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  • iPhone SE e Apple Watch SE: o que são, quais são as diferenças e por que você deveria comprar

    iPhone SE e Apple Watch SE: o que são, quais são as diferenças e por que você deveria comprar

    Você já deve ter visto ou ouvido falar dos modelos SE da Apple, tanto para o iPhone quanto para o Apple Watch.

    Mas você sabe o que significa essa sigla e quais são as diferenças entre esses aparelhos e os outros da mesma marca? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre os modelos SE da Apple.

    O que significa SE?

    SE significa “Special Edition” (Edição Especial) e indica que são modelos com um bom custo-benefício, mas sem alguns recursos dos modelos mais avançados. Segundo a Apple, a ideia de lançar um celular e um relógio potentes com tamanho reduzido foi uma demanda dos próprios usuários.

    Quais são os modelos SE da Apple?

    Atualmente, existem dois modelos SE da Apple: o iPhone SE e o Apple Watch SE. O iPhone SE foi lançado em 2016 e teve uma segunda geração em 2020. O Apple Watch SE foi lançado em 2020 junto com o Apple Watch Series 6.

    Quais são as características do iPhone SE?

    O iPhone SE é um smartphone que tem o design do iPhone 8, mas com o processador do iPhone 12. Ele tem uma tela de 4,7 polegadas, uma câmera traseira de 12 megapixels, uma câmera frontal de 7 megapixels, um botão de início com Touch ID e uma bateria de 1.821 mAh. Ele não tem Face ID, nem câmera dupla ou tripla, nem carregamento sem fio.

    O iPhone SE é uma opção para quem quer um celular da Apple com um preço mais acessível e um tamanho mais compacto. Ele custa a partir de R$ 3.699 no Brasil e está disponível nas cores preto, branco e vermelho.

    Quais são as características do Apple Watch SE?

    O Apple Watch SE é um relógio inteligente que tem o design do Apple Watch Series 4, mas com o processador do Apple Watch Series 5. Ele tem uma tela de 1,57 ou 1,78 polegadas, dependendo do tamanho da caixa, que pode ser de 40 ou 44 mm. Ele tem sensores de frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio e altímetro. Ele não tem sensor de oxigênio no sangue, nem eletrocardiograma, nem tela sempre ligada.

    O Apple Watch SE é uma opção para quem quer um relógio da Apple com um preço mais acessível e um desempenho satisfatório. Ele custa a partir de R$ 3.799 no Brasil e está disponível nas cores prata, cinza-espacial e dourado.

    Os modelos SE da Apple são alternativas interessantes para quem quer ter um produto da marca sem gastar muito. Eles oferecem um bom desempenho, mas não têm alguns recursos dos modelos mais avançados. Se você não se importa com essas limitações, pode considerar comprar um iPhone SE ou um Apple Watch SE.

    Mas você sabe o que significa essa sigla e quais são as diferenças entre esses aparelhos e os outros da mesma marca? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre os modelos SE da Apple.

    O que significa SE?

    SE significa “Special Edition” (Edição Especial) e indica que são modelos com um bom custo-benefício, mas sem alguns recursos dos modelos mais avançados. Segundo a Apple, a ideia de lançar um celular e um relógio potentes com tamanho reduzido foi uma demanda dos próprios usuários.

    Quais são os modelos SE da Apple?

    Atualmente, existem dois modelos SE da Apple: o iPhone SE e o Apple Watch SE. O iPhone SE foi lançado em 2016 e teve uma segunda geração em 2020. O Apple Watch SE foi lançado em 2020 junto com o Apple Watch Series 6.

    Quais são as características do iPhone SE?

    O iPhone SE é um smartphone que tem o design do iPhone 8, mas com o processador do iPhone 12. Ele tem uma tela de 4,7 polegadas, uma câmera traseira de 12 megapixels, uma câmera frontal de 7 megapixels, um botão de início com Touch ID e uma bateria de 1.821 mAh. Ele não tem Face ID, nem câmera dupla ou tripla, nem carregamento sem fio.

    O iPhone SE é uma opção para quem quer um celular da Apple com um preço mais acessível e um tamanho mais compacto. Ele custa a partir de R$ 3.699 no Brasil e está disponível nas cores preto, branco e vermelho.

    Quais são as características do Apple Watch SE?

    O Apple Watch SE é um relógio inteligente que tem o design do Apple Watch Series 4, mas com o processador do Apple Watch Series 5. Ele tem uma tela de 1,57 ou 1,78 polegadas, dependendo do tamanho da caixa, que pode ser de 40 ou 44 mm. Ele tem sensores de frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio e altímetro. Ele não tem sensor de oxigênio no sangue, nem eletrocardiograma, nem tela sempre ligada.

