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  • Desmatamento na Amazônia Legal cai 12% entre 2016 e 2017

    O desmatamento na Amazônia Legal caiu 12% entre 2016 e 2017, segundo informações dos ministérios do Meio Ambiente, e de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

    De acordo com o levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a taxa do desmatamento chegou a 6.900 km², entre agosto de 2016 e julho de 2017.

    No mesmo período, entre 2015 e 2016, o desmatamento passou de 7.800 km².

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    O índice de agosto de 2017 a julho de 2018 deve ser divulgado no segundo semestre.

    Em relação a 2004, quando foi lançado o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, a redução da área desflorestada chega a 75%. Com Radioagência Nacional.

  • Cauã Reymond se recusa a soprar bafômetro em blitz

    O ator global Cauã Reymond, foi parado em uma blitz policial no Rio de Janeiro na madrugada de sábado (13) e se envolveu em uma polêmica. Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o ator foi parado por agentes da Lei Seca e teria se recusado a soprar o bafômetro.

    A blitz acontecia na Av. Lúcio Costa, na Barra da Tijuca quando o carro do ator foi parado.

    Ainda segundo Ancelmo, o ator foi autuado e precisou chamar um motorista habilitado e não alcoolizado para dirigir seu carro. A multa por não soprar o bafômetro é considerada gravíssima e o valor a ser pago é de R$ 2.934,70.

    Até o momento da publicação deste texto, Cauã não havia se manifestado sobre o ocorrido.

  • Margot Kidder, a Lois Lane de Superman, morre aos 69 anos

    Margot Kidder, a atriz que interpretou Lois Lane em Superman de 1978, morreu neste domingo (13) em Montana, nos EUA.

    Margot estava em sua casa quando faleceu, de acordo com o porta-voz da Franzen-Davis Funeral Home em Livingston, MT. A causa da morte ainda não foi revelada.

    Atriz estrelou ao lado de Christopher Reeve e também esteve nas 3 sequências do filme original. Ela continuou atuando até este ano, tendo pequenos papéis em programas de TV e filmes – mas também teve papéis no palco, incluindo “The Vagina Monologues” na Broadway. Ela teria mais dois papéis ainda a serem lançados.

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    Margot teve uma longa batalha contra o transtorno bipolar. Durante sua luta, tornou-se uma defensora da saúde mental depois que foi despejada de casa após um surto da doença.

  • CPI quer ouvir ex-técnico da seleção de ginástica na quarta-feira

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga maus tratos contra crianças e adolescentes pretende ouvir nesta quarta-feira (16) o ex-técnico da Seleção Brasileira de Ginástica Artística Fernando de Carvalho Lopes, acusado de abuso contra jovens atletas da equipe. O treinador foi convocado, e a oitiva está prevista para as 14h.

    A iniciativa é do presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), que lembrou a grande repercussão na imprensa nacional das denúncias contra Fernando Lopes.

    “Entendemos necessário que esta CPI ouça o acusado visando ao esclarecimento dos fatos, contribuindo assim com o processo investigativo já iniciado pelo Ministério Público do estado de São Paulo”, afirmou Malta no requerimento.

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    O escândalo veio à tona em 29 de abril, quando o programa Fantástico da TV Globo exibiu uma reportagem com depoimentos de ginastas que se dizem vítimas do técnico. Fernando estava atuando no Clube de Campo Mesc, em São Bernardo do Campo (SP), e foi afastado no dia seguinte ao da veiculação da reportagem.

    De acordo com o Fantástico. os casos ocorreram ao longo de 15 anos, de 2001 a 2016, e mais de 40 atletas disseram que foram vítimas do treinador. O ginasta Petrix Barbosa foi um dos que falaram. Ele disse que começou a ser abusado aos 10 anos de idade e deu detalhes do comportamento do acusado.

    Fernando de Carvalho Lopes alega ser inocente e estar com a consciência tranquila. O advogado dele disse à imprensa que seu cliente está sendo vítima de uma conspiração e que os acusadores terão de provar as alegações na Justiça. Com informações da Agência Senado.

  • O que realmente compensa: salvar a vida de outros ou salvar a si mesmo?

