Tag: Austrália

  • Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    O governo canadense aprovou uma lei que obriga as plataformas digitais a remunerarem os editores locais pelo compartilhamento de notícias, gerando um conflito com as grandes empresas de tecnologia que ameaçam cortar permanentemente o acesso local às notícias.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

  • Planta encontrada na Austrália tem veneno semelhante a de um escorpião


    A Austrália é o lar de alguns dos animais selvagens mais perigosos do mundo. Mas o que nem todo mundo sabe é que até mesmo algumas plantas são extremamente perigosas.

    Ouça na W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: A feed could not be found at `https://www.otempo.com.br/cmlink/brasil-1.650232`; the status code is `200` and content-type is `text/html;charset=utf-8`

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Conexão W – Segunda 17/08

    Ouça os destaques do dia no Conexão W:

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Jovem morre 8 anos após comer lesma em desafio de amigos

    Em 2010, o australiano Sam Ballard, então com 19 anos, foi desafiado pelos amigos a comer uma lesma durante uma festa. Sam era um promissor jogador de rúgbi, atlético, saudável e sempre muito ativo, não era comum vê-lo doente.

    Mas após alguns dias depois da festa, ele começou a sentir fortes dores nas pernas e foi com sua mãe ao hospital. Sua mãe pensou se tratar de esclerose múltipla, assim como aconteceu com o pai do jovem.

    Quando ela soube que o filho tinha comido uma lesma, não levou muito a sério, afirmando que “ninguém adoeceu por causa disso”.

    Porém, os médicos detectaram que aquela lesma estava infectada por um parasita perigoso — Angiostrongylus cantonensis, que entrou no organismo do jovem, causando meningite eosinofílica.

    Depois de 420 dias em coma, o rapaz acordou com o corpo paralisado, precisando de ajuda para fazer qualquer coisa.

    No dia 2 de novembro, Sam Ballard faleceu cercado pela família e amigos, comunicou o jornal.

    O parasita Angiostrongylus cantonensis vive em organismo de roedores, mas, às vezes, lesmas também se tornam portadores das larvas. O parasita pode entrar em humanos se forem ingeridos moluscos, caranguejos ou camarões crus ou mal cozidos que estejam infectados, ou através de vegetais mal lavados. Com informações da Sputnik Brasil.

  • OVNI é filmado sobrevoando base militar na Austrália

    Segundo informa a agência de notícias russa Sputnik, uma motorista avistou um OVNI (objeto voador não identificado) sobrevoando uma estrada próxima à base militar HMAS Cerberus, no subúrbio de Melbourne, Austrália.

    Junelyn Bitalac, de 22 anos, estava voltando depois de levar a sua mãe ao trabalho, na manhã de 28 de maio, quando notou um objeto preto no céu. O objeto era parecido com um disco voador de cerca de cinco metros de diâmetro, e estava se deslocando muito rapidamente pelo céu. O OVNI desapareceu por entre as árvores, ressaltou.

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    “Eu acredito realmente em alienígenas e vida extraterrestre, por isso fiquei chocada com o que vi e não demorei para registrar com meu celular”, disse ela ao jornal Daily Mirror.

    Ela depois adicionou: “Não sei para onde ele foi depois, porque me distraí com um carro que estava se aproximando de mim.”

    No entanto, a própria mulher não sabia que estava perto de uma base militar antes de postar o vídeo nas redes sociais, recebendo comentários de internautas sobre a instalação militar.

    “Não é primeira vez que vejo OVNI; três anos atrás vi um em Carrum Down, quanto testemunhei um objeto voador não identificado triangular que se movia muito rapidamente, mas desapareceu antes de conseguir filmá-lo”, concluiu.

  • Estes mamíferos estão em perigo de extinção por praticarem muito sexo

    Duas pequenas espécies de marsupiais, conhecidas pelos hábitos sexuais suicidas de acasalamento, foram oficialmente incluídas na lista de animais em perigo de extensão da Austrália.

    Segundo o portal Phys.org, o governo australiano incluiu o antequino de cauda preta e o antequino de cabeça prata na lista dos animais que necessitam de proteção especial.

    Além dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, perda de habitat natural e animais silvestres, o rato-marsupial-australiano também está em riscos por seus curiosos hábitos sexuais.

    Anualmente, na época de acasalamento, os machos morrem antes de cumprir o ano pelo estresse provocado pela maratona de sessões sexuais que podem durar até 14 horas e que são obrigados a repetir várias vezes, segundo cientistas. Além disso, os poucos marsupiais dessas espécies que sobrevivem permanecem estéreis.

