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  • Filme sobre assédios cometidos por Harvey Weinstein está em produção

    A produtora de filmes de JonBenet, Kitty Green, está em fase de pré-produção para seu próximo filme, que vai contar a história do dia a dia na vida dos assistentes de Harvey Weinstein.

    O filme, atualmente sem título, é produzido pela mesma equipe que fez Jon Castin, Jon Macaulay e James Schamus.

    Green passou quase um ano pesquisando centenas de registros e documentos públicos e conduzindo dezenas de entrevistas, coletando uma enorme reserva de impressões da experiência diária vivida de décadas de trabalho das centenas de funcionárias que trabalharam para Harvey.

    “A parte mais difícil de todas as minhas pesquisas foi a natureza repetitiva e banal do reinado de Weinstein, que durou mais de trinta anos, sobre as centenas de jovens. Quando você imagina um dia do que deve ter sido na vida dessas pessoas, é aterrorizante”, disse Green.

    O elenco e outros detalhes de produção serão anunciados em breve.

  • Burt Reynolds não filmou seu papel em “Era uma vez em Hollywood”, de Tarantino

    Burt Reynolds, que morreu nesta quinta-feira (6) aos 82 anos, não aparecerá em “Era uma vez em Hollywood”, novo filme de Quentin Tarantino. O lendário ator estava escalado para estrelar o filme, que está atualmente sendo filmando em Los Angeles, mas várias fontes confirmam que Reynolds faleceu antes de filmar suas cenas.

    De acordo com a THR, Reynolds estava programado para começar a filmar seu papel em questão de semanas. A sobrinha de Reynolds, Nancy Lee Hess, confirmou em um comunicado.

    “Meu tio estava ansioso para trabalhar com Quentin Tarantino e com o incrível elenco que foi montado”, disse ela.

    Reynolds e Tarantino pareciam uma combinação feita. O diretor é conhecido por lançar ícones de seus filmes favoritos, um status sem dúvida compartilhado por Reynolds. O ator foi escalado para estrelar “Era uma vez em Hollywood” como George Spahn, o dono da fazenda onde Charles Manson e seus seguidores viveram durante os infames assassinatos da Família Manson.

    Descrito como um drama de histórias cruzadas em 1969, o filme vai abordar a história dos assassinatos de Manson com o conto de Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), uma estrela ocidental em decadência tentando entender as rápidas mudanças que acontecem em Hollywood.

    Reynolds foi escalado para co-estrelar ao lado de um elenco, incluindo Brad Pitt como dublê de Dalton, Al Pacino como agente de Dalton e Margot Robbie como Sharon Tate. O elenco conta também com Lena Dunham, Maya Hawke, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Luke Perry, Dakota Fanning, James Marsden, Clifton Collins, Keith Jefferson, Emile Hirsch, Tim Roth, Michael Madsen, Scoot McNairy e Nicholas Hammond, entre outros.

  • Por que a esquerda dissemina tanto ódio?

    Nesta quinta-feira (06) o candidato à Presidência, Jair Bolsonaro sofreu um atentado na cidade de Juiz de Fora em MG, onde fazia campanha.

    Bolsonaro foi atacado por Adélio Bispo de Oliveira, militante de esquerda, que esteve filiado ao PSOL anos atrás.

    Adélio era um esquerdista declarado. Em seu perfil no Facebook, postou diversas mensagens, críticas ao candidato e várias fotos em manifestações em apoio ao ex-presidente Lula.

    Há também frases exaltando o comunismo e o ditador Nicolás Maduro. Também fez ataques a políticos, como a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), candidata a vice-presidente da chapa de Geraldo Alckmin (PSDB).

    Mas Bolsonaro é sem dúvida o mais citado. Há várias postagens ilógicas e confusas, sempre relatando supostas conspirações.

    Adélio Bispo de Oliveira não é o único. Todos os dias vemos a militância de esquerda destilando ódio pela internet a fora.

    Nos grupos de WhatsApp chovem vídeos, áudios, textos e as mais diversas notícias falsas (Fake News) sobre os alvos escolhidos por eles.

    Desta vez, infelizmente, o ataque não ficou apenas no mundo virtual.

    Ataque que, começou em 2002, na campanha do então candidato a presidência, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Lá, no início do século, Lula inaugurou o “nós contra eles” separando para sempre o Brasil. Com seu discurso de “ricos contra pobres”, “brancos contra negros” “homens contra mulheres” e, mais tarde, “héteros contra homos”, o governo petista dividiu o país.

    Já no governo Dilma, onde essa estratégia já estava escancarada, a guerra piorou com alguns veículos de imprensa adotando também essa ideologia.

    O resultado disso foi o que vimos nesta quinta (06) em Juiz de Fora.

