Categoria: AWRB

  • Lei regulamenta a profissão de corretor de moda

    Foi sancionada a Lei 13.695, que regulamenta a profissão de corretor de moda. A nova atividade consiste em facilitar as compras de lojistas, consumidores e revendedores do setor de confecções, acessórios, calçados e bolsas. A lei é decorrente do PLC 200/2015, de autoria do deputado Adail Carneiro (Pode-CE).

    De acordo com o texto, o corretor de moda deverá cumprir dois requisitos para o exercício da profissão: ter concluído o ensino médio e o curso de corretor de moda. Também fica garantido o exercício da profissão aos que já estiverem nesse mercado um ano antes da publicação da nova lei. Por Agência Senado.

  • Bloquearam você no WhatsApp? Esse truque permite contatar e ver foto do ‘bloqueador’

    Se alguém bloqueou você no WhatsApp, normalmente resulta impossível ter acesso à sua foto de perfil, mas há um modo simples para conseguir isso, informa o portal La República.

    O truque funciona tanto para os dispositivos com o sistema Android, como para os usuários do iOs do iPhone, e não requer instalação de nenhum aplicativo adicional, comunica o portal.

    Para ativar a função, uma terceira pessoa deve criar um grupo de WhatsApp em que estão incluídas as duas pessoas envolvidas e depois sair desse grupo, que dizer, deixar só os dois: o usuário bloqueado e o “bloqueador”. A partir desse momento, o primeiro deles poderá conversar com o segundo e ver a sua foto de perfil, ao menos até o momento em que o outro não decida abandonar o grupo.

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    No entanto, se o “bloqueador” tem ativada a opção em que só seus contatos podem ver a sua foto, será impossível acessar a imagem. Por Sputnik Brasil.

  • Ataídes Oliveira critica juros abusivos e aponta cartel de bancos no Brasil

    Em pronunciamento nesta quinta-feira (12), o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) comentou o encerramento dos trabalhos da CPI dos Cartões de Crédito, com a aprovação do relatório elaborado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

    Presidente da CPI, Ataídes ressaltou que um dos objetivos do colegiado foi investigar os motivos pelos quais os juros dos cartões de crédito rotativos chegam a 850% ao ano. A investigação, conforme o senador, identificou que essa prática abusiva tem a conivência do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), se configurando em “um assalto ao país que vem de longa data”.

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    Para Ataídes Oliveira, existe um cartel bancário no Brasil, formado por cinco principais instituições: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa Econômica Federal. O senador acredita que esses bancos firmaram acordo para uma cobrança de juros semelhante. Além disso, segundo ele, as credenciadoras Visa e Mastercard detêm 90% de toda a movimentação dos cartões de crédito, tendo movimentado R$ 1,3 trilhão somente em 2017, o que equivale a 20% do PIB nacional. Para ele, esses fatos são inadmissíveis.

    — Nada o Banco Central fez, nos últimos anos, para botar um freio de arrumação neste assalto, principalmente do cartão rotativo e do cheque especial — protestou. Por Agência Senado.

  • STJ nega liberdade a Lula e chama decisão de desembargador de ‘inusitada’

    Nesta terça-feira (10), a presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz, negou o pedido de habeas corpus solicitado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A presidente também criticou na decisão o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4). O desembargador mandou soltar Lula no último domingo (8), desencadeando um imbróglio judicial com várias decisões de diferentes juízes ao longo do dia.

    Laurita Vaz chamou a decisão de de Favreto de “inusitada e teratológica”, no que considerou um desrespeito às decisões do TRF-4 e também do supremo Tribunal Federal (STF). A situação inusitada foi chamada por ela de um “tumulto processual sem precedentes na história do direito brasileiro”.

    Após o vai e volta, o presidente do TRF-4, Thompson Flores, proibiu a saída de Lula e enviou a decisão final para o STJ.

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    Lula foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão e está preso desde o dia 7 de abril na sede da polícia federal em Curitiba (PR). O STJ ainda decidirá sobre a competência de quem deve decidir esse tipo de pedido em relação ao Lula. Por Sputnik Brasil.

