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  • Os maiores prêmios da Mega-Sena: saiba quais foram e como também

    Os maiores prêmios da Mega-Sena: saiba quais foram e como também

    A Mega-Sena é a maior loteria do Brasil, que sorteia milhões de reais duas vezes por semana, às quartas e aos sábados.

    Mas os prêmios mais cobiçados são os da Mega da Virada, que acontece todo ano no dia 31 de dezembro e distribui uma bolada acumulada ao longo do ano.

    Os recordistas da Mega Sena

    O maior prêmio já sorteado pela Mega Sena foi o da Mega da Virada de 2021, que pagou R$ 378.124.727,48 para dois ganhadores, um de Aracaju (SE) e outro de São Paulo (SP). Esse foi o maior valor nominal já pago pela loteria, sem considerar a correção pela inflação.

    O segundo maior prêmio foi o da Mega da Virada de 2020, que pagou R$ 325.250.216,44 para dois ganhadores, um de Uberlândia (MG) e outro de Mongaguá (SP). O terceiro maior prêmio foi o da Mega da Virada de 2017, que pagou R$ 306.718.743,68 para 17 ganhadores de diferentes estados.

    A lista completa dos maiores prêmios da Mega Sena pode ser vista nos sites abaixo . Nesses sites, você também pode conferir os números mais sorteados, as probabilidades de acerto e as estatísticas dos concursos.

    Como jogar na Mega-Sena

    Para jogar na Mega Sena, você deve escolher seis números entre 1 e 60 em uma cartela. Você pode apostar até 15 números por cartela, mas quanto mais números você escolher, mais cara fica a aposta. A aposta mínima de seis números custa R$ 4,50.

    Você ganha se acertar quatro (quadra), cinco (quina) ou seis (sena) números sorteados. A premiação é dividida entre os acertadores de cada faixa. A sena leva 35% do valor total, a quina leva 19% e a quadra leva 19%. Os outros 22% ficam acumulados para a Mega da Virada.

    Você pode deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha). Você também pode participar de bolões organizados pela Caixa ou por outras pessoas, aumentando suas chances de ganhar.

    Curiosidades sobre a Mega-Sena

    Você sabia que a Mega-Sena usa bolinhas especiais nos sorteios? Elas são feitas de um material chamado poliuretano e pesam cerca de 3 gramas cada uma. Elas são numeradas com tinta preta e têm um furo no centro para facilitar o manuseio. Elas são guardadas em malotes lacrados e auditados periodicamente.

    Você sabia que as chances de ganhar na Mega-Sena são muito baixas? Para acertar a sena com uma aposta simples de seis números, você tem uma probabilidade de uma em 50.063.860. Para acertar a quina, a probabilidade é de uma em 154.518. Para acertar a quadra, a probabilidade é de uma em 2.332.

    Você sabia que algumas cidades são mais sortudas do que outras na Mega Sena? Segundo um levantamento feito pela Caixa em 2020, São Paulo (SP) é a cidade que mais teve ganhadores na história da loteria, com 232 apostas premiadas. Em seguida vem Brasília (DF), com 105 ganhadores, e Rio de Janeiro (RJ), com 82 ganhadores.

    Mas os prêmios mais cobiçados são os da Mega da Virada, que acontece todo ano no dia 31 de dezembro e distribui uma bolada acumulada ao longo do ano.

    Os recordistas da Mega Sena

    O maior prêmio já sorteado pela Mega Sena foi o da Mega da Virada de 2021, que pagou R$ 378.124.727,48 para dois ganhadores, um de Aracaju (SE) e outro de São Paulo (SP). Esse foi o maior valor nominal já pago pela loteria, sem considerar a correção pela inflação.

    O segundo maior prêmio foi o da Mega da Virada de 2020, que pagou R$ 325.250.216,44 para dois ganhadores, um de Uberlândia (MG) e outro de Mongaguá (SP). O terceiro maior prêmio foi o da Mega da Virada de 2017, que pagou R$ 306.718.743,68 para 17 ganhadores de diferentes estados.

    A lista completa dos maiores prêmios da Mega Sena pode ser vista nos sites abaixo . Nesses sites, você também pode conferir os números mais sorteados, as probabilidades de acerto e as estatísticas dos concursos.

    Como jogar na Mega-Sena

    Para jogar na Mega Sena, você deve escolher seis números entre 1 e 60 em uma cartela. Você pode apostar até 15 números por cartela, mas quanto mais números você escolher, mais cara fica a aposta. A aposta mínima de seis números custa R$ 4,50.

    Você ganha se acertar quatro (quadra), cinco (quina) ou seis (sena) números sorteados. A premiação é dividida entre os acertadores de cada faixa. A sena leva 35% do valor total, a quina leva 19% e a quadra leva 19%. Os outros 22% ficam acumulados para a Mega da Virada.