    Mas por que tanto ódio? Por que a esquerda odeia tanto quem não faz parte do seu círculo ou simplesmente não concorda com a sua ideologia?

    https://www.youtube.com/watch?v=e1ShzY0Ygr8

    Todos os dias vemos manifestações contra a família, religiões, o conservadorismo, contra homem, branco, hétero, americano, etc. Ódio e mais ódio sendo alimentado por grupos declaradamente de esquerda seguindo uma cartilha debaixo dos braços: “temos que odiar esses aqui”.

    São inúmeras as teorias da conspiração que surgem dia após dia, todas envolvendo os EUA, empresários, maçons, ricos, CIA, etc. Sempre os mesmo “vilões” dessa gente.

    É claro que não podemos generalizar. Há, por exemplo, grupos esquerdistas, como o PSDB, que não agem como trogloditas raivosos. Mas em sua maioria, os partidos de esquerda vivem de alimentar o ódio entre as classe.

    Até quando isso vai durar? Esse pessoal não pode descer do salto pelo menos uma vez e tentar lutar por um país melhor? Tentar lutar pela real igualdade? Lutar verdadeiramente pela minoria? Até quando vão usar os pobres e oprimidos como massa de manobra? Por que não sentar e tentar construir um país melhor e igual para todos?

    Ninguém sai ganhando de uma política feita assim. Tentar achar um culpado por todos os problemas na sua vida, não resolvem os problemas. Esse modo esquerdista de viver contamina pessoas mentalmente fracas, fazendo com que elas tenham atitudes como a de Adélio.

    Após o atentado, a discussão deveria ser “a que ponto chegamos?” e “como poderemos reverter isso?”. Mas não, agora chegamos num ponto em que a discussão é “quem incita o ódio é o Bolsonaro”.

    Pois bem, lembro aqui, neste texto, que a esquerda sempre incitou o ódio. Sempre. Desde o golpe militar de 1964, quando, na época, cometeram vários crimes violentos.

    O porquê disso, eu já não sei. Não me interessa vascular o passado pra tentar descobrir quem começou a incitar o ódio. O que me interessa, e o que deveria interessar a esses grupos é: como podemos fazer um país melhor daqui pra frente?

  • Atentado ao candidato Jair Bolsonaro foi cometido por militante de esquerda

    O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro sofreu um atentado na tarde desta quinta-feira (06) em Juiz de Fora, MG, onde fazia campanha.

    Segundo, Flávio Bolsonaro, filho do candidato, a perfuração atingiu vários órgãos.

    “A perfuração atingiu parte do fígado, do pulmão e da alça do intestino. Perdeu muito sangue, chegou ao hospital com pressão de 10/3”, relatou.

    A Polícia Militar de Minas Gerais identificou o autor do ataque como Adélio Bispo de Oliveira, natural de Montes Claros, MG.

    Segundo informa O Antagonista, em seu perfil no Facebook, o agressor postou diversas mensagens, críticas ao candidato do PSL e várias fotos em manifestações em apoio ao ex-presidente Lula.

    Além disso, segundo informações da Rádio Jovem Pan, Adélio Bispo de Oliveira também foi filiado ao PSOL em 2013.

    O atentado aconteceu no momento em que Bolsonaro lidera as pesquisas de opinião logo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter rejeitado a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

  • Jair Bolsonaro sofre atentado e tem fígado, pulmão e intestino atingidos

    O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro foi esfaqueado na tarde desta quinta-feira (06) em Juiz de Fora, MG, onde fazia campanha.

    Pelo Twitter, Flávio Bolsonaro, o filho do candidato, afirmou que o episódio “infelizmente foi mais grave do que esperávamos”.

    O filho de Bolsonaro deu informações acerca da extensão do dano e dos órgãos atingidos.

    “A perfuração atingiu parte do fígado, do pulmão e da alça do intestino. Perdeu muito sangue, chegou ao hospital com pressão de 10/3”, relatou.

    O atentado aconteceu no momento em que Bolsonaro lidera as pesquisas de opinião logo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter rejeitado a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

  • Confira o que abre e o que fecha no DF neste 7 de setembro

    Fique atento ao que abre e fecha no feriado de 7 de setembro. Dezesseis delegacias da Polícia Civil (DP) vão funcionar em sistema de plantão 24 horas.

    São elas: a 1ª DP, na Asa Sul; a 4ª DP, no Guará 2; a 5ª DP, na Asa Norte; 6ª DP, no Paranoá; a 12ª DP, no centro de Taguatinga; a 13ª DP, em Sobradinho; a 18ª DP, em Brazlândia; a 20ª DP, no Gama; a 21ª DP, em Taguatinga Sul; as 23ª e 24ª Delegacias de Polícia, em Ceilândia; a 26ª em Samambaia Norte; a 27ª DP, no Recanto das Emas; a 30ª DP, em São Sebastião; a 31ª DP, em Planaltina, e a 33ª DP, em Santa Maria.