    Pedro nasceu motorista. Habilidade no volante, como a dele, dizem que não há. Sonhava ser piloto de fórmula 1, não sendo de família de posses, não existia razão para tanto. Trocou, então, as pistas de corrida, pelas avenidas e aterros do Rio de Janeiro, a Ferrari pela viatura do Corpo de Bombeiros. Na corporação, fez carreira.

    Carlos era um esportista. Sempre preferiu praia aos estudos. Depois de ter passado por três faculdades, formou-se em Direito. Só o diploma, sem o certificado da OAB, não era garantia de emprego. Muito simpático, vivia rodeado de amigos. Foi com a indicação de um deles, que ingressou, em empresa de Economia Mista. Lá se fixou. Afinal, podia juntar o útil (amigos) ao agradável (salário). Depois de um tempo, foi cedido para uma Secretaria de Estado, com vantagens salariais, subiu na escala de cargos.

    É uma segunda-feira. Pedro encontra-se de plantão na Unidade de Socorro. Por volta das 14 h recebem um chamado. Parada cardíaca. Em poucos minutos, com destreza no volante, ele e o médico do plantão chegam no local, onde um socorrista do SAMU, encharcado de suor, fazia a massagem cardíaca. Juntaram-se a ele. Usaram todos os recursos. Em meio a grande tensão, o coração voltou a bater. Em poucos minutos, removeram o paciente até o hospital, atravessando os congestionamentos das ruas, usando a contramão, arriscando-se. Enfim, a vitória da vida pôde ser, mais uma vez, comemorada.

    Pois bem, leitor, sabe o que Carlos, o bem-sucedido burocrata, à pouca distância, fazia a essa hora? Em sua sala, no conforto do ar condicionado, entre um cafezinho e outro, acessava as redes sociais, mantinha uma conversa animada, dava gargalhadas. Nada de mais, pois era assim que salvava a si mesmo e o que mais lhe importava: sua mulher, os filhos, o apartamento confortável na Barra e as viagens.

    Essas são estórias de homens que “salvam”, mas com finais muito diferentes. É que, os salários dos que se arriscam para salvar a vida de outros, se somados, não alcançam o valor da remuneração mensal de um único “Carlos”. Mesmo porque, apesar das mudanças constantes de Base, socorristas não são “Comissionados”, alguns nem sequer recebem insalubridade e outras tantas vantagens pecuniárias pagas aos que salvam a si mesmo.

    Tudo normal, já que as estórias se passam em um país acometido pela cegueira das paixões humanas, não enxergando, portanto, seus verdadeiros heróis.

  • Novo Código Comercial não pode prejudicar pequenos e médios empreendedores, alertam especialistas

    Uma parte significativa dos desempregados brasileiros busca nas práticas empreendedoras informais suas alternativas de sobrevivência. A afirmativa foi feita por João Carlos Polidoro, presidente da Associação Comercial de Campo Grande (MS), durante audiência realizada na cidade nesta sexta-feira (11) pela comissão que elabora um novo Código Comercial (PLS 487/2013).

    Polidoro acrescentou que a informalidade nas relações negociais tem explodido nos últimos anos, um dos reflexos da crise econômica, por isso o Código deve priorizar ao máximo a simplicidade de procedimentos e a desburocratização e ter um olhar mais atento a micros e pequenos empreendedores. Para ele, o país precisa desenvolver estratégias visando incluir as milhões de pessoas hoje na informalidade, o que incrementará o mercado interno.

    — Mais do que nunca, o emprego e a renda estão vinculados a pequenos empreendimentos, muito mais do que a médias ou grandes companhias. Milhões de pessoas estão empreendendo por pura necessidade, porque perderam seus empregos. Honestamente, me parece que o anteprojeto hoje não os contempla, o Código tem mais de 1.100 artigos e não reconhece que grandes, médios e pequenos negócios vivem realidades completamente diferentes — criticou.

