Tag: Apple

  • Face ID: Casos em que o reconhecimento facial foi burlado

    Face ID: Casos em que o reconhecimento facial foi burlado

    O Face ID, a tecnologia de reconhecimento facial da Apple, é amplamente considerado um dos métodos mais avançados para proteger seu iPhone. Mas você sabia que, em algumas situações específicas, é possível burlar essa segurança? Vamos entender melhor.

    O Caso dos Óculos e Fita Adesiva

    Pesquisadores da Tencent, uma empresa de tecnologia chinesa, descobriram que é possível enganar o Face ID usando óculos modificados e fita adesiva. Eles mostraram que, se a pessoa dona do iPhone estiver inconsciente (por exemplo, dormindo), colocar óculos com fitas sobre seus olhos pode desbloquear o dispositivo. Mas não se preocupe, isso não é algo fácil de fazer no dia a dia e requer uma série de condições específicas.

    Outro caso interessante envolveu pesquisadores que utilizaram uma impressão 3D para burlar o Face ID. Eles conseguiram criar uma máscara detalhada do rosto de uma pessoa e, com isso, enganar o sistema de reconhecimento facial do iPhone. Este método requer um alto nível de precisão e conhecimento técnico, tornando-o impraticável para uso cotidiano, mas demonstra que mesmo tecnologias avançadas como o Face ID têm suas vulnerabilidades.

    Por que Isso Acontece?

    O Face ID usa sensores avançados para mapear e reconhecer o rosto do usuário. Porém, como qualquer tecnologia, não é perfeito. Pequenas falhas podem ser exploradas, mas essas são raras e, geralmente, envolvem situações atípicas e difícil replicação.

    Segurança em Camadas

    Mesmo com esses casos isolados, o Face ID continua sendo extremamente seguro para a maioria das pessoas. A Apple também adiciona outras camadas de segurança. Por exemplo, após cinco tentativas falhas de reconhecimento, o iPhone pede o código de acesso. E se o dispositivo não for desbloqueado por mais de 48 horas, ele exigirá novamente o código.

    O Face ID é uma ferramenta de segurança eficaz e prática para proteger seu iPhone. Enquanto alguns pesquisadores podem encontrar maneiras de burlar o sistema em situações muito específicas, para o uso diário, ele continua sendo uma das melhores opções disponíveis.


    O Caso dos Óculos e Fita Adesiva

    Pesquisadores da Tencent, uma empresa de tecnologia chinesa, descobriram que é possível enganar o Face ID usando óculos modificados e fita adesiva. Eles mostraram que, se a pessoa dona do iPhone estiver inconsciente (por exemplo, dormindo), colocar óculos com fitas sobre seus olhos pode desbloquear o dispositivo. Mas não se preocupe, isso não é algo fácil de fazer no dia a dia e requer uma série de condições específicas.

    Outro caso interessante envolveu pesquisadores que utilizaram uma impressão 3D para burlar o Face ID. Eles conseguiram criar uma máscara detalhada do rosto de uma pessoa e, com isso, enganar o sistema de reconhecimento facial do iPhone. Este método requer um alto nível de precisão e conhecimento técnico, tornando-o impraticável para uso cotidiano, mas demonstra que mesmo tecnologias avançadas como o Face ID têm suas vulnerabilidades.

    Por que Isso Acontece?

    O Face ID usa sensores avançados para mapear e reconhecer o rosto do usuário. Porém, como qualquer tecnologia, não é perfeito. Pequenas falhas podem ser exploradas, mas essas são raras e, geralmente, envolvem situações atípicas e difícil replicação.

    Segurança em Camadas

    Mesmo com esses casos isolados, o Face ID continua sendo extremamente seguro para a maioria das pessoas. A Apple também adiciona outras camadas de segurança. Por exemplo, após cinco tentativas falhas de reconhecimento, o iPhone pede o código de acesso. E se o dispositivo não for desbloqueado por mais de 48 horas, ele exigirá novamente o código.

    O Face ID é uma ferramenta de segurança eficaz e prática para proteger seu iPhone. Enquanto alguns pesquisadores podem encontrar maneiras de burlar o sistema em situações muito específicas, para o uso diário, ele continua sendo uma das melhores opções disponíveis.


  • Microsoft e Apple se afastam da OpenAI em meio a preocupações regulatórias

    Microsoft e Apple se afastam da OpenAI em meio a preocupações regulatórias

    As gigantes da tecnologia abandonaram seus assentos no conselho da OpenAI, organização de pesquisa em inteligência artificial conhecida por desenvolver o popular ChatGPT.

    Esta decisão indica um reforço na fiscalização regulatória sobre o impacto das grandes corporações tecnológicas no desenvolvimento e na implementação da inteligência artificial.

    Retirada das Big Techs:

    • Microsoft: A Microsoft, que já investiu US$ 13 bilhões na OpenAI, optou por se retirar do conselho, afirmando que seu papel de observador não era mais necessário.
    • Apple: A Apple, que pretendia assumir um assento similar no conselho, também recuou. A integração do ChatGPT em seus dispositivos não terá a companhia de um representante no conselho da OpenAI.

    Pressão Regulatória:

    • Preocupação com influência: Reguladores nos Estados Unidos e na Europa expressaram apreensão com o poder que essas empresas teriam sobre a OpenAI, buscando garantir que a relação seja mantida à distância.
    • Investigações: A Microsoft enfrenta investigações antitruste por sua dominância no campo da IA, além de questionamentos sobre a notificação adequada de autoridades sobre seu acordo com a Inflection AI, concorrente da OpenAI.
    • Outras empresas sob análise: O Reino Unido investiga a colaboração da Amazon com a empresa de IA Anthropic, enquanto os EUA examinam o domínio da Nvidia no mercado de chips de IA.