    O Apple Watch SE é uma opção para quem quer um relógio da Apple com um preço mais acessível e um desempenho satisfatório. Ele custa a partir de R$ 3.799 no Brasil e está disponível nas cores prata, cinza-espacial e dourado.

    Os modelos SE da Apple são alternativas interessantes para quem quer ter um produto da marca sem gastar muito. Eles oferecem um bom desempenho, mas não têm alguns recursos dos modelos mais avançados. Se você não se importa com essas limitações, pode considerar comprar um iPhone SE ou um Apple Watch SE.

  • Como o Apple Watch pode salvar vidas

    Como o Apple Watch pode salvar vidas

    O Apple Watch é um relógio inteligente que oferece diversos recursos para monitorar a saúde e o bem-estar dos seus usuários.

    Além de mostrar as horas, o clima, as notificações e os aplicativos, o Apple Watch também pode detectar e alertar sobre possíveis problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras emergências médicas. Esses recursos podem fazer a diferença entre a vida e a morte em situações críticas.

    Eletrocardiograma (ECG)

    Um dos recursos mais impressionantes do Apple Watch é o eletrocardiograma (ECG), que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. O ECG mede a atividade elétrica do coração e pode identificar ritmos irregulares, como a fibrilação atrial, que aumenta o risco de derrame e infarto. Para realizar um ECG, basta abrir o aplicativo no relógio e tocar na coroa digital por 30 segundos. O resultado é exibido na tela e pode ser compartilhado com o médico.

    Um estudo publicado pelo Texas Heart Institute Journal no início deste mês mostrou que o Apple Watch pode ajudar a diagnosticar um infarto usando o ECG. Os pesquisadores testaram o relógio em 40 pacientes que estavam sofrendo um ataque cardíaco e compararam os resultados com os de um eletrocardiograma tradicional. Eles descobriram que o Apple Watch foi capaz de detectar alterações significativas na atividade elétrica do coração em 90% dos casos, indicando a presença de um infarto.

    Detecção de queda

    Outro recurso que pode salvar vidas é a detecção de queda, que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. Esse recurso usa os sensores de movimento do relógio para reconhecer quando o usuário sofre uma queda e fica imóvel por mais de um minuto. Nesse caso, o relógio emite um som, vibra e mostra uma mensagem na tela perguntando se está tudo bem. Se o usuário não responder em 15 segundos, o relógio liga automaticamente para os serviços de emergência e envia a localização do usuário para os contatos de emergência cadastrados.

    Há vários relatos de pessoas que foram salvas graças à detecção de queda do Apple Watch. Um deles é o de Jason S., que estava praticando paddle boarding em um lago quando caiu na água e ficou inconsciente. Seu relógio detectou a queda e chamou o resgate, que chegou a tempo de reanimá-lo. Outro caso é o de Jim S., que estava cortando lenha em sua fazenda quando caiu de uma escada e fraturou três costelas. Seu relógio também acionou os serviços de emergência e ele foi levado para o hospital.

    Sensor de oxigênio no sangue

    O sensor de oxigênio no sangue é um recurso que está disponível nos modelos 6 e 7 do Apple Watch. Ele usa luzes vermelhas e infravermelhas para medir a quantidade de oxigênio que está sendo transportada pelo sangue. Esse dado é importante para avaliar a saúde respiratória e cardiovascular do usuário, especialmente em situações de altitude elevada ou exposição a vírus como a COVID-19. Para usar o sensor, basta abrir o aplicativo no relógio e esperar 15 segundos. O resultado é mostrado na tela e pode ser acompanhado pelo aplicativo Saúde no iPhone.

    O sensor de oxigênio no sangue pode alertar sobre possíveis complicações respiratórias que podem colocar a vida em risco. Um exemplo é o de Amanda J., que estava grávida de sete meses quando contraiu COVID-19. Ela usou seu Apple Watch para monitorar seus níveis de oxigênio no sangue e percebeu que eles estavam baixando rapidamente. Ela foi ao hospital e descobriu que tinha uma pneumonia grave e precisava de oxigênio suplementar. Graças ao seu relógio, ela conseguiu receber o tratamento adequado e deu à luz a um bebê saudável.

    O Apple Watch é mais do que um simples relógio inteligente. Ele é um aliado para a saúde e a segurança dos seus usuários, que podem contar com recursos que podem salvar vidas em situações de emergência. O ECG, a detecção de queda e o sensor de oxigênio no sangue são alguns exemplos de como o relógio pode ajudar a prevenir, detectar e alertar sobre problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras complicações médicas. O futuro da saúde está no seu pulso.

    Além de mostrar as horas, o clima, as notificações e os aplicativos, o Apple Watch também pode detectar e alertar sobre possíveis problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras emergências médicas. Esses recursos podem fazer a diferença entre a vida e a morte em situações críticas.