    Você pode deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha). Você também pode participar de bolões organizados pela Caixa ou por outras pessoas, aumentando suas chances de ganhar.

    Curiosidades sobre a Mega-Sena

    Você sabia que a Mega-Sena usa bolinhas especiais nos sorteios? Elas são feitas de um material chamado poliuretano e pesam cerca de 3 gramas cada uma. Elas são numeradas com tinta preta e têm um furo no centro para facilitar o manuseio. Elas são guardadas em malotes lacrados e auditados periodicamente.

    Você sabia que as chances de ganhar na Mega-Sena são muito baixas? Para acertar a sena com uma aposta simples de seis números, você tem uma probabilidade de uma em 50.063.860. Para acertar a quina, a probabilidade é de uma em 154.518. Para acertar a quadra, a probabilidade é de uma em 2.332.

    Você sabia que algumas cidades são mais sortudas do que outras na Mega Sena? Segundo um levantamento feito pela Caixa em 2020, São Paulo (SP) é a cidade que mais teve ganhadores na história da loteria, com 232 apostas premiadas. Em seguida vem Brasília (DF), com 105 ganhadores, e Rio de Janeiro (RJ), com 82 ganhadores.

  • Kit da Fiocruz previne transmissão de malária por transfusão de sangue

    Kit da Fiocruz previne transmissão de malária por transfusão de sangue

    Um novo kit desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pode ajudar a prevenir a transmissão da malária por meio de transfusões de sangue.

    O kit NAT Plus, que já está em uso em alguns hemocentros do país, é capaz de detectar a presença do parasita causador da doença no sangue doado, evitando que ele seja repassado para outras pessoas.

    A malária é uma doença infecciosa que afeta principalmente as populações pobres e vulneráveis da região amazônica. Ela é transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo protozoário Plasmodium, que invade as células vermelhas do sangue e provoca sintomas como febre, dor de cabeça e calafrios. Se não for tratada adequadamente, a malária pode levar a complicações graves e até à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022 foram registrados 129,1 mil casos e 50 óbitos por malária no Brasil, sendo que 99% dos casos ocorreram na região amazônica. O ministério tem como meta eliminar a malária no país até 2035, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é garantir a segurança transfusional, ou seja, evitar que o sangue doado esteja contaminado por agentes infecciosos. Para isso, o sangue coletado nos hemocentros passa por testes laboratoriais que detectam doenças como HIV, hepatite B e C, sífilis e doença de Chagas.

    No entanto, até recentemente não havia um teste específico para malária no Brasil. Isso fazia com que as pessoas que doavam sangue fossem impedidas de doar novamente por um período de seis meses a um ano se tivessem viajado para áreas endêmicas de malária ou apresentado sintomas da doença. Além disso, havia o risco de que o sangue doado estivesse infectado pelo Plasmodium sem que o doador soubesse, pois a doença pode ter um período de incubação variável.

    Para resolver esse problema, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) desenvolveu o kit NAT Plus, que utiliza a técnica de amplificação de ácidos nucleicos (NAT) para detectar o DNA do Plasmodium no sangue doado. O kit também testa simultaneamente para HIV, hepatite B e C, reduzindo o custo e o tempo dos exames.

    O kit NAT Plus foi implantado em 2022 em alguns hemocentros do país, como os de Manaus, Belém, Porto Velho e Rio Branco. Desde então, ele já identificou 12 bolsas de sangue contaminadas pelo parasita da malária, evitando que elas fossem transfundidas para até 48 receptores. Com isso, o kit contribui para a prevenção da transmissão da doença e para a redução do período de impedimento à doação de sangue de pessoas que estiveram em áreas endêmicas.

    O kit NAT Plus é um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem contribuir para a saúde pública e para o combate à malária no Brasil. A Fiocruz espera ampliar a produção e a distribuição do kit para outros hemocentros do país e também para outros países da América Latina e da África, onde a malária é endêmica. Assim, espera-se que mais vidas sejam salvas e que a meta de eliminação da malária seja alcançada.

    Fonte: Link.

    O kit NAT Plus, que já está em uso em alguns hemocentros do país, é capaz de detectar a presença do parasita causador da doença no sangue doado, evitando que ele seja repassado para outras pessoas.

    A malária é uma doença infecciosa que afeta principalmente as populações pobres e vulneráveis da região amazônica. Ela é transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo protozoário Plasmodium, que invade as células vermelhas do sangue e provoca sintomas como febre, dor de cabeça e calafrios. Se não for tratada adequadamente, a malária pode levar a complicações graves e até à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022 foram registrados 129,1 mil casos e 50 óbitos por malária no Brasil, sendo que 99% dos casos ocorreram na região amazônica. O ministério tem como meta eliminar a malária no país até 2035, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é garantir a segurança transfusional, ou seja, evitar que o sangue doado esteja contaminado por agentes infecciosos. Para isso, o sangue coletado nos hemocentros passa por testes laboratoriais que detectam doenças como HIV, hepatite B e C, sífilis e doença de Chagas.

