Categoria: Entretenimento

  • Crítica | Oito Mulheres e um segredo, planos e trapaças com um ar de glamour

    Já faz algum tempo que foi anunciado que a Warner faria uma versão feminina de 11 homens e um segredo. Então quando consegui uma vaguinha na pré-estreia de Oito Mulheres e um Segredo fiquei feliz igual criança quando vai pra Disney. Bruninho sabe das coisas.

    Apesar de ter ficado em pânico ao ler a notícia, quando vi o nome de Sandra Bullock e Cate Blanchett no trailer fiquei curiosa. Pois acredito que Sandrinha e Cate já são famosas o suficiente para não aceitar qualquer coisa. Como há muito tempo não fazia me enchi de expectativas e fui assistir ao filme.

    A premissa é a mesma, Ocean planeja um assalto cinematográfico e para que isso se torne realidade escala um time de mulheres, cada uma com um talento diferente, para executar o plano com perfeição. A partir daí o filme narra todo o planejamento e concretização do roubo de joias.

    Logo na primeira cena o meu radar foi acionado pela make do poder de Debbie Ocean. Eis que surge Sandrinha linda, no frescor e maquiada. Eu ali com o meu espírito de porco tentando encontrar uma falha na make e nada. Para completar ainda tinha aquela mesa dobrável made WalMart. Não! Warner essa foi inaceitável. Parece que a cena foi gravada de improviso para completar o roteiro. Pegou mal, muito mal.

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    Atualmente estou lendo um livro chamado #Girlboss, e qual não foi a minha surpresa ao assistir Ocean’s 8 e ver Sadrinha na tela realizando o mesmo crime que a autora descreve no livro.

    Oito mulheres e um segredo é um filme todo trabalhado na intertextualidade, com referências a outros filmes como Delírios de consumo de Beck Bloom e O Diabo Veste Prada, esse último é bem óbvio.

    Como a cena em que Anne Hathaway sobe a escada para entrar no Met Gala que me lembrou Audrey Hepburn em Cinderela em Paris.

    Ainda tem o vestido usado por Helena Bonham Carter que parecia uma das criações de Betsey Johnson. Aliás, acredito que a personagem dela foi baseada na Betsey meu ícone fashion das passarelas. Que desenhou os figurinos do filme Delírios de consumo de Beck Bloom.

    As piadas do filme são engraçadas e não parecem forçadas. A dupla Bullock e Blanchett funcionou tão bem quanto Pitt e Clooney, achei Cate a escolha perfeita para substituir Brad. Quando ela entra em cena sua elegância inunda a tela. A criatura sabe causar impacto.

    Ainda fazem parte o elenco Rihanna, Mindy Kaling (que achei bem sem graça), Awkwafina (que nunca tinha ouvido falar), Helena Bonham Carter (gostei de vê-la experimentando papéis diferentes) e Sarah Paulson (que toda vez que aparecia eu lembrava de um episódio de Law & Order – SVU no qual ela era uma psicopata).

    Muitas celebridades e artistas aparecem no decorrer do filme, até a Anna Wintor faz uma ponta no filme.

    Gostei muito do filme Oito Mulheres e um segredo, principalmente porque eu descobri uma parte do segredo apenas vendo o trailer. Ou foi depois de assistir os dois primeiros filmes da versão masculina e entender a estrutura? Enfim o filme é muito bom e recomendo. Por Karina E. da Costa do GeekBlast.

  • Líder de audiência, Danilo Gentili consegue feito que parecia impossível

    O The Noite com Danilo Gentili tem liderado a audiência da TV dia após dia, se consolidando como o principal programa do seguimento. E não é de hoje. Desde a estreia, o programa registra números impressionantes, tanto que se tornou o programa a ser batido na faixa de horário.

    Na última terça-feira (05), o The Noite venceu a Globo em São Paulo por 6,3 a 5,4 pontos no ibope. Danilo Gentili abriu 1,6 ponto sobre o Conversa com Bial (7,4 a 5,8) e superou a série Ponto Cego e o filme Como Enlouquecer Seu Chefe. Segundo a Kantar Ibope Media, o talk show do SBT registrou 28,2% de share, um dos maiores do ano.

    Nesta quinta-feira (08), com a entrevista de Rey Biannchi no programa, o SBT registrou 6.5, enquanto a Globo não passou dos 4.1. Esse resultado mostrou que até o Silvio Santos estava errado.