    Como alternativa para simplificar procedimentos e desburocratizar a atuação empresarial, Polidoro pediu ao relator, senador Pedro Chaves (PRB-MS), para concentrar ao máximo no ambiente online, a prestação de contas ao poder público. Lembrou que lidar com a burocracia é uma das coisas que mais consome recursos de quem procura empreender “de forma leal” no país, prejudicando também aí fortemente os pequenos negócios.

    Na resposta a Polidoro, Chaves garantiu que irá acolher sugestões de mudanças no texto, que vem recebendo por meio das audiências. Acrescentou que agiu desta forma quando foi o relator da reforma do Ensino Médio “que saiu completamente diferente da versão enviada pelo governo”. Garantiu que seu foco número 1 é desburocratizar ao máximo todos os procedimentos ligados à atividade empresarial, e que o texto final será apresentado à sociedade em 20 de junho.

    Mudanças

    Outros participantes da audiência expuseram visões semelhantes à de Polidoro.

    Para o promotor de Justiça Paulo César Zene, as associações ligadas a micros e pequenos empreendedores precisam se engajar mais nas discussões do novo Código. Para ele, o anteprojeto “só traz segurança jurídica aos bancos, ao mercado financeiro”, e também desconsidera que os micros e pequenos negócios vivem realidades totalmente distintas das grandes empresas.

    Quem também expôs esta visão, mas desta vez voltada para os pequenos produtores rurais, foi o presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB no Mato Grosso do Sul, Douglas Oliveira. Ele lamenta que o anteprojeto desconsidere as imprevisibilidades ligadas às condições climáticas para pequenos empreendimentos no campo.

    — Muita gente na área rural também está empreendendo porque perdeu seus postos de trabalho. As grandes empresas possuem pessoal especializado, departamentos focados no cálculo de riscos climáticos, e ainda assim não raro passam por prejuízos em seus empreendimentos. Já quem é micro e pequeno produtor está muito mais sujeito a estas intempéries, não é inteligente desconsiderar este fato.

    Contraponto

    Na resposta aos participantes, o jurista Fábio Ulhoa Coelho, presidente da comissão que elaborou o anteprojeto, garantiu que o novo Código, caso seja aprovado, “gerará uma atmosfera de negócios muito menos afetada pela burocracia e com muito mais segurança jurídica”.

    — Num mundo ideal, deveria existir o menor número de normas e regras, mas não dá. As relações hoje em dia são muito complexas, mas posso garantir a vocês que o Código, com seus mais de 1.000 artigos, é o mínimo para que seja garantida a atividade empresarial neste país. Se você deixa de regular certos aspectos, pode acabar gerando problemas muito maiores aos próprios empreendedores.

    Coelho ainda acrescentou que o potencial burocrático neste caso “não pode ser julgado pela quantidade de artigos, mas sim pela filosofia neles aplicada”, e que o Código substituirá as muitas leis hoje dispersas que regulam as atividades empresariais. Por Agência Senado.

  • DIA DAS MÃES | Veja as melhores campanhas feitas em homenagem às mães

    O mundo publicitário e as grandes empresas não perdem nunca uma oportunidade de nos surpreender e emocionar, não é verdade? Imagina em se tratando de pessoas tão especiais como as mães.

    Veja abaixo as campanhas publicitárias mais emocionantes realizadas para homenagear o Dia das Mães.

    1) A Chilli Beans em parceria com a Fundação Dorina Nowill, criou um comercial em 2015. O vídeo reúne oito personagens deficientes visuais, que descrevem as memórias que guardam de suas mães, mesmo sem terem tido a oportunidade de enxergá-las.

    2) Já a Nextel decidiu, também em 2015, inovar, indo contra seu próprio negócio. Com a hashtag #DesligaEVai,a operadora incentivou as pessoas a desligarem seus celulares para aproveitarem momentos especiais com suas mães. Criada pela Sunset, a peça tem como objetivo sensibilizar o público sobre a importância das relações pessoais e a celebração da data. No comercial, mães reagem emocionadas às visitas inesperadas de filhos que moram longe.
    https://www.youtube.com/watch?v=EHaO1B7jolk

    3) Aloja de roupas Coisas di Maria realizou em 2016 uma campanha que foi na contramão do que geralmente é feito. Quem realizou a homenagem foram as próprias mães. Foram convidadas 50 mulheres para assistirem uma sessão de cinema, junto com as suas famílias. Mas o que os pais e filhos não sabiam é que seriam surpreendidos por elas antes do vídeo começar.

