Tag: Bancos

  • Desenrola Brasil: programa para renegociar dívidas começa na segunda-feira

    Desenrola Brasil: programa para renegociar dívidas começa na segunda-feira

    Você tem dívidas com bancos, fintechs, cooperativas ou consórcios e quer renegociá-las com condições especiais?

    Então fique atento ao programa Desenrola Brasil, que começa na segunda-feira, 17 de julho de 2023.

    O programa é uma iniciativa do Banco Central, da Febraban e de outras entidades do setor financeiro para ajudar os brasileiros a saírem do endividamento. Ele é destinado a devedores com renda de até R$ 20 mil que tenham débitos vencidos ou a vencer.

    Para participar, basta procurar as instituições financeiras onde você tem dívidas e negociar as melhores condições de pagamento. Você pode conseguir descontos, parcelamentos e carência, dependendo do seu caso.

    Não perca essa oportunidade de colocar as contas em dia e recuperar o seu crédito. O programa Desenrola Brasil vai até o dia 31 de agosto de 2023. Aproveite!

    Então fique atento ao programa Desenrola Brasil, que começa na segunda-feira, 17 de julho de 2023.

    O programa é uma iniciativa do Banco Central, da Febraban e de outras entidades do setor financeiro para ajudar os brasileiros a saírem do endividamento. Ele é destinado a devedores com renda de até R$ 20 mil que tenham débitos vencidos ou a vencer.

    Para participar, basta procurar as instituições financeiras onde você tem dívidas e negociar as melhores condições de pagamento. Você pode conseguir descontos, parcelamentos e carência, dependendo do seu caso.

    Não perca essa oportunidade de colocar as contas em dia e recuperar o seu crédito. O programa Desenrola Brasil vai até o dia 31 de agosto de 2023. Aproveite!

  • Bancos alteram data de fechamento da fatura do cartão e podem prejudicar consumidores

    Bancos alteram data de fechamento da fatura do cartão e podem prejudicar consumidores

    Alguns bancos estão mudando a data de fechamento da fatura do cartão de crédito sem comunicar aos clientes, segundo o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). A prática pode levar ao endividamento e viola o Código de Defesa do Consumidor. A mudança diminui o prazo entre o fechamento e o pagamento da fatura e altera…

    O Idec afirma que a medida não é ilegal, já que não há uma regra específica sobre a data de fechamento da fatura do cartão, mas que é abusiva e arbitrária se feita sem comunicação prévia ao cliente. O órgão pretende reunir os casos para debater a situação com o Banco Central e outros órgãos competentes.

    O Banco Central informou que não há regras determinadas pela autoridade monetária ou pelo Conselho Monetário Nacional no que diz respeito aos prazos mínimos entre o vencimento da fatura do cartão de crédito e a cobrança efetiva. A contratação de serviços financeiros é ato negocial firmado livremente entre instituição financeira e o cliente respeitadas as disposições legais e regulamentares vigentes”, diz o BC.

    O Idec orienta os consumidores a ficarem atentos à mudança e fazerem reclamações no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) dos bancos e ao Banco Central, indicando que não houve informação sobre mudanças nas datas de fatura do cartão de crédito. O órgão também explica como saber a melhor data de compra do cartão de crédito, que é um dia depois do fechamento da fatura.

    A mudança na data de fechamento da fatura do cartão de crédito pode afetar o planejamento financeiro dos consumidores e aumentar os riscos de endividamento. Por isso, é importante ficar atento às informações enviadas pelos bancos e conhecer os seus direitos como cliente. Se você se sentir lesado ou prejudicado por essa prática, procure o Idec ou o Procon da sua cidade e denuncie.

    O Idec afirma que a medida não é ilegal, já que não há uma regra específica sobre a data de fechamento da fatura do cartão, mas que é abusiva e arbitrária se feita sem comunicação prévia ao cliente. O órgão pretende reunir os casos para debater a situação com o Banco Central e outros órgãos competentes.

    O Banco Central informou que não há regras determinadas pela autoridade monetária ou pelo Conselho Monetário Nacional no que diz respeito aos prazos mínimos entre o vencimento da fatura do cartão de crédito e a cobrança efetiva. A contratação de serviços financeiros é ato negocial firmado livremente entre instituição financeira e o cliente respeitadas as disposições legais e regulamentares vigentes”, diz o BC.

    O Idec orienta os consumidores a ficarem atentos à mudança e fazerem reclamações no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) dos bancos e ao Banco Central, indicando que não houve informação sobre mudanças nas datas de fatura do cartão de crédito. O órgão também explica como saber a melhor data de compra do cartão de crédito, que é um dia depois do fechamento da fatura.

    A mudança na data de fechamento da fatura do cartão de crédito pode afetar o planejamento financeiro dos consumidores e aumentar os riscos de endividamento. Por isso, é importante ficar atento às informações enviadas pelos bancos e conhecer os seus direitos como cliente. Se você se sentir lesado ou prejudicado por essa prática, procure o Idec ou o Procon da sua cidade e denuncie.