  • Astrônomos descobrem o objeto mais brilhante do Universo jovem

    Astrônomos conseguiram obter imagens de um buraco negro anormalmente brilhante, o PSO J352-15, afastado da Terra à distância de 13 bilhões de anos-luz e existindo desde os primeiros dias de vida do Universo.

    “Vemos esse objeto no estado em que ele estava no tempo quando o Universo teve menos de um bilhão de anos. Esse quasar existiu no fim daquela era de sua evolução, quando as primeiras estrelas e galáxias tornaram o Universo transparente, ionizando hidrogênio no meio interestelar”, declarou Chris Carilli do Observatório Nacional de Rádio e Astronomia, EUA.

    Em particular, ele acredita que futuras observações do PSO J352-15 lhes ajudarão a entender o número de meios interestelares que existiam naquele tempo.

    Previamente os cientistas pensavam que esses buracos negros podiam ter massa equivalente a milhões de massas solares. Mas quando começaram a observar as primeiras galáxias no Universo descobriram que seus buracos negros contam com dezenas de bilhões de massas solares.

    Por esta razão, eles tentam determinar que tamanho eles tinham quando nasceram e que fontes contribuíram para seu crescimento.

    Atualmente, dezenas de astrônomos em todo o mundo estão buscando buracos negros grandes e brilhantes, que tinham habitado no início do Universo, para que sua luz seja uma espécie de ”lâmpada” e ilumine o espaço escuro ao seu redor.

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    O PSO J352-15 - buraco negro (quasar) anormalmente brilhante
    © Foto: Robin Dienel / Instituto Carnegie

    Os cientistas supõem que ondas de rádio e luz produzidos por esses buracos negros possam ”revelar” as fontes de massa que os alimentam, fazendo-os crescer mais rápido que predizem as teorias.

    A primeira ”lâmpada” semelhante foi encontrada na constelação de Aquarius a uma distância enorme da Terra — 13 bilhões de anos-luz e recebeu o nome de P352-15.

    Ao analisar sua estrutura, os cientistas concluíram que se trata de um poderoso quasar — enorme buraco negro no centro de uma galáxia longínqua que sempre expele feixes de matéria quente com uma velocidade próxima da luz.

    A enorme distância ente o P352-15 e a Terra não permite determinar sua massa e tamanho da galáxia em que se encontra. No entanto, ainda hoje é possível dizer com certeza que este representa a fonte de ondas de rádio mais brilhante no Universo jovem, cuja potência supera em dezenas de vezes todos os outros objetos, descobertos pelos astrônomos. Por Sputnik Brasil.

  • Brasil fica em 64º lugar em ranking mundial de inovação

    O Brasil ocupou o 64º lugar no ranking mundial de inovação. O país ganhou cinco posições em relação ao ano anterior, quando ficou em 69º na listagem mundial. O índice é calculado pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual e tem como parceiro local a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    A liderança do ranking ficou com a Suíça. O país foi seguido por Holanda, Suécia, Reino Unido, Cingapura, Estados Unidos, Finlândia, Dinamarca, Alemanha e Irlanda. Entre os países de renda média-alta, o destaque foi da China, seguida por Malásia, Bulgária, Croácia e Tailândia. Entre os de renda média-baixa, os mais bem posicionados foram Ucrânia, Vietnã e Moldávia. Já nos países de renda baixa, alcançaram melhor desempenho Tanzânia, Ruanda e Senegal.

    O Brasil foi classificado na categoria das nações de renda média-alta, ocupando a 15ª posição neste grupo. Dentro da região latino-americana, o país ficou na 6ª colocação.
    Insumos e condições institucionais

    O Brasil subiu no ranking quando considerados os chamados insumos de inovação, ficando na 58ª posição. Neste indicador, são levados em consideração itens como instituições, capital humano, pesquisa, infraestrutura e sofisticação de mercado e negócio. No ano anterior, havia ficado em 60º lugar.

    Os melhores índices registrados no país foram nos quesitos de gastos em educação (23º colocado) , investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (27º), dispêndio de empresas em P&D (22º) e qualidade das universidades (27º). Os autores também destacaram a capacidade de absorção de conhecimento (31º), pagamentos em propriedade intelectual (10º), importações de alta tecnologia (23º) e escala de mercado (8º).