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    4) Já as Casas Bahia resolveu homenagear as mães brasileiras com rotinas desafiadoras. O filme criado pela Y&R traz depoimentos verdadeiros e emocionantes de mulheres que cuidam dos filhos com dedicação total e superam desafios para montar seus próprios negócios, como salão de beleza ou loja de roupas.

    5) E a marca de açúcar União fez uma campanha, em 2015, contando a história de Telma, que foi morar com sua mãe após se separar. As duas criaram Talita mesmo tendo estilos e personalidades diferentes. Ao retratar a história das duas mães, o comercial presta uma homenagem à união de mulheres de diferentes gerações, fator tão fundamental para a vida de Talita.

  • DIA DAS MÃES | Confira 7 imagens emocionantes que traduzem o que é ser mãe

    “O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
    Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
    O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
    Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13:4-7)

    Começar um texto sobre o Dia das Mães usando essa passagem biblíca diz mais sobre o que é ser mãe do que sobre o amor em si. Muitos brincam “amor é só de mãe” e arrisco dizer que o mais forte e puro sentimento deva sim ser o maternal. Tentar descrever tudo isso é ainda mais complexo ainda. Mas missão dada é missão cumprida.

    Veja abaixo as 7 fotos mais emocionantes que podem chegar perto de definir o que é ser mãe. E ah, tente não se emocionar!

    1) Ser mãe é aguardar ansiosamente por esse 1º encontro. Sabe aquilo de dizer: “você nasceu e eu renasci”? Acho que calha bem com essa imagem.

    2) Ser mãe é aceitar e lutar por cada adversidade pelo bem do filho, até que aquilo que para os outros parece um impecilho, se torne a coisa mais natural do mundo.

    Foto por Aryane Cararo – Revista CRESCER

    3) Ser mãe é sofrer, por não poder dar o melhor para o filho, por querer que a realidade seja outra. Por carregar uma culpa que não cabe e não pertence somente a si. Lembrando dia após dia dos que se foram, tendo esperanças de dias melhores, sempre.

    Foto por: Felipe Ribeiro

    4) Ser mãe é deitar e levantar com a memória do filho na cabeça. Com a dúvida diária se ele está bem, se ele comeu, por onde, se está vivo. É uma espera sem chance de desistência. Se agarrando àquele 1% de chance que o filho ainda volte pra casa.

    Foto G1

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    5) Ser mãe é estender a mão, quando o mundo dá as costas. É acima de tudo perdoar e suportar qualquer circunstância para estar perto do filho. Não há orgulho, há luta. É acreditar na mudança, na justiça e na vitória.

    Foto por: Guilherme Rocha

    6) Ser mãe é sentir com todas as letras a dor da perda, como se junto com a morte do filho, um pedaço dela morresse também.

    Foto: Jornal Extra

    7) E por que não dizer que ser mãe é sentir com todas as letras também a emoção? Com a mesma intensidade em que uma mãe sofre, ela também se alegra. E toda essa felicidade somente é sentida por elas, porque quando o filho vence, elas vencem junto.

    Nós da W Rádio Brasil desejamos a todos um Feliz dias Mães!

  • Vingadores: Guerra Infinita é o melhor filme de super-herói de todos os tempos?

    Passada a euforia da estreia e analisando friamente cada aspecto do filme, será que Vingadores: Guerra Infinita é o melhor filme de super-herói de todos os tempos?

    Os principais recordes já foram quebrados e os números da bilheteria vão subir ainda mais com a estreia na China. Mas todo esse clamor tem uma justificativa?

    Confira a análise final no áudio acima.

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  • Apelo ao FMI pode comprometer futuro político de presidente da Argentina

    Para frear uma corrida cambial contra o peso argentino, o presidente argentino, Mauricio Macri, jogou a sua carta mais alta: voltar a pedir um empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A decisão pode compreter o futuro político do líder, que tentará se reeleger no próximo ano. Por RFI.