  • Bancos oferecem oportunidades para quitar dívidas em março; confira condições

    Bancos oferecem oportunidades para quitar dívidas em março; confira condições

    As dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades estão na lista de negociação.

    Os bancos brasileiros vão realizar um mutirão para renegociar dívidas de clientes em parceria com órgãos públicos como Procons, Ministério da Justiça e Defensorias Públicas. O mutirão acontecerá entre os dias 1º e 31 de março de 2023 e terá a participação dos principais bancos do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander.

    A renegociação poderá ser feita pelos canais dos bancos ou pelo portal Consumidor.gov.br. Os clientes poderão negociar dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades. As condições variam conforme cada instituição e serão negociadas diretamente com o cliente.

    O objetivo do mutirão é reduzir o endividamento das famílias brasileiras em um cenário de crise econômica causada pela pandemia da Covid-19. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o percentual de famílias endividadas atingiu 69% em janeiro de 2023.

    Os bancos brasileiros vão realizar um mutirão para renegociar dívidas de clientes em parceria com órgãos públicos como Procons, Ministério da Justiça e Defensorias Públicas. O mutirão acontecerá entre os dias 1º e 31 de março de 2023 e terá a participação dos principais bancos do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander.

    A renegociação poderá ser feita pelos canais dos bancos ou pelo portal Consumidor.gov.br. Os clientes poderão negociar dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades. As condições variam conforme cada instituição e serão negociadas diretamente com o cliente.

    O objetivo do mutirão é reduzir o endividamento das famílias brasileiras em um cenário de crise econômica causada pela pandemia da Covid-19. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o percentual de famílias endividadas atingiu 69% em janeiro de 2023.

  • Ataídes Oliveira critica juros abusivos e aponta cartel de bancos no Brasil

    Em pronunciamento nesta quinta-feira (12), o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) comentou o encerramento dos trabalhos da CPI dos Cartões de Crédito, com a aprovação do relatório elaborado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

    Presidente da CPI, Ataídes ressaltou que um dos objetivos do colegiado foi investigar os motivos pelos quais os juros dos cartões de crédito rotativos chegam a 850% ao ano. A investigação, conforme o senador, identificou que essa prática abusiva tem a conivência do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), se configurando em “um assalto ao país que vem de longa data”.

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    Para Ataídes Oliveira, existe um cartel bancário no Brasil, formado por cinco principais instituições: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa Econômica Federal. O senador acredita que esses bancos firmaram acordo para uma cobrança de juros semelhante. Além disso, segundo ele, as credenciadoras Visa e Mastercard detêm 90% de toda a movimentação dos cartões de crédito, tendo movimentado R$ 1,3 trilhão somente em 2017, o que equivale a 20% do PIB nacional. Para ele, esses fatos são inadmissíveis.

    — Nada o Banco Central fez, nos últimos anos, para botar um freio de arrumação neste assalto, principalmente do cartão rotativo e do cheque especial — protestou. Por Agência Senado.

  • Novo Código Comercial não pode prejudicar pequenos e médios empreendedores, alertam especialistas

    Uma parte significativa dos desempregados brasileiros busca nas práticas empreendedoras informais suas alternativas de sobrevivência. A afirmativa foi feita por João Carlos Polidoro, presidente da Associação Comercial de Campo Grande (MS), durante audiência realizada na cidade nesta sexta-feira (11) pela comissão que elabora um novo Código Comercial (PLS 487/2013).

    Polidoro acrescentou que a informalidade nas relações negociais tem explodido nos últimos anos, um dos reflexos da crise econômica, por isso o Código deve priorizar ao máximo a simplicidade de procedimentos e a desburocratização e ter um olhar mais atento a micros e pequenos empreendedores. Para ele, o país precisa desenvolver estratégias visando incluir as milhões de pessoas hoje na informalidade, o que incrementará o mercado interno.

    — Mais do que nunca, o emprego e a renda estão vinculados a pequenos empreendimentos, muito mais do que a médias ou grandes companhias. Milhões de pessoas estão empreendendo por pura necessidade, porque perderam seus empregos. Honestamente, me parece que o anteprojeto hoje não os contempla, o Código tem mais de 1.100 artigos e não reconhece que grandes, médios e pequenos negócios vivem realidades completamente diferentes — criticou.

    Como alternativa para simplificar procedimentos e desburocratizar a atuação empresarial, Polidoro pediu ao relator, senador Pedro Chaves (PRB-MS), para concentrar ao máximo no ambiente online, a prestação de contas ao poder público. Lembrou que lidar com a burocracia é uma das coisas que mais consome recursos de quem procura empreender “de forma leal” no país, prejudicando também aí fortemente os pequenos negócios.