    Também funcionam 24h a Delegacia de Atendimento à Mulher, na Asa Sul, e as duas delegacias da Criança e do Adolescente, localizadas na Asa Norte e em Taguatinga. As demais delegacias funcionam das 9h às 19h, nos dias úteis, para atendimento ao público.

    Os hospitais e as unidades de pronto-atendimento (UPAs) vão funcionar normalmente durante o feriado. As unidades básicas de saúde (UBS) e os ambulatórios estarão fechados.

    Os bancos estarão fechados durante o feriado e só retomam as atividades normais na segunda-feira, dia 10.

    Para quem pretende aproveitar o feriado fora de casa, o zoológico vai abrir normalmente, de 8h30 às 17h. A entrada é R$ 10 a inteira.

    O Parque Nacional de Brasília, conhecido como Água Mineral, também vai funcionar das 9h às 17h, com entradas à R$ 13.

    Outra opção é o Jardim Botânico, que estará de portas abertas neste feriado. O horário de funcionamento será de 9h às 17h. A entrada custa R$ 5 por pessoa. Crianças de até 12 anos incompletos, idosos a partir dos 60 anos e portadores de necessidades especiais não pagam.

  • Traficante Nem é condenado a 66 anos de prisão por crime de homicídio

    O Terceiro Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou, no fim da noite desta quarta-feira, o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem, a 66 anos de prisão, pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver cometidos contra a modelo Luana Rodrigues de Sousa, de 20 anos, e a amiga dela, Andressa de Oliveira, de 20.

    Além de Nem, também foi condenado no mesmo julgamento Thiago de Souza Cheru, que foi sentenciado a 30 anos e quatro meses de reclusão. Já os réus Anderson Rosa Mendonça e Rodrigo Belo Fereira foram absolvidos.

    Todos os reús Já estava presos por outros crimes e participaram do julgamento por videoconferência, com exceção de Anderson que pediu para não participar da sessão. O julgamento começou na terça-feira, mas teve que ser interrompido depois de sete horas, devido à queda da conexão com a internet, só sendo retomado no início da tarde de quarta.

    De acordo com o Ministério Público, Luana seria mula da quadrilha de Nem, que chefiava o tráfico de drogas na Favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, e atuava transportando drogas entre comunidades dominadas pela mesma fação.

    Ainda segundo o MP, em maio de 2011 ela foi acusada de ter desviado uma carga de drogas e foi condenada à morte pelo Tribunal do Tráfico. Então, à mando de Nem, os outros réus teriam ido atrás de Luana para executar a sentença. Andressa, que estava com a amiga na hora, teria sido morta como queima de arquivo.

    O crime teria sido praticado em uma área de mata afastada da Rocinha, onde as vítimas foram mortas a tiros e tiveram os corpos queimados. Os restos mortais de Luana e Andressa não foram encontrados até hoje.

  • Tragédia do Museu Nacional deixa casas de cultura do Maranhão em alerta

    Ao lado da Igreja da Sé, no Centro Histórico, está um dos museus mais novos de São Luís. O Museu de Arte Sacra tem apenas quatro anos, mas conta a história centenária da religião católica, no Maranhão.

    A peça mais antiga, São Bonifácio entalhado em madeira, foi trazida de Portugal para São Luís em meados do século 17.

    O prédio onde está o museu tem mais de um século e é tombado pelo Patrimônio Histórico.

    As 35 casas de cultura administradas pela Secretaria do Estado de Cultura e Turismo estão instaladas em prédios construídos no período colonial, época em que não havia preocupação com sistemas de segurança que hoje são obrigatórios.

    As milhares de peças que ajudam a contar a História do estado e do país estão guardadas em prédios sem porta corta-fogo e sem saídas de emergência.

    A última reforma do Museu Histórico e Artístico do Maranhão, por exemplo, aconteceu em 1998. Desde então, apenas serviços de manutenção são realizados, disse a chefe de Museologia, Conceição Monteiro.

  • Cientistas encontram evidências de produção de queijo há 7.200 anos na Dalmácia

    A análise de resíduos gordurosos em cerâmicas encontradas na costa Dálmata, na Croácia, revelou evidências de produção de queijos e produtos lácteos fermentados como iogurtes, cerca de 7.200 anos atrás.

    “Isso coloca o início da produção de queijos a 4.000 anos antes do que imaginávamos”, disse Sarah B. McClure, professora de antropologia do projeto.

    A presença de leite em cerâmicas nesta área, aponta que a produção de leite começou há 7.700 anos, 500 anos antes dos produtos fermentados, disseram os pesquisadores.

