Categoria: Tecnologia

  • Microsoft lança novo modelo de IA que melhora as buscas no Bing

    Microsoft lança novo modelo de IA que melhora as buscas no Bing

    A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (31) o lançamento do Turing Bletchley v3, um novo modelo de inteligência artificial (IA) que promete melhorar as buscas no Bing e em outros produtos da empresa.

    O modelo é fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft Research, o braço de inovação da companhia. Ele é capaz de compreender diferentes línguas e processar imagens e texto ao mesmo tempo, oferecendo resultados mais relevantes e abrangentes para as consultas dos usuários.

    Por exemplo, se um usuário pesquisar por “receita de bolo de cenoura”, o modelo poderá mostrar não apenas receitas escritas, mas também vídeos, fotos e avaliações de outros usuários, tudo em uma única página. Além disso, o modelo poderá adaptar os resultados de acordo com a localização, o histórico e as preferências do usuário.

    O modelo também é usado na moderação de conteúdo do Xbox, a plataforma de jogos online da Microsoft. Ele verifica as imagens publicadas pelos usuários e garante que elas não violem as diretrizes da plataforma, como por exemplo, conter cenas de violência, nudez ou discriminação.

    O CEO da Microsoft, Satya Nadella, considera a IA uma mudança fundamental para a busca e a web. Em um comunicado à imprensa, ele disse: “Com o Turing Bletchley v3, estamos levando a busca a um novo patamar de inteligência e personalização. Queremos que os nossos usuários tenham a melhor experiência possível ao usar os nossos produtos e serviços”.

    O Turing Bletchley v3 já está disponível para os usuários do Bing em todo o mundo. A Microsoft planeja integrar o modelo em outros produtos da empresa, como o Office, o Teams e o Cortana, nos próximos meses.

    O modelo é fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft Research, o braço de inovação da companhia. Ele é capaz de compreender diferentes línguas e processar imagens e texto ao mesmo tempo, oferecendo resultados mais relevantes e abrangentes para as consultas dos usuários.

    Por exemplo, se um usuário pesquisar por “receita de bolo de cenoura”, o modelo poderá mostrar não apenas receitas escritas, mas também vídeos, fotos e avaliações de outros usuários, tudo em uma única página. Além disso, o modelo poderá adaptar os resultados de acordo com a localização, o histórico e as preferências do usuário.

    O modelo também é usado na moderação de conteúdo do Xbox, a plataforma de jogos online da Microsoft. Ele verifica as imagens publicadas pelos usuários e garante que elas não violem as diretrizes da plataforma, como por exemplo, conter cenas de violência, nudez ou discriminação.

    O CEO da Microsoft, Satya Nadella, considera a IA uma mudança fundamental para a busca e a web. Em um comunicado à imprensa, ele disse: “Com o Turing Bletchley v3, estamos levando a busca a um novo patamar de inteligência e personalização. Queremos que os nossos usuários tenham a melhor experiência possível ao usar os nossos produtos e serviços”.

    O Turing Bletchley v3 já está disponível para os usuários do Bing em todo o mundo. A Microsoft planeja integrar o modelo em outros produtos da empresa, como o Office, o Teams e o Cortana, nos próximos meses.

  • ChatGPT fora do ar: problema afeta milhões de pessoas no mundo

    ChatGPT fora do ar: problema afeta milhões de pessoas no mundo

    O chatbot ChatGPT, que usa inteligência artificial para conversar com os usuários, está fora do ar nesta quinta-feira (31) por causa de um problema na plataforma Open AI, que hospeda o serviço.

    É a segunda vez que o chatbot cai nesta semana, deixando muitos usuários frustrados e sem poder usar a ferramenta.

    O ChatGPT é um chatbot que usa um modelo de linguagem natural chamado GPT-3, desenvolvido pela Open AI, uma empresa de pesquisa em inteligência artificial. O chatbot é capaz de responder perguntas, dar conselhos, contar histórias, fazer piadas e até escrever textos em vários idiomas, usando os dados da internet como fonte.

    No entanto, desde terça-feira (29), os usuários não conseguem utilizar o chatbot, que não aceita comandos nem responde perguntas. Aparece uma mensagem de erro pedindo para entrar em contato com o centro de atendimento da Open AI. Segundo o site Status da Open AI, que mostra o funcionamento dos serviços da empresa, o problema já foi identificado e a equipe está trabalhando para resolvê-lo. Não há previsão de quando o chatbot voltará a funcionar normalmente.

    A queda do serviço gerou muitas reclamações nas redes sociais, como Twitter e Facebook. Muitos usuários expressaram sua insatisfação com a interrupção do chatbot, que os atrapalha no trabalho e nos estudos. Há relatos em vários idiomas, indicando que o problema afeta mais países.

    “Eu uso o ChatGPT para praticar inglês e francês, mas agora não consigo acessar o chatbot. É muito chato”, disse um usuário brasileiro no Twitter. “Eu adoro o ChatGPT, ele me ajuda a escrever textos para a faculdade. Espero que ele volte logo”, disse outro usuário indiano no Facebook.

    O ChatGPT é um dos chatbots mais populares da internet, com milhões de usuários em todo o mundo. Ele foi lançado em 2020 pela Open AI, que é uma organização sem fins lucrativos fundada por personalidades como Elon Musk e Peter Thiel. O objetivo da Open AI é criar e promover uma inteligência artificial benéfica para a humanidade.

    É a segunda vez que o chatbot cai nesta semana, deixando muitos usuários frustrados e sem poder usar a ferramenta.

    O ChatGPT é um chatbot que usa um modelo de linguagem natural chamado GPT-3, desenvolvido pela Open AI, uma empresa de pesquisa em inteligência artificial. O chatbot é capaz de responder perguntas, dar conselhos, contar histórias, fazer piadas e até escrever textos em vários idiomas, usando os dados da internet como fonte.

    No entanto, desde terça-feira (29), os usuários não conseguem utilizar o chatbot, que não aceita comandos nem responde perguntas. Aparece uma mensagem de erro pedindo para entrar em contato com o centro de atendimento da Open AI. Segundo o site Status da Open AI, que mostra o funcionamento dos serviços da empresa, o problema já foi identificado e a equipe está trabalhando para resolvê-lo. Não há previsão de quando o chatbot voltará a funcionar normalmente.

    A queda do serviço gerou muitas reclamações nas redes sociais, como Twitter e Facebook. Muitos usuários expressaram sua insatisfação com a interrupção do chatbot, que os atrapalha no trabalho e nos estudos. Há relatos em vários idiomas, indicando que o problema afeta mais países.

