Médicos que trabalharam na operadora de saúde denunciaram que foram coagidos a prescrever os remédios do kit covid e que foram forçados a trabalhar enquanto estavam infectados com o novo coronavírus.
Em março, o Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito civil após uma reportagem da GloboNews com testemunho dos médicos.
A entrega da receita com os medicamentos, que não têm eficácia comprovada para a Covid-19, era feita antes mesmo da consulta e sem analisar o perfil dos clientes.
O MP também investiga o uso de medicamentos sem eficácia comprovada, como flutamida, etanercepte, heparina inalatória e ozonioterapia.
Segundo a reportagem da GloboNews, a Prevent Senior ainda está prescrevendo duas medicações aos pacientes. A bicalutamida, um inibidor de hormônios masculinos, contraindicado para mulheres, e a chamada “Pílula do Açaí”.
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