Tag: animais de estimação

  • Criogenia: o que é e por que Peter Thiel quer ser congelado após a morte

    Criogenia: o que é e por que Peter Thiel quer ser congelado após a morte

    A criogenia é o processo de armazenamento de humanos e animais em temperaturas ultracongelantes para posterior ressuscitação.

    Essa ideia pode parecer ficção científica, mas já atraiu a atenção de alguns bilionários, como Peter Thiel, cofundador do PayPal.

    Thiel revelou em uma entrevista que se inscreveu para ser congelado e preservado quando morrer, para que as pessoas possam revivê-lo no futuro. Ele disse que não espera que a tecnologia funcione, mas que é algo que as pessoas devem tentar fazer. Ele também afirmou que a humanidade deve conquistar a morte ou pelo menos descobrir por que é impossível.

    Thiel não é o único interessado na criogenia. Segundo o portal Business Insider, o hoteleiro Don Laughlin também deverá passar pelo processo. Além disso, uma startup americana chamada Cryopets oferece o serviço de congelar animais de estimação após a morte e trazê-los de volta à vida no futuro. A lista de espera da empresa já tem cerca de 500 pets, incluindo um macaco.

    A criogenia ainda é uma área controversa e incerta da ciência. Não há garantias de que os corpos congelados possam ser reanimados com sucesso ou de que a personalidade e as memórias sejam preservadas. Além disso, há questões éticas, legais e religiosas envolvidas nessa prática. Por enquanto, a criogenia é mais uma aposta do que uma certeza.

    Essa ideia pode parecer ficção científica, mas já atraiu a atenção de alguns bilionários, como Peter Thiel, cofundador do PayPal.

    Thiel revelou em uma entrevista que se inscreveu para ser congelado e preservado quando morrer, para que as pessoas possam revivê-lo no futuro. Ele disse que não espera que a tecnologia funcione, mas que é algo que as pessoas devem tentar fazer. Ele também afirmou que a humanidade deve conquistar a morte ou pelo menos descobrir por que é impossível.

    Thiel não é o único interessado na criogenia. Segundo o portal Business Insider, o hoteleiro Don Laughlin também deverá passar pelo processo. Além disso, uma startup americana chamada Cryopets oferece o serviço de congelar animais de estimação após a morte e trazê-los de volta à vida no futuro. A lista de espera da empresa já tem cerca de 500 pets, incluindo um macaco.

    A criogenia ainda é uma área controversa e incerta da ciência. Não há garantias de que os corpos congelados possam ser reanimados com sucesso ou de que a personalidade e as memórias sejam preservadas. Além disso, há questões éticas, legais e religiosas envolvidas nessa prática. Por enquanto, a criogenia é mais uma aposta do que uma certeza.

  • Venda de animais de estimação nas ruas pode ser proibida

    Projeto do senador Rudson Leite (PV-RR) estabelece a proibição da venda de animais de estimação em vias de circulação ou em ambientes públicos fora de estabelecimento comercial. A proposta (PLS 358/2018) prevê, para quem desrespeitar a lei, pena de multa, além de detenção, que pode variar de três meses a um ano.

    O projeto aguarda designação de relator na Comissão de Meio Ambiente (CMA). Mais informações com o repórter Alexandre Campos, da Rádio Senado.

  • Projeto proíbe venda de animais de estimação nas ruas

    O senador Rudson Leite (PV-RR) quer proibir o comércio indiscriminado de animais de estimação em locais públicos e fora de lojas autorizadas para este fim. Para isso, apresentou o Projeto de Lei do Senado (PLS) 358/2018. Pelo texto, quem vender animais de estimação na rua ou em locais públicos, sujeitando-os a condições insalubres, cometerá crime ambiental (Lei 9.605, de 1998). Segundo o senador, a venda na rua ocorre quase sempre com os animais expostos em porta-malas de carros e outros locais indevidos, como caixas, sem preocupação alguma com a saúde ou o bem-estar deles, e é preciso impedir a prática.

    Quem insistir no método de venda pode ser enquadrado por maus-tratos a animais e condenado a detenção de três meses a um ano, mais pagamento de multa, como determina a Lei 9.605. Se o animal morre, a pena é aumentada de um sexto a um terço.

    — O ser humano deve conviver harmoniosamente com os animais, que merecem a nossa total dedicação e respeito. Como os animais não possuem meios de se defender, a única maneira de lhes evitar maus-tratos é recrutar o empenho da sociedade e do Poder Público — defendeu o parlamentar.

    Rudson Leite se inspirou numa decisão do juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros, da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal, que proibiu a venda de animais nas ruas da capital. Sua decisão diz respeito a uma ação popular iniciada por uma moradora da cidade que buscou impedir a venda de animais no estacionamento da Feira dos Importados, já que não há licenciamento para o exercício dessa atividade econômica no local.

    Para o juiz, é ilegal o “escandaloso comércio ilícito” em via pública, tornando vulnerável o espaço que tem o uso desvirtuado pela ocupação e comercialização irregular, e ferindo a segurança sanitária dos animais e dos cidadãos.

    A proposta de Rudson aguarda designação de relator na Comissão de Meio Ambiente (CMA) e, se aprovada, segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde recebe decisão terminativa. Por Agência Senado.