    No entanto, até recentemente não havia um teste específico para malária no Brasil. Isso fazia com que as pessoas que doavam sangue fossem impedidas de doar novamente por um período de seis meses a um ano se tivessem viajado para áreas endêmicas de malária ou apresentado sintomas da doença. Além disso, havia o risco de que o sangue doado estivesse infectado pelo Plasmodium sem que o doador soubesse, pois a doença pode ter um período de incubação variável.

    Para resolver esse problema, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) desenvolveu o kit NAT Plus, que utiliza a técnica de amplificação de ácidos nucleicos (NAT) para detectar o DNA do Plasmodium no sangue doado. O kit também testa simultaneamente para HIV, hepatite B e C, reduzindo o custo e o tempo dos exames.

    O kit NAT Plus foi implantado em 2022 em alguns hemocentros do país, como os de Manaus, Belém, Porto Velho e Rio Branco. Desde então, ele já identificou 12 bolsas de sangue contaminadas pelo parasita da malária, evitando que elas fossem transfundidas para até 48 receptores. Com isso, o kit contribui para a prevenção da transmissão da doença e para a redução do período de impedimento à doação de sangue de pessoas que estiveram em áreas endêmicas.

    O kit NAT Plus é um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem contribuir para a saúde pública e para o combate à malária no Brasil. A Fiocruz espera ampliar a produção e a distribuição do kit para outros hemocentros do país e também para outros países da América Latina e da África, onde a malária é endêmica. Assim, espera-se que mais vidas sejam salvas e que a meta de eliminação da malária seja alcançada.

    Fonte: Link.

  • O que é IPCA-15 e por que ele é importante para a economia?

    O que é IPCA-15 e por que ele é importante para a economia?

    O IPCA-15 é um índice de preços que mede a variação do custo de vida das famílias brasileiras com renda de um a 40 salários mínimos, em 11 regiões metropolitanas do país, além de Brasília e Goiânia.

    O índice é calculado pelo IBGE e divulgado mensalmente, geralmente na terceira semana de cada mês.

    O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA, que é usado como referência para as metas de inflação do governo e para a política monetária do Banco Central. O IPCA-15 tem a mesma metodologia e o mesmo período de coleta do IPCA, mas com uma abrangência menor de produtos e serviços pesquisados.

    O IPCA-15 é importante para a economia porque reflete as expectativas dos agentes econômicos sobre o comportamento dos preços no curto prazo. Além disso, o índice pode influenciar as decisões de consumo, investimento, poupança e crédito dos consumidores e das empresas, bem como as negociações salariais e contratuais.

    O IPCA-15 também pode afetar o mercado financeiro, pois os investidores usam o índice como um termômetro da inflação e das perspectivas para a taxa básica de juros (Selic), que é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Em geral, quando o IPCA-15 supera as expectativas do mercado, há uma pressão para que o Copom aumente a Selic, visando conter a inflação. Por outro lado, quando o IPCA-15 fica abaixo das projeções, há um espaço para que o Copom reduza a Selic, estimulando a atividade econômica.

    O índice é calculado pelo IBGE e divulgado mensalmente, geralmente na terceira semana de cada mês.

    O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA, que é usado como referência para as metas de inflação do governo e para a política monetária do Banco Central. O IPCA-15 tem a mesma metodologia e o mesmo período de coleta do IPCA, mas com uma abrangência menor de produtos e serviços pesquisados.

    O IPCA-15 é importante para a economia porque reflete as expectativas dos agentes econômicos sobre o comportamento dos preços no curto prazo. Além disso, o índice pode influenciar as decisões de consumo, investimento, poupança e crédito dos consumidores e das empresas, bem como as negociações salariais e contratuais.

    O IPCA-15 também pode afetar o mercado financeiro, pois os investidores usam o índice como um termômetro da inflação e das perspectivas para a taxa básica de juros (Selic), que é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Em geral, quando o IPCA-15 supera as expectativas do mercado, há uma pressão para que o Copom aumente a Selic, visando conter a inflação. Por outro lado, quando o IPCA-15 fica abaixo das projeções, há um espaço para que o Copom reduza a Selic, estimulando a atividade econômica.

  • Horóscopo: uma pseudociência que pode prejudicar a sua vida

    Horóscopo: uma pseudociência que pode prejudicar a sua vida

    Se você é uma das milhões de pessoas que consultam diariamente as previsões astrológicas, talvez você deva saber que elas não têm nenhum embasamento científico.