    Parcerias e Investimentos:

    • Acordos estratégicos: As grandes empresas de tecnologia investem bilhões em startups de IA e firmam parcerias estratégicas. A Apple integrou o ChatGPT ao iPhone, enquanto a Microsoft contratou parte da equipe da concorrente da OpenAI.

    Futuro da OpenAI:

    • Busca por colaboração: Apesar das saídas, a OpenAI busca manter o diálogo com parceiros e investidores, compartilhando seu progresso e buscando fortalecer a colaboração em segurança e proteção da IA.
    • Transição de organização sem fins lucrativos: A OpenAI, que começou como uma organização sem fins lucrativos, se transformou em uma startup em busca de investimentos e parcerias comerciais para impulsionar sua missão.

    A decisão da Microsoft e da Apple de abandonar o conselho da OpenAI marca um momento crucial no debate sobre o papel das grandes empresas de tecnologia no desenvolvimento da IA. Resta saber como essa dinâmica se desenrolará e quais serão os impactos no futuro da inteligência artificial.


    Esta decisão indica um reforço na fiscalização regulatória sobre o impacto das grandes corporações tecnológicas no desenvolvimento e na implementação da inteligência artificial.

    Retirada das Big Techs:

    • Microsoft: A Microsoft, que já investiu US$ 13 bilhões na OpenAI, optou por se retirar do conselho, afirmando que seu papel de observador não era mais necessário.
    • Apple: A Apple, que pretendia assumir um assento similar no conselho, também recuou. A integração do ChatGPT em seus dispositivos não terá a companhia de um representante no conselho da OpenAI.

    Pressão Regulatória:

    • Preocupação com influência: Reguladores nos Estados Unidos e na Europa expressaram apreensão com o poder que essas empresas teriam sobre a OpenAI, buscando garantir que a relação seja mantida à distância.
    • Investigações: A Microsoft enfrenta investigações antitruste por sua dominância no campo da IA, além de questionamentos sobre a notificação adequada de autoridades sobre seu acordo com a Inflection AI, concorrente da OpenAI.
    • Outras empresas sob análise: O Reino Unido investiga a colaboração da Amazon com a empresa de IA Anthropic, enquanto os EUA examinam o domínio da Nvidia no mercado de chips de IA.

    Parcerias e Investimentos:

    • Acordos estratégicos: As grandes empresas de tecnologia investem bilhões em startups de IA e firmam parcerias estratégicas. A Apple integrou o ChatGPT ao iPhone, enquanto a Microsoft contratou parte da equipe da concorrente da OpenAI.

    Futuro da OpenAI:

    • Busca por colaboração: Apesar das saídas, a OpenAI busca manter o diálogo com parceiros e investidores, compartilhando seu progresso e buscando fortalecer a colaboração em segurança e proteção da IA.
    • Transição de organização sem fins lucrativos: A OpenAI, que começou como uma organização sem fins lucrativos, se transformou em uma startup em busca de investimentos e parcerias comerciais para impulsionar sua missão.

    A decisão da Microsoft e da Apple de abandonar o conselho da OpenAI marca um momento crucial no debate sobre o papel das grandes empresas de tecnologia no desenvolvimento da IA. Resta saber como essa dinâmica se desenrolará e quais serão os impactos no futuro da inteligência artificial.


  • Apple Vision Pro: Decepção inicial indica estagnação da indústria?

    Apple Vision Pro: Decepção inicial indica estagnação da indústria?

    Apple enfrenta dificuldades com vendas do headset Vision Pro.

    Menos de três meses após o lançamento do caro headset de realidade virtual Vision Pro, a Apple já enfrenta problemas para vender seus dispositivos. Segundo a uma reportagem Bloomberg, poucas pessoas estão demonstrando interesse em experimentar o produto de US$ 3.500 (R$18 mil conversão direta) nas lojas, e as vendas caíram significativamente.

    Usuários iniciais do Vision Pro relatam a falta de atividades disponíveis além de assistir filmes sozinhos, e até mesmo o autor da reportagem da Bloomberg menciona ter reduzido o uso do dispositivo para uma ou duas vezes por semana.

    O desenvolvimento do headset pela Apple levou oito anos e custou bilhões de dólares, mas agora parece estar fracassando silenciosamente, com um sucessor improvável de surgir por alguns anos.

    Além dos baixos números de vendas, diversos usuários relatam que o headset pesado é desconfortável para uso prolongado, causando desde dores de cabeça e olhos roxos até vasos sanguíneos estourados. As críticas ao dispositivo já eram mistas desde o lançamento no início do ano, e o alto preço também não ajudou. Algumas semanas após a compra, alguns usuários já começaram a devolver seus headsets às lojas.

    O artigo da Bloomberg também destaca a falta de discussões sobre o Vision Pro três meses após seu lançamento, com muitos headsets acumulando poeira nas prateleiras. A luta da Apple para lançar um headset de VR atraente e bem-sucedido ressalta o quão estagnada a indústria de realidade virtual se tornou. Mesmo a Meta, que vende headsets por uma fração do preço da Apple, enfrenta dificuldades para convencer as pessoas, especialmente os jovens, a comprá-los.

    O artigo termina questionando se o futuro dos headsets de VR está comprometido ou se ainda há chance de um dispositivo de próxima geração superar as expectativas e revitalizar o setor. Se nem a Apple nem a Meta conseguirem alcançar o sucesso com seus produtos, a pergunta que fica é: quem será capaz de fazê-lo?

    O futuro da realidade virtual ainda é incerto, mas o lançamento decepcionante do Vision Pro levanta dúvidas sobre a viabilidade da tecnologia no curto prazo.


    Menos de três meses após o lançamento do caro headset de realidade virtual Vision Pro, a Apple já enfrenta problemas para vender seus dispositivos. Segundo a uma reportagem Bloomberg, poucas pessoas estão demonstrando interesse em experimentar o produto de US$ 3.500 (R$18 mil conversão direta) nas lojas, e as vendas caíram significativamente.