    Na resposta a Polidoro, Chaves garantiu que irá acolher sugestões de mudanças no texto, que vem recebendo por meio das audiências. Acrescentou que agiu desta forma quando foi o relator da reforma do Ensino Médio “que saiu completamente diferente da versão enviada pelo governo”. Garantiu que seu foco número 1 é desburocratizar ao máximo todos os procedimentos ligados à atividade empresarial, e que o texto final será apresentado à sociedade em 20 de junho.

    Mudanças

    Outros participantes da audiência expuseram visões semelhantes à de Polidoro.

    Para o promotor de Justiça Paulo César Zene, as associações ligadas a micros e pequenos empreendedores precisam se engajar mais nas discussões do novo Código. Para ele, o anteprojeto “só traz segurança jurídica aos bancos, ao mercado financeiro”, e também desconsidera que os micros e pequenos negócios vivem realidades totalmente distintas das grandes empresas.

    Quem também expôs esta visão, mas desta vez voltada para os pequenos produtores rurais, foi o presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB no Mato Grosso do Sul, Douglas Oliveira. Ele lamenta que o anteprojeto desconsidere as imprevisibilidades ligadas às condições climáticas para pequenos empreendimentos no campo.

    — Muita gente na área rural também está empreendendo porque perdeu seus postos de trabalho. As grandes empresas possuem pessoal especializado, departamentos focados no cálculo de riscos climáticos, e ainda assim não raro passam por prejuízos em seus empreendimentos. Já quem é micro e pequeno produtor está muito mais sujeito a estas intempéries, não é inteligente desconsiderar este fato.

    Contraponto

    Na resposta aos participantes, o jurista Fábio Ulhoa Coelho, presidente da comissão que elaborou o anteprojeto, garantiu que o novo Código, caso seja aprovado, “gerará uma atmosfera de negócios muito menos afetada pela burocracia e com muito mais segurança jurídica”.

    — Num mundo ideal, deveria existir o menor número de normas e regras, mas não dá. As relações hoje em dia são muito complexas, mas posso garantir a vocês que o Código, com seus mais de 1.000 artigos, é o mínimo para que seja garantida a atividade empresarial neste país. Se você deixa de regular certos aspectos, pode acabar gerando problemas muito maiores aos próprios empreendedores.

    Coelho ainda acrescentou que o potencial burocrático neste caso “não pode ser julgado pela quantidade de artigos, mas sim pela filosofia neles aplicada”, e que o Código substituirá as muitas leis hoje dispersas que regulam as atividades empresariais. Por Agência Senado.

  • Cheques de qualquer valor serão compensados em um dia útil a partir de amanhã

    A partir de amanhã (16), cheques de qualquer valor passarão a serem compensados em um dia útil. Hoje, os cheques de até R$ 299,99 demoram dois dias úteis para “cair” na conta das pessoas físicas, empresas, ou favorecidos. O novo prazo para a compensação nos cheques segue determinação da circular 3.859, publicada pelo Banco Central em novembro do ano passado.

    De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a alteração no prazo foi possível após implementação da compensação por imagem, em 2011. O processo por imagem reduziu o tempo e os gastos com transporte, eliminando as trocas físicas que antes eram feitas.

    Outro fator que contribuiu para a redução no prazo de compensação, segundo os bancos, foi queda no número de cheques liquidados no país. Em 2017, foram compensados 494 milhões de cheques, 85% menos que o registrado 1995, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques.

    Mudanças em relação ao cheque especial também vão ocorrer, mas a partir de 1º de julho. Pelas novas regras, as instituições financeiras terão de oferecer ao consumidor uma alternativa mais barata para parcelamento do saldo devedor do cheque especial.

    Quando o consumidor “entrar” no cheque especial, o banco deverá comunicá-lo imediatamente, por meio de alerta, sobre a contratação do produto e que se trata de uma modalidade de crédito de uso temporário.

    Segundo a Febraban, o valor do limite de crédito do cheque especial deverá ser informado nos extratos de forma clara de modo a não ser confundido com valores mantidos em depósito pelo consumidor na conta-corrente. Com informações da Agência Brasil

  • BC libera dinheiro para bancos e injeta R$ 26 bilhões na economia

    A partir de abril, os bancos vão ter mais dinheiro para emprestarem. O Banco Central (BC) reduziu de 40% para 25% a parcela do compulsório dos depósitos à vista que as instituições financeiras são obrigadas a recolher à autoridade monetária. A parcela dos depósitos na poupança rural caiu de 21% para 20%.

    Para a poupança comum as demais modalidades de depósito, a alíquota passou de 24,5% para 20%.

    De acordo com o BC, a mudança libera R$ 25,7 bilhões no sistema financeiro e faz os compulsórios retornar aos níveis anteriores aos da crise financeira global de 2008.

    O compulsório é a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a manter em uma conta no Banco Central. Ele ajuda a regular regular a quantidade de dinheiro em circulação na economia. Por: Rádioagência Nacional