    O horóscopo é uma tradição milenar que surgiu a partir da observação do céu e da crença de que os astros poderiam influenciar a vida humana.

    O horóscopo que conhecemos hoje é uma mistura de influências da astrologia babilônica, do conhecimento matemático dos egípcios e da filosofia grega. Por volta do século 5 a.C., foi criado o zodíaco, um círculo de 12 constelações que marcavam a trajetória do Sol naquela época. Cada constelação simbolizava um signo, que supostamente revelava características da personalidade e do destino das pessoas nascidas sob sua influência.

    No entanto, do ponto de vista científico, o horóscopo não é reconhecido. A astrologia é considerada uma superstição, sem nenhuma comprovação de que os astros tenham algum efeito sobre os seres humanos.

    Não há, segundo a ciência, uma comprovação de que a personalidade de uma pessoa seja influenciada pelo signo . No entanto, o horóscopo continua sendo uma fonte de entretenimento e autoconhecimento para muitos adeptos.

    Se você quer saber mais sobre si mesmo e sobre o seu futuro, não se baseie no horóscopo. Busque outras formas de autoconhecimento e de planejamento, que sejam mais racionais e realistas. Lembre-se de que você é o único responsável pela sua vida e pelas suas escolhas.

    O horóscopo é uma tradição milenar que surgiu a partir da observação do céu e da crença de que os astros poderiam influenciar a vida humana.

    O horóscopo que conhecemos hoje é uma mistura de influências da astrologia babilônica, do conhecimento matemático dos egípcios e da filosofia grega. Por volta do século 5 a.C., foi criado o zodíaco, um círculo de 12 constelações que marcavam a trajetória do Sol naquela época. Cada constelação simbolizava um signo, que supostamente revelava características da personalidade e do destino das pessoas nascidas sob sua influência.

    No entanto, do ponto de vista científico, o horóscopo não é reconhecido. A astrologia é considerada uma superstição, sem nenhuma comprovação de que os astros tenham algum efeito sobre os seres humanos.

    Não há, segundo a ciência, uma comprovação de que a personalidade de uma pessoa seja influenciada pelo signo . No entanto, o horóscopo continua sendo uma fonte de entretenimento e autoconhecimento para muitos adeptos.

    Se você quer saber mais sobre si mesmo e sobre o seu futuro, não se baseie no horóscopo. Busque outras formas de autoconhecimento e de planejamento, que sejam mais racionais e realistas. Lembre-se de que você é o único responsável pela sua vida e pelas suas escolhas.

  • Restituição do IRPF 2023: consulta ao terceiro lote já está disponível

    Restituição do IRPF 2023: consulta ao terceiro lote já está disponível

    A Receita Federal liberou nesta terça-feira (25) a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2023. O lote contempla também restituições residuais de exercícios anteriores, desde 2008.

    O crédito bancário para 5.632.036 contribuintes será realizado no dia 31 de julho, no valor total de RS 7,5 bilhões.

    Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet ou o aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Na consulta, é possível verificar o status da declaração e a data prevista para o depósito da restituição.

    A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Caso o contribuinte não faça o resgate nesse prazo, deverá requerer o valor no Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal. Caso a restituição não seja depositada na conta informada na declaração, o contribuinte poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco.

    A Receita Federal lembra que não envia e-mails, SMS ou telefonemas solicitando dados pessoais ou bancários dos contribuintes. Qualquer comunicação dessa natureza deve ser ignorada, pois pode se tratar de uma tentativa de fraude.

    O próximo lote de restituição do IRPF 2023 está previsto para ser liberado em 31 de agosto. A Receita Federal irá pagar cinco lotes neste ano, sendo o último em 30 de setembro. O cronograma foi reduzido em relação aos anos anteriores, quando eram pagos sete lotes.

    O crédito bancário para 5.632.036 contribuintes será realizado no dia 31 de julho, no valor total de RS 7,5 bilhões.

    Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet ou o aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Na consulta, é possível verificar o status da declaração e a data prevista para o depósito da restituição.

    A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Caso o contribuinte não faça o resgate nesse prazo, deverá requerer o valor no Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal. Caso a restituição não seja depositada na conta informada na declaração, o contribuinte poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco.

    A Receita Federal lembra que não envia e-mails, SMS ou telefonemas solicitando dados pessoais ou bancários dos contribuintes. Qualquer comunicação dessa natureza deve ser ignorada, pois pode se tratar de uma tentativa de fraude.

    O próximo lote de restituição do IRPF 2023 está previsto para ser liberado em 31 de agosto. A Receita Federal irá pagar cinco lotes neste ano, sendo o último em 30 de setembro. O cronograma foi reduzido em relação aos anos anteriores, quando eram pagos sete lotes.

  • 25 de julho é feriado?

    25 de julho é feriado?

