Categoria: Cultura

  • Orquestra Sinfônica Brasileira completa 80 anos

    Ouça na W:

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    Fonte: Agência Brasil


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Exposição tem ilustrações de desenhistas famosos em apoio a ONG de gatos abandonados

    Através da união de mais de 50 artistas plásticos, a Exposição Pintando Gatos vem disponibilizando a venda de ilustrações, canecas, quadros e esculturas de felinos, em apoio a ONG Amanimal, que visa cuidar de gatos abandonados em São Paulo.

    A Exposição Pintando Gatos está aberta à visitação até o dia 30 de setembro, na Cobasi da Rua Augusta, em São Paulo, sendo um divertido e indispensável programa para os fãs de felinos.

    A renda proveniente da venda dos trabalhos expostos será revertida para ajudar a ONG Amanimal, que possui sob seus cuidados mais de 200 gatos, vários deles abandonados e com idade avançada, com sérios problemas de saúde e deficiências físicas, necessitando do amparo de veterinários especializados.

    A entidade também promove a adoção de gatos abandonados, para isso, o candidato precisa preencher os requisitos necessários, além de, é claro, se comprometer a amar e cuidar do animalzinho sob sua guarda, zelando pela sua integridade e bem estar.

    Além das pinturas, desenhos, charges, ilustrações, esculturas e canecas, os visitantes poderão conhecer através de um video os gatinhos da Amanimal disponíveis para adoção.

    Entre os artistas participantes, estão Mauricio de Sousa, que participou ativamente do projeto e doou algumas ilustrações exposição e venda. A cartunista Laerte, Marcelo Lopes, Clovis Vieira, João Alves, Lézio Júnior, Fernando Rodrigues, Junior Nascimento, Moacyr Torres, Jal Lovetro, Vicky Von Dorff, Priscila Vieira, Gisele Henriques, entre outros, também fazem parte do acervo exposto, que pode ser adquirido no local.

    A renda arrecadada com a venda das obras contribuirá para a construção de um abrigo com a estrutura necessária para dar qualidade de vida aos animais vítimas de maus-tratos e abandono que a fundadora da ONG, Doroti Bottoni, vem acolhendo ao longo da vida.

    Serviço: Exposição Pintando Gatos
    Quando: 17 a 30/09 (Cobasi Rua Augusta)
    Onde: Cobasi Villa Lobos: Rua Manoel Velasco, 90 – Vila Leopoldina; Cobasi Rua Augusta: R. Augusta, 2380, Cerqueira César, São Paulo – SP.
    Entrada Gratuita
    Informações: www.amanimal-ong.com

  • Imigração japonesa é homenageada em sessão no Plenário

    Em 1908, o navio Kasato Maru desembarcou no porto de Santos (SP) trazendo a primeira leva de pouco mais de 700 imigrantes japoneses ao Brasil. Hoje, o país abriga a maior comunidade de descendentes nipônicos do mundo, com 1,5 milhão de pessoas. Os 110 anos da chegada dos pioneiros asiáticos foram celebrados nesta segunda-feira (27) em uma sessão especial no Plenário do Senado.

    A convite do senador Hélio José (Pros-DF), representantes da comunidade japonesa no país participaram da homenagem e defenderam a integração e o estreitamento ainda maior dos laços entre os dois países, notadamente no esporte, na cultura, na economia, na ciência e na tecnologia.

    — Não fosse a vinda dos japoneses, o Brasil seria hoje menos plural e menos rico. Seria menos Brasil porque nada nos define melhor que a nossa diversidade. Eles nos ensinaram mais do que aprenderam, com certeza. A homenagem do Senado aos imigrantes se estende a todo o povo do país — afirmou o senador.

    O embaixador do Brasil no Japão, Eduardo Paes Saboia, ressaltou a relação entre as duas nações, as quais, segundo ele, “partilham de sólidos valores políticos, econômicos e humanos”.

    — Partilhamos valores comuns, como apreço pela paz, pela democracia e preocupação com o meio ambiente, além de horror a armas nucleares — destacou.

    Agroindústria

    O deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), integrante do Grupo de Amizade Brasil-Japão, salientou que o país é a terceira maior potência econômica do mundo, atrás de Estados Unidos e China. Tem um povo determinado, que o levou a ser referência mundial no sistema de produção, na gestão empresarial e na inovação, tanto que abriga 40 das 100 empresas mais inovadoras do mundo.