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    Já os pontos fracos foram apontados pelo relatório nas instituições (82º), ambiente de negócios (110º), facilidade de abertura de negócios (123º), graduados em engenharias e ciências (79º), crédito (104º) e a formação de capital bruto (104º).
    Produtos e inovação

    Já nos produtos da inovação, o Brasil foi para o 70º lugar. Nessa categoria são considerados produtos científicos e tecnológicos e indicadores relacionados a eles, como patentes e publicações em revistas e periódicos acadêmicos. O índice subiu em relação ao ano anterior, quando ficou na 80ª colocação.

    No índice de eficiência de inovação, o Brasil pulou para a 85ª posição. Esse indicador mede o quanto um país consegue produzir tecnologia frente aos insumos, condições institucionais e estrutura de capital humano e pesquisa. Neste quesito foi registrada a maior diferente na comparação com 2017, quando a posição conquistada foi a de número 100. Por Agência Brasil.

  • Monsanto é processada por jardineiro vítima de câncer

    Nesta segunda-feira (9) começou uma batalha histórica: o processo de um jardineiro californiano, vítima de câncer, contra a Monsanto, poderosíssima produtora de agrotóxicos responsável pelo herbicida Roundup.

    “Nos últimos 40 anos, a Monsanto soube que o ingrediente principal do Roundup pode produzir tumores em animais de laboratório”, disse o advogado do jardineiro.

    A disputa legal envolve Dewayne Johnson, um pai de 46 anos de idade. Diagnosticado em 2014 com linfoma não-Hodgkin, um câncer que afeta células brancas do sangue, Johnson usou uma versão genérica do Roundup da Monsanto chamada “Ranger Pro” repetidamente em seu trabalho em uma escola na Califórnia.

    Em sua declaração, o advogado disse que a Monsanto optou por não alertar os consumidores sobre os riscos e que, em vez disso, “eles lutaram contra a ciência”, minimizando a suspeita de ligação entre o herbicida químico e o câncer.

    “A Monsanto se esforçou para intimidar cientistas e combater pesquisadores”, disse ele ao júri.

    O caso na Corte Superior da Califórnia é o primeiro julgamento em que se diz que o Roundup causou câncer, uma alegação repetidamente negada pela empresa química.

    Se a Monsanto perder, o caso pode abrir a porta para centenas de ações judiciais adicionais contra a empresa recentemente adquirida pelo grupo químico e farmacêutico alemão Bayer.

    A Monsanto afirma que seu produto não é cancerígeno e que o câncer de Johnson não está ligado ao seu emprego.

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    Agente Laranja

    Fundada em 1901 em St. Louis, Missouri, a Monsanto começou a produzir agrotóxicos na década de 1940. Recentemente a empresa foi adquirido pela Bayer por mais de US$ 62 bilhões.

    A Monsanto foi uma das empresas que produziu o desfolhante “Agente Laranja”, que tem sido associado ao câncer e outras doenças, para uso das forças dos EUA no Vietnã. Ele nega a responsabilidade de como os militares o usaram.

    O principal herbicida Roundup da Monsanto foi lançado em 1976. A empresa logo em seguida começou a modificar geneticamente as plantas, tornando algumas resistentes ao Roundup.

    Em 2015, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer — órgão da Organização Mundial de Saúde — classificou o glifosato como “provavelmente cancerígeno” e, como resultado, o estado da Califórnia o listou como carcinogênico.

    Mas as agências europeias de segurança alimentar e de produtos químicos até agora não seguiram o exemplo, enquanto um estudo do Departamento de Saúde dos EUA sugere que sua toxicidade é limitada. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Projeto de lei sobre proteção de dados pode ir a plenário do Senado

    O Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional sobre matérias relacionadas ao tema, discutiu hoje (9) o Projeto de Lei da Câmara 53, que disciplina a proteção dos dados pessoais e a exploração destes por empresas e pelo poder público. O colegiado decidiu se abster e não abrir um processo de análise sobre a matéria.

    Com isso, o PLC pode ser apreciado no plenário do Senado. O texto, aprovado na Câmara em maio, disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicadas em redes sociais. A proposta foi mantida na semana passada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), mantendo o conteúdo da Câmara e indicando regime de urgência para votação na casa. A urgência foi apresentada em plenário, mas não chegou a ser apreciada.