    Você sabia que o dia 25 de julho é um dia especial em algumas partes do Brasil? Neste post, vou contar um pouco sobre os motivos que levam alguns estados e municípios a celebrarem essa data com feriado.

    No Amapá, o dia 25 de julho é o Dia de São Tiago, o padroeiro do estado. Segundo a tradição católica, São Tiago foi um dos doze apóstolos de Jesus e morreu como mártir na Palestina. Ele é considerado o protetor dos peregrinos, dos trabalhadores e dos guerreiros. No Amapá, há uma grande festa em sua honra, com procissões, missas e manifestações culturais.

    No Maranhão, o dia 25 de julho é o Dia da Adesão do Maranhão à Independência do Brasil. Essa data marca o momento em que o estado se juntou ao movimento que libertou o país do domínio português, em 1823. Na época, o Maranhão era governado por uma junta leal a Portugal, que resistiu à independência proclamada por Dom Pedro I em 1822. Após uma série de conflitos, os maranhenses conseguiram expulsar os portugueses e aderir à nova nação.

    Na Bahia, o dia 25 de julho é o Dia da Independência da Bahia. Essa data comemora a vitória dos baianos sobre as tropas portuguesas, que tentavam impedir a consolidação da independência do Brasil. A luta durou quase um ano, entre 1822 e 1823, e envolveu diversos segmentos da sociedade baiana, como negros, índios, brancos e mestiços. A batalha final ocorreu no dia 2 de julho de 1823, quando os portugueses se renderam e deixaram a Bahia.

    Em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, o dia 25 de julho é o Dia do Colono. Essa data homenageia a imigração alemã no Brasil, que teve início em 1824. Os primeiros imigrantes alemães chegaram ao Rio Grande do Sul em busca de melhores condições de vida e trabalho. Eles se estabeleceram em diversas regiões do estado, contribuindo para o desenvolvimento econômico, social e cultural. Em Santa Cruz do Sul, a presença alemã é marcante na arquitetura, na gastronomia, na música e nas festas típicas.

    No Amapá, o dia 25 de julho é o Dia de São Tiago, o padroeiro do estado. Segundo a tradição católica, São Tiago foi um dos doze apóstolos de Jesus e morreu como mártir na Palestina. Ele é considerado o protetor dos peregrinos, dos trabalhadores e dos guerreiros. No Amapá, há uma grande festa em sua honra, com procissões, missas e manifestações culturais.

    No Maranhão, o dia 25 de julho é o Dia da Adesão do Maranhão à Independência do Brasil. Essa data marca o momento em que o estado se juntou ao movimento que libertou o país do domínio português, em 1823. Na época, o Maranhão era governado por uma junta leal a Portugal, que resistiu à independência proclamada por Dom Pedro I em 1822. Após uma série de conflitos, os maranhenses conseguiram expulsar os portugueses e aderir à nova nação.

    Na Bahia, o dia 25 de julho é o Dia da Independência da Bahia. Essa data comemora a vitória dos baianos sobre as tropas portuguesas, que tentavam impedir a consolidação da independência do Brasil. A luta durou quase um ano, entre 1822 e 1823, e envolveu diversos segmentos da sociedade baiana, como negros, índios, brancos e mestiços. A batalha final ocorreu no dia 2 de julho de 1823, quando os portugueses se renderam e deixaram a Bahia.

    Em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, o dia 25 de julho é o Dia do Colono. Essa data homenageia a imigração alemã no Brasil, que teve início em 1824. Os primeiros imigrantes alemães chegaram ao Rio Grande do Sul em busca de melhores condições de vida e trabalho. Eles se estabeleceram em diversas regiões do estado, contribuindo para o desenvolvimento econômico, social e cultural. Em Santa Cruz do Sul, a presença alemã é marcante na arquitetura, na gastronomia, na música e nas festas típicas.

  • Qual a diferença entre o vale alimentação e o vale refeição?

    Qual a diferença entre o vale alimentação e o vale refeição?

    O vale alimentação e o vale refeição são benefícios concedidos pelas empresas aos seus funcionários para auxiliar nas despesas com alimentação.

    Mas você sabe qual é a diferença entre eles e como escolher o melhor para o seu caso?

    O vale alimentação é um cartão que pode ser usado em supermercados, padarias, açougues e outros estabelecimentos que vendem alimentos in natura ou industrializados. Já o vale refeição é um cartão que pode ser usado em restaurantes, lanchonetes, cafeterias e outros locais que oferecem refeições prontas.

    A escolha entre um ou outro depende de vários fatores, como o perfil do funcionário, a rotina de trabalho, a oferta de estabelecimentos na região, o valor do benefício e as preferências pessoais. Algumas vantagens e desvantagens de cada um são:

    • Vale alimentação: permite comprar alimentos para preparar em casa, o que pode ser mais econômico e saudável; porém, exige tempo e habilidade para cozinhar, além de espaço para armazenar os alimentos.