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    “Sua pele cai, eles parecem muito doentes, às vezes, surgem gangrenas porque seu sistema imunológico deixa de funcionar”, disse a bióloga Diana Fisher. Além disso, eles podem ter hemorragias internas e a desintegração dos tecidos do corpo.

    As duas espécies foram descobertas em 2013, dando um total de 15 espécies de antequino na Austrália. A descoberta pertence a Andrew Baker, da Universidade de Tecnologia de Queensland, e sua equipe. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Cientistas descobrem nova forma de DNA nas nossas células

    Pesquisadores australianos identificaram uma nova estrutura de DNA – chamada i-motif – dentro das células. Trata-se de um “nó” retorcido de DNA, por isso ele nunca foi visto diretamente dentro das células vivas. A descoberta do Instituto Garvan de Pesquisa Médica foi publicada hoje na revista Nature Chemistry.

    No fundo das células do nosso corpo está o nosso DNA. As informações no código do DNA – todas as 6 bilhões de letras A, C, G e T – fornecem instruções precisas sobre como nossos corpos são construídos e como funcionam.

    A icônica forma de “dupla hélice” do DNA conquistou a imaginação do público em 1953, quando James Watson e Francis Crick descobriram a estrutura do DNA. No entanto, sabe-se agora que pequenos trechos de DNA podem existir em outras formas, pelo menos no laboratório – e os cientistas suspeitam que essas diferentes formas podem ter um papel importante em como e quando o código do DNA é “lido”.

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    A nova forma parece totalmente diferente da dupla hélice de DNA de fita dupla.

    “Quando a maioria de nós pensa em DNA, pensamos na dupla hélice”, disse o professor adjunto Daniel Christ que liderou a pesquisa.

    “Esta nova pesquisa nos lembra que estruturas de DNA totalmente diferentes existem – e poderiam ser importantes para nossas células”, completou.

    “O i-motif é um ‘nó’ de quatro filamentos de DNA”, diz o professor associado Marcel Dinger (chefe do Centro Kinghorn de Genômica Clínica, Garvan), que liderou a pesquisa com A / Prof Christ.

    Para detectar o i-motif dentro das células, os pesquisadores desenvolveram uma nova ferramenta precisa – um fragmento de uma molécula de anticorpo – que poderia especificamente reconhecer e se ligar ao i-motif com uma afinidade muito alta. Até agora, a falta de um anticorpo específico para os i-motif prejudicou gravemente a compreensão de seu papel.

    Crucialmente, o fragmento de anticorpo não detectou DNA na forma helicoidal, nem reconheceu ‘estruturas de G-quadruplex’ (um arranjo de DNA de quatro filamentos estruturalmente similar).

    Com a nova ferramenta, os pesquisadores descobriram a localização de “i-motifs” em uma série de linhas celulares humanas. Usando técnicas de fluorescência para identificar onde eles foram localizados.

    Os pesquisadores mostraram que os “i-motifs” formam principalmente em um ponto particular no “ciclo de vida” da célula – a fase final do G1, quando o DNA está sendo ativamente “lido”. Eles também mostraram que os “i-motifs” aparecem em algumas regiões promotoras (áreas de DNA que controlam se os genes são ativados ou desativados) e nos telômeros, ‘seções finais’ de cromossomos que são importantes no processo de envelhecimento.

    “É emocionante descobrir uma nova forma de DNA nas células – e essas descobertas preparam o terreno para um novo impulso para entender para que serve essa nova forma de DNA e se isso terá impacto sobre saúde e doença”, disse o Prof Marcel Dinger.

  • Pescador faz cesariana em tubarão e encontra algo surpreendente

    Um pescador australiano fez cesárea a um tubarão morto que tinha pescado por acidente e encontrou no ventre do animal algo que ainda se movia.

    Após fazer a cesárea improvisada que durou nove minutos, Mathew Orlov, de 49 anos, encontrou 98 bebês do tubarão fêmea, que devolveu ao mar, informou o Daily Mail.

    Segundo o australiano, o animal já estava morto quando o puxou para dentro do barco, tendo marcas de ter sido atacado por um outro tubarão maior. Por Sputnik Brasil

  • Canibalismo no mundo animal existe, olhe só este crocodilo monstro

    Bill Yan estava pescando com seu filho no rio Daly, perto da cidade de Darwin (na Austrália), quando viu um crocodilo de água salgada de cinco metros de comprimento engolindo outro crocodilo, este de água doce e com cerca de três metros.

    De acordo com Yan, era possível ouvir o som de ossos quebrando enquanto a enorme criatura devorava o réptil que acabara de ser morto.

    “Eu vi crocodilos pegando peixes, mas eu nunca vi um crocodilo devorar outro assim […] Definitivamente é algo que você não vê todos os dias”, disse Yan à edição The Mirror. Por Sputnik Brasil