Tag: aleitamento materno

  • Agosto Dourado: a campanha que valoriza o leite materno

    Agosto Dourado: a campanha que valoriza o leite materno

    O mês de agosto é dedicado à conscientização e à promoção do aleitamento materno, que é considerado o alimento mais completo e adequado para os bebês.

    A campanha, chamada de Agosto Dourado, tem como símbolo um laço dourado, que representa o padrão ouro de qualidade do leite materno.

    O leite materno tem inúmeros benefícios para a saúde da criança e da mãe. Ele contém todos os nutrientes, proteínas, gorduras e fatores de proteção imunológica que o bebê precisa para se desenvolver de forma saudável. Além disso, ele fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho, previne infecções, alergias, anemia, obesidade e diabetes, e reduz o risco de câncer de mama e de ovário na mulher.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação exclusiva até os seis meses de idade pode salvar cerca de 6 milhões de vidas anualmente. A OMS recomenda que a amamentação seja mantida até os dois anos ou mais, complementada com outros alimentos saudáveis a partir dos seis meses.

    O tema da campanha deste ano é “Proteger a amamentação: uma responsabilidade de todos”, que enfatiza a importância da mobilização social para garantir o direito à amamentação. A campanha busca sensibilizar a sociedade sobre o papel de cada um na proteção e no apoio à prática do aleitamento materno, desde a família, os profissionais de saúde, os empregadores, os governos e os meios de comunicação.

    Para apoiar a campanha, diversas atividades são realizadas em todo o país, como palestras, rodas de conversa, oficinas, exposições, caminhadas e iluminação de monumentos com a cor dourada. O objetivo é disseminar informações sobre os benefícios do leite materno e incentivar as mães a amamentarem seus filhos.

    A amamentação é um ato de amor que faz bem para a saúde, para o meio ambiente e para a economia. Participe do Agosto Dourado e ajude a proteger esse gesto que salva vidas.

    A campanha, chamada de Agosto Dourado, tem como símbolo um laço dourado, que representa o padrão ouro de qualidade do leite materno.

    O leite materno tem inúmeros benefícios para a saúde da criança e da mãe. Ele contém todos os nutrientes, proteínas, gorduras e fatores de proteção imunológica que o bebê precisa para se desenvolver de forma saudável. Além disso, ele fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho, previne infecções, alergias, anemia, obesidade e diabetes, e reduz o risco de câncer de mama e de ovário na mulher.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação exclusiva até os seis meses de idade pode salvar cerca de 6 milhões de vidas anualmente. A OMS recomenda que a amamentação seja mantida até os dois anos ou mais, complementada com outros alimentos saudáveis a partir dos seis meses.

    O tema da campanha deste ano é “Proteger a amamentação: uma responsabilidade de todos”, que enfatiza a importância da mobilização social para garantir o direito à amamentação. A campanha busca sensibilizar a sociedade sobre o papel de cada um na proteção e no apoio à prática do aleitamento materno, desde a família, os profissionais de saúde, os empregadores, os governos e os meios de comunicação.

    Para apoiar a campanha, diversas atividades são realizadas em todo o país, como palestras, rodas de conversa, oficinas, exposições, caminhadas e iluminação de monumentos com a cor dourada. O objetivo é disseminar informações sobre os benefícios do leite materno e incentivar as mães a amamentarem seus filhos.

    A amamentação é um ato de amor que faz bem para a saúde, para o meio ambiente e para a economia. Participe do Agosto Dourado e ajude a proteger esse gesto que salva vidas.

  • CDH vota projetos sobre aleitamento materno e instalação de fraldários

    A reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) agendada para as 11h30 da terça-feira (7) terá 23 itens na pauta de votações. Um dos projetos torna obrigatório que hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, sejam eles públicos ou particulares, ofereçam orientação sobre aleitamento materno.

    O PLS 24/2016, da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para incluir entre as obrigações de locais públicos e privados dedicados à saúde de gestantes o oferecimento de serviço de orientação sobre amamentação, com profissionais habilitados e capacitados para essa função, “com o objetivo de apoiar a puérpera para a prática do aleitamento materno”.

    A proposta tem voto favorável do relator, senador José Medeiros (Pode-MT). Mas seu relatório excluiu a determinação de que só profissionais habilitados e capacitados para a função poderiam fazer esse tipo de orientação. Segundo ele, a medida acarretaria a criação de funções públicas, ação reservada pela Constituição ao presidente da República. A votação será terminativa na CDH.

    Banheiros familiares

    Também na pauta está o PLS 152/2018, que torna obrigatória a instalação de banheiro familiar e fraldário em hospitais, universidades e centros comerciais. O objetivo da proposta do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) é garantir privacidade e trazer comodidade a crianças e responsáveis.

    Pela proposta, o banheiro familiar será destinado a crianças de até dez anos de idade acompanhadas do responsável. O fraldário destina-se à troca de fraldas e à amamentação de crianças de até três anos.

    O voto da relatora Lídice da Mata (PSB-BA) é favorável à aprovação do PLS.

    O projeto aplica-se a locais com circulação, concentração e permanência de grande número de pessoas, sejam locais públicos, privados, definitivos, provisórios, cobertos ou descobertos. O autor cita como exemplos hospitais e centros de saúde, universidades e centros universitários, centros de convenções e centros comerciais.

    Os estabelecimentos já em funcionamento terão de se adaptar no prazo de 12 meses e o descumprimento da determinação pode acarretar advertência, multa de até R$ 50 mil e interdição do estabelecimento.

    Depois da CDH, o projeto será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde receberá decisão terminativa.

    Audiências públicas

    Há ainda na pauta da CDH quatro requerimentos para a realização de audiências públicas: sobre as cobranças adicionais da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) a seus participantes; os direitos das crianças de pais presos; a situação prisional do Brasil; e projetos de prevenção à violência contra a mulher e de recuperação e reeducação de agressores. Por Agência Senado.