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    Há alguns anos, Silvio deu uma entrevista descontraída para profissionais da imprensa comentando sobre a audiência da televisão brasileira. Na ocasião, o apresentador e dono do SBT chegou a dizer que dificilmente alguém conseguiria bater a toda poderosa Rede Globo.

    “Nós da televisão estamos vendo que por mais que a Record queira se aproximar da Globo, em todos esses anos ela não passou de 11 pontos e está caindo. O público dificilmente vai deixar a Globo. Lutar contra a Globo, na minha opinião é impossível”, disse ele.

    Em um mundo onde tanto se discute a ditadura do politicamente correto, Danilo tem conseguido driblar seus opressores e, com um talento único, vai se torando o principal nome da televisão brasileira. Com informações do Teleguiado.

  • Chef Anthony Bourdain é encontrado morto em seu quarto de hotel

    O chef, escritor e apresentador Anthony Bourdain, foi encontrado morto nesta sexta-feira num quarto de hotel em Paris. A morte de Anthony Bourdain foi anunciada pela CNN, estação de televisão norte-americana para a qual fazia um programa na capital francesa. Ele também apresentava um programa no Travel Channel, chamado Anthony Bourdain: No Reservations.

    “É com grande tristeza que confirmamos a morte do nosso amigo e colega, Anthony Bourdain”, informa a CNN.

    “O seu amor pela grande aventura, novos amigos, boa comida e bebida fizeram dele um contador de histórias único”, acrescenta a estação.

    O chef norte-americano estava atualmente na França gravando num novo episódio para o seu programa. Ele estaria na companhia do seu amigo Eric Ripert, um chef francês quando foi encontrado sem vida no seu quarto de hotel. O suicídio é a principal causa da morte, segundo informa a imprensa local.

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    Bourdain frequentou o Vassar College e se formou pelo Culinary Institute of America em 1978. Ele se tornou chef executivo na Brasserie Les Halles em 1998, restaurante renomado de Manhattan com filiais em Miami e, durante o período em que Bourdain ocupou o cargo, em Washington, D.C. e Tóquio.

    O chef também teve uma brilhante atuação como escritor, com as publicações Kitchen Confidential, seu livro de 2000 (best-seller da lista do New York Times; A Cook’s Tour (2001) e The Nasty Bits (2006).

  • Crítica | Jurassic World – Reino Ameaçado SEM SPOILERS

    Depois de sofrer críticas por reciclar partes do roteiro do filme original, Jurassic World talvez tenha sido o revival que menos empolgou naquela leva de remakes de 2015 (que ainda contou com Creed e O Despertar da Força). A sequência, Reino Ameaçado, não deixa de trabalhar com clichês, mas o resultado é bem mais empolgante.

    Iniciando três anos após os acontecimentos do filme anterior, o longa mostra os efeitos do abandono à ilha do parque, onde um vulcão, antes adormecido, está prestes a entrar em erupção. Com isso, grupos de apoio aos animais, um deles liderados por Claire (Bryce Dallas Howard) pressiona o governo americano para salvar os dinossauros isolados.

    E é aí que entra Eli Mills (Rafe Spall, de A Grande Aposta), responsável pelo patrimônio de Benjamin Lockwood (James Cromwell, de À Espera de Um Milagre). Lockwood é um ex-sócio de John Hammond e co-idealizador do Parque dos Dinossauros (adicionado retroativamente a partir deste filme) e Mills fica encarregado de convocar Claire e Owen (Chris Pratt) para retornar à ilha e resgatar Blue, a velociraptor treinada do filme anterior.

    Melhor coisa de Jurassic World, a química entre Owen e Claire segue como um dos pilares do filme, assim como todas as relações pessoais que se desenrolam ao longo da trama. Durante a chegada à ilha, vemos mais da troca de farpas e ironias que fez do casal um sucesso no primeiro filme.

    Se o roteiro de Derek Connoly e Colin Trevorrow (este o diretor do último longa) esbarra em clichês, a direção de J.A. Bayona torna o filme realmente emocionante. O cineasta catalão conseguiu encaixar as referências certas em momentos oportunos e mostrou uma habilidade impressionante ao distribuir sustos e lágrimas pelos 128 minutos de projeção. Sob suas lentes, as cenas de ação de Reino Ameaçado dão inveja a vários filmes de super-heróis, especialmente a tão falada sequência debaixo d’água.