    “Eu uso o ChatGPT para praticar inglês e francês, mas agora não consigo acessar o chatbot. É muito chato”, disse um usuário brasileiro no Twitter. “Eu adoro o ChatGPT, ele me ajuda a escrever textos para a faculdade. Espero que ele volte logo”, disse outro usuário indiano no Facebook.

    O ChatGPT é um dos chatbots mais populares da internet, com milhões de usuários em todo o mundo. Ele foi lançado em 2020 pela Open AI, que é uma organização sem fins lucrativos fundada por personalidades como Elon Musk e Peter Thiel. O objetivo da Open AI é criar e promover uma inteligência artificial benéfica para a humanidade.

  • Lara Croft, a heroína de Tomb Raider, chega ao Call of Duty

    Lara Croft, a heroína de Tomb Raider, chega ao Call of Duty

    Uma das personagens mais famosas e queridas dos jogos de aventura está prestes a entrar em um novo desafio: o Call of Duty, um dos jogos de tiro mais populares do mundo.

    Lara Croft, a protagonista da série Tomb Raider, será uma das novas operadoras disponíveis para compra no Call of Duty: Modern Warfare II e no Call of Duty: Warzone, a partir do dia 9 de setembro de 2023.

    Lara Croft é uma arqueóloga e exploradora que viaja pelo mundo em busca de artefatos e mistérios. Ela enfrenta perigos como animais selvagens, armadilhas, inimigos armados e até seres sobrenaturais. Ela é conhecida por sua inteligência, habilidade e coragem, além de suas pistolas duplas, que são sua marca registrada.

    No Call of Duty, Lara Croft terá uma aparência baseada em sua versão clássica dos primeiros jogos da franquia Tomb Raider, lançados nos anos 90. Ela usará uma roupa verde, um colete marrom, um cinto com coldres e luvas sem dedos. Ela também terá três projetos de armas exclusivos: o Machado de Gelo, que é uma arma corpo-a-corpo; o Mythic Defender, que é uma metralhadora; e as pistolas duplas, que são armas secundárias. Além disso, ela terá uma finalização chamada Croft Manner, uma skin de veículo para o Chop Top, um adesivo, um emblema e uma nova tela de carregamento.

    Lara Croft é a primeira personagem de outra franquia de jogos a aparecer no Call of Duty. Antes dela, o jogo já havia trazido celebridades como o jogador de basquete Kevin Durant e os jogadores de futebol Neymar, Messi e Pogba como skins. A chegada de Lara Croft é uma forma de homenagear uma das heroínas mais icônicas dos videogames e também de atrair novos jogadores para o Call of Duty.

    O Call of Duty é um jogo de tiro em primeira pessoa que se passa em cenários de guerra modernos. O jogo tem vários modos de jogo, como campanha, multiplayer e battle royale. O jogo é um dos mais vendidos e jogados do mundo, com milhões de fãs e jogadores.

    A atualização Reloaded da 5ª temporada do Call of Duty também traz outras novidades, como o rapper 21 Savage e o personagem Mace do Modern Warfare como operadores compráveis. A atualização também inclui novos mapas, modos, armas e desafios para os jogadores.

    Se você é fã da Lara Croft ou do Call of Duty, não perca essa oportunidade de ver a aventureira em ação no campo de batalha. A atualização Reloaded da 5ª temporada estará disponível para download no dia 9 de setembro de 2023 para as plataformas PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.

    Lara Croft, a protagonista da série Tomb Raider, será uma das novas operadoras disponíveis para compra no Call of Duty: Modern Warfare II e no Call of Duty: Warzone, a partir do dia 9 de setembro de 2023.

    Lara Croft é uma arqueóloga e exploradora que viaja pelo mundo em busca de artefatos e mistérios. Ela enfrenta perigos como animais selvagens, armadilhas, inimigos armados e até seres sobrenaturais. Ela é conhecida por sua inteligência, habilidade e coragem, além de suas pistolas duplas, que são sua marca registrada.

    No Call of Duty, Lara Croft terá uma aparência baseada em sua versão clássica dos primeiros jogos da franquia Tomb Raider, lançados nos anos 90. Ela usará uma roupa verde, um colete marrom, um cinto com coldres e luvas sem dedos. Ela também terá três projetos de armas exclusivos: o Machado de Gelo, que é uma arma corpo-a-corpo; o Mythic Defender, que é uma metralhadora; e as pistolas duplas, que são armas secundárias. Além disso, ela terá uma finalização chamada Croft Manner, uma skin de veículo para o Chop Top, um adesivo, um emblema e uma nova tela de carregamento.

    Lara Croft é a primeira personagem de outra franquia de jogos a aparecer no Call of Duty. Antes dela, o jogo já havia trazido celebridades como o jogador de basquete Kevin Durant e os jogadores de futebol Neymar, Messi e Pogba como skins. A chegada de Lara Croft é uma forma de homenagear uma das heroínas mais icônicas dos videogames e também de atrair novos jogadores para o Call of Duty.

    O Call of Duty é um jogo de tiro em primeira pessoa que se passa em cenários de guerra modernos. O jogo tem vários modos de jogo, como campanha, multiplayer e battle royale. O jogo é um dos mais vendidos e jogados do mundo, com milhões de fãs e jogadores.

    A atualização Reloaded da 5ª temporada do Call of Duty também traz outras novidades, como o rapper 21 Savage e o personagem Mace do Modern Warfare como operadores compráveis. A atualização também inclui novos mapas, modos, armas e desafios para os jogadores.

    Se você é fã da Lara Croft ou do Call of Duty, não perca essa oportunidade de ver a aventureira em ação no campo de batalha. A atualização Reloaded da 5ª temporada estará disponível para download no dia 9 de setembro de 2023 para as plataformas PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.

  • The New York Times bloqueia recurso do ChatGPT que usa seu conteúdo para treinar inteligência artificial

    The New York Times bloqueia recurso do ChatGPT que usa seu conteúdo para treinar inteligência artificial

    Um recurso da OpenAI, uma empresa de pesquisa em inteligência artificial, foi bloqueado pelo The New York Times, um dos maiores jornais dos Estados Unidos.

    O recurso é um web crawler, um programa que navega pela internet e coleta informações de diferentes sites. O objetivo do web crawler da OpenAI é usar o conteúdo do site do jornal para treinar a ChatGPT, uma inteligência artificial que pode gerar texto e imagens realistas.