    Cronograma apertado

    A tensão sobre o PLC no Conselho estava relacionada ao cronograma apertado do Senado, que fará suas últimas sessões nesta semana antes do recesso de meio de ano. Caso o colegiado resolvesse escolher um relator e iniciar uma análise, dificultaria uma possível aprovação do projeto antes do recesso. Frente a esse prazo exíguo, a maioria dos integrantes optou por não se manifestar sobre o projeto.

    “Considerando o fato de que já foi aprovado na CAE, que o requerimento de urgência já está encaminhado e que o Conselho recebeu manifestações pela aprovação amparado por entidades representativas da nossa sociedade, entendo que o conselho não deveria se manifestar sobre o tema”, defendeu o presidente do órgão, Murillo de Aragão.

    “O texto construído pelo deputado Orlando Silva [PCdoB-SP, relator do PL na Câmara] ficou redondo e conseguiu consenso e oposição, governo e situação na hora de votação. Não é o texto ideal, mas como não cabe agora uma discussão prolongada a respeito do tema, que o Conselho ratifique o manifesto”, pontuou o conselheiro João Camilo Júnior.

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    Apoio e divergências

    O PLC tem apoio de entidades diversas, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e a Coalizão Direitos na Rede, que reúne entidades de defesa de direitos dos usuários de internet. Mas encontra resistência em organizações do ramo financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional de Seguradoras. Por Agência Brasil.

  • Veja as melhores imagens de brasileiros assistindo a Copa

    Cada vez mais perto do Hexa, a trajetória do Brasil até aqui rendeu muitas emoções para todos os brasileiros. Se assistir cada lance da TV de casa ou dos telões dos bares foi difícil, imaginar ver tudo isso de pertinho, lá nos estádios da Rússia. A nossa torcida no país é uma das maiores, afinal somos os favoritos para o prêmio. #OHexaJáÉRealidade.

    “Haja coração” é o que sempre diz Galvão Bueno, né? Pois bem. Essa expressão narra muito bem a seleção de imagens separadas abaixo. Tente não morrer de rir.

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    Não podia faltar essa, né migos? #VAIBRASIL

  • Reino Unido se prepara para legalizar uso medicinal da Cannabis

    A principal consultora médica da Inglaterra diz que há evidências suficientes sobre os benefícios terapêuticos dos medicamentos à base de cannabis, dando luz verde para a legalização da substância em tratamentos de saúde.

    A conclusão da professora Dame Sally Davies levou o novo ministro do Interior, Sajid Javid, a encomendar mais uma revisão sobre a aprovação da cannabis como medicamento, o que poderia levar à reclassificação da droga dentro de algumas semanas.

    “Há evidências claras de instituições de pesquisa altamente respeitadas e confiáveis ​​de que alguns medicamentos à base de cannabis têm benefícios terapêuticos para algumas condições médicas”, afirma a professora Dame Sally em seu relatório.

    Medicamentos à base de cannabis são categorizados como uma droga da Tabela 1, portanto, não são considerados terapêuticos. No entanto, removendo essa categorização, os médicos seriam capazes de prescrevê-los sob condições extremamente controladas.

    Há evidências de que a cannabis pode melhorar as condições de vida de quem sofre de apneia do sono, dores crônicas como a fibromialgia e esclerose múltipla.

    A reclassificação da discussão sobre a cannabis recomeçou depois que uma mãe retornou do Canadá com remédio à base de maconha para o filho. O produto foi confiscado no aeroporto de Heathrow, despertando debate nacional. Uma revisão sobre o uso de cannabis foi encomendada após o caso da mulher, desesperada para dar a seu filho de 12 anos o medicamento para a epilepsia.

    O Conselho Consultivo sobre o Uso Indevido de Drogas agora considerará as conclusões feitas pela principal conselheira médica da Inglaterra e decidirá se a droga pode ser recategorizada e remarcada para uso medicinal.

    “A posição em que nos encontramos atualmente não é satisfatória. Não é satisfatória para os pais, não é satisfatória para os médicos e não é satisfatória para mim”, disse Sajid Javid aos membros do Parlamento britânico. “Cheguei agora à conclusão de que este é o momento certo para rever o agendamento da cannabis”, completou. Com informações da Sputnik Brasil.