Categoria: Áudios

  • Profissionais de enfermagem cobram regulamentação para o trabalho em ‘home care’

    Em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais, os técnicos e auxiliares de enfermagem denunciaram irregularidades na contratação de profissionais que trabalham em home care. Segundo os convidados, muitas empresas e planos de saúde utilizam os serviços das cooperativas para burlar a CLT.

    Os profissionais também cobraram melhores condições de trabalho, com a garantia de direitos como a definição de jornada e o pagamento de vale transporte, tíquete alimentação e adicional noturno.

    O senador Hélio José (Pros-DF) disse que o debate vai orientar a apresentação de um projeto para regulamentar a atividade, impedir abusos e valorizar a categoria. Também anunciou a criação de um grupo de trabalho com representantes do governo, das empresas e dos trabalhadores em home care para estudar mudanças na legislação. Mais informações com o repórter George Cardim, da Rádio Senado.

  • CAE analisa projeto que assegura protetores solares a preço de custo para a população

    A Fundação Oswaldo Cruz poderá fornecer protetores solares a preço de custo para a população. É o que diz projeto de lei (PLS 341/2014) que está em análise na Comissão de Assuntos Econômicos.

    Antes de votar a proposta, os senadores querem saber do Ministério de Saúde os custos da medida. A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado.

  • Projeto que regulamenta esportes eletrônicos será analisado pela Comissão de Educação

    Seguiu para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) projeto do senador Roberto Rocha (PSDB-MA) que regulamenta a prática de esporte eletrônico no país.

    O PLS 383/2017, já aprovado na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), estabelece que o praticante de jogos eletrônicos passa a receber a nomenclatura de atleta, além de ditar os objetivos específicos do esporte, como propiciar a boa convivência, desenvolver o raciocínio e combater discriminações.

    Na CE, o projeto terá votação final. Se não houver requerimento para votação em Plenário, o texto vai à Câmara dos Deputados.

    Ouça mais detalhes na reportagem de Paula Groba, da Rádio Senado.

  • Polícia prende suspeita de ser mandante de crime contra PM em Araruama

    Policiais de Araruama, na região dos Lagos fluminense, prenderam nesta manhã (30), Paula de Azevedo Esteves Souza, apontada como mandante do assassinato do policial militar Antônio Carlos Oliveira de Moura, de 33 anos, morto no último sábado (28), na mesma região.

    Na noite de domingo (29), o Plantão Judiciário do município de São Pedro da Aldeia, também na região dos Lagos, já havia decretado a prisão de dois suspeitos, além de Paula, Luis Fernando Souza da Silva, que está foragido.

    De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi executada por criminosos da comunidade conhecida como Condomínio II, em Araruama, pelo simples fato de ser policial.

    A polícia informou que testemunhas contaram que Antônio Carlos estava ajudando alguns amigos com uma mudança, na comunidade, quando foi reconhecido como policial militar, rendido por três criminosos que o sequestraram e depois o executaram.

    O corpo do PM foi encontrado em uma fazenda de Iguaba Grande.

    Nesse domingo, também foi preso outro acusado de assassinato de policial. Policiais da Delegacia de Homicídios da capital prenderam, em flagrante, um suspeito de matar o sargento da Polícia Militar Carlos Eduardo Gomes Cardoso.

    O policial morreu no sábado, durante uma operação na comunidade Bateau Mouche, em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade.

    O suspeito de matar o sargento tinha sido baleado e estava internado no Hospital Federal Cardoso Fontes, também em Jacarepaguá.

    Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para tentar identificar e prender outros envolvidos no assassinato do sargento.