    O bloqueio ocorreu após o The New York Times deixar um grupo de coalizão que negocia com as Big Techs, como Google e Facebook, sobre o pagamento pelo uso do conteúdo jornalístico. O jornal também avalia processar a OpenAI por violação de direitos autorais, alegando que o web crawler usa o conteúdo do jornal sem permissão e sem remuneração.

    A questão é complexa e não há uma legislação específica nos EUA sobre o uso do conteúdo jornalístico pela inteligência artificial. Alguns especialistas defendem que o web crawler é uma forma de pesquisa e que não há dano ao jornal, pois o conteúdo não é reproduzido publicamente. Outros argumentam que o web crawler é uma forma de exploração e que o jornal tem direito de proteger seu trabalho.

    A OpenAI não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas afirmou em seu site que seu objetivo é criar uma inteligência artificial benéfica para a humanidade e que respeita os princípios éticos e legais. O The New York Times disse em nota que considera a inteligência artificial uma ferramenta importante para o jornalismo, mas que não aceita que seu conteúdo seja usado sem autorização.

    O recurso é um web crawler, um programa que navega pela internet e coleta informações de diferentes sites. O objetivo do web crawler da OpenAI é usar o conteúdo do site do jornal para treinar a ChatGPT, uma inteligência artificial que pode gerar texto e imagens realistas.

    O bloqueio ocorreu após o The New York Times deixar um grupo de coalizão que negocia com as Big Techs, como Google e Facebook, sobre o pagamento pelo uso do conteúdo jornalístico. O jornal também avalia processar a OpenAI por violação de direitos autorais, alegando que o web crawler usa o conteúdo do jornal sem permissão e sem remuneração.

    A questão é complexa e não há uma legislação específica nos EUA sobre o uso do conteúdo jornalístico pela inteligência artificial. Alguns especialistas defendem que o web crawler é uma forma de pesquisa e que não há dano ao jornal, pois o conteúdo não é reproduzido publicamente. Outros argumentam que o web crawler é uma forma de exploração e que o jornal tem direito de proteger seu trabalho.

    A OpenAI não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas afirmou em seu site que seu objetivo é criar uma inteligência artificial benéfica para a humanidade e que respeita os princípios éticos e legais. O The New York Times disse em nota que considera a inteligência artificial uma ferramenta importante para o jornalismo, mas que não aceita que seu conteúdo seja usado sem autorização.

  • Como criar imagens com inteligência artificial? Conheça quatro ferramentas gratuitas que você pode usar

    Como criar imagens com inteligência artificial? Conheça quatro ferramentas gratuitas que você pode usar

    Você já imaginou como seria criar imagens com inteligência artificial? Essa é uma tecnologia que usa algoritmos para gerar imagens a partir de dados, como textos, sons, gestos ou fotos.

    Com ela, você pode criar obras de arte originais, divertidas ou surpreendentes, sem precisar de habilidades artísticas ou de programas complexos.

    Existem várias ferramentas gratuitas disponíveis na internet que você pode usar para criar imagens com inteligência artificial. Neste artigo, vamos apresentar quatro delas, que são fáceis de usar e oferecem resultados interessantes. Veja como elas funcionam e experimente você mesmo.

    • ChainGPT: Essa é uma ferramenta que usa uma rede neural chamada GPT-3 para criar imagens a partir de instruções simples. Você pode digitar o que você quer que a imagem mostre, como “um gato azul com asas de borboleta” ou “um castelo medieval em uma ilha flutuante”. A ferramenta vai gerar uma imagem que corresponde à sua descrição, usando um estilo de arte digital. Você pode acessar a ferramenta neste [link].

    • Bing Image Creator: Essa é uma ferramenta do próprio Bing que usa uma rede neural chamada DALL-E para criar imagens a partir de textos. Você pode digitar uma descrição detalhada da imagem que você quer, como “uma mulher sorridente segurando um guarda-chuva vermelho em um dia chuvoso” ou “um carro esportivo amarelo em uma estrada deserta”. A ferramenta vai gerar uma imagem que se aproxima da sua descrição, usando um estilo realista.

    • DreamStudio: Essa é uma plataforma que usa uma rede neural chamada CLIP para criar imagens a partir de sons ou gestos. Você pode gravar um som ou fazer um gesto com a câmera do seu dispositivo e ver a imagem que a rede neural gera. Você também pode escolher entre diferentes estilos artísticos, como foto, desenho, pintura ou 3D. A plataforma também permite que você compartilhe suas criações com outros usuários.

    • Leonardo AI: Essa é uma ferramenta que usa uma rede neural chamada StyleGAN para criar imagens a partir de fotos. Você pode enviar uma foto sua ou de qualquer outra coisa e ver a imagem que a rede neural cria. Você também pode ajustar os parâmetros da imagem, como cor, contraste, brilho ou nitidez. A ferramenta também permite que você salve suas imagens em alta resolução.

    Essas são apenas algumas das ferramentas gratuitas que você pode usar para criar imagens com inteligência artificial. Elas são baseadas em pesquisas científicas recentes e usam modelos avançados de aprendizado de máquina. Com elas, você pode explorar sua criatividade e ver o que a inteligência artificial é capaz de fazer.

    Com ela, você pode criar obras de arte originais, divertidas ou surpreendentes, sem precisar de habilidades artísticas ou de programas complexos.

    Existem várias ferramentas gratuitas disponíveis na internet que você pode usar para criar imagens com inteligência artificial. Neste artigo, vamos apresentar quatro delas, que são fáceis de usar e oferecem resultados interessantes. Veja como elas funcionam e experimente você mesmo.

    • ChainGPT: Essa é uma ferramenta que usa uma rede neural chamada GPT-3 para criar imagens a partir de instruções simples. Você pode digitar o que você quer que a imagem mostre, como “um gato azul com asas de borboleta” ou “um castelo medieval em uma ilha flutuante”. A ferramenta vai gerar uma imagem que corresponde à sua descrição, usando um estilo de arte digital. Você pode acessar a ferramenta neste [link].

    • Bing Image Creator: Essa é uma ferramenta do próprio Bing que usa uma rede neural chamada DALL-E para criar imagens a partir de textos. Você pode digitar uma descrição detalhada da imagem que você quer, como “uma mulher sorridente segurando um guarda-chuva vermelho em um dia chuvoso” ou “um carro esportivo amarelo em uma estrada deserta”. A ferramenta vai gerar uma imagem que se aproxima da sua descrição, usando um estilo realista.

