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  • Bolsonaro usa as redes sociais para se defender da acusação de racismo

    O deputado Jair Bolsonaro usou as redes sociais para se defender de nova denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

    O pré-candidato à presidência pelo PSL foi acusado de racismo. A origem da denúncia foi uma fala do parlamentar em abril do ano passado quando ele compara populações quilombolas à animais.

    O deputado não foi encontrado pela reportagem para comentar a denúncia, mas usou as redes sociais. Disse que pode ter tido uma fala infeliz, mas alegou que tem imunidade parlamentar.

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    Para procuradora geral Raquel Dodge a Constituição proíbe qualquer forma de descriminação .

    Esta é a segunda denúncia que Bolsonaro enfrenta no STF. A primeira foi por incitação ao estupro quando afirmou a deputado Maria do Rosário, do PT, que só não há estuprava porque ela não merecia.

    A procuradoria também denunciou o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho de Jair, por ameaça a integridade física de uma jornalista. O deputado também usou as redes sociais para se defender e disse que as provas apresentadas pela denunciante são falsas. O processo dos dois deputados esta sob a relatoria do ministro Luis Roberto Barroso.

  • MP aponta que estado do Rio não cumpre repasse para saúde

    O Ministério Público do Rio de Janeiro divulgou relatório que mostra que o estado não cumpre repasse mínimo para a área da saúde pelo menos desde 2014.

    Segundo o estudo, a cada ano, o percentual investido no setor reduz. Em 2014, a aplicação foi de 10,82%, depois caiu para 8,81% em 2015, em seguida baixou para 5,76% em 2016, e ficou em apenas 5,10% em 2017.

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    Ainda de acordo com o MP, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) tem contribuído para essa violação ao permitir que entes da federação computem como receita aplicada em Saúde despesas fora das hipóteses legais.

    Desde 2003, nove ações judiciais questionam o cumprimento das regras do financiamento da Saúde pelo estado do Rio. No momento, o MP aguarda o resultado de uma das principais ações, que quer a garantir depósitos mensais pela Secretaria de Estado de Fazenda no Fundo Estadual de Saúde. Até o fechamento dessa matéria, o governo do estado não se posicionou sobre a questão. Por Radioagência Nacional

  • Trabalho a distância depende de mudança cultural, dizem especialistas

    A adoção do teletrabalho em larga escala ainda depende de mudanças culturais tanto das empresas e demais empregadores quanto dos gestores públicos, segundo os especialistas que participaram hoje (16) em audiência pública na Câmara Municipal de São Paulo. Um grupo de trabalho vem elaborando o texto com incentivos para o trabalho a distância, e deverá divulgar a primeira versão no final de junho.

    “Existe muito na cabeça do gestor achar que, para o cara trabalhar a distância, tem que ficar olhando para ver se ele está trabalhando”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt), Cléo Carneiro, sobre hábitos que precisam ser superados.

    Carneiro destacou que são muitos os benefícios adquiridos no caso de trabalho em casa ou a partir de espaços mais próximos das residências, como escritórios coletivos de trabalho (coworking). “As pesquisas mostram que por essas razões a produtividade aumenta”, ressaltou.

    Pesquisa divulgada em 2017 pela organização não governamental Nossa São Paulo mostrou que 34% dos residentes na cidade de São Paulo gastam entre 1 e 2 horas para se descolar de casa para o trabalho. A média dos deslocamentos diários ficou em 2h02 para os que usam carro e de 2h11 para os passageiros do transporte público. Entre os entrevistados, 17% disseram que estudam ou trabalham em casa.

    Para o presidente da Sobratt, a melhora no desempenho dos trabalhadores está diretamente ligada aos ganhos de qualidade de vida. “Melhoria da qualidade de vida das pessoas, através da eliminação do tempo de deslocamento, eliminação do stress do trânsito, aumento do tempo para se dedicar à família, desenvolvimento profissional”, disse, ao relacionar o trabalho remoto a uma redução dos congestionamentos nas grandes cidades.

    Mudanças

    O especialista em mobilidade urbana da organização não governamental WRI, Guillermo Petzhold, defende que os empregadores precisam incorporar essa nova maneira de produzir para que possam ocorrer mudanças. “As organizações, sejam empresas privadas ou a prefeitura, que é um dos maiores empregadores da cidade, também têm papel fundamental em influenciar a forma como a gente se desloca”, ressaltou.