    Segundo o deputado, o Brasil, por ter a maior colônia japonesa, se beneficia disso e colhe frutos:

    — O cerrado brasileiro passou a ser uma das áreas mais produtivas da agroindústria no país graças a eles — afirmou.

    Exposição

    A homenagem foi aberta com uma reportagem especial da Rádio Senado feita por ocasião do centenário da imigração. Após a reunião, os convidados participaram da abertura de uma exposição de registros históricos da imigração japonesa promovida pela Secretaria de Gestão de Informação e Documentação da Casa. A exposição está no Espaço Cultural Ivandro Cunha Lima e ficará aberta ao público até 31 de agosto.

    Também participaram da sessão o representante da embaixada do Japão, Osamu Yamanaka; o representante da Agência de Cooperação Internacional do Japão no Brasil, Akio Saito; o presidente das Associações Nipo-Brasileiras do Centro-Oeste, Hermínio Suguino; a assessora do secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Cecília Ishitani; o monge budista Ademar Kyotoshi Sato; e o presidente da Associação Nikei do Brasil, Waldemar Hiroshi Umeda. Agência Senado.

  • Exposição mostra o genocídio de ucranianos pela fome na década de 1930

    Foi inaugurada na quarta-feira (9) no Senado a exposição Ucrânia 1932-1933: Genocídio pela Fome. São 15 painéis montados na Senado Galeria (corredor de acesso ao Anexo 1) que mostram o contexto histórico e as consequências do programa de reorganização da agricultura dos estados soviéticos, durante o governo de Josef Stalin, que matou milhões de ucranianos. A mostra fica aberta à visitação do público até 18 de maio.

    O embaixador da Ucrânia no Brasil, Rostyslav Tronenko, abriu o evento agradecendo a oportunidade dada pelo gabinete do senador Alvaro Dias (Pode-PR) em realizar a exposição e ressaltou a necessidade de manter as lembranças do passado.

    — A solenidade de hoje é para olharmos o passado, avaliarmos o futuro e planejarmos o presente. Entre tantas coisas ruins que ocorreram no passado e que se vinculam ao presente, está, sem dúvida, o Holodomor ucraniano — disse. A palavra holodomor significa, em ucraniano, morte por fome. O termo é usado para descrever o extermínio por fome, programado pelo Estado soviético, de milhões de ucranianos no início da década de 1930.

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    Tronenko afirmou que o extermino de pessoas inocentes só foi possível devido à política de terror do regime soviético. Ele também culpou a repressão pela pouca divulgação da tragédia.

    — Se o Holodomor não tivesse sido calado e silenciado pela propaganda soviética, certamente o holocausto poderia ter sido evitado. O silêncio ensurdecedor dessa tragédia e a omissão criminosa desse fato hediondo fizeram com que a impunidade fosse possível de outras formas, com outros países.

    O embaixador lembrou que o Holodomor já foi reconhecido por dezenas de países, assim como por algumas câmaras de vereadores e assembleias legislativas brasileiras.

    — Nossa comunidade conta hoje com mais de 1 milhão de descendentes espalhados por todo o Brasil e aguarda ansiosa por uma posição brasileira a respeito do reconhecimento do Holodomor como genocídio ou crime contra a humanidade.

    O senador José Medeiros (Pode-MT), presente na inauguração, afirmou que a história é sempre contada pelos vencedores, que, no entanto, nem sempre contam a verdade. Ele lembrou que o tema do genocídio na Ucrânia já foi tratado em debate no Senado e elogiou a exposição.

    — É importante que eventos dessa natureza ocorram para que esses fatos sempre sejam lembrados. Não somente para a Ucrânia, mas para todos os povos.
    Exposição

    A mostra é uma iniciativa do gabinete do senador Alvaro Dias e da Embaixada da Ucrânia no Brasil. Otto Fernandes, assessor parlamentar do Senado, ressaltou que o objetivo é relembrar a tragédia e também levar mais informações sobre o acontecimento aos cidadãos.

    — É uma forma de lembrar o que os ucranianos chamam de genocídio. As imagens mostram como era o país antes, durante e depois da tragédia — disse Fernandes.

    Volodymyl Kokhno, representante da Embaixada da Ucrânia, explica que a exposição conta detalhes da catástrofe, também conhecida como “Holodomor, um massacre pela fome”.

    — O conhecimento desse fato é importante para que isso não seja repetido nunca mais. Após o Congresso Nacional, temos a intenção de levar a exposição a outros órgãos públicos da capital — afirmou Kokhno. Com informações da Agência Senado.