    • Vale refeição: permite comer fora de casa, o que pode ser mais prático e variado; porém, pode ser mais caro e menos nutritivo, dependendo da qualidade e da quantidade da refeição.

    Além disso, é importante saber que os dois benefícios têm regras diferentes de tributação e desconto. O vale alimentação é isento de imposto de renda e contribuição previdenciária, mas pode ter um desconto de até 20% do valor do benefício no salário do funcionário. Já o vale refeição é tributado pelo imposto de renda e pela contribuição previdenciária, mas tem um desconto máximo de 4% do valor do benefício no salário do funcionário.

    Portanto, antes de optar por um ou outro benefício, é recomendável fazer uma análise das suas necessidades e possibilidades, considerando os aspectos financeiros, nutricionais e comportamentais. Assim, você poderá aproveitar melhor o seu vale alimentação ou vale refeição e garantir uma alimentação adequada para a sua saúde e bem-estar.

    Mas você sabe qual é a diferença entre eles e como escolher o melhor para o seu caso?

    O vale alimentação é um cartão que pode ser usado em supermercados, padarias, açougues e outros estabelecimentos que vendem alimentos in natura ou industrializados. Já o vale refeição é um cartão que pode ser usado em restaurantes, lanchonetes, cafeterias e outros locais que oferecem refeições prontas.

    A escolha entre um ou outro depende de vários fatores, como o perfil do funcionário, a rotina de trabalho, a oferta de estabelecimentos na região, o valor do benefício e as preferências pessoais. Algumas vantagens e desvantagens de cada um são:

    • Vale alimentação: permite comprar alimentos para preparar em casa, o que pode ser mais econômico e saudável; porém, exige tempo e habilidade para cozinhar, além de espaço para armazenar os alimentos.

    • Vale refeição: permite comer fora de casa, o que pode ser mais prático e variado; porém, pode ser mais caro e menos nutritivo, dependendo da qualidade e da quantidade da refeição.

    Além disso, é importante saber que os dois benefícios têm regras diferentes de tributação e desconto. O vale alimentação é isento de imposto de renda e contribuição previdenciária, mas pode ter um desconto de até 20% do valor do benefício no salário do funcionário. Já o vale refeição é tributado pelo imposto de renda e pela contribuição previdenciária, mas tem um desconto máximo de 4% do valor do benefício no salário do funcionário.

    Portanto, antes de optar por um ou outro benefício, é recomendável fazer uma análise das suas necessidades e possibilidades, considerando os aspectos financeiros, nutricionais e comportamentais. Assim, você poderá aproveitar melhor o seu vale alimentação ou vale refeição e garantir uma alimentação adequada para a sua saúde e bem-estar.

  • Cookies de Terceiros: O que são e como afetam a sua privacidade online

    Cookies de Terceiros: O que são e como afetam a sua privacidade online

    Você já se perguntou como alguns sites sabem o que você gosta, o que você procura ou onde você está? A resposta pode estar nos cookies de terceiros, pequenos arquivos de texto que são armazenados no seu navegador quando você visita certos sites.

    Esses cookies podem coletar e transmitir informações sobre o seu comportamento online para outras empresas, que podem usá-las para fins de marketing, análise ou personalização. Mas o que são exatamente os cookies de terceiros, como eles funcionam e quais são os seus riscos e benefícios? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto.

    O que são cookies de terceiros?

    Cookies são pequenos arquivos de texto que são criados e armazenados no seu navegador quando você visita um site. Eles servem para vários propósitos, como lembrar as suas preferências, facilitar o seu login, otimizar o desempenho do site ou mostrar anúncios relevantes. Os cookies podem ser classificados em dois tipos: cookies de primeira parte e cookies de terceiros.

    Os cookies de primeira parte são aqueles que são definidos pelo próprio site que você está visitando. Eles geralmente são necessários para o funcionamento do site ou para oferecer uma melhor experiência ao usuário. Por exemplo, um cookie de primeira parte pode lembrar o seu carrinho de compras, o seu idioma ou a sua localização.

    Os cookies de terceiros são aqueles que são definidos por um outro site que você está no momento. Eles permitem que os anunciantes ou as empresas de análise acompanhem o histórico de navegação de um indivíduo em toda a Web, nos sites que contêm seus anúncios. Um exemplo é o botão “Like” do Facebook. Você pode adicionar um botão “Curtir” no seu site, e esse botão armazena um cookie no computador do visitante, que envia informações de volta para o Facebook.

    Como os cookies de terceiros funcionam?