    Usuários iniciais do Vision Pro relatam a falta de atividades disponíveis além de assistir filmes sozinhos, e até mesmo o autor da reportagem da Bloomberg menciona ter reduzido o uso do dispositivo para uma ou duas vezes por semana.

    O desenvolvimento do headset pela Apple levou oito anos e custou bilhões de dólares, mas agora parece estar fracassando silenciosamente, com um sucessor improvável de surgir por alguns anos.

    Além dos baixos números de vendas, diversos usuários relatam que o headset pesado é desconfortável para uso prolongado, causando desde dores de cabeça e olhos roxos até vasos sanguíneos estourados. As críticas ao dispositivo já eram mistas desde o lançamento no início do ano, e o alto preço também não ajudou. Algumas semanas após a compra, alguns usuários já começaram a devolver seus headsets às lojas.

    O artigo da Bloomberg também destaca a falta de discussões sobre o Vision Pro três meses após seu lançamento, com muitos headsets acumulando poeira nas prateleiras. A luta da Apple para lançar um headset de VR atraente e bem-sucedido ressalta o quão estagnada a indústria de realidade virtual se tornou. Mesmo a Meta, que vende headsets por uma fração do preço da Apple, enfrenta dificuldades para convencer as pessoas, especialmente os jovens, a comprá-los.

    O artigo termina questionando se o futuro dos headsets de VR está comprometido ou se ainda há chance de um dispositivo de próxima geração superar as expectativas e revitalizar o setor. Se nem a Apple nem a Meta conseguirem alcançar o sucesso com seus produtos, a pergunta que fica é: quem será capaz de fazê-lo?

    O futuro da realidade virtual ainda é incerto, mas o lançamento decepcionante do Vision Pro levanta dúvidas sobre a viabilidade da tecnologia no curto prazo.


  • Como o iPhone transformou a comunicação, o entretenimento e a produtividade

    Como o iPhone transformou a comunicação, o entretenimento e a produtividade

    O iPhone é um dos smartphones mais populares e desejados do mundo, mas você sabe como ele surgiu e como ele mudou a vida das pessoas?

    Neste artigo, vamos contar a história do iPhone, desde o seu primeiro conceito até os seus modelos mais recentes, e mostrar como ele revolucionou o mercado de telefonia móvel e a comunicação.

    A história do iPhone começa em 2000, quando o designer da Apple John Casey enviou um e-mail interno com a ideia de um Telipod, uma combinação de telefone e iPod. No entanto, esse projeto não saiu do papel, e a Apple fez uma parceria com a Motorola e a Cingular (atual AT&T) para lançar o ROKR E1 em 2005, o primeiro celular com iTunes. O resultado foi decepcionante, e a Apple decidiu criar o seu próprio smartphone.

    Em 2007, Steve Jobs anunciou o iPhone na convenção Macworld, surpreendendo o público com um aparelho que não tinha teclado físico, mas sim uma tela sensível ao toque que permitia controlar todas as funções com gestos. O iPhone também tinha acesso à internet via Wi-Fi, 3G ou 4G, câmera digital, iPod integrado e uma loja de aplicativos que ampliava as possibilidades do usuário.

    O iPhone foi lançado em 29 de junho de 2007 nos Estados Unidos, custando US$ 499 (4 GB) ou US$ 599 (8 GB), com contrato exclusivo com a AT&T. O aparelho foi um sucesso de vendas, alcançando 3 milhões de unidades vendidas até o final do ano. Desde então, a Apple lançou novas versões do iPhone a cada ano, adicionando novas funcionalidades, melhorando o design e o desempenho, e conquistando milhões de fãs pelo mundo.

    O iPhone mudou a vida das pessoas ao oferecer um dispositivo que não era apenas um telefone, mas sim um computador de bolso que podia realizar diversas tarefas, desde tirar fotos e vídeos, ouvir música, navegar na internet, enviar e-mails, jogar games, fazer compras online, usar redes sociais, assistir filmes e séries, até controlar outros aparelhos inteligentes da casa ou do carro. O iPhone também estimulou o surgimento de novas profissões e negócios relacionados aos aplicativos móveis, que hoje movimentam bilhões de dólares.

    Hoje em dia, o iPhone é um dos produtos mais lucrativos da Apple e um dos líderes do mercado de smartphones. Segundo dados da Statista, até o final de 2020, mais de 2 bilhões de iPhones foram vendidos no mundo todo. O modelo mais recente é o iPhone 15, lançado em setembro de 2023, que traz melhorias na câmera, na bateria, no processador e no design.

    Neste artigo, vamos contar a história do iPhone, desde o seu primeiro conceito até os seus modelos mais recentes, e mostrar como ele revolucionou o mercado de telefonia móvel e a comunicação.

    A história do iPhone começa em 2000, quando o designer da Apple John Casey enviou um e-mail interno com a ideia de um Telipod, uma combinação de telefone e iPod. No entanto, esse projeto não saiu do papel, e a Apple fez uma parceria com a Motorola e a Cingular (atual AT&T) para lançar o ROKR E1 em 2005, o primeiro celular com iTunes. O resultado foi decepcionante, e a Apple decidiu criar o seu próprio smartphone.

    Em 2007, Steve Jobs anunciou o iPhone na convenção Macworld, surpreendendo o público com um aparelho que não tinha teclado físico, mas sim uma tela sensível ao toque que permitia controlar todas as funções com gestos. O iPhone também tinha acesso à internet via Wi-Fi, 3G ou 4G, câmera digital, iPod integrado e uma loja de aplicativos que ampliava as possibilidades do usuário.

