Categoria: Opinião

  • Quem fura a quarentena e não respeita o isolamento social é responsável pelas mortes na pandemia de coronavírus?

    Este fim de semana foi marcado pela retomada das atividades de bares e restaurantes em alguns lugares do Brasil. No Rio de Janeiro, por exemplo, foram registradas cenas de aglomeração, festas e pessoas sem máscaras.

    Já em São Paulo há registros de bailes funk, festas e aglomeração em praças.

    Os números de contágio e mortes no Brasil não param de subir e mesmo assim algumas pessoas desrespeitam as recomendações.

    E aí? Quem fura a quarentena e não respeita o isolamento social é responsável pelas mortes na pandemia de coronavírus?

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • O que realmente compensa: salvar a vida de outros ou salvar a si mesmo?

    Pedro nasceu motorista. Habilidade no volante, como a dele, dizem que não há. Sonhava ser piloto de fórmula 1, não sendo de família de posses, não existia razão para tanto. Trocou, então, as pistas de corrida, pelas avenidas e aterros do Rio de Janeiro, a Ferrari pela viatura do Corpo de Bombeiros. Na corporação, fez carreira.

    Carlos era um esportista. Sempre preferiu praia aos estudos. Depois de ter passado por três faculdades, formou-se em Direito. Só o diploma, sem o certificado da OAB, não era garantia de emprego. Muito simpático, vivia rodeado de amigos. Foi com a indicação de um deles, que ingressou, em empresa de Economia Mista. Lá se fixou. Afinal, podia juntar o útil (amigos) ao agradável (salário). Depois de um tempo, foi cedido para uma Secretaria de Estado, com vantagens salariais, subiu na escala de cargos.

    É uma segunda-feira. Pedro encontra-se de plantão na Unidade de Socorro. Por volta das 14 h recebem um chamado. Parada cardíaca. Em poucos minutos, com destreza no volante, ele e o médico do plantão chegam no local, onde um socorrista do SAMU, encharcado de suor, fazia a massagem cardíaca. Juntaram-se a ele. Usaram todos os recursos. Em meio a grande tensão, o coração voltou a bater. Em poucos minutos, removeram o paciente até o hospital, atravessando os congestionamentos das ruas, usando a contramão, arriscando-se. Enfim, a vitória da vida pôde ser, mais uma vez, comemorada.

    Pois bem, leitor, sabe o que Carlos, o bem-sucedido burocrata, à pouca distância, fazia a essa hora? Em sua sala, no conforto do ar condicionado, entre um cafezinho e outro, acessava as redes sociais, mantinha uma conversa animada, dava gargalhadas. Nada de mais, pois era assim que salvava a si mesmo e o que mais lhe importava: sua mulher, os filhos, o apartamento confortável na Barra e as viagens.

    Essas são estórias de homens que “salvam”, mas com finais muito diferentes. É que, os salários dos que se arriscam para salvar a vida de outros, se somados, não alcançam o valor da remuneração mensal de um único “Carlos”. Mesmo porque, apesar das mudanças constantes de Base, socorristas não são “Comissionados”, alguns nem sequer recebem insalubridade e outras tantas vantagens pecuniárias pagas aos que salvam a si mesmo.

    Tudo normal, já que as estórias se passam em um país acometido pela cegueira das paixões humanas, não enxergando, portanto, seus verdadeiros heróis.

  • O primeiro livro impresso e a nova geração de leitores

    A respeito de questão levantada por uma mãe, em reunião de pais da Catequese, relativa à necessidade de se ensinar às crianças o manuseio e leitura da Bíblia, gostaria de apresentar alguns pontos baseados em estudos de especialistas em Literatura.

    A Bíblia, apresentada em forma de livro (papel, tinta, capa) já passou a ser difundida por meio de processos eletrônicos. É claro que, se ela não se manifestar pelos vários suportes que acompanham a evolução do mundo, a Palavra de Deus perder-se-á no tempo.