    Os cookies de terceiros funcionam da seguinte forma: quando você visita um site que contém um elemento de outro site, como um banner publicitário, um pixel de rastreamento ou um botão de rede social, esse elemento solicita ao seu navegador que armazene um cookie de terceiros no seu dispositivo. Esse cookie contém um identificador único que permite ao site de origem reconhecer o seu navegador em outras páginas da Web. Dessa forma, o site de origem pode coletar informações sobre os sites que você visita, as páginas que você visualiza, os produtos que você pesquisa ou compra, os formulários que você preenche ou as suas interações com os anúncios.

    Essas informações podem ser usadas para vários fins, como:

    • Personalizar a publicidade: os cookies de terceiros permitem aos anunciantes mostrar anúncios mais relevantes e direcionados aos seus interesses, com base no seu perfil e no seu comportamento online. Por exemplo, se você pesquisar por um produto em um site, é possível que você veja anúncios desse produto em outros sites que você visitar.

    • Medir a eficácia da publicidade: os cookies de terceiros permitem aos anunciantes medir quantas pessoas viram, clicaram ou compraram a partir dos seus anúncios, e quais foram os resultados dessas ações. Por exemplo, se você clicar em um anúncio e comprar um produto em outro site, o cookie de terceiros pode informar ao anunciante que a sua compra foi influenciada pelo anúncio.

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    Esses cookies podem coletar e transmitir informações sobre o seu comportamento online para outras empresas, que podem usá-las para fins de marketing, análise ou personalização. Mas o que são exatamente os cookies de terceiros, como eles funcionam e quais são os seus riscos e benefícios? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse assunto.

    O que são cookies de terceiros?

    Cookies são pequenos arquivos de texto que são criados e armazenados no seu navegador quando você visita um site. Eles servem para vários propósitos, como lembrar as suas preferências, facilitar o seu login, otimizar o desempenho do site ou mostrar anúncios relevantes. Os cookies podem ser classificados em dois tipos: cookies de primeira parte e cookies de terceiros.

    Os cookies de primeira parte são aqueles que são definidos pelo próprio site que você está visitando. Eles geralmente são necessários para o funcionamento do site ou para oferecer uma melhor experiência ao usuário. Por exemplo, um cookie de primeira parte pode lembrar o seu carrinho de compras, o seu idioma ou a sua localização.

    Os cookies de terceiros são aqueles que são definidos por um outro site que você está no momento. Eles permitem que os anunciantes ou as empresas de análise acompanhem o histórico de navegação de um indivíduo em toda a Web, nos sites que contêm seus anúncios. Um exemplo é o botão “Like” do Facebook. Você pode adicionar um botão “Curtir” no seu site, e esse botão armazena um cookie no computador do visitante, que envia informações de volta para o Facebook.

    Como os cookies de terceiros funcionam?

    Os cookies de terceiros funcionam da seguinte forma: quando você visita um site que contém um elemento de outro site, como um banner publicitário, um pixel de rastreamento ou um botão de rede social, esse elemento solicita ao seu navegador que armazene um cookie de terceiros no seu dispositivo. Esse cookie contém um identificador único que permite ao site de origem reconhecer o seu navegador em outras páginas da Web. Dessa forma, o site de origem pode coletar informações sobre os sites que você visita, as páginas que você visualiza, os produtos que você pesquisa ou compra, os formulários que você preenche ou as suas interações com os anúncios.

    Essas informações podem ser usadas para vários fins, como:

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  • Novo ciclone, seca e chuva: confira as mudanças climáticas que vão afetar o Brasil nesta semana

    Novo ciclone, seca e chuva: confira as mudanças climáticas que vão afetar o Brasil nesta semana

    O Brasil começa a semana com diferentes condições climáticas nas regiões, com destaque para o tempo seco em São Paulo, a frente fria e o ciclone no Sul e a infiltração marítima no Nordeste.

    Confira os detalhes da previsão para cada região:

    São Paulo

    O estado de São Paulo começa a semana sob forte influência do ar seco, que impede a formação de nuvens de chuva e reduz a umidade relativa do ar. As temperaturas continuam amenas nas madrugadas e manhãs, mas sobem no período da tarde. A capital paulista volta a chover e esfriar entre quinta-feira e sexta-feira, com a passagem de uma nova frente fria. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura mínima prevista para esta segunda-feira é de 14°C e a máxima de 28°C. A umidade relativa do ar pode chegar a 25%, considerada estado de atenção pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Sul

    A semana já começa com mudanças no Rio Grande do Sul, onde uma frente fria contribui para a formação de instabilidades, especialmente no sul e sudeste do estado, onde há potencial para fortes temporais. Na terça-feira, um cavado dá origem a um novo ciclone, que atua próximo à costa da região Sul na quarta-feira, trazendo chuva mais forte para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Na quinta-feira e na sexta-feira, o tempo fica mais estável no Rio Grande do Sul, mas a chuva ganha mais intensidade no litoral do Paraná e de Santa Catarina. De acordo com o Inmet, Porto Alegre pode ter mínima de 15°C e máxima de 24°C nesta segunda-feira, com pancadas de chuva à tarde e à noite.