    O iPhone foi lançado em 29 de junho de 2007 nos Estados Unidos, custando US$ 499 (4 GB) ou US$ 599 (8 GB), com contrato exclusivo com a AT&T. O aparelho foi um sucesso de vendas, alcançando 3 milhões de unidades vendidas até o final do ano. Desde então, a Apple lançou novas versões do iPhone a cada ano, adicionando novas funcionalidades, melhorando o design e o desempenho, e conquistando milhões de fãs pelo mundo.

    O iPhone mudou a vida das pessoas ao oferecer um dispositivo que não era apenas um telefone, mas sim um computador de bolso que podia realizar diversas tarefas, desde tirar fotos e vídeos, ouvir música, navegar na internet, enviar e-mails, jogar games, fazer compras online, usar redes sociais, assistir filmes e séries, até controlar outros aparelhos inteligentes da casa ou do carro. O iPhone também estimulou o surgimento de novas profissões e negócios relacionados aos aplicativos móveis, que hoje movimentam bilhões de dólares.

    Hoje em dia, o iPhone é um dos produtos mais lucrativos da Apple e um dos líderes do mercado de smartphones. Segundo dados da Statista, até o final de 2020, mais de 2 bilhões de iPhones foram vendidos no mundo todo. O modelo mais recente é o iPhone 15, lançado em setembro de 2023, que traz melhorias na câmera, na bateria, no processador e no design.

  • Microsoft supera Apple e reina como a mais valiosa

    Microsoft supera Apple e reina como a mais valiosa

    Em uma reviravolta surpreendente no mundo corporativo, a Microsoft ultrapassou a Apple e agora ostenta o título de empresa mais valiosa do planeta.

    Com um valor de mercado impressionante de US$ 2,89 trilhões, a gigante de Redmond reivindicou a coroa que não usava desde 2021, deixando a Apple ligeiramente para trás com seus US$ 2,87 trilhões.

    Mas o que levou a Microsoft a essa posição invejável? A resposta está na inovação e no investimento em uma área promissora: a inteligência artificial (IA) generativa. Em 2023, a Microsoft viu seu valor disparar, graças em grande parte à sua parceria com a OpenAI e ao desenvolvimento do Copilot, uma ferramenta revolucionária que integrou IA em produtos como Bing, Edge e Windows.

    Olhando para o futuro, a Microsoft não mostra sinais de desaceleração. Planos já estão em andamento para lançar computadores com uma tecla dedicada ao Copilot, e rumores circulam sobre uma nova versão do Windows com foco em IA. Essas inovações não apenas solidificam a posição da Microsoft como líder em tecnologia, mas também sinalizam uma nova era onde a IA se tornará uma parte integrante de nossas vidas diárias.

    Enquanto isso, a Apple tem mantido um perfil discreto em relação à IA generativa. No entanto, o mercado espera ansiosamente para ver como a gigante de Cupertino responderá ao avanço da Microsoft. Com a competição acirrada, podemos esperar grandes coisas no horizonte para a tecnologia e para os consumidores.

    A ascensão da Microsoft é um testemunho do poder da inovação e da visão de futuro. À medida que entramos em uma nova era dominada pela IA, a empresa prova que estar na vanguarda da tecnologia é o caminho para o sucesso e o crescimento contínuo.

    Com um valor de mercado impressionante de US$ 2,89 trilhões, a gigante de Redmond reivindicou a coroa que não usava desde 2021, deixando a Apple ligeiramente para trás com seus US$ 2,87 trilhões.

    Mas o que levou a Microsoft a essa posição invejável? A resposta está na inovação e no investimento em uma área promissora: a inteligência artificial (IA) generativa. Em 2023, a Microsoft viu seu valor disparar, graças em grande parte à sua parceria com a OpenAI e ao desenvolvimento do Copilot, uma ferramenta revolucionária que integrou IA em produtos como Bing, Edge e Windows.

    Olhando para o futuro, a Microsoft não mostra sinais de desaceleração. Planos já estão em andamento para lançar computadores com uma tecla dedicada ao Copilot, e rumores circulam sobre uma nova versão do Windows com foco em IA. Essas inovações não apenas solidificam a posição da Microsoft como líder em tecnologia, mas também sinalizam uma nova era onde a IA se tornará uma parte integrante de nossas vidas diárias.

    Enquanto isso, a Apple tem mantido um perfil discreto em relação à IA generativa. No entanto, o mercado espera ansiosamente para ver como a gigante de Cupertino responderá ao avanço da Microsoft. Com a competição acirrada, podemos esperar grandes coisas no horizonte para a tecnologia e para os consumidores.

    A ascensão da Microsoft é um testemunho do poder da inovação e da visão de futuro. À medida que entramos em uma nova era dominada pela IA, a empresa prova que estar na vanguarda da tecnologia é o caminho para o sucesso e o crescimento contínuo.

  • 5 celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15

    5 celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15

    O iPhone 15 é o mais novo lançamento da Apple, que promete ser o celular mais avançado do mercado. 

    Com um design elegante, uma tela de 6,7 polegadas, uma câmera traseira de 48 megapixels e um processador A16 Bionic, o iPhone 15 tem um preço salgado: R$ 12.999 na versão mais básica.

    Mas será que vale a pena pagar tanto por um celular? Existem outras opções de smartphones com sistema operacional Android que oferecem um desempenho superior e um custo mais acessível. Neste artigo, vamos apresentar cinco celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15, segundo o aplicativo AnTuTu, que mede o desempenho dos aparelhos em diversos aspectos, como CPU, GPU, memória e bateria.

    1. Xiaomi 14 Pro

    O Xiaomi 14 Pro é o celular mais poderoso do mundo, segundo o AnTuTu. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 3, o mais novo e poderoso da Qualcomm, que permite realizar tarefas com rapidez e eficiência. Além disso, ele tem 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 14 Pro também se destaca pela sua câmera traseira de 108 megapixels, que captura imagens com alta qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 14 Pro no Brasil é de R$ 6.999, quase a metade do valor do iPhone 15.