    Mas, claro, nem tudo são flores. Como disse acima, o roteiro esbarra em clichês e se apontarmos para um personagem e arriscarmos “ah, ele vai ser o vilão”, é tiro e queda. Mesmo no clímax do filme, quando um dos protagonistas precisa fazer uma escolha quase impossível, é claro que a criança destemida que os acompanha, Maisie Lockwood (a ótima estreante Isabella Sermon), toma para si o fardo de apertar ou não o grande botão da destruição.

    De novo, não fosse a grandeza com que Bayona lidou com a batalha final entre Blue e a nova ameaça criada in vitro pelos vilões, o terceiro ato de Reino Ameaçado poderia facilmente ser trocado pelo de seu predecessor, de 2015, que poucos notariam.

    Ainda assim, é impossível dizer que o filme não vale o preço do ingresso: os efeitos especiais estão belíssimos, o peso emocional é gigante, as atuações são ótimas e a diversão é feita na medida para quem ama o universo levado por Steven Spielberg aos cinemas em 1993, sem contar a fotografia e a trilha sonora sempre impecáveis da franquia.

    Dirigido por J.A. Bayona, Jurassic World – Reino Ameaçado estreia em 21 de junho. Por Nicolaos Garófalo do GeekBlast.

  • Deborah Colker vence o Oscar da dança contemporânea

    A companhia de dança da brasileira Deborah Colker venceu o principal prêmio da categoria, o Benois de la Dance, considerado o Oscar da dança contemporânea. Criada há 27 anos, essa é a primeira vez que bailarinos do Brasil vencem a premiação.

    O Benois de la Dance reúne as principais produções de companhias de dança contemporânea de todo canto do mundo.
    Deborah Colker venceu o Benois de la Dance pelo espetáculo Cão sem Pluma. Em Moscou, Deborah Colke apresentou o espetáculo com 18 bailarinos, baseado no poema de mesmo nome do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, publicado em 1950.

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    Fazendo conexão entre cinema e dança, Cão sem Pluma conta com a trilha sonora de Jorge Du Peixe, do Nação Zumbi e Lirinha, com referências nordestinas.

    Com base no poema de João Cabral, a apresentação mostra a vida às margens do rio Capiberibe e retrata as dificuldades de ser homem e de ser cão no sertão. Com informações da Agência Brasil.

  • Festival de cinema ambiental é destaque na cidade de Goiás

    Abordando um dos temas mais discutidos da atualidade, o Fica (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental) começou nesta terça-feira (5) na cidade de Goiás. Neste ano, o Fica comemora 20 anos de conscientização sobre o crescimento sustentável com o tema ‘A Força de Um Legado’.

    A cidade de Goiás receberá uma extensa programação cultural até o próximo domingo (10), quando o festival termina. Durante este período, serão 101 filmes em oito mostras de cinema, grandes nomes do audiovisual nacional e do meio ambiente estarão em mesas de debate e oficinas temáticas, shows de vários estilos e uma programação paralela aberta a todo o público.

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    O destaque desse primeiro dia de evento foi a exibição do documentário Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi, durante a abertura oficial do Fica. A obra narra a história dos Paiter Suruí, tribo que viveu isolada até 1969 na região fronteiriça entre Mato Grosso e Rondônia. A entrada é gratuita. Com informações da Agência Brasil.

  • Justiça bloqueia R$ 2,8 milhões de Anitta por ação de ex-empresária

    A longa batalha judicial entre a cantora Anitta e sua sua ex-empresária, Kamilla Fialho, ganhou mais um capítulo. Agora a Justiça do Rio determinou o bloqueio de R$ 2,8 milhões de Anitta como parte do processo movido por Kamilla.

    O valor estipulado corresponde à diferença da multa contratual cobrada pela empresária da K2L. A quantia ficará em uma conta judicial até que sejam julgados os processos envolvendo as duas partes, que brigam na Justiça desde 2014.

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    Em um breve resumo da história, Kamilla acusa Anita de não pagar a multa pelo rompimento de contrato e a cantora acusa a ex-empresária de desviar R$ 2,48 milhões, o que ainda não foi comprovado.

    Em 2015, Anitta chegou a fazer um depósito judicial de R$ 3 milhões, mas um segundo depósito deveria ter sido feito pela correção do valor, ainda não foi feito.