    Centro-Oeste

    O interior paulista segue com destaque para o tempo firme e extremamente seco, assim como em toda a região central do Brasil. Cuiabá segue com umidade relativa do ar em alerta, com índices inferiores a 20%. Dia de sol e calor na cidade do Rio de Janeiro e em Campo Grande. O Inmet prevê mínima de 19°C e máxima de 36°C para Cuiabá nesta segunda-feira, com céu claro e baixa umidade.

    Nordeste

    A infiltração marítima continua favorecendo nuvens de chuva sobre o litoral do Nordeste, com atenção para o litoral do Pernambuco e de Alagoas. Salvador começa a segunda-feira com céu mais encoberto, mas o risco de temporais já diminui. No Ceará, ventos que variam de 40 a 60 km/h no decorrer do dia e pouca chuva em Fortaleza. O Inmet indica mínima de 23°C e máxima de 29°C para Salvador nesta segunda-feira, com possibilidade de chuva fraca.

    Norte

    O ar quente e úmido ainda favorece pancadas de chuva sobre o norte do Amazonas, oeste e litoral do Pará, mas não há risco de grandes acumulados. Apenas Boa Vista, em Roraima, segue em atenção para chuva moderada a forte. Já Porto Velho, em Rondônia, Palmas, no Tocantins e Rio Branco, no Acre, continuam com tempo firme e muito sol. O Inmet estima mínima de 22°C e máxima de 33°C para Porto Velho nesta segunda-feira, com céu claro e sol forte.

    Confira os detalhes da previsão para cada região:

    São Paulo

    O estado de São Paulo começa a semana sob forte influência do ar seco, que impede a formação de nuvens de chuva e reduz a umidade relativa do ar. As temperaturas continuam amenas nas madrugadas e manhãs, mas sobem no período da tarde. A capital paulista volta a chover e esfriar entre quinta-feira e sexta-feira, com a passagem de uma nova frente fria. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura mínima prevista para esta segunda-feira é de 14°C e a máxima de 28°C. A umidade relativa do ar pode chegar a 25%, considerada estado de atenção pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Sul

    A semana já começa com mudanças no Rio Grande do Sul, onde uma frente fria contribui para a formação de instabilidades, especialmente no sul e sudeste do estado, onde há potencial para fortes temporais. Na terça-feira, um cavado dá origem a um novo ciclone, que atua próximo à costa da região Sul na quarta-feira, trazendo chuva mais forte para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Na quinta-feira e na sexta-feira, o tempo fica mais estável no Rio Grande do Sul, mas a chuva ganha mais intensidade no litoral do Paraná e de Santa Catarina. De acordo com o Inmet, Porto Alegre pode ter mínima de 15°C e máxima de 24°C nesta segunda-feira, com pancadas de chuva à tarde e à noite.

    Centro-Oeste

    O interior paulista segue com destaque para o tempo firme e extremamente seco, assim como em toda a região central do Brasil. Cuiabá segue com umidade relativa do ar em alerta, com índices inferiores a 20%. Dia de sol e calor na cidade do Rio de Janeiro e em Campo Grande. O Inmet prevê mínima de 19°C e máxima de 36°C para Cuiabá nesta segunda-feira, com céu claro e baixa umidade.

    Nordeste

    A infiltração marítima continua favorecendo nuvens de chuva sobre o litoral do Nordeste, com atenção para o litoral do Pernambuco e de Alagoas. Salvador começa a segunda-feira com céu mais encoberto, mas o risco de temporais já diminui. No Ceará, ventos que variam de 40 a 60 km/h no decorrer do dia e pouca chuva em Fortaleza. O Inmet indica mínima de 23°C e máxima de 29°C para Salvador nesta segunda-feira, com possibilidade de chuva fraca.

    Norte

    O ar quente e úmido ainda favorece pancadas de chuva sobre o norte do Amazonas, oeste e litoral do Pará, mas não há risco de grandes acumulados. Apenas Boa Vista, em Roraima, segue em atenção para chuva moderada a forte. Já Porto Velho, em Rondônia, Palmas, no Tocantins e Rio Branco, no Acre, continuam com tempo firme e muito sol. O Inmet estima mínima de 22°C e máxima de 33°C para Porto Velho nesta segunda-feira, com céu claro e sol forte.

  • COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores do King’s College London revelou que pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração, ou seja, que apresentam sintomas persistentes da doença por mais de 12 semanas, podem ter sua função cerebral prejudicada por até dois anos após a infecção pelo vírus.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

    Fonte: Link.