    2. Nubia Z50S Pro

    O Nubia Z50S Pro é o segundo colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele também conta com o processador Snapdragon 8 Gen 2, que oferece um alto desempenho e uma boa economia de bateria. O Nubia Z50S Pro tem 12 GB de RAM e 1 TB de armazenamento interno, o que significa que você pode executar várias tarefas ao mesmo tempo e nunca se preocupar com a falta de espaço. O Nubia Z50S Pro também tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que tira fotos com boa resolução e cores. O preço do Nubia Z50S Pro no Brasil é de R$ 5.999, bem mais em conta do que o iPhone 15.

    3. Red Magic 8 Pro+

    O Red Magic 8 Pro+ é o terceiro colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele é um celular voltado para os gamers, pois possui um sistema de refrigeração líquida, que evita o superaquecimento do aparelho durante os jogos. Ele também tem o processador Snapdragon 8 Gen 2, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e fluidez. O Red Magic 8 Pro+ tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que permite tirar fotos com boa qualidade e nitidez. O preço do Red Magic 8 Pro+ no Brasil é de R$ 4.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    4. Galaxy S23+

    O Galaxy S23+ é o quinto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um dos celulares mais populares da Samsung, que tem uma grande presença no mercado brasileiro. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2 For Galaxy, uma versão exclusiva da Qualcomm para a Samsung, que oferece um bom desempenho e uma boa autonomia de bateria. O Galaxy S23+ tem 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que permite executar várias tarefas ao mesmo tempo e armazenar seus arquivos e aplicativos sem problemas. O Galaxy S23+ também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com alta qualidade e detalhes. O preço do Galaxy S23+ no Brasil é de R$ 7.999, ainda mais barato do que o iPhone 15.

    5. Xiaomi 13

    O Xiaomi 13 é o sexto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um celular intermediário da Xiaomi, que oferece um bom custo-benefício para quem procura um aparelho com bom desempenho e preço acessível. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, o que garante uma boa performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 13 também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com boa qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 13 no Brasil é de R$ 3.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    Como você pode ver, existem várias opções de celulares Android que são mais potentes e mais baratos do que o iPhone 15. Esses aparelhos oferecem um ótimo desempenho, uma boa capacidade de armazenamento, uma boa qualidade de câmera e um preço mais acessível. Portanto, se você está pensando em comprar um novo celular, vale a pena considerar essas alternativas e comparar as especificações, os recursos e os valores antes de tomar a sua decisão.

    Com um design elegante, uma tela de 6,7 polegadas, uma câmera traseira de 48 megapixels e um processador A16 Bionic, o iPhone 15 tem um preço salgado: R$ 12.999 na versão mais básica.

    Mas será que vale a pena pagar tanto por um celular? Existem outras opções de smartphones com sistema operacional Android que oferecem um desempenho superior e um custo mais acessível. Neste artigo, vamos apresentar cinco celulares Android que são mais potentes e mais baratos que o iPhone 15, segundo o aplicativo AnTuTu, que mede o desempenho dos aparelhos em diversos aspectos, como CPU, GPU, memória e bateria.

    1. Xiaomi 14 Pro

    O Xiaomi 14 Pro é o celular mais poderoso do mundo, segundo o AnTuTu. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 3, o mais novo e poderoso da Qualcomm, que permite realizar tarefas com rapidez e eficiência. Além disso, ele tem 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 14 Pro também se destaca pela sua câmera traseira de 108 megapixels, que captura imagens com alta qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 14 Pro no Brasil é de R$ 6.999, quase a metade do valor do iPhone 15.

    2. Nubia Z50S Pro

    O Nubia Z50S Pro é o segundo colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele também conta com o processador Snapdragon 8 Gen 2, que oferece um alto desempenho e uma boa economia de bateria. O Nubia Z50S Pro tem 12 GB de RAM e 1 TB de armazenamento interno, o que significa que você pode executar várias tarefas ao mesmo tempo e nunca se preocupar com a falta de espaço. O Nubia Z50S Pro também tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que tira fotos com boa resolução e cores. O preço do Nubia Z50S Pro no Brasil é de R$ 5.999, bem mais em conta do que o iPhone 15.

    3. Red Magic 8 Pro+

    O Red Magic 8 Pro+ é o terceiro colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,6 milhão de pontos. Ele é um celular voltado para os gamers, pois possui um sistema de refrigeração líquida, que evita o superaquecimento do aparelho durante os jogos. Ele também tem o processador Snapdragon 8 Gen 2, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante uma ótima performance e fluidez. O Red Magic 8 Pro+ tem uma câmera traseira de 64 megapixels, que permite tirar fotos com boa qualidade e nitidez. O preço do Red Magic 8 Pro+ no Brasil é de R$ 4.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    4. Galaxy S23+

    O Galaxy S23+ é o quinto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um dos celulares mais populares da Samsung, que tem uma grande presença no mercado brasileiro. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2 For Galaxy, uma versão exclusiva da Qualcomm para a Samsung, que oferece um bom desempenho e uma boa autonomia de bateria. O Galaxy S23+ tem 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que permite executar várias tarefas ao mesmo tempo e armazenar seus arquivos e aplicativos sem problemas. O Galaxy S23+ também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com alta qualidade e detalhes. O preço do Galaxy S23+ no Brasil é de R$ 7.999, ainda mais barato do que o iPhone 15.

    5. Xiaomi 13

    O Xiaomi 13 é o sexto colocado no ranking do AnTuTu, com uma pontuação média de 1,5 milhão de pontos. Ele é um celular intermediário da Xiaomi, que oferece um bom custo-benefício para quem procura um aparelho com bom desempenho e preço acessível. Ele possui o processador Snapdragon 8 Gen 2, 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, o que garante uma boa performance e espaço suficiente para guardar seus arquivos e aplicativos. O Xiaomi 13 também tem uma câmera traseira de 108 megapixels, que tira fotos com boa qualidade e detalhes. O preço do Xiaomi 13 no Brasil é de R$ 3.999, muito mais barato do que o iPhone 15.

