Categoria: História Hoje

  • Frank Lloyd Wright, o arquiteto que revolucionou a arquitetura norte-americana

    No dia 9 de abril de 1959, morria, aos 91 anos, o maior arquiteto norte-americano do século 20: Frank Lloyd Wright.

    Ele é considerado o mestre da arquitetura orgânica, e seu trabalho é apontado como inovador e revolucionário.

    Suas ideias influenciaram modernos projetos arquitetônicos e continuam inspirando profissionais do setor. Entre seus principais trabalhos estão a Casa da Cascata, construída em 1936, na Pensilvânia, e a sede do Museu Guggenheim, em Nova York. Por: Radioagência Nacional

  • História Hoje: Guerra das Malvinas completa 36 anos

    No dia 2 de abril de 1982 começava a Guerra das Malvinas, que fica a cerca de 500 quilômetros do litoral argentino no Atlântico Sul.

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    A Argentina ocupou as Ilhas Malvinas, chamada de Falklands, pelos ingleses. O noticiário da época registra que o ataque surpresa ocorreu durante a madrugada.

    História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados a cada dia do ano. É publicado de segunda a sexta-feira. Acesse aqui as edições anteriores. Por: Radioagência Nacional

  • História Hoje: Morte de Edson Luís há 50 anos ficou marcada como Dia Nacional de Luta dos Estudantes

    No dia 28 de março de 1968, no Rio de Janeiro, jovens protestavam contra a alta no preço do restaurante estudantil Calabouço, como também contra a má qualidade da comida. Mas, por volta das 18h, a Polícia Militar dispersou a manifestação que pretendia chegar ao prédio da Assembleia Legislativa.

    Os estudantes se abrigaram dentro do restaurante estudantil Calabouço.

    O tenente da Aloísio Raposo comandou a invasão e atirou à queima-roupa no peito do estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto, de 17 anos. Outros seis jovens também foram baleados.Os manifestantes reagiram com paus e pedras. Outro estudante, Benedito Frazão Dutra, chegou a ser levado ao hospital, mas também morreu.

    Temendo que o corpo de Edson Luís sumisse, os estudantes o carregaram nos braços até a Assembleia, onde dois médicos realizaram a autopsia. Coberto com a bandeira do Brasil e com cartazes de protesto, ele foi velado no saguão do prédio.

    No fim da tarde de 29 de março, cerca de 50 mil pessoas acompanharam o cortejo fúnebre até o cemitério em Botafogo, onde ocorreu o enterro ao som do Hino Nacional e com brados de “Mataram um estudante. Podia ser seu filho”.

    Naquele dia, o Rio praticamente parou. Os espetáculos de teatro foram suspensos. Os letreiros da Cinelândia exibiam os títulos de três filmes: “A Noite dos Generais”, “À Queima-Roupa” e “Coração de Luto”. Cartazes e pichações continham frases como “Os velhos no poder, os jovens no caixão”, “Bala mata fome?” e “Abaixo a ditadura”.

    Houve manifestações contra a ditadura e greve geral de estudantes em todo o país.

    A mobilização e os protestos continuaram ao longo da semana. Foram realizadas duas missas de sétimo dia, em 4 de abril, na Candelária. As pessoas que participaram da celebração foram atacadas pela Polícia Militar e por tropas do Exército e da Marinha.

    Edson Luís, que era filho de uma família humilde de Belém do Pará, trabalhava para custear os estudos no Rio quando foi vítima da violência policial.

    Tornou-se um símbolo do movimento estudantil e da luta pela democracia no país.

    28 de março também é reconhecido como Dia Nacional de Luta dos Estudantes.

    Por: EBC