Tag: bloqueio

  • Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Você já se deparou com uma tela que impede você de assistir aos vídeos do YouTube porque você usa um bloqueador de anúncios? Se sim, saiba que você não está sozinho.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

  • Bloquearam você no WhatsApp? Esse truque permite contatar e ver foto do ‘bloqueador’

    Se alguém bloqueou você no WhatsApp, normalmente resulta impossível ter acesso à sua foto de perfil, mas há um modo simples para conseguir isso, informa o portal La República.

    O truque funciona tanto para os dispositivos com o sistema Android, como para os usuários do iOs do iPhone, e não requer instalação de nenhum aplicativo adicional, comunica o portal.

    Para ativar a função, uma terceira pessoa deve criar um grupo de WhatsApp em que estão incluídas as duas pessoas envolvidas e depois sair desse grupo, que dizer, deixar só os dois: o usuário bloqueado e o “bloqueador”. A partir desse momento, o primeiro deles poderá conversar com o segundo e ver a sua foto de perfil, ao menos até o momento em que o outro não decida abandonar o grupo.

    VEJA MAIS:
    Curta a página da W Rádio Brasil no Facebook!
    STJ recebe mais 260 habeas corpus em favor de Lula
    Ida de Bolsonaro ao Araguaia é provocação, diz familiar de desaparecidos

    No entanto, se o “bloqueador” tem ativada a opção em que só seus contatos podem ver a sua foto, será impossível acessar a imagem. Por Sputnik Brasil.

  • Padilha diz que “infiltrados” incentivam paralisação; 500 pontos estão bloqueados

    Na avaliação do governo, as negociações com os caminhoneiros encerraram e as atividades serão retomadas. Mas mesmo após o presidente Michel Temer anunciar medidas para atender às reivindicações da categoria, o governo admite que ainda há mais de 500 pontos de bloqueio pelo país.

    Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o processo de desmobilização é lento e o governo cumpriu a parte dele e agora espera que a categoria cumpra o compromisso de retornar ao trabalho.

    Padilha também atribuiu a não retomada à normalidade à presença de pessoas infiltradas nos grupos. Padilha explicou que a Polícia Rodoviária Federal identificou a participação de pessoas que não são caminhoneiros e que incentivam os motoristas a continuarem parados. O ministro informou que os agentes da PRF vão separar os chamados “infiltrados”.

    A situação foi analisada em reunião do Comitê de Monitoramento de Prioridades Estratégicas de Abastecimento. No encontro, o presidente Michel Temer conversou com vários ministros entre eles o da Saúde, dos Transportes, da Educação, da Segurança Pública e da Advocacia-Geral da União.

    Após as negociações com os caminhoneiros, os consumidores se perguntam sobre o preço da gasolina, já que os 46 centavos de redução tratam do preço do litro do diesel. Segundo o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, a gasolina é uma preocupação, mas o foco do Planalto neste momento é o diesel.

    VEJA MAIS:
    Disney culpa Vingadores e Deadpool 2 por fracasso de Han Solo
    No Rio, 90% das lojas não abriram no Ceasa nesta segunda-feira

    Mas, acordo com o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, a redução de 46 centavos no preço do litro do diesel será sentida por toda a sociedade.

    Os ministros destacaram que a atual política de preços da Petrobras, com reajustes diários, está mantida. E, questionado sobre a manutenção de Pedro Parente à frente da Petrobras, o ministro Eliseu Padilha garantiu o executivo continua na presidência da estatal. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Tribunal determina bloqueio do Telegram na Rússia

    Tribunal moscovita do distrito Tagansky permitiu que Roskomnadzor bloqueasse aplicativo Telegram imediatamente no território da Rússia.

    A sessão do tribunal durou menos de uma hora depois o juiz saiu para sala de deliberação, informa correspndente da Sputnik presente no local.

    Segundo representantes do Roskomnadzor (Serviço Federal de Vigilância na Área das Comunicações, Tecnologias da Informação e Mass Media)e do Serviço de Segurança da Rússia (FSB), a recusa do Telegram de apresentar as chaves criptográficas aos serviços especiais ameaça os interesses do país e sociedade e pode favorecer terroristas.

    O aplicativo permanecerá bloqueado até que seus criadores apresentem as chaves criptográficas, detalharam no tribunal.

    “A posição do Telegram continua sendo a mesma — exigências do FSB de apresentar as mensagens pessoais dos usuários não correspondem à Constituição e não são baseadas nas leis. Além disso, essas exigências não podem ser cumpridas por razões técnicas. A exigência de bloquear é infundada e ilegítima”, declarou representante da organização responsável pela defesa do caso.

    Pavel Durov destacou várias vezes que o aplicativo é a favor da inviolabilidade da vida privada e liberdade de expressão, sendo assim, não pode cumprir exigências do Roskomnadzor. Com informações da Sputnik Brasil