    • DreamStudio: Essa é uma plataforma que usa uma rede neural chamada CLIP para criar imagens a partir de sons ou gestos. Você pode gravar um som ou fazer um gesto com a câmera do seu dispositivo e ver a imagem que a rede neural gera. Você também pode escolher entre diferentes estilos artísticos, como foto, desenho, pintura ou 3D. A plataforma também permite que você compartilhe suas criações com outros usuários.

    • Leonardo AI: Essa é uma ferramenta que usa uma rede neural chamada StyleGAN para criar imagens a partir de fotos. Você pode enviar uma foto sua ou de qualquer outra coisa e ver a imagem que a rede neural cria. Você também pode ajustar os parâmetros da imagem, como cor, contraste, brilho ou nitidez. A ferramenta também permite que você salve suas imagens em alta resolução.

    Essas são apenas algumas das ferramentas gratuitas que você pode usar para criar imagens com inteligência artificial. Elas são baseadas em pesquisas científicas recentes e usam modelos avançados de aprendizado de máquina. Com elas, você pode explorar sua criatividade e ver o que a inteligência artificial é capaz de fazer.

  • Dolby Atmos FlexConnect: TCL lança nova tecnologia de som imersivo para TVs

    Dolby Atmos FlexConnect: TCL lança nova tecnologia de som imersivo para TVs

    A TCL, uma das maiores fabricantes de TVs do mundo, anunciou uma nova tecnologia que promete revolucionar a experiência de som dos usuários.

    Trata-se do Dolby Atmos FlexConnect, uma solução que permite usar os alto-falantes da TV em conjunto com outros alto-falantes sem fio para criar um som imersivo e personalizado.

    O Dolby Atmos FlexConnect funciona de forma inteligente e automática. A tecnologia usa os microfones da TV para localizar e calibrar cada alto-falante, otimizando o som de acordo com o layout do ambiente e a posição dos alto-falantes. Assim, o usuário pode colocar os alto-falantes em qualquer lugar do ambiente e obter um som consistente e envolvente.

    A TCL afirma que o Dolby Atmos FlexConnect oferece várias vantagens para os usuários. A tecnologia libera o usuário das limitações acústicas do tamanho do ambiente, da disposição dos móveis ou da localização das tomadas. Além disso, o Dolby Atmos FlexConnect permite que o usuário escolha o nível de imersão sonora que deseja, podendo aumentar ou diminuir o número de alto-falantes sem fio.

    A tecnologia será lançada pela primeira vez nas TVs TCL de 2024. A TCL também planeja lançar alto-falantes sem fio compatíveis com o Dolby Atmos FlexConnect. Segundo a empresa, a tecnologia é compatível com qualquer fonte de áudio que suporte Dolby Atmos, como filmes, séries, jogos e músicas.

    O Dolby Atmos FlexConnect é uma parceria entre a TCL e a Dolby Laboratories, uma empresa líder em tecnologias de áudio e vídeo. A Dolby Laboratories é responsável pelo desenvolvimento do Dolby Atmos, um formato de áudio que cria uma sensação de tridimensionalidade e movimento do som no ambiente.

    A TCL espera que o Dolby Atmos FlexConnect seja um diferencial competitivo no mercado de TVs e atraia mais consumidores que buscam uma experiência de som superior. A empresa também espera que a tecnologia incentive a adoção do Dolby Atmos como padrão de áudio para conteúdos de entretenimento.

    Trata-se do Dolby Atmos FlexConnect, uma solução que permite usar os alto-falantes da TV em conjunto com outros alto-falantes sem fio para criar um som imersivo e personalizado.

    O Dolby Atmos FlexConnect funciona de forma inteligente e automática. A tecnologia usa os microfones da TV para localizar e calibrar cada alto-falante, otimizando o som de acordo com o layout do ambiente e a posição dos alto-falantes. Assim, o usuário pode colocar os alto-falantes em qualquer lugar do ambiente e obter um som consistente e envolvente.

    A TCL afirma que o Dolby Atmos FlexConnect oferece várias vantagens para os usuários. A tecnologia libera o usuário das limitações acústicas do tamanho do ambiente, da disposição dos móveis ou da localização das tomadas. Além disso, o Dolby Atmos FlexConnect permite que o usuário escolha o nível de imersão sonora que deseja, podendo aumentar ou diminuir o número de alto-falantes sem fio.

    A tecnologia será lançada pela primeira vez nas TVs TCL de 2024. A TCL também planeja lançar alto-falantes sem fio compatíveis com o Dolby Atmos FlexConnect. Segundo a empresa, a tecnologia é compatível com qualquer fonte de áudio que suporte Dolby Atmos, como filmes, séries, jogos e músicas.

    O Dolby Atmos FlexConnect é uma parceria entre a TCL e a Dolby Laboratories, uma empresa líder em tecnologias de áudio e vídeo. A Dolby Laboratories é responsável pelo desenvolvimento do Dolby Atmos, um formato de áudio que cria uma sensação de tridimensionalidade e movimento do som no ambiente.

    A TCL espera que o Dolby Atmos FlexConnect seja um diferencial competitivo no mercado de TVs e atraia mais consumidores que buscam uma experiência de som superior. A empresa também espera que a tecnologia incentive a adoção do Dolby Atmos como padrão de áudio para conteúdos de entretenimento.

  • Playstation Portal: um fracasso anunciado?

    Playstation Portal: um fracasso anunciado?

    A Sony anunciou recentemente o seu novo dispositivo portátil dedicado ao Remote Play, o Playstation Portal.

    O aparelho, que custa US$ 199,99, promete permitir que os usuários joguem os seus jogos de PS5 em qualquer lugar, desde que tenham uma conexão Wi-Fi estável e o console ligado em casa. Mas será que o Playstation Portal tem chances de fazer sucesso em um mercado cada vez mais competitivo e exigente?

    O Playstation Portal tem um design que lembra um controle do PS5, com uma tela LCD de 8 polegadas e resolução de 1080p. Ele também conta com os recursos do DualSense, como os gatilhos adaptativos e o feedback háptico. No entanto, ele não é capaz de rodar jogos nativamente, dependendo exclusivamente do Remote Play para funcionar. Isso significa que ele não pode acessar a biblioteca de jogos do PC, do Xbox ou de outras plataformas, limitando-se aos títulos do PS5. Além disso, ele também não suporta os jogos do PS VR2, que requerem o headset, nem os jogos que são transmitidos pelo PlayStation Plus Premium.