    Com os dois casos registrados no último final de semana chega a 40 o número de policiais mortos, apenas neste ano, no Rio. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Espanha se mobiliza contra sentença branda para estupro coletivo

    A Espanha segue mobilizada contra a sentença judicial de um caso de estupro coletivo, ocorrido em 2016, na tradicional festa de San Fermín. O veredicto foi considerado brando demais para os cinco agressores. A sentença, divulgada na semana passada, fez surgir um movimento que já é comparado ao “Me Too”, a iniciativa norte-americana contra abusos sexuais que revolucionou a luta pelo direito das mulheres no mundo inteiro. Depois de um grande protesto no domingo (29) em Pamplona, cidade onde ocorreu o crime, há manifestações marcadas em Madri, Barcelona e Sevilha nesta semana. Por RFI

  • Vingadores: Guerra Infinita – A Crítica

    A Marvel conseguiu algo que parecia impossível: juntar vários protagonistas em um único filme sem sacrificar sua qualidade. Embora Vingadores: Guerra Infinita esteja longe de ser o melhor filme de super-heróis da história, este pelo menos é um filme bem executado, que cumpre seu papel do início ao fim.

    Apensar de ter sido criado para os fãs dos quadrinhos, Guerra Infinita conquista a todos principalmente se for analisado juntamente com os outros tantos filmes da Marvel ao longo dos seus 10 anos de universo compartilhado.

  • Pane interrompe circulação de trens no Metrô de SP; sindicato e estatal divergem sobre causa

    O metrô de São Paulo completou 50 anos nessa terça-feira, mas o que poderia ser um dia comemorativo, se transformou em transtorno. A Linha Azul, que é a maior e corta a cidade no sentido Norte-Sul, sofreu uma pane.

    O problema começou pela queda de energia na linha azul do metrô, a mais antiga das cinco linhas administradas pela estatal paulista.

    A circulação de trens foi interrompida por uma hora e meia, entre 8 e 47 e 10 e 17 da manhã, o que afetou todo o sistema e as linhas verde e vermelha tiveram que operar em velocidade reduzida.

    As estações ficaram lotadas e as pessoas tiveram que ser retiradas. Ônibus foram acionados para fazer o transporte dos passageiros.

    Quem estava dentro do trem quando o fornecimento de energia foi cortado, teve que andar pelos trilhos para conseguir sair do local.

    Em nota, o Metrô informou que a queda no fornecimento de energia foi resultado de uma “série de atuações indevidas e não autorizadas de equipamentos de emergência das estações”. A reportagem questionou o que seriam as atuações indevidas e não autorizadas, mas não houve resposta.

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    Já o sindicato dos metroviários informou, também em nota, que não houve interferência de pessoas já que os lacres dos sistemas de seguranças não foram violados. Segundo o sindicato o que aconteceu foi uma falha no mecanismo de segurança para proteção dos usuários. Além da linha azul, a linha prata, a do monotrilho, apresentou problemas.

    O sindicato chamou de irresponsáveis as declarações do governo do estado por insinuar que o problema pudesse ter sido causado por sabotagem dos funcionários.

    As quatro estações inauguradas pelo ex-governador Geraldo Alckimin no penúltimo dia de mandato, dia 6 de abril, antes de se licenciar para disputar as eleições, tiveram que ser fechadas por falha na via.

    Esta ocorrência não tem relação com a falta de energia que afetou a linha azul.

    Os problemas ocorreram no dia em que a Companhia do Metropolitano de São Paulo completou 50 anos. Segundo a empresa, 4 milhões de pessoas por dia usam o metrô, que conta com quase 90 quilômetros de trilhos, 79 estações e 6 linhas, sendo uma delas, operada por um concessionário privado. Com informações da Radioagência Nacional.

  • TJ-RJ mantém indisponibilidade de bens de Lindbergh Farias

    Os desembargadores da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio mantiveram os bens do senador Lindbergh Farias e da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, indisponíveis, ambos são investigados, por supostas irregularidades em um convênio firmado pela prefeitura de Nova Iguaçu com a fundação para realizar a Bienal do Livro em 2005.