    Como você pode ver, existem várias opções de celulares Android que são mais potentes e mais baratos do que o iPhone 15. Esses aparelhos oferecem um ótimo desempenho, uma boa capacidade de armazenamento, uma boa qualidade de câmera e um preço mais acessível. Portanto, se você está pensando em comprar um novo celular, vale a pena considerar essas alternativas e comparar as especificações, os recursos e os valores antes de tomar a sua decisão.

  • China investiga fornecedora da Apple após fundador se candidatar à presidência de Taiwan

    China investiga fornecedora da Apple após fundador se candidatar à presidência de Taiwan

    A Foxconn, uma das maiores fabricantes de produtos eletrônicos do mundo e principal fornecedora da Apple, está sendo investigada pelas autoridades na China por questões fiscais e de uso de terras.

    A empresa, que tem sede em Taiwan, possui fábricas de iPhone em várias províncias chinesas, onde emprega milhões de trabalhadores.

    A investigação surge em meio às pretensões políticas de Terry Gou, fundador e presidente da Foxconn, que anunciou que vai se candidatar à presidência de Taiwan como independente. Gou é um bilionário que tem negócios na China, mas que defende a soberania de Taiwan. Ele disse que não vai se deixar pressionar por Pequim e que quer garantir a paz no estreito de Taiwan.

    A China considera Taiwan uma província rebelde e ameaça usar a força para anexá-la. Taiwan, por sua vez, rejeita a soberania chinesa e busca manter sua autonomia política e econômica. A situação se agravou nos últimos anos, com o aumento das incursões militares chinesas no espaço aéreo e marítimo de Taiwan. Os Estados Unidos apoiam Taiwan e fornecem armas e assistência à ilha.

    A investigação na Foxconn também reflete a crescente pressão da China sobre as empresas estrangeiras que operam no país. A China tem usado medidas legais e regulatórias para coibir atividades que considera prejudiciais à sua segurança nacional ou aos seus interesses geopolíticos. Algumas empresas estrangeiras têm sido alvo de buscas, detenções, multas e restrições comerciais.

    A Foxconn disse em comunicado que cumprir a lei era um de seus “princípios básicos” e que vai cooperar com as investigações. A empresa não informou se as investigações afetaram sua produção ou seus planos futuros. A Apple não se pronunciou sobre o assunto.

    A empresa, que tem sede em Taiwan, possui fábricas de iPhone em várias províncias chinesas, onde emprega milhões de trabalhadores.

    A investigação surge em meio às pretensões políticas de Terry Gou, fundador e presidente da Foxconn, que anunciou que vai se candidatar à presidência de Taiwan como independente. Gou é um bilionário que tem negócios na China, mas que defende a soberania de Taiwan. Ele disse que não vai se deixar pressionar por Pequim e que quer garantir a paz no estreito de Taiwan.

    A China considera Taiwan uma província rebelde e ameaça usar a força para anexá-la. Taiwan, por sua vez, rejeita a soberania chinesa e busca manter sua autonomia política e econômica. A situação se agravou nos últimos anos, com o aumento das incursões militares chinesas no espaço aéreo e marítimo de Taiwan. Os Estados Unidos apoiam Taiwan e fornecem armas e assistência à ilha.

    A investigação na Foxconn também reflete a crescente pressão da China sobre as empresas estrangeiras que operam no país. A China tem usado medidas legais e regulatórias para coibir atividades que considera prejudiciais à sua segurança nacional ou aos seus interesses geopolíticos. Algumas empresas estrangeiras têm sido alvo de buscas, detenções, multas e restrições comerciais.

    A Foxconn disse em comunicado que cumprir a lei era um de seus “princípios básicos” e que vai cooperar com as investigações. A empresa não informou se as investigações afetaram sua produção ou seus planos futuros. A Apple não se pronunciou sobre o assunto.

  • França pede para Apple suspender venda de iPhone 12 por ‘elevados níveis de radiação’

    França pede para Apple suspender venda de iPhone 12 por ‘elevados níveis de radiação’

    A Agência Nacional de Frequências da França (ANFR), responsável por controlar a exposição do público às ondas eletromagnéticas, notificou a empresa americana para interromper as vendas do aparelho no país, pois ele excede o limite regulamentar de energia eletromagnética absorvida pelo corpo humano.

    A Apple tem 15 dias para corrigir o problema com uma atualização de software ou terá que recolher os aparelhos já vendidos. O ministro da Transição Digital francês disse que confia na responsabilidade da empresa para cumprir as regras.

    O iPhone 12 é o primeiro smartphone da Apple a usar a tecnologia 5G, que promete uma conexão mais rápida e estável. No entanto, essa tecnologia também implica em uma maior emissão de radiação, que pode causar danos à saúde se for excessiva.

    A ANFR mediu a taxa de absorção específica (SAR) do iPhone 12, que indica a quantidade de energia eletromagnética absorvida pelo corpo quando se usa um dispositivo sem fio. O limite máximo permitido na França é de 2 watts por quilograma (W/kg), mas o iPhone 12 apresentou uma SAR de 2,4 W/kg.

    A Apple não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas em seu site afirma que seus produtos cumprem todas as normas internacionais de segurança e que a exposição à radiação pode ser reduzida usando fones de ouvido ou mantendo o aparelho longe do corpo.

    A França é um dos países mais rigorosos na regulação das ondas eletromagnéticas. Em 2015, foi aprovada uma lei que proíbe o uso de wi-fi em creches e limita a sua utilização em escolas primárias. Além disso, a ANFR realiza testes regulares nos dispositivos sem fio vendidos no país e publica os resultados em seu site.