    Essas limitações podem ser um grande obstáculo para o Playstation Portal, especialmente quando comparado a outros dispositivos portáteis que oferecem mais liberdade e compatibilidade aos jogadores. Um exemplo é o Steam Deck, da Valve, que é um verdadeiro PC portátil com Windows 11 e acesso à biblioteca do Steam e de outras lojas digitais. O Steam Deck tem três opções de armazenamento (64 GB, 256 GB e 512 GB), uma tela de 7 polegadas com taxa de atualização de 60 Hz e um processador AMD customizado com Zen 2 e RDNA 2. O Steam Deck também permite que os usuários façam streaming dos seus jogos do PC para o dispositivo, usando o Steam Remote Play. O preço do Steam Deck varia entre US$ 399 e US$ 649, dependendo da capacidade de armazenamento.

    Outro concorrente do Playstation Portal é o ASUS ROG Ally, o primeiro console portátil da ASUS. O ROG Ally também roda Windows 11 e vem com três meses grátis de Xbox Game Pass Ultimate, dando acesso a centenas de jogos da Microsoft e de outras desenvolvedoras. O ROG Ally tem um processador AMD Ryzen Z1 Extreme, baseado na arquitetura Zen 4 e com gráficos RDNA 3. Ele também tem uma tela Full HD de 120 Hz com FreeSync Premium, um sistema térmico avançado e personalização de comandos. O preço do ROG Ally é de US$ 699.

    Diante desses rivais, o Playstation Portal parece ter poucas chances de se destacar no mercado de portáteis. A sua dependência do Remote Play pode ser um fator decisivo para afastar os consumidores que buscam mais mobilidade e versatilidade na hora de jogar. Além disso, o seu preço pode não ser tão atrativo quando comparado aos benefícios oferecidos pelos seus concorrentes. Por isso, é possível que o Playstation Portal seja um fracasso anunciado, assim como foi o seu antecessor, o PS Vita.

    O aparelho, que custa US$ 199,99, promete permitir que os usuários joguem os seus jogos de PS5 em qualquer lugar, desde que tenham uma conexão Wi-Fi estável e o console ligado em casa. Mas será que o Playstation Portal tem chances de fazer sucesso em um mercado cada vez mais competitivo e exigente?

    O Playstation Portal tem um design que lembra um controle do PS5, com uma tela LCD de 8 polegadas e resolução de 1080p. Ele também conta com os recursos do DualSense, como os gatilhos adaptativos e o feedback háptico. No entanto, ele não é capaz de rodar jogos nativamente, dependendo exclusivamente do Remote Play para funcionar. Isso significa que ele não pode acessar a biblioteca de jogos do PC, do Xbox ou de outras plataformas, limitando-se aos títulos do PS5. Além disso, ele também não suporta os jogos do PS VR2, que requerem o headset, nem os jogos que são transmitidos pelo PlayStation Plus Premium.

    Essas limitações podem ser um grande obstáculo para o Playstation Portal, especialmente quando comparado a outros dispositivos portáteis que oferecem mais liberdade e compatibilidade aos jogadores. Um exemplo é o Steam Deck, da Valve, que é um verdadeiro PC portátil com Windows 11 e acesso à biblioteca do Steam e de outras lojas digitais. O Steam Deck tem três opções de armazenamento (64 GB, 256 GB e 512 GB), uma tela de 7 polegadas com taxa de atualização de 60 Hz e um processador AMD customizado com Zen 2 e RDNA 2. O Steam Deck também permite que os usuários façam streaming dos seus jogos do PC para o dispositivo, usando o Steam Remote Play. O preço do Steam Deck varia entre US$ 399 e US$ 649, dependendo da capacidade de armazenamento.

    Outro concorrente do Playstation Portal é o ASUS ROG Ally, o primeiro console portátil da ASUS. O ROG Ally também roda Windows 11 e vem com três meses grátis de Xbox Game Pass Ultimate, dando acesso a centenas de jogos da Microsoft e de outras desenvolvedoras. O ROG Ally tem um processador AMD Ryzen Z1 Extreme, baseado na arquitetura Zen 4 e com gráficos RDNA 3. Ele também tem uma tela Full HD de 120 Hz com FreeSync Premium, um sistema térmico avançado e personalização de comandos. O preço do ROG Ally é de US$ 699.

    Diante desses rivais, o Playstation Portal parece ter poucas chances de se destacar no mercado de portáteis. A sua dependência do Remote Play pode ser um fator decisivo para afastar os consumidores que buscam mais mobilidade e versatilidade na hora de jogar. Além disso, o seu preço pode não ser tão atrativo quando comparado aos benefícios oferecidos pelos seus concorrentes. Por isso, é possível que o Playstation Portal seja um fracasso anunciado, assim como foi o seu antecessor, o PS Vita.

  • Como o Apple Watch pode salvar vidas

    Como o Apple Watch pode salvar vidas

    O Apple Watch é um relógio inteligente que oferece diversos recursos para monitorar a saúde e o bem-estar dos seus usuários.

    Além de mostrar as horas, o clima, as notificações e os aplicativos, o Apple Watch também pode detectar e alertar sobre possíveis problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras emergências médicas. Esses recursos podem fazer a diferença entre a vida e a morte em situações críticas.

    Eletrocardiograma (ECG)

    Um dos recursos mais impressionantes do Apple Watch é o eletrocardiograma (ECG), que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. O ECG mede a atividade elétrica do coração e pode identificar ritmos irregulares, como a fibrilação atrial, que aumenta o risco de derrame e infarto. Para realizar um ECG, basta abrir o aplicativo no relógio e tocar na coroa digital por 30 segundos. O resultado é exibido na tela e pode ser compartilhado com o médico.

    Um estudo publicado pelo Texas Heart Institute Journal no início deste mês mostrou que o Apple Watch pode ajudar a diagnosticar um infarto usando o ECG. Os pesquisadores testaram o relógio em 40 pacientes que estavam sofrendo um ataque cardíaco e compararam os resultados com os de um eletrocardiograma tradicional. Eles descobriram que o Apple Watch foi capaz de detectar alterações significativas na atividade elétrica do coração em 90% dos casos, indicando a presença de um infarto.