    Na época lindbergh era prefeito da cidade nma baixada fluminense. O desembargador Fernando Cerqueira Chagas escreveu em sua decisão que mesmo que o Tribunal de Contas do estado tenha declarado que o convênio era válido, o mesmo fez algumas ressalvas com relação de validade de algumas despesas que não estavam assinadas nem foram apresentadas em suas documentações originais.

    A denúncia indica um prejuizo de mais de R$ 1 milhão decorrente da má gestão dos recursos destinados ao evento por parte da fundação. Por Radioagência Nacional.

  • Grupos de família no WhatsApp são os que mais disseminam fake news

    Dois dias depois da morte da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, a estudante de artes plásticas em São Paulo, Michele Karniol, de 20 anos, começou a ser bombardeada com fake news envolvendo a vereadora. Ela se lembra de, pelo menos, três boatos sobre o caso. Todos chegaram pelos grupos da família no WhatsApp.

    Sonora: “Dos parentes mais velhos: tio, sabe? irmão da minha avó, irmã da minha vó, sabe?”

    Assim como Michele, mais da metade das pessoas que receberam mensagens WhatsApp com fake news sobre a vereadora estavam em grupos de família. A constatação está no estudo feito pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP).

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    Segundo o estudo, o boato mais compartilhado foi um texto ligando Marielle ao traficante Marcinho VP; 916 entrevistados receberam a mensagem; 51% deles responderam que ela veio por grupos da família; 32% receberam em grupos de amigos e 9% de colegas de trabalho.

    O professor Pablo Ortelado, um dos responsáveis pela pesquisa, diz que uma das hipóteses é a de que, em grupos mais íntimos, as pessoas ficam mais à vontade para divulgar informações sem checar.

    Sonora: “O ônus é menor porque se você se expõe em família com um conteúdo assim especulativo, você provavelmente vai ser menos julgado do que se você estiver num ambiente mais impessoal, por exemplo, um grupo de trabalho, onde as pessoas vão te julgar, ou num grupo de amigos onde as pessoas podem ter opiniões mais dissidentes, contrárias.

    Outra avaliação do pesquisador é a de que, como os grupos de WhatsApp são de difícil monitoramento, eles acabam se transformando em um instrumento propício à divulgação de fake news.

    Sonora: “A gente acredita que os grupos políticos, quando eles têm estratégias mais sujas de difamação eles utilizam mais esse instrumento porque é muito difícil de ser monitorado.”

    No caso de Marielle, o primeiro boato circulou apenas duas horas e meia depois do assassinato. Um vídeo de uma rua escura acompanhado de um texto que dizia se tratar de um crime comum. O estudou não buscou de onde saiu o boato.

    Sonora: “A gente não sabe se é um autor político malicioso, se é uma coisa mais espontânea, a gente não sabe, inclusive, se isso não está ligado aos próprios executantes do crime participaram da divulgação desses boatos.”

    Segundo o estudo, só depois as fake news chegaram a outras redes sociais como o Twitter e o Facebook. O ápice se deu quando o deputado Alberto Fraga, do DEM, e a desembargadora Marília Castro Neves compartilharam as mensagens em suas próprias redes e os boatos foram parar nos grandes veículos de comunicação.

    A pesquisa avaliou as respostas de 2.520 que responderam o questionário, que ficou disponível nas páginas Quebrando o Tabu e da vereadora Marielle, entre os dias 26 de março e 3 abril. A estimativa é que seis a cada 10 brasileiros usem o WhatsApp como forma de comunicação. Com informações da Radioagência Nacional.

  • “Quem ganha mais, deveria pagar mais imposto no Brasil”, diz especialista da USP

    O RFI Convida entrevistou nesta quinta-feira (19) Maria Antonieta del Tedesco Lins, professora-associada do Instituto de Relações Internacionais da USP, especializada em Economia e Administração Pública. Ela foi uma das convidadas do Instituto de Negócios Internacionais de Roma para falar sobre a crise econômica na América Latina. Por RFI.