    Petzhold disse que o Poder Público tem papel importante para redirecionar os recursos investidos atualmente no transporte individual. “Também precisa de um trabalho de mudança cultural de incentivos econômicos e de políticas públicas para que isso seja implementado e gere benefícios para as nossas cidades”, acrescentou.

    Legislação

    Existem diversas ferramentas que permitem acompanhar o trabalho dos funcionários mesmo à distância, segundo o vice-presidente da empresa Mutant, Thiago Paretti. A empresa é especializada em desenvolver aplicativos para esse tipo de sistema. “O colaborador coloca o dedo e se loga [entra no sistema]. Em tempos randômicos (aleatórios), o aplicativo solicita que o trabalhador coloque o dedo novamente para verificar se é ele mesmo durante todo o horário de trabalho”, exemplificou, sobre tecnologias que permitem não só o monitoramento como a comunicação remota.

    Os possíveis riscos jurídicos aos empregados com o trabalho não presencial foram bastante reduzidos com a nova legislação trabalhista aprovada no ano passado, de acordo com o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, Sérgio Galindo. “Agora, a gente tem uma nova avenida. Com a aprovação da reforma trabalhista conseguimos reduzir drasticamente o risco jurídico que Havia no teletrabalho. O trabalho à distância agora está na CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]”. Por Agência Brasil

  • ONRUSH | Novo trailer mostra estilo de jogabilidade

    A Codemasters e a Koch Media lançaram um novo trailer para ONRUSH, jogo de corrida em estilo arcade que chegará para PlayStation 4 e Xbox One em 05 de junho de 2018. O novo trailer, disponível para visualização agora no site oficial da Codemasters e também no Youtube, mostra a ação do jogo com as super máquinas velozes em pistas radicais, dando uma boa ideia aos jogadores de tudo o que está por vir.


    Em ONRUSH, é possível correr e bater com força nos adversários. No entanto, ao contrário de outros jogos do estilo arcade, ONRUSH o colocará de volta ao jogo antes mesmo de você perceber que foi atingido. Isso permite aos jogadores a oportunidade de correr e lutar mais do que nunca, porque a vingança estará sempre a alguns segundos de distância, mantendo o jogador em alerta.

    Como destaque do trailer “Corra, Capote, Levante-se”, cada pista tem várias rotas. O jogador pode usar a variedade de caminhos em vantagem própria ou para sua desvantagem, se fizer más escolhas. Bifurcações que causam confusão, com obstáculos ambientais, desempenhando testam as reações dos jogadores e mantendo-os tensos, sentados na pontinha do sofá.

    Cada pista possui múltiplos níveis, o que significa que o jogador pode optar por manter-se no chão ou saltar para eliminar um oponente por cima, com uma queda esmagadora. Os fãs de esportes radicais e velocidade terão muito com o que se divertir.

    O jogo já está disponível para pré-compra, através das lojas virtuais dos consoles, assim como a ONRUSH DELUXE EDITION, que inclui oito designs adicionais de veículos com icônicas pinturas douradas e negras, artes-finais extras de Crashtag e Lápides de Pista exclusivas da DELUXE EDITION. Os jogadores que realizarem a pré-compra do jogo para PlayStation 4 também terão acesso antecipado ao beta, antes de ser aberto para PlayStation 4 e Xbox One, em maio.

    Fonte: Press Release

     

  • Bitcoin atrai quem gosta da ideia de que não veio de algum governo, diz Nobel de Economia

    O ganhador do Prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, voltou a criticar o bitcoin, chamando a criptomoeda de mais um experimento psicológico do que um investimento sério.

    “Estou interessado em bitcoin como uma espécie de bolha. Isso não significa que irá desaparecer, que vai estourar para sempre. Pode permanecer conosco por um tempo”, disse Shiller à rede CNBC. “Para mim, é como outro exemplo de comportamento humano passageiro. É fascinante”, acrescentou.

    Segundo o economista, o bitcoin se assemelha à mania das tulipas do século 17, quando o preço dos bulbos de tulipas disparou e depois caiu no início de 1637.

    Shiller diz que não possui bitcoin, mas reconhece que alguns ganharam com o preço do balão. “Eu não quero descartá-lo. Algumas pessoas inteligentes entraram nessas e em outras criptomoedas”, afirmou.

    “Mas é uma história que acho que vai muito além do mérito da ideia […] É mais psicológica do que algo que poderia ser explicado pelo departamento de ciência da computação”, emendou.