    Detecção de queda

    Outro recurso que pode salvar vidas é a detecção de queda, que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. Esse recurso usa os sensores de movimento do relógio para reconhecer quando o usuário sofre uma queda e fica imóvel por mais de um minuto. Nesse caso, o relógio emite um som, vibra e mostra uma mensagem na tela perguntando se está tudo bem. Se o usuário não responder em 15 segundos, o relógio liga automaticamente para os serviços de emergência e envia a localização do usuário para os contatos de emergência cadastrados.

    Há vários relatos de pessoas que foram salvas graças à detecção de queda do Apple Watch. Um deles é o de Jason S., que estava praticando paddle boarding em um lago quando caiu na água e ficou inconsciente. Seu relógio detectou a queda e chamou o resgate, que chegou a tempo de reanimá-lo. Outro caso é o de Jim S., que estava cortando lenha em sua fazenda quando caiu de uma escada e fraturou três costelas. Seu relógio também acionou os serviços de emergência e ele foi levado para o hospital.

    Sensor de oxigênio no sangue

    O sensor de oxigênio no sangue é um recurso que está disponível nos modelos 6 e 7 do Apple Watch. Ele usa luzes vermelhas e infravermelhas para medir a quantidade de oxigênio que está sendo transportada pelo sangue. Esse dado é importante para avaliar a saúde respiratória e cardiovascular do usuário, especialmente em situações de altitude elevada ou exposição a vírus como a COVID-19. Para usar o sensor, basta abrir o aplicativo no relógio e esperar 15 segundos. O resultado é mostrado na tela e pode ser acompanhado pelo aplicativo Saúde no iPhone.

    O sensor de oxigênio no sangue pode alertar sobre possíveis complicações respiratórias que podem colocar a vida em risco. Um exemplo é o de Amanda J., que estava grávida de sete meses quando contraiu COVID-19. Ela usou seu Apple Watch para monitorar seus níveis de oxigênio no sangue e percebeu que eles estavam baixando rapidamente. Ela foi ao hospital e descobriu que tinha uma pneumonia grave e precisava de oxigênio suplementar. Graças ao seu relógio, ela conseguiu receber o tratamento adequado e deu à luz a um bebê saudável.

    O Apple Watch é mais do que um simples relógio inteligente. Ele é um aliado para a saúde e a segurança dos seus usuários, que podem contar com recursos que podem salvar vidas em situações de emergência. O ECG, a detecção de queda e o sensor de oxigênio no sangue são alguns exemplos de como o relógio pode ajudar a prevenir, detectar e alertar sobre problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras complicações médicas. O futuro da saúde está no seu pulso.

    Além de mostrar as horas, o clima, as notificações e os aplicativos, o Apple Watch também pode detectar e alertar sobre possíveis problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras emergências médicas. Esses recursos podem fazer a diferença entre a vida e a morte em situações críticas.

    Eletrocardiograma (ECG)

    Um dos recursos mais impressionantes do Apple Watch é o eletrocardiograma (ECG), que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. O ECG mede a atividade elétrica do coração e pode identificar ritmos irregulares, como a fibrilação atrial, que aumenta o risco de derrame e infarto. Para realizar um ECG, basta abrir o aplicativo no relógio e tocar na coroa digital por 30 segundos. O resultado é exibido na tela e pode ser compartilhado com o médico.

    Um estudo publicado pelo Texas Heart Institute Journal no início deste mês mostrou que o Apple Watch pode ajudar a diagnosticar um infarto usando o ECG. Os pesquisadores testaram o relógio em 40 pacientes que estavam sofrendo um ataque cardíaco e compararam os resultados com os de um eletrocardiograma tradicional. Eles descobriram que o Apple Watch foi capaz de detectar alterações significativas na atividade elétrica do coração em 90% dos casos, indicando a presença de um infarto.

    Detecção de queda

    Outro recurso que pode salvar vidas é a detecção de queda, que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. Esse recurso usa os sensores de movimento do relógio para reconhecer quando o usuário sofre uma queda e fica imóvel por mais de um minuto. Nesse caso, o relógio emite um som, vibra e mostra uma mensagem na tela perguntando se está tudo bem. Se o usuário não responder em 15 segundos, o relógio liga automaticamente para os serviços de emergência e envia a localização do usuário para os contatos de emergência cadastrados.

    Há vários relatos de pessoas que foram salvas graças à detecção de queda do Apple Watch. Um deles é o de Jason S., que estava praticando paddle boarding em um lago quando caiu na água e ficou inconsciente. Seu relógio detectou a queda e chamou o resgate, que chegou a tempo de reanimá-lo. Outro caso é o de Jim S., que estava cortando lenha em sua fazenda quando caiu de uma escada e fraturou três costelas. Seu relógio também acionou os serviços de emergência e ele foi levado para o hospital.

    Sensor de oxigênio no sangue

    O sensor de oxigênio no sangue é um recurso que está disponível nos modelos 6 e 7 do Apple Watch. Ele usa luzes vermelhas e infravermelhas para medir a quantidade de oxigênio que está sendo transportada pelo sangue. Esse dado é importante para avaliar a saúde respiratória e cardiovascular do usuário, especialmente em situações de altitude elevada ou exposição a vírus como a COVID-19. Para usar o sensor, basta abrir o aplicativo no relógio e esperar 15 segundos. O resultado é mostrado na tela e pode ser acompanhado pelo aplicativo Saúde no iPhone.

    O sensor de oxigênio no sangue pode alertar sobre possíveis complicações respiratórias que podem colocar a vida em risco. Um exemplo é o de Amanda J., que estava grávida de sete meses quando contraiu COVID-19. Ela usou seu Apple Watch para monitorar seus níveis de oxigênio no sangue e percebeu que eles estavam baixando rapidamente. Ela foi ao hospital e descobriu que tinha uma pneumonia grave e precisava de oxigênio suplementar. Graças ao seu relógio, ela conseguiu receber o tratamento adequado e deu à luz a um bebê saudável.

    O Apple Watch é mais do que um simples relógio inteligente. Ele é um aliado para a saúde e a segurança dos seus usuários, que podem contar com recursos que podem salvar vidas em situações de emergência. O ECG, a detecção de queda e o sensor de oxigênio no sangue são alguns exemplos de como o relógio pode ajudar a prevenir, detectar e alertar sobre problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras complicações médicas. O futuro da saúde está no seu pulso.

  • Explosão de celular: 5 atitudes que podem aumentar o risco de um celular explodir

    Explosão de celular: 5 atitudes que podem aumentar o risco de um celular explodir

    O celular é um aparelho indispensável para muitas pessoas, mas você sabia que ele pode explodir em algumas situações?