  • Disney pode perder Fox para a Comcast por US$ 60 bilhões

    Mais um capítulo na longa história da compra da Fox pela Disney está sendo escrito. Desde de dezembro do ano passado, ambas as empresas esperam que a fusão seja aprovada pelo órgão regulatório norte-americano para enfim concretizarem o negócio.

    Mas a demora é tanta, que a Comcast lançou um comunicado oficial afirmando que fará uma nova oferta pelas subdivisões da Fox, até então, vendidas à Disney.

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    De acordo com a imprensa norte-americana, os valores podem chegar a US$ 60 bilhões oferecidos pela Comcast, contra os US$ 52,4 bilhões acordados entre Disney e Fox em 2017.

    Caso a Fox aceite a oferta, quebrando o pré-contrato assinado, a empresa terá que pagar cerca de US$ 2 bilhões pela anulação dos termos originalmente concordados com a Disney.

    Os acionistas da 21st Century Fox votarão se mantém ou não o acordo no próximo dia 10. Segundo o site The Wrap, o conselho da Fox recomenda manter o acordo com a Disney, mas nada está garantido.

  • Top Gun: Maverick | O mundo realmente precisa dessa sequência?

    Atualmente estamos assistindo a um “fracasso” de bilheteria e crítica nos cinemas por uma escolha de produção duvidosa. Han Solo nunca foi uma boa ideia. Todos sabíamos disso, mesmo assim a Disney insistiu no filme e agora se desdobra pra tentar justificar o resultado final.

    O mesmo aconteceu com inúmeros filmes que jamais deveriam ter ganhado uma sequência, muito menos uma franquia. Pois bem, como Hollywood não aprende a respeitar alguns clássicos, ano a ano somos pegos com uma surpresa, como foi o caso da sequência de Top Gun.

    Desde o anúncio da produção até o retorno de Tom Cruise, muita gente questionou a necessidade do filme. E com razão. Top Gun é um clássico dos anos 1980 e pertence aquela época. Você pode até traze-lo para os dias de hoje, como uma refilmagem (o que também seria um erro) mas talvez um erro maior ainda é uma continuação.

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    Anne Hathaway revela que também sofreu assédio em Hollywood

    Motivado simplesmente pelo tradicional apelo comercial, o filme não deve focar nas novas gerações e sim na que cresceu assistindo ao clássico. Aqueles sujeitos entre 30 e 40 anos, sabe? Agora pense comigo: esse seria o público ideal para lotar as salas de cinema em todo o mundo? Não exatamente. Não é o tipo de público que lota salas de cinema.

    Bem, ainda não temos muitas informações sobre o enredo, sabemos apenas que a continuação deve focar na guerra moderna, onde os governos utilizam drones e toda essa modernidade, o que já da pra imaginar que o filme vai tocar na tão polêmica crise de meia idade.

    Top Gun: Maverick poderia ser uma espécie de “Creed”, apresentando novos personagens e conquistando públicos mais novos. Pelo nome do filme é bem provável que isso não aconteça e o foco deve ser apenas em Maverick.

    De todo modo não dá pra esconder a ansiedade pelo resultado do filme, que é dirigido por Joseph Kosinski, o mesmo de Oblivion. Além disso, teremos Tom Cruise como Maverick e Val Kilmer, que também deve retornar no papel de Iceman. O produtor do longa original, Jerry Bruckheimer, volta para liderar o projeto que estreia em 12 de julho de 2019.

  • Anne Hathaway revela que também sofreu assédio em Hollywood

    Durante uma recente entrevista à revista Glamour, a atriz Anne Hathaway fez algumas revelações sobre a sua carreira e, entre elas, comentou a onda de denúncias de abuso e assédio sexual que têm marcado Hollywood nos últimos tempos.

    Segundo a atriz, essas situações infelizmente são comuns nos bastidores e, apesar de não ter falado sobre o assunto, ela também passou por situações constrangedoras.

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    “Tenho uma carreira de 20 anos e tive algumas experiências realmente difíceis, mas também tive experiências ótimas – com membros de ambos os sexos. Embora não comente as histórias que muitos têm compartilhado nos últimos meses, passei por situações negativas nos bastidores, algumas de natureza sexual”, disse ela.

    “Algumas aconteceram no início da minha carreira, outras são mais recentes”, completou.

    A atriz poderá ser vista em breve no filme Oito Mulheres e um Segredo que estreia dia 8 de junho de 2018 no Brasil.