    Alguns estudiosos consideram que estamos na era do “Fim do livro”, o que não significa o “Fim de leitores”. De acordo com a história, sabe-se que a escrita evoluiu da inscrição em barro, metal, pedra, pergaminho (pele de carneiro), papiros, rolos, códices, até chegar aos livros. Foi com o lançamento do primeiro exemplar impresso da Bíblia, que Gutemberg, inventor da imprensa, inaugurou a era do livro, em 1450.

    Portanto, mudanças não determinam rupturas, mas sim, continuidade, desde que ocorram adaptações. Hoje temos computadores, celulares, e-book. Com relação à Bíblia, o que muda é o objeto material usado para difundir a Palavra de Deus. A Mensagem, no entanto, permanece imutável, atual e verdadeira.

    Pois bem, não podemos nos esquivar diante dos avanços tecnológicos, sob o risco de distanciarmos cada vez mais, da nova geração nascida e educada na era virtual. Esses leitores, mais do que nunca, podem desfrutar de largo acesso, em seus computadores e celulares, de textos bíblicos, que se apresentam expressos não só por palavras, mas também por atraentes imagens.

    Cabe à catequese instruir sobre o manuseio da versão impressa da Bíblia (tarefa nada interessante para as crianças), mas, deve, principalmente, incentivar os pais, para que junto com seus filhos procurem em sites cristãos, textos e imagens (filmes, vídeos) representativos da Sagrada Escritura, bem mais fascinantes ao olhar da nova geração. Basta acessar o Google e digitar “Bíblia”.

    Teresinha Gema Lins Brandão Chaves
    Doutora em Literatura pela USP e catequista de crianças.

  • Motivos pelo qual Ben Affleck não vai mais continuar como Batman

    Nas últimas semanas muito se falou sobre a saída de Ben Affleck do Universo da DC no cinema, mas nada foi confirmado oficialmente. Porém, há várias razões que indicam que sua saída está praticamente confirmada. O que pode ser bom para alguns, não é nada bom para o universo cinematográfico da DC Comics.

    Mesmo ainda sendo boato, acredito que Ben Affleck não vai mais ser o Batman por dois principais motivos. O primeiro deles é o direto do filme The Batman, Matt Reeves, que além de declarar que Ben não teria sido sua escolha para o papel, tem uma ideia mais jovem do personagem.

    E outra, quando o diretor do filme quer mesmo trabalhar com algum ator, ele deixa claro, fala abertamente os motivos pelo qual escolheu tal ator para tal papel. Isso não aconteceu aqui. As notícias dos bastidores são justamente o contrário e Ben sabe e sentiu isso.

    Matt estaria forçando a barra para ter outro ator interpretando Batman em seu filme. Isso já ficou bem claro.

    O segundo motivo é em relação ao próprio ator. Desde a sua escolha como Batman, uma grande reação negativa circulou na internet por meses. Injustamente, diga-se de passagem. Ben não teve problemas graves de interpretação, pelo contrário, fez um Batman até que memorável. Claro que o ator não consegue fazer milagre com um roteiro fraco nas mãos, mas ele fez o que pode.

    Além disso toda a negatividade da imprensa, fãs enlouquecidos e haters de todos os lados, refletiu na vida pessoal do ator. Ele voltou a ter problemas com álcool e drogas. Esse envolvimento dele com o personagem está fazendo mal a sua saúde e esse é um motivo e tanto para se afastar de futuros projetos.

    O próprio ator disse recentemente que está procurando uma “maneira legal” para se despedir do personagem.

    Sim senhoras e senhores. Este texto sugere que vocês, fãs enlouquecidos, fanáticos lunáticos, imprensa parcial e haters de todos os tipos foram os responsáveis por isso. Do mesmo modo que foram responsáveis pelo desastre de BvS e Liga da Justiça. Mas isso fica para um próximo texto.

    Agora, o que nos resta é saber em qual filme veremos Ben Affleck pela última vez, pois é uma questão de tempo até isso acontecer.