    Embora seja um fenômeno raro, há casos registrados de celulares que pegaram fogo ou causaram queimaduras nos usuários. Mas o que faz um celular explodir e como evitar esse perigo?

    A culpa é da bateria

    Segundo especialistas, a principal causa das explosões de celulares é o superaquecimento das baterias de íons-lítio, que são as mais usadas nos aparelhos modernos. Essas baterias contêm dois metais que produzem energia ao entrarem em contato com um líquido chamado eletrólito. Se houver algum defeito na bateria, como uma rachadura ou um curto-circuito, os metais podem se tocar e gerar uma reação química que libera calor e gás. Esse processo pode fazer a bateria inchar, vazar ou até explodir.

    Fatores de risco

    Além dessas falhas internas, existem alguns fatores externos que podem aumentar o risco de explosão da bateria, como:

    • Usar acessórios não originais: carregadores, cabos e baterias piratas podem não ter os dispositivos de segurança adequados para controlar a tensão e a corrente elétrica que chegam ao celular. Isso pode fazer com que a bateria receba mais energia do que suporta e se aqueça excessivamente. Por isso, é recomendável usar sempre os acessórios originais do fabricante ou certificados pela Anatel.

    • Expor o celular ao calor ou à umidade: temperaturas elevadas ou ambientes úmidos podem danificar os componentes internos do celular e da bateria, favorecendo o surgimento de curtos-circuitos ou corrosões. Por isso, é aconselhável evitar deixar o celular no sol, dentro do carro, perto de fontes de calor ou em locais molhados, como banheiro e cozinha.

    • Deixar o celular na tomada por muito tempo: embora os celulares e os carregadores tenham sistemas que interrompem a carga quando a bateria está cheia, há casos em que esse mecanismo pode falhar e causar um superaquecimento da bateria. Por isso, é prudente não deixar o celular na tomada durante a noite ou por períodos prolongados.

    • Utilizar aplicativos com elevada performance gráfica: jogos, vídeos e outros aplicativos que exigem muito do processador e da memória do celular podem consumir mais energia e gerar mais calor. Isso pode sobrecarregar a bateria e fazer com que ela se desgaste mais rápido. Por isso, é recomendável fechar os aplicativos em segundo plano e evitar usar o celular enquanto ele está carregando.

    • Danificar o celular por impacto ou perfuração: quedas, batidas ou objetos pontiagudos podem causar danos físicos ao celular e à bateria, comprometendo a sua integridade e funcionamento. Por isso, é importante proteger o aparelho com capinhas e películas e evitar colocá-lo em bolsos apertados ou junto com chaves e moedas.

    Como prevenir e agir em caso de emergência

    Para prevenir as explosões de celulares, além de evitar as atitudes citadas acima, é importante ficar atento aos sinais de que a bateria está com problemas, como:

    • Aquecimento excessivo do aparelho

    • Descarga rápida da bateria

    • Desligamento repentino do celular

    • Estufamento ou deformação da bateria

    Se você notar algum desses sintomas, é recomendável desligar o celular imediatamente, retirá-lo da capinha de proteção e deixá-lo em um local fresco e ventilado até que ele esfrie. Em seguida, leve-o a uma assistência técnica autorizada para trocar a bateria ou verificar se há outros danos.

    Se você presenciar uma explosão de celular, seja sua ou de outra pessoa, siga estas orientações:

    • Afaste-se do aparelho e das chamas

    • Não tente apagar o fogo com água ou outros líquidos, pois isso pode piorar a situação

    • Use um extintor de incêndio adequado para equipamentos elétricos, como o de classe C

    • Se houver vítimas com queimaduras, ligue para o serviço de emergência e preste os primeiros socorros

    As explosões de celulares são eventos raros, mas que podem causar graves consequências para os usuários e para o meio ambiente. Por isso, é fundamental tomar cuidado com o uso e a manutenção dos aparelhos e dos acessórios, seguindo as recomendações dos fabricantes e das autoridades. Assim, você pode aproveitar as vantagens do seu celular com mais segurança e tranquilidade.

    Embora seja um fenômeno raro, há casos registrados de celulares que pegaram fogo ou causaram queimaduras nos usuários. Mas o que faz um celular explodir e como evitar esse perigo?

    A culpa é da bateria

    Segundo especialistas, a principal causa das explosões de celulares é o superaquecimento das baterias de íons-lítio, que são as mais usadas nos aparelhos modernos. Essas baterias contêm dois metais que produzem energia ao entrarem em contato com um líquido chamado eletrólito. Se houver algum defeito na bateria, como uma rachadura ou um curto-circuito, os metais podem se tocar e gerar uma reação química que libera calor e gás. Esse processo pode fazer a bateria inchar, vazar ou até explodir.

    Fatores de risco

    Além dessas falhas internas, existem alguns fatores externos que podem aumentar o risco de explosão da bateria, como:

    • Usar acessórios não originais: carregadores, cabos e baterias piratas podem não ter os dispositivos de segurança adequados para controlar a tensão e a corrente elétrica que chegam ao celular. Isso pode fazer com que a bateria receba mais energia do que suporta e se aqueça excessivamente. Por isso, é recomendável usar sempre os acessórios originais do fabricante ou certificados pela Anatel.

    • Expor o celular ao calor ou à umidade: temperaturas elevadas ou ambientes úmidos podem danificar os componentes internos do celular e da bateria, favorecendo o surgimento de curtos-circuitos ou corrosões. Por isso, é aconselhável evitar deixar o celular no sol, dentro do carro, perto de fontes de calor ou em locais molhados, como banheiro e cozinha.

    • Deixar o celular na tomada por muito tempo: embora os celulares e os carregadores tenham sistemas que interrompem a carga quando a bateria está cheia, há casos em que esse mecanismo pode falhar e causar um superaquecimento da bateria. Por isso, é prudente não deixar o celular na tomada durante a noite ou por períodos prolongados.

    • Utilizar aplicativos com elevada performance gráfica: jogos, vídeos e outros aplicativos que exigem muito do processador e da memória do celular podem consumir mais energia e gerar mais calor. Isso pode sobrecarregar a bateria e fazer com que ela se desgaste mais rápido. Por isso, é recomendável fechar os aplicativos em segundo plano e evitar usar o celular enquanto ele está carregando.