    Eletrocardiograma (ECG)

    Um dos recursos mais impressionantes do Apple Watch é o eletrocardiograma (ECG), que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. O ECG mede a atividade elétrica do coração e pode identificar ritmos irregulares, como a fibrilação atrial, que aumenta o risco de derrame e infarto. Para realizar um ECG, basta abrir o aplicativo no relógio e tocar na coroa digital por 30 segundos. O resultado é exibido na tela e pode ser compartilhado com o médico.

    Um estudo publicado pelo Texas Heart Institute Journal no início deste mês mostrou que o Apple Watch pode ajudar a diagnosticar um infarto usando o ECG. Os pesquisadores testaram o relógio em 40 pacientes que estavam sofrendo um ataque cardíaco e compararam os resultados com os de um eletrocardiograma tradicional. Eles descobriram que o Apple Watch foi capaz de detectar alterações significativas na atividade elétrica do coração em 90% dos casos, indicando a presença de um infarto.

    Detecção de queda

    Outro recurso que pode salvar vidas é a detecção de queda, que está disponível nos modelos 4, 5, 6 e 7. Esse recurso usa os sensores de movimento do relógio para reconhecer quando o usuário sofre uma queda e fica imóvel por mais de um minuto. Nesse caso, o relógio emite um som, vibra e mostra uma mensagem na tela perguntando se está tudo bem. Se o usuário não responder em 15 segundos, o relógio liga automaticamente para os serviços de emergência e envia a localização do usuário para os contatos de emergência cadastrados.

    Há vários relatos de pessoas que foram salvas graças à detecção de queda do Apple Watch. Um deles é o de Jason S., que estava praticando paddle boarding em um lago quando caiu na água e ficou inconsciente. Seu relógio detectou a queda e chamou o resgate, que chegou a tempo de reanimá-lo. Outro caso é o de Jim S., que estava cortando lenha em sua fazenda quando caiu de uma escada e fraturou três costelas. Seu relógio também acionou os serviços de emergência e ele foi levado para o hospital.

    Sensor de oxigênio no sangue

    O sensor de oxigênio no sangue é um recurso que está disponível nos modelos 6 e 7 do Apple Watch. Ele usa luzes vermelhas e infravermelhas para medir a quantidade de oxigênio que está sendo transportada pelo sangue. Esse dado é importante para avaliar a saúde respiratória e cardiovascular do usuário, especialmente em situações de altitude elevada ou exposição a vírus como a COVID-19. Para usar o sensor, basta abrir o aplicativo no relógio e esperar 15 segundos. O resultado é mostrado na tela e pode ser acompanhado pelo aplicativo Saúde no iPhone.

    O sensor de oxigênio no sangue pode alertar sobre possíveis complicações respiratórias que podem colocar a vida em risco. Um exemplo é o de Amanda J., que estava grávida de sete meses quando contraiu COVID-19. Ela usou seu Apple Watch para monitorar seus níveis de oxigênio no sangue e percebeu que eles estavam baixando rapidamente. Ela foi ao hospital e descobriu que tinha uma pneumonia grave e precisava de oxigênio suplementar. Graças ao seu relógio, ela conseguiu receber o tratamento adequado e deu à luz a um bebê saudável.

    O Apple Watch é mais do que um simples relógio inteligente. Ele é um aliado para a saúde e a segurança dos seus usuários, que podem contar com recursos que podem salvar vidas em situações de emergência. O ECG, a detecção de queda e o sensor de oxigênio no sangue são alguns exemplos de como o relógio pode ajudar a prevenir, detectar e alertar sobre problemas cardíacos, quedas, falta de oxigênio e outras complicações médicas. O futuro da saúde está no seu pulso.

  • Apple reduz preço do Apple Watch nos EUA; no Brasil fica mais caro

    A linha de relógios inteligentes da Apple deu o que falar no evento desta quarta-feira (12). Foram muitas novidades e modificações que até ontem pareciam impossíveis de se ver em um aparelho tão pequeno.

    Como de costume, a empresa reduziu o valor da geração anterior do Apple Watch, mas nos EUA. No Brasil as coisas foram um pouco diferentes.

    Os dispositivos, por incrível que pareca, ficaram mais caros do que nunca, recebendo um aumento de até R$ 700.

    Nos EUA, os modelos GPS ficaram US$ 50 mais baratos – custando entre US$ 280 e US$ 310 – enquanto os GPS + celular tiveram corte de US$ 30 no preço, custando entre US$ 380 e US$ 410.

    No caso dos iPhones, o preço em solo norte-americano também foi reduzido, mas não houve mudança por aqui.

    Os modelos vendidos no Brasil são os iPhones 7, 7 Plus, 8 e 8 Plus. O iPhone X não é mais oferecido, pois será substituído pelos modelos anunciados ontem.

    https://www.youtube.com/watch?v=HXs8G7Kjrd8