    A Apple tem 15 dias para corrigir o problema com uma atualização de software ou terá que recolher os aparelhos já vendidos. O ministro da Transição Digital francês disse que confia na responsabilidade da empresa para cumprir as regras.

    O iPhone 12 é o primeiro smartphone da Apple a usar a tecnologia 5G, que promete uma conexão mais rápida e estável. No entanto, essa tecnologia também implica em uma maior emissão de radiação, que pode causar danos à saúde se for excessiva.

    A ANFR mediu a taxa de absorção específica (SAR) do iPhone 12, que indica a quantidade de energia eletromagnética absorvida pelo corpo quando se usa um dispositivo sem fio. O limite máximo permitido na França é de 2 watts por quilograma (W/kg), mas o iPhone 12 apresentou uma SAR de 2,4 W/kg.

    A Apple não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas em seu site afirma que seus produtos cumprem todas as normas internacionais de segurança e que a exposição à radiação pode ser reduzida usando fones de ouvido ou mantendo o aparelho longe do corpo.

    A França é um dos países mais rigorosos na regulação das ondas eletromagnéticas. Em 2015, foi aprovada uma lei que proíbe o uso de wi-fi em creches e limita a sua utilização em escolas primárias. Além disso, a ANFR realiza testes regulares nos dispositivos sem fio vendidos no país e publica os resultados em seu site.

  • iPhone SE e Apple Watch SE: o que são, quais são as diferenças e por que você deveria comprar

    iPhone SE e Apple Watch SE: o que são, quais são as diferenças e por que você deveria comprar

    Você já deve ter visto ou ouvido falar dos modelos SE da Apple, tanto para o iPhone quanto para o Apple Watch.

    Mas você sabe o que significa essa sigla e quais são as diferenças entre esses aparelhos e os outros da mesma marca? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre os modelos SE da Apple.

    O que significa SE?

    SE significa “Special Edition” (Edição Especial) e indica que são modelos com um bom custo-benefício, mas sem alguns recursos dos modelos mais avançados. Segundo a Apple, a ideia de lançar um celular e um relógio potentes com tamanho reduzido foi uma demanda dos próprios usuários.

    Quais são os modelos SE da Apple?

    Atualmente, existem dois modelos SE da Apple: o iPhone SE e o Apple Watch SE. O iPhone SE foi lançado em 2016 e teve uma segunda geração em 2020. O Apple Watch SE foi lançado em 2020 junto com o Apple Watch Series 6.

    Quais são as características do iPhone SE?

    O iPhone SE é um smartphone que tem o design do iPhone 8, mas com o processador do iPhone 12. Ele tem uma tela de 4,7 polegadas, uma câmera traseira de 12 megapixels, uma câmera frontal de 7 megapixels, um botão de início com Touch ID e uma bateria de 1.821 mAh. Ele não tem Face ID, nem câmera dupla ou tripla, nem carregamento sem fio.

    O iPhone SE é uma opção para quem quer um celular da Apple com um preço mais acessível e um tamanho mais compacto. Ele custa a partir de R$ 3.699 no Brasil e está disponível nas cores preto, branco e vermelho.

    Quais são as características do Apple Watch SE?

    O Apple Watch SE é um relógio inteligente que tem o design do Apple Watch Series 4, mas com o processador do Apple Watch Series 5. Ele tem uma tela de 1,57 ou 1,78 polegadas, dependendo do tamanho da caixa, que pode ser de 40 ou 44 mm. Ele tem sensores de frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio e altímetro. Ele não tem sensor de oxigênio no sangue, nem eletrocardiograma, nem tela sempre ligada.

    O Apple Watch SE é uma opção para quem quer um relógio da Apple com um preço mais acessível e um desempenho satisfatório. Ele custa a partir de R$ 3.799 no Brasil e está disponível nas cores prata, cinza-espacial e dourado.

    Os modelos SE da Apple são alternativas interessantes para quem quer ter um produto da marca sem gastar muito. Eles oferecem um bom desempenho, mas não têm alguns recursos dos modelos mais avançados. Se você não se importa com essas limitações, pode considerar comprar um iPhone SE ou um Apple Watch SE.

    Mas você sabe o que significa essa sigla e quais são as diferenças entre esses aparelhos e os outros da mesma marca? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre os modelos SE da Apple.

    O que significa SE?

    SE significa “Special Edition” (Edição Especial) e indica que são modelos com um bom custo-benefício, mas sem alguns recursos dos modelos mais avançados. Segundo a Apple, a ideia de lançar um celular e um relógio potentes com tamanho reduzido foi uma demanda dos próprios usuários.

    Quais são os modelos SE da Apple?

    Atualmente, existem dois modelos SE da Apple: o iPhone SE e o Apple Watch SE. O iPhone SE foi lançado em 2016 e teve uma segunda geração em 2020. O Apple Watch SE foi lançado em 2020 junto com o Apple Watch Series 6.

    Quais são as características do iPhone SE?

    O iPhone SE é um smartphone que tem o design do iPhone 8, mas com o processador do iPhone 12. Ele tem uma tela de 4,7 polegadas, uma câmera traseira de 12 megapixels, uma câmera frontal de 7 megapixels, um botão de início com Touch ID e uma bateria de 1.821 mAh. Ele não tem Face ID, nem câmera dupla ou tripla, nem carregamento sem fio.

    O iPhone SE é uma opção para quem quer um celular da Apple com um preço mais acessível e um tamanho mais compacto. Ele custa a partir de R$ 3.699 no Brasil e está disponível nas cores preto, branco e vermelho.

    Quais são as características do Apple Watch SE?