    Shiller acrescentou que o bitcoin é sobre política também.

    “Parte disso é político. Os economistas tendem a negligenciar o lado político. Há um grande elemento de pessoas que não confiam mais no governo. Elas gostam da ideia de que isso não veio do governo. Ele veio de um cientista da computação realmente inteligente. Eles gostam disso. É uma ótima história para mercados de hoje”, avaliou.

    O bitcoin foi negociado na casa dos US$ 8.000 nesta segunda-feira, que é de 60% de seu recorde de US$ 20.000. Depois de registrar altas recordes quase todos os dias em dezembro de 2017, o bitcoin viu seu saldo girar em torno das marcas de US$ 6.500 a US$ 8.000. Apesar da recente volatilidade, o preço da criptomoeda número 1 do mundo subiu oito vezes nos últimos 16 meses. Com informações da Sputnik Brasil

  • Roger Waters diz que Capacetes Brancos são ‘propaganda terrorista’

    A Defesa Civil Síria, mais comumente conhecida como Capacetes Brancos, emergiu como uma das ferramentas de propaganda mais eficazes para os militantes islâmicos na Síria, com o grupo realizando inúmeras provocações para atrair a intervenção militar estrangeira para ajudar os militantes em sua busca para estabelecer Lei Sharia no estado árabe.

    Esse pelo menos é o raciocínio do cantor inglês Roger Waters, que era membro da banda de rock Pink Floyd, que criticou o grupo e os classificou como “uma organização falsa que existe apenas para criar propaganda para jihadistas e terroristas”, durante um show em Barcelona em 13 de abril.

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    Ele disse que os Capacetes Brancos encorajam os governos do Ocidente a atacar a Síria e pediu para as pessoas que vivem na Europa e na América do Norte que encorajem seus governos a não tomar esse tipo de atitude.

    “Se fôssemos ouvir a propaganda dos Capacetes Brancos e de outros, seríamos levados a encorajar nossos governos a lançarem bombas contra as pessoas na Síria. Isso seria um erro de proporções monumentais para nós como seres humanos “, insistiu Waters.

    “O que devemos fazer é convencer nossos governos a não jogar bombas nas pessoas. E certamente não até que tenhamos feito toda a pesquisa necessária para termos uma ideia clara do que realmente está acontecendo. Porque vivemos no mundo onde a propaganda parece ser mais importante do que a realidade do que realmente está acontecendo “.

    Os Capacetes Brancos são suspeitos de ter laços com a Al Qaeda, com membros da organização supostamente ajudando afiliados do grupo terrorista em execuções e outras violações de direitos humanos. Por Sputnik Brasil

  • ‘Tinha que ter apanhado mais’, disse filho de Bolsonaro a jornalista

    Na denúncia apresentada na última sexta-feira (13) contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro (PSL), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, detalhou o diálogo entre a jornalista Patrícia de Oliveira Souza Lélis e Eduardo Bolsonaro.

    Em mensagens trocadas pelo aplicativo Telegram, o deputado federal diz que iria “acabar com a vida dela” e que Patrícia “iria se arrepender de ter nascido”.

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    Leia um trecho do diálogo:

    BOLSONARO: “Sua otária! Quem você pensa que é? Tá se achando demais. Se você falar mais alguma coisa eu acabo com sua vida”

    PATRICIA: “Isso é uma ameaça???”

    BOLSONARO: “Entenda como quiser. Depois reclama que apanhou. Você merece mesmo. Abusada. Tinha que ter apanhado mais pra aprender a ficar calada. Mais uma palavra e eu acabo com você. Acabo mais ainda com a sua vida”

    PATRICIA: “Eu estou gravando”

    BOLSONARO: “Foda-se. Ninguém vai acreditar em você. Nunca acreditaram. Somos fortes”

    PATRICIA: “Me aguarde pois vou falar”

    BOLSONARO: “Vai para o inferno. Puta. Você vai se arrepender de ter nascido. O aviso está dado. Mais uma palavra e eu vou pessoalmente atrás de você. Não pode me envergonhar.”

    PATRICIA: “Tchau”

    BOLSONARO: “Vagabunda”

    PATRICIA: “Resolvemos na justiça. É a melhor forma”

    BOLSONARO: “Enfia a justiça no cu”

    Raquel Dodge considerou ser ‘clara a intenção do acusado de impedir a livre manifestação da vítima, valendo-se de ameaça para tanto’.