    Além disso, as análises de DNA das populações nessa área indicam que os adultos eram intolerantes à lactose, mas as crianças permaneciam aptas a consumir leite confortavelmente até os dez anos de idade.

    “A ordenha provavelmente era voltada para as crianças porque é uma boa fonte de hidratação e é relativamente livre de patógenos”, disse McClure. “Não seria uma surpresa se as pessoas dessem leite de outro mamífero às crianças da região”.

    No entanto, cerca de 500 anos depois, os pesquisadores vêem uma mudança não apenas do leite puro para produtos fermentados, mas também no estilo e na forma dos vasos de cerâmica.

    “A produção de queijo é importante o suficiente para que as pessoas façam novos tipos de utensílios de cozinha”, disse McClure. “Essa mudança cultural é visível”, completou.

    500 anos depois deste período, existia outro estilo de cerâmica, com outra tecnologia diferente que inclui pratos e tigelas.

    E o mais incrível, todas as cerâmicas encontradas continham resíduos de leite. As outras continham gorduras animais e resíduos de peixe de água doce.

    Os pesquisadores descobriram ainda que três dos quatro tipos de cerâmicas tinham evidências de queijo.

    Muzej Grada Šibenika

    Outros tipos de utensílios encontrados são peneiras, que frequentemente são utilizadas na fabricação de queijos para coar o leite. Três das quatro peneiras da amostra tinham evidências de processamento secundário de leite em queijo, ou outros produtos lácteos fermentados.

    “Esta é a mais antiga evidência de resíduos lipídicos documentados para laticínios fermentados na região do Mediterrâneo, e entre os mais antigos documentados em qualquer lugar até hoje”, relatam os pesquisadores ao PLOS One.

    De acordo com o estudo, os laticínios – e especialmente o queijo e produtos lácteos fermentados – podem ter aberto áreas no norte da Europa para agricultura, reduzindo a mortalidade infantil e permitindo um desmame precoce, diminuindo o intervalo entre nascimentos e potencialmente aumentando a população.

  • 22% dos jovens brasileiros acham que a AIDS tem cura

    Uma nova pesquisa mostra um dado alarmante sobre a prevenção às doenças sexualmente transmissíveis no Brasil. 47% dos jovens brasileiros não usam camisinha nas relações sexuais e 22% desses jovens acham que a AIDS tem cura.

    A pesquisa também identificou o comportamento sexual dos jovem entre 14 e 24 anos. Eles até começam a usar camisinha nas primeiras relações, mas logo mudam o hábito.

    Segundo o infectologista Roberto Carvalho, o principal argumento dos adolescentes para deixar de lado a camisinha é a confiança no parceiro.

    “As pessoas começam a usar o preservativo no primeiro encontro e depois sente que confiam, tem aquela sensação que está segura com aquele parceiro e esquecem os preservativos. Isso não deveria ser motivo já que quando você deixa de usar camisinha você pode engravidar ou pegar uma doença sexualmente transmissível”, disse ele.

    “Todo mundo faz sexo. O sexo é uma coisa boa e existe camisinha masculina, existe também a camisinha feminina e as duas podem ser adquiridas no posto de saúde. Não tem porque não usar”, completou.

    A pesquisa ouviu 1500 jovens e descobri também que 75% destes jovens nunca fizeram um teste de HIV. Mesmo os jovens que fazem parte dos grupos de risco como homossexuais e pessoas que tiveram relacionamentos sexuais sem o uso de preservativo com vários parceiros.

    Para o Dr. Carvalho, há uma explicação:

    “A população mais jovem acha que está saudável e não vê a necessidade de procurar saber se têm, por exemplo, o vírus HIV”, disse ele.

    Além disso, outro dado alarmante chamou a atenção dos pesquisadores. 22% desses jovens acham que o vírus HIV tem cura.

    “O vírus do HIV tem tratamento, mas não tem cura. A gente tem que deixar isso bem claro, não existe cura para a AIDS. Essa é uma doença que a pessoa tem que procurar o serviço de saúde, tomar medicação para conseguir controlar os sintomas, mas não tem cura. E vale lembrar também que existem outras doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis, a gonorreia, o HPV, por exemplo, que causa o condiloma e pode causar câncer do colo do útero e outros problemas mais graves.

    A responsabilidade também é dos pais

    Os pais têm um papel fundamental na educação sexual dos filhos. Sexo é algo que seu filho vai fazer mais cedo ou mais tarde, por isso é preciso tratar o assunto com naturalidade em casa.

    Mesmo durante a adolescência, é preciso continuar a educar em todos os sentidos, principalmente em relação a vida sexual do adolescente.

    Não é uma tarefa fácil, mas os pais precisam conversar muito sobre isso. Quanto mais inteirados sobre o assunto, quanto mais se discute, melhor.