    O Apple Watch SE é um relógio inteligente que tem o design do Apple Watch Series 4, mas com o processador do Apple Watch Series 5. Ele tem uma tela de 1,57 ou 1,78 polegadas, dependendo do tamanho da caixa, que pode ser de 40 ou 44 mm. Ele tem sensores de frequência cardíaca, acelerômetro, giroscópio e altímetro. Ele não tem sensor de oxigênio no sangue, nem eletrocardiograma, nem tela sempre ligada.

    O Apple Watch SE é uma opção para quem quer um relógio da Apple com um preço mais acessível e um desempenho satisfatório. Ele custa a partir de R$ 3.799 no Brasil e está disponível nas cores prata, cinza-espacial e dourado.

    Os modelos SE da Apple são alternativas interessantes para quem quer ter um produto da marca sem gastar muito. Eles oferecem um bom desempenho, mas não têm alguns recursos dos modelos mais avançados. Se você não se importa com essas limitações, pode considerar comprar um iPhone SE ou um Apple Watch SE.

  • iOS 17: saiba como instalar a nova atualização em iPhones antigos

    iOS 17: saiba como instalar a nova atualização em iPhones antigos

    A Apple anunciou recentemente o lançamento do iOS 17, a nova versão do seu sistema operacional para dispositivos móveis.

    O iOS 17 promete trazer diversas novidades e melhorias para os usuários de iPhones, iPads e iPods Touch, como um novo design, novos recursos de privacidade, melhor desempenho e mais.

    No entanto, nem todos os donos de iPhones poderão aproveitar as vantagens do iOS 17. Isso porque a Apple limitou a compatibilidade do novo sistema apenas para os aparelhos que possuem o chip A12 Bionic ou superior. Esse chip foi lançado em 2018 e equipa os modelos iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR.

    Isso significa que os modelos iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X, que possuem o chip A11 Bionic, não poderão receber a atualização para o iOS 17. Esses aparelhos foram lançados em 2017 e ainda são bastante populares entre os consumidores. Segundo uma pesquisa da Counterpoint Research, o iPhone X foi o terceiro smartphone mais vendido no mundo em 2020.

    Portanto, se você tem um desses aparelhos, infelizmente não há como instalar o iOS 17 neles. Você terá que se contentar com o iOS 16, que ainda receberá atualizações de segurança e correções de bugs por algum tempo. Ou então, você terá que trocar o seu iPhone por um modelo mais recente que suporte o iOS 17.

    Mas se você tem um iPhone mais recente que suporta o iOS 17, você pode participar do programa beta da Apple e testar o novo sistema antes do lançamento oficial. Para isso, você precisa se inscrever no site da Apple Beta Software Program e baixar o perfil de configuração do iOS 17 Beta no seu iPhone.

    Depois de baixar o perfil, você precisa ir em Configurações > Geral > Atualização de Software e tocar em “Baixar e Instalar” para iniciar o processo de instalação do iOS 17 Beta. Você pode encontrar mais detalhes sobre como instalar e desinstalar o iOS 17 Beta no seu iPhone neste link.

    Lembre-se que o iOS 17 Beta é uma versão de teste e pode conter bugs e problemas de estabilidade. Por isso, é recomendável fazer um backup dos seus dados antes de instalar o novo sistema. Além disso, você pode enviar feedbacks para a Apple sobre a sua experiência com o iOS 17 Beta através do aplicativo Feedback Assistant.

    O iOS 17 deve ser lançado oficialmente no final deste ano, provavelmente junto com os novos modelos de iPhone. Até lá, você pode experimentar as novidades do novo sistema e ajudar a Apple a melhorá-lo.

    O iOS 17 promete trazer diversas novidades e melhorias para os usuários de iPhones, iPads e iPods Touch, como um novo design, novos recursos de privacidade, melhor desempenho e mais.

    No entanto, nem todos os donos de iPhones poderão aproveitar as vantagens do iOS 17. Isso porque a Apple limitou a compatibilidade do novo sistema apenas para os aparelhos que possuem o chip A12 Bionic ou superior. Esse chip foi lançado em 2018 e equipa os modelos iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR.

    Isso significa que os modelos iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X, que possuem o chip A11 Bionic, não poderão receber a atualização para o iOS 17. Esses aparelhos foram lançados em 2017 e ainda são bastante populares entre os consumidores. Segundo uma pesquisa da Counterpoint Research, o iPhone X foi o terceiro smartphone mais vendido no mundo em 2020.

    Portanto, se você tem um desses aparelhos, infelizmente não há como instalar o iOS 17 neles. Você terá que se contentar com o iOS 16, que ainda receberá atualizações de segurança e correções de bugs por algum tempo. Ou então, você terá que trocar o seu iPhone por um modelo mais recente que suporte o iOS 17.

    Mas se você tem um iPhone mais recente que suporta o iOS 17, você pode participar do programa beta da Apple e testar o novo sistema antes do lançamento oficial. Para isso, você precisa se inscrever no site da Apple Beta Software Program e baixar o perfil de configuração do iOS 17 Beta no seu iPhone.

    Depois de baixar o perfil, você precisa ir em Configurações > Geral > Atualização de Software e tocar em “Baixar e Instalar” para iniciar o processo de instalação do iOS 17 Beta. Você pode encontrar mais detalhes sobre como instalar e desinstalar o iOS 17 Beta no seu iPhone neste link.

    Lembre-se que o iOS 17 Beta é uma versão de teste e pode conter bugs e problemas de estabilidade. Por isso, é recomendável fazer um backup dos seus dados antes de instalar o novo sistema. Além disso, você pode enviar feedbacks para a Apple sobre a sua experiência com o iOS 17 Beta através do aplicativo Feedback Assistant.

    O iOS 17 deve ser lançado oficialmente no final deste ano, provavelmente junto com os novos modelos de iPhone. Até lá, você pode experimentar as novidades do novo sistema e ajudar a Apple a melhorá-lo.