    “Relevante destacar que o denunciado teve a preocupação em não deixar rastro das ameaças dirigidas à vítima alterando a configuração padrão do aplicativo Telegram para que as mensagens fossem automaticamente destruídas após 5 (cinco) segundos depois de enviadas. Não fossem os prints extraídos pela vítima, não haveria rastros da materialidade do crime de ameaça por ele praticado. A conduta ainda é especialmente valorada em razão de o acusado atribuir ofensas pessoais à vítima no intuito de desmoralizá-la, desqualificá-la e intimidá-la”, escreveu.

    A pena estabelecida é de um ano de prisão, mas se o acusado não tiver condenações anteriores, nem processos criminais em andamento, ele pode ser beneficiado pela Lei de Transação Penal e sua pena ser convertida para uma indenização contra a vítima, pague 25% do subsídio parlamentar mensal à uma instituição de atendimento a famílias e autores de violência doméstica por um ano, além de prestação de 120 horas de serviço à comunidade. O ministro Luiz Roberto Barroso é o relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Por Sputnik Brasil

  • Por que submarinos russos venceriam em qualquer duelo com inimigos?

    Na península de Kamchatka submarinos russos simularam uma espécie de duelo. Ao comentar as manobras em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov contou como, para ele, poderia se desenrolar a situação em condições de combate reais.

    Os submarinos nucleares Vladimir Monomakh e Aleksandr Nevsky realizaram manobras na península de Kamchatka simulando um duelo, comunicou em coletiva de imprensa o chefe do Departamento de Informação do Distrito Militar Oriental para a Frota do Pacífico, capitão-de-fragata Nikolai Voskresensky.

    “De acordo com o plano da preparação militar, o cruzador submarino nuclear estratégico Vladimir Monomakh, treinando ações do submarino inserido em agrupamento, efetuou busca e vigilância de um submarino do suposto inimigo. Do lado opositor esteve atuando outro cruzador estratégico — o Aleksandr Nevsky”, disse ele.
    Conforme Voskresensky, as tripulações dos cruzadores estratégicos, “encenando uma situação de duelo”, efetuaram manobras de ataque e contra-ataque com uso de armas e meios hidroacústicos.

    Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov comentou estes exercícios.

    “Treinamentos desse tipo com submarinos continuam atuais porque não se exclui que em sequência de algum conflito global ou local os submarinos possam se encontrar. Nesse caso, a única arma de luta destes submarinos são os torpedos”, disse o analista.

    Ele acrescentou que se um dos submarinos atinge o outro, ele priva de fato o possível adversário de certas vantagens no combate futuro. Conforme Leonkov, exercícios desses são necessários tanto na Rússia como nos EUA.

    Segundo ele, em circunstâncias reais durante a realização de tais “duelos” há algumas particularidades: “Os nossos submarinos do projeto Yasen têm um torpedo-míssil único que, ao contrário dos torpedos convencionais, supera a distância de 50 quilômetros até o submarino do inimigo hipotético com uma velocidade surpreendente.”

    Leonkov ressaltou que o torpedo inicia o movimento debaixo d’água, supera a maior parte da distância pelo ar, atingindo velocidade até 3.000 km/h, e depois ataca do ar para a água. Os adversários da Rússia não têm tais armas. “Por isso, há mais chances que em um ‘duelo’ de submarinos vença o nosso submarino”, concluiu. Com informações da Sputnik Brasil

  • Caixa reduz para 9% ao ano taxa de juros do crédito imobiliário

    A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (16) redução das taxas de juros do crédito imobiliário e aumento do percentual do valor do imóvel financiado.

    As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

    As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% 11,25%, no SFI.

    Segundo o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário.

    “O objetivo da redução é oferecer melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, destacou, em nota.

    A última redução de juros feita pela Caixa ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do SFI.

    Cota de financiamento

    O banco aumentou novamente o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%. Em setembro do ano passado, a Caixa tinha reduzido para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento.

    A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

    Os prazos para permanecem entre 156 para 420 meses no caso do SFH e 120 a 420 meses, no SFI. A Caixa, que lidera o mercado com cerca de 70% das operações, possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018.

    Sistemas de financiamento

    Estão enquadrados no SFH imóveis residenciais de até R$ 800 mil para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI. Essas alterações passam a valer a partir de hoje. Com informações da Agência Brasil