Tag: Banco Central

  • Entenda como funciona a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

    A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (CAE) tem 27 titulares e 27 suplentes em sua composição. Responsável por deliberar os projetos de lei que tratam de assuntos relacionados à economia, ela fiscaliza, discute e vota assuntos relacionados às questões econômicas do país, além de escolher as autoridades diretoras de instituições econômicas, como o Banco Central. O trabalho desta comissão, assim como de todas as outras 13, pode ser acompanhado através de audiências públicas. Essas audiências também podem ser assistidas, ao vivo, através do YouTube do Senado Federal. Mais informações com a repórter Maria Ferreira, da Rádio Senado.

  • Mercado financeiro reduz estimativa de inflação de 4,15% para 4,11% para este ano

    A projeção de instituições financeiras para a inflação voltou a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 4,15% para 4,11%, segundo o boletim Focus, pesquisa feita pelo Banco Central (BC) com projeções de instituições financeiras. Essa é a segunda redução consecutiva.

    Para as instituições financeiras, o IPCA em 2019 será 4,10%, mesma estimativa há cinco semanas consecutivas.

    A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,50% neste ano. Para 2019, a estimativa segue em 2,50%.

    A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano. Por Radioagência Nacional.

  • Ataídes Oliveira critica juros abusivos e aponta cartel de bancos no Brasil

    Em pronunciamento nesta quinta-feira (12), o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) comentou o encerramento dos trabalhos da CPI dos Cartões de Crédito, com a aprovação do relatório elaborado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

    Presidente da CPI, Ataídes ressaltou que um dos objetivos do colegiado foi investigar os motivos pelos quais os juros dos cartões de crédito rotativos chegam a 850% ao ano. A investigação, conforme o senador, identificou que essa prática abusiva tem a conivência do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), se configurando em “um assalto ao país que vem de longa data”.

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    Para Ataídes Oliveira, existe um cartel bancário no Brasil, formado por cinco principais instituições: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa Econômica Federal. O senador acredita que esses bancos firmaram acordo para uma cobrança de juros semelhante. Além disso, segundo ele, as credenciadoras Visa e Mastercard detêm 90% de toda a movimentação dos cartões de crédito, tendo movimentado R$ 1,3 trilhão somente em 2017, o que equivale a 20% do PIB nacional. Para ele, esses fatos são inadmissíveis.

    — Nada o Banco Central fez, nos últimos anos, para botar um freio de arrumação neste assalto, principalmente do cartão rotativo e do cheque especial — protestou. Por Agência Senado.

  • Mercado projeta aumento da inflação pela 7ª semana seguida neste ano

    As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram pela sétima semana seguida a estimativa para a inflação este ano.

    A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4% para 4,03%, neste ano.

    A informação consta da pesquisa Focus, publicação elaborada todas as semanas pelo BC, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Por Radioagência Nacional.

  • Moody’s faz relatório positivo sobre corte no compulsório de bancos brasileiros

    A agência de classificação de risco Moody’s divulgou, nesta quinta-feira (5), relatório em que avalia como positiva para a economia brasileira a redução dos depósitos compulsórios do setor bancário, aprovada há uma semana pelo Banco Central (BC).

    “A redução nos compulsórios é crédito positiva para os maiores bancos do Brasil, porque reduzirá os custos de financiamento ao liberar para o sistema financeiro R$ 25,7 bilhões (US$ 7,8 bilhões) de recursos depositados no Banco Central”, afirma a Moody’s.

    Conforme determinou o Banco Central, a parcela do compulsório dos depósitos à vista que as instituições financeiras são obrigadas a recolher à autoridade monetária foi reduzida de 40% para 25%. Já a parcela dos depósitos na poupança rural que deve ser repassada ao BC caiu de 21% para 20%.

    Para os demais tipos de poupança, a alíquota passou de 24,5% para 20%.

    Além disso, o Banco Central aumentou para R$ 200 milhões (US$ 60,7 milhões) o valor que cada banco pode deduzir da base do depósito à vista para o cálculo das reservas obrigatórias. Antes, esse valor era R$ 70 milhões (US$ 21,2 milhões).

    De acordo com a Moody’s, a ação do Banco Central visa a estimular o crescimento dos empréstimos, no momento em que os consumidores e as empresas começam a mostrar um apetite maior por crédito. “No entanto, um aumento no crédito dependerá estratégias de risco de crédito dos bancos, que se concentraram em empréstimos garantidos ao consumidor, crédito consignado, hipotecas, financiamento de veículos e empréstimos de curto prazo e garantidos e empresas de médio porte”, diz a agência.

  • BC libera dinheiro para bancos e injeta R$ 26 bilhões na economia

    A partir de abril, os bancos vão ter mais dinheiro para emprestarem. O Banco Central (BC) reduziu de 40% para 25% a parcela do compulsório dos depósitos à vista que as instituições financeiras são obrigadas a recolher à autoridade monetária. A parcela dos depósitos na poupança rural caiu de 21% para 20%.

    Para a poupança comum as demais modalidades de depósito, a alíquota passou de 24,5% para 20%.

    De acordo com o BC, a mudança libera R$ 25,7 bilhões no sistema financeiro e faz os compulsórios retornar aos níveis anteriores aos da crise financeira global de 2008.

    O compulsório é a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a manter em uma conta no Banco Central. Ele ajuda a regular regular a quantidade de dinheiro em circulação na economia. Por: Rádioagência Nacional