    • Danificar o celular por impacto ou perfuração: quedas, batidas ou objetos pontiagudos podem causar danos físicos ao celular e à bateria, comprometendo a sua integridade e funcionamento. Por isso, é importante proteger o aparelho com capinhas e películas e evitar colocá-lo em bolsos apertados ou junto com chaves e moedas.

    Como prevenir e agir em caso de emergência

    Para prevenir as explosões de celulares, além de evitar as atitudes citadas acima, é importante ficar atento aos sinais de que a bateria está com problemas, como:

    • Aquecimento excessivo do aparelho

    • Descarga rápida da bateria

    • Desligamento repentino do celular

    • Estufamento ou deformação da bateria

    Se você notar algum desses sintomas, é recomendável desligar o celular imediatamente, retirá-lo da capinha de proteção e deixá-lo em um local fresco e ventilado até que ele esfrie. Em seguida, leve-o a uma assistência técnica autorizada para trocar a bateria ou verificar se há outros danos.

    Se você presenciar uma explosão de celular, seja sua ou de outra pessoa, siga estas orientações:

    • Afaste-se do aparelho e das chamas

    • Não tente apagar o fogo com água ou outros líquidos, pois isso pode piorar a situação

    • Use um extintor de incêndio adequado para equipamentos elétricos, como o de classe C

    • Se houver vítimas com queimaduras, ligue para o serviço de emergência e preste os primeiros socorros

    As explosões de celulares são eventos raros, mas que podem causar graves consequências para os usuários e para o meio ambiente. Por isso, é fundamental tomar cuidado com o uso e a manutenção dos aparelhos e dos acessórios, seguindo as recomendações dos fabricantes e das autoridades. Assim, você pode aproveitar as vantagens do seu celular com mais segurança e tranquilidade.

  • Brasil sofre com ataques hackers, mas se beneficia da Inteligência Artificial

    Brasil sofre com ataques hackers, mas se beneficia da Inteligência Artificial

    O Brasil foi um dos países mais afetados pelos ataques hackers em 2023, segundo um relatório divulgado pela IBM.

    De acordo com o estudo, os ataques cibernéticos custaram em média R$ 6,2 milhões ao país, um aumento de 12% em relação ao ano anterior .

    Os ataques hackers são ações maliciosas que visam invadir, danificar ou roubar dados de sistemas informatizados, como computadores, celulares ou redes. Eles podem causar prejuízos financeiros, perda de reputação, vazamento de informações confidenciais ou até mesmo paralisação de serviços essenciais.

    No entanto, o relatório da IBM também aponta que a Inteligência Artificial (IA) e a automação foram fatores que ajudaram a reduzir o tempo e o custo das violações de dados nas organizações brasileiras. A IA é a capacidade de máquinas ou programas de realizar tarefas que normalmente exigem inteligência humana, como reconhecer imagens, compreender linguagem ou tomar decisões. A automação é o uso de tecnologias para executar processos sem intervenção humana.

    Segundo o relatório, as empresas brasileiras que utilizaram IA e automação para detectar e responder aos ataques hackers conseguiram economizar cerca de R$ 1 milhão e reduzir em 76 dias o tempo médio para resolver as violações de dados.

    A IBM é uma das empresas líderes no desenvolvimento e na aplicação de IA e automação para a segurança cibernética. A empresa anunciou recentemente a abertura de um novo Centro de Operações de Segurança (SOC) no Brasil, que irá fornecer serviços proativos de detecção e resposta a ameaças cibernéticas para clientes locais e regionais.

    O novo SOC da IBM no Brasil faz parte de uma rede global de mais de 20 centros que monitoram bilhões de eventos de segurança por dia. O centro utiliza as soluções de IA e automação da IBM, como o Watson, para analisar e priorizar as ameaças, bem como recomendar ações para mitigá-las.

    O diretor de segurança da IBM Brasil, João Rocha, afirmou que o novo SOC irá contribuir para aumentar a resiliência das organizações brasileiras diante dos ataques hackers. “A segurança cibernética é um desafio constante para as empresas, que precisam se adaptar às mudanças no cenário de ameaças e às novas regulamentações. Com o novo SOC, queremos oferecer aos nossos clientes uma solução integrada e inteligente, que combine tecnologia, processos e pessoas para proteger seus dados e seus negócios”, disse.

    De acordo com o estudo, os ataques cibernéticos custaram em média R$ 6,2 milhões ao país, um aumento de 12% em relação ao ano anterior .

    Os ataques hackers são ações maliciosas que visam invadir, danificar ou roubar dados de sistemas informatizados, como computadores, celulares ou redes. Eles podem causar prejuízos financeiros, perda de reputação, vazamento de informações confidenciais ou até mesmo paralisação de serviços essenciais.

    No entanto, o relatório da IBM também aponta que a Inteligência Artificial (IA) e a automação foram fatores que ajudaram a reduzir o tempo e o custo das violações de dados nas organizações brasileiras. A IA é a capacidade de máquinas ou programas de realizar tarefas que normalmente exigem inteligência humana, como reconhecer imagens, compreender linguagem ou tomar decisões. A automação é o uso de tecnologias para executar processos sem intervenção humana.

    Segundo o relatório, as empresas brasileiras que utilizaram IA e automação para detectar e responder aos ataques hackers conseguiram economizar cerca de R$ 1 milhão e reduzir em 76 dias o tempo médio para resolver as violações de dados.

    A IBM é uma das empresas líderes no desenvolvimento e na aplicação de IA e automação para a segurança cibernética. A empresa anunciou recentemente a abertura de um novo Centro de Operações de Segurança (SOC) no Brasil, que irá fornecer serviços proativos de detecção e resposta a ameaças cibernéticas para clientes locais e regionais.

    O novo SOC da IBM no Brasil faz parte de uma rede global de mais de 20 centros que monitoram bilhões de eventos de segurança por dia. O centro utiliza as soluções de IA e automação da IBM, como o Watson, para analisar e priorizar as ameaças, bem como recomendar ações para mitigá-las.

    O diretor de segurança da IBM Brasil, João Rocha, afirmou que o novo SOC irá contribuir para aumentar a resiliência das organizações brasileiras diante dos ataques hackers. “A segurança cibernética é um desafio constante para as empresas, que precisam se adaptar às mudanças no cenário de ameaças e às novas regulamentações. Com o novo SOC, queremos oferecer aos nossos clientes uma solução integrada e inteligente, que combine tecnologia, processos e pessoas para proteger seus dados e seus negócios”, disse.