do chuveiro, o que imita o processo natural que ocorre quando você entra no estágio mais profundo do sono. Além disso, o banho morno também relaxa os músculos e alivia as tensões do dia.
    2. Beba algo quente
      Beber algo quente antes de ir para a cama pode ter um efeito calmante e induzir o sono. Você pode optar por um copo de leite morno, que contém triptofano, um aminoácido que favorece a produção de melatonina e serotonina, os hormônios do sono e do bem-estar. Outra opção é tomar um chá de ervas como camomila, erva-cidreira ou valeriana, que têm propriedades sedativas e anti-inflamatórias.

    Evite consumir bebidas estimulantes como café, chá preto ou verde, refrigerantes ou energéticos à noite, pois eles contêm cafeína, que pode atrapalhar o seu sono. Também evite consumir álcool em excesso, pois ele pode prejudicar as fases mais

    Dormir bem é essencial para o bom funcionamento do organismo, pois é durante o sono que ocorrem processos importantes como a regeneração celular, a consolidação da memória e o equilíbrio hormonal.

    Mas como dormir melhor? Existem algumas técnicas simples e cientificamente comprovadas que podem te ajudar a pegar no sono mais rápido e a dormir de forma mais profunda e reparadora. Confira a seguir 5 dicas rápidas que vão te fazer cair no sono:

    1. Respeite o seu ritmo circadiano
      O ritmo circadiano é o ciclo biológico de 24 horas que regula as funções do nosso corpo, incluindo o sono e a vigília. Esse ritmo é influenciado pela luz do sol, que serve como um sinal para o nosso cérebro saber quando é hora de acordar ou de dormir. Por isso, é importante manter uma rotina regular de horários para ir para a cama e para acordar, mesmo nos fins de semana e feriados. Assim, você sincroniza o seu relógio biológico e facilita o processo de adormecer.


    Uma dica é se expor à luz natural logo pela manhã, pois isso ajuda a despertar o seu corpo e a produzir melatonina, o hormônio do sono, cerca de 12 horas depois. Evite também a exposição à luz artificial à noite, especialmente de aparelhos eletrônicos como TV, celular e computador, pois eles podem interferir na produção de melatonina e atrapalhar o seu sono.

    1. Relaxe a sua respiração
      Uma forma simples e poderosa de relaxar é respirar lenta e profundamente. Isso ajuda a acalmar o seu cérebro, reduzir o estresse e induzir o sono. Uma técnica recomendada é respirar no ritmo 4-2-4: inspire contando até quatro, segure o ar por dois segundos e expire contando até quatro. Repita esse ciclo algumas vezes até sentir o seu corpo mais relaxado.

    Outra dica é fazer a respiração abdominal: coloque uma mão no peito e outra na barriga. Ao inspirar, sinta que a mão da barriga se eleva, enquanto a mão do peito permanece quieta. Ao expirar, sinta que a mão da barriga desce, enquanto a mão do peito permanece quieta. Essa respiração ajuda a oxigenar melhor o seu organismo e a diminuir a frequência cardíaca.

    1. Tome um banho morno
      Tomar um banho morno antes de dormir pode melhorar a qualidade do seu sono e ajudar você a adormecer mais rápido. Isso porque o banho morno provoca uma queda na temperatura corporal depois que você sai do chuveiro, o que imita o processo natural que ocorre quando você entra no estágio mais profundo do sono. Além disso, o banho morno também relaxa os músculos e alivia as tensões do dia.
    2. Beba algo quente
      Beber algo quente antes de ir para a cama pode ter um efeito calmante e induzir o sono. Você pode optar por um copo de leite morno, que contém triptofano, um aminoácido que favorece a produção de melatonina e serotonina, os hormônios do sono e do bem-estar. Outra opção é tomar um chá de ervas como camomila, erva-cidreira ou valeriana, que têm propriedades sedativas e anti-inflamatórias.

    Evite consumir bebidas estimulantes como café, chá preto ou verde, refrigerantes ou energéticos à noite, pois eles contêm cafeína, que pode atrapalhar o seu sono. Também evite consumir álcool em excesso, pois ele pode prejudicar as fases mais

  • Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    O Brasil criou 241.700 empregos formais em fevereiro de 2023, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

  • Diagnóstico de HPV: Fiocruz e UnB desenvolvem nova técnica que dá o resultado em até 2 horas

    Diagnóstico de HPV: Fiocruz e UnB desenvolvem nova técnica que dá o resultado em até 2 horas

    O vírus do papiloma humano (HPV) é uma das principais causas de câncer de colo do útero, que afeta milhares de mulheres no Brasil e no mundo.

    Para facilitar o diagnóstico precoce dessa doença, a Fiocruz e a Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma nova técnica que utiliza a saliva como material biológico.

    A técnica consiste em coletar a saliva da paciente e analisá-la por meio de um teste molecular chamado PCR em tempo real, que detecta a presença do DNA do HPV. O resultado sai em cerca de duas horas, o que permite um tratamento mais rápido e eficaz.

    Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a técnica é mais simples, barata e menos invasiva do que os métodos tradicionais, que exigem a coleta de material do colo do útero. Além disso, a saliva pode ser coletada em qualquer lugar, sem a necessidade de um profissional de saúde especializado.

    O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e contou com a participação de 300 mulheres voluntárias. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE, e mostraram que a técnica tem uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 94% para o diagnóstico de HPV.

    Os pesquisadores esperam que a técnica possa ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para a prevenção e o controle do câncer de colo do útero no país.

    Fonte: Agência Fiocruz

    Para facilitar o diagnóstico precoce dessa doença, a Fiocruz e a Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma nova técnica que utiliza a saliva como material biológico.

    A técnica consiste em coletar a saliva da paciente e analisá-la por meio de um teste molecular chamado PCR em tempo real, que detecta a presença do DNA do HPV. O resultado sai em cerca de duas horas, o que permite um tratamento mais rápido e eficaz.

    Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a técnica é mais simples, barata e menos invasiva do que os métodos tradicionais, que exigem a coleta de material do colo do útero. Além disso, a saliva pode ser coletada em qualquer lugar, sem a necessidade de um profissional de saúde especializado.

    O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e contou com a participação de 300 mulheres voluntárias. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE, e mostraram que a técnica tem uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 94% para o diagnóstico de HPV.

    Os pesquisadores esperam que a técnica possa ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para a prevenção e o controle do câncer de colo do útero no país.

    Fonte: Agência Fiocruz

  • Diverticulite: o que é, sintomas e tratamento da doença que afeta o Papa Francisco

    Diverticulite: o que é, sintomas e tratamento da doença que afeta o Papa Francisco

    O Papa Francisco foi internado em Roma, nesta quarta-feira (29), para passar por exames de check-up no intestino, devido a uma diverticulite. Mas o que é essa condição e quais são os seus sintomas, causas e tratamentos?

    A diverticulite é a inflamação e/ou infecção dos divertículos, que são pequenas bolsas ou sacos presentes nas paredes do intestino, especialmente na última porção do cólon. Os divertículos estão presentes, geralmente, em adultos com mais de 40 anos e são mais frequentes em pessoas que possuem prisão de ventre crônica ou que fazem uma dieta pobre em fibras.

    Os sintomas da diverticulite podem incluir dor abdominal, especialmente na parte inferior do lado esquerdo, febre, náuseas, vômitos, diarreia ou constipação, sangue nas fezes e perda de apetite.

    O diagnóstico da diverticulite é feito por meio de exames de imagem, como ultrassom ou tomografia computadorizada do abdômen, e exames de sangue que detectam inflamação e infecção no intestino.

    O tratamento da diverticulite depende da gravidade dos sintomas e da presença de complicações, como perfuração ou obstrução intestinal. Em casos leves, o tratamento pode ser feito com repouso, dieta líquida e antibióticos orais. Em casos graves, pode ser necessária a internação hospitalar para receber antibióticos intravenosos e, às vezes, cirurgia para remover a parte afetada do intestino.

    A prevenção da diverticulite envolve a adoção de hábitos saudáveis, como aumentar o consumo de fibras na alimentação, beber bastante água, praticar atividade física regularmente e evitar o uso excessivo de anti-inflamatórios e laxantes.

    A diverticulite é uma doença que pode afetar a qualidade de vida das pessoas e trazer riscos à saúde. Por isso, é importante procurar um médico ao perceber os sintomas e seguir as orientações para o tratamento adequado.

    A diverticulite é a inflamação e/ou infecção dos divertículos, que são pequenas bolsas ou sacos presentes nas paredes do intestino, especialmente na última porção do cólon. Os divertículos estão presentes, geralmente, em adultos com mais de 40 anos e são mais frequentes em pessoas que possuem prisão de ventre crônica ou que fazem uma dieta pobre em fibras.

    Os sintomas da diverticulite podem incluir dor abdominal, especialmente na parte inferior do lado esquerdo, febre, náuseas, vômitos, diarreia ou constipação, sangue nas fezes e perda de apetite.

    O diagnóstico da diverticulite é feito por meio de exames de imagem, como ultrassom ou tomografia computadorizada do abdômen, e exames de sangue que detectam inflamação e infecção no intestino.

    O tratamento da diverticulite depende da gravidade dos sintomas e da presença de complicações, como perfuração ou obstrução intestinal. Em casos leves, o tratamento pode ser feito com repouso, dieta líquida e antibióticos orais. Em casos graves, pode ser necessária a internação hospitalar para receber antibióticos intravenosos e, às vezes, cirurgia para remover a parte afetada do intestino.

    A prevenção da diverticulite envolve a adoção de hábitos saudáveis, como aumentar o consumo de fibras na alimentação, beber bastante água, praticar atividade física regularmente e evitar o uso excessivo de anti-inflamatórios e laxantes.

    A diverticulite é uma doença que pode afetar a qualidade de vida das pessoas e trazer riscos à saúde. Por isso, é importante procurar um médico ao perceber os sintomas e seguir as orientações para o tratamento adequado.