Tag: Bolsa de valores

  • Reforma tributária: o que muda para os setores da Bolsa?

    Reforma tributária: o que muda para os setores da Bolsa?

    A reforma tributária é um dos temas mais importantes e polêmicos da agenda econômica do governo federal. A proposta, que tramita no Congresso Nacional desde 2019, tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro por meio da substituição de cinco impostos por dois Impostos sobre Valor Agregado (IVAs).

    Os impostos que seriam extintos são: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Em seu lugar, seriam criados o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência federal, estadual e municipal, e o Imposto Seletivo (IS), de competência exclusiva da União, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas.

    A reforma tributária tem potencial de reduzir a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados, além de aumentar a transparência e a eficiência na arrecadação. No entanto, também pode gerar impactos significativos para diferentes setores da economia, especialmente os que atuam na Bolsa de Valores.

    De acordo com uma análise da XP Investimentos, publicada em julho de 2021, os setores que podem se beneficiar da reforma tributária são: bancos, seguradoras, varejo alimentar, educação e saúde. Esses setores pagam atualmente alíquotas elevadas de PIS/Cofins e poderiam ter uma redução da carga tributária com o IBS.

    Por outro lado, os setores que podem ser prejudicados pela reforma tributária são: energia elétrica, telecomunicações, saneamento, construção civil e transporte. Esses setores têm atualmente benefícios fiscais ou regimes especiais que poderiam ser extintos ou reduzidos com o IBS.

    Há também setores que podem ter um impacto neutro ou misto da reforma tributária, dependendo das alíquotas definidas para o IBS e o IS. São eles: indústria, mineração, siderurgia, petróleo e gás, papel e celulose, química e farmacêutica.

    É importante ressaltar que a proposta de reforma tributária ainda pode sofrer alterações até a votação final no Congresso. Além disso, as alíquotas dos novos impostos ainda não foram definidas pelo governo. Portanto, os impactos para os setores da Bolsa podem variar conforme o desenho final da reforma.

    Os impostos que seriam extintos são: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Em seu lugar, seriam criados o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência federal, estadual e municipal, e o Imposto Seletivo (IS), de competência exclusiva da União, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas.

    A reforma tributária tem potencial de reduzir a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados, além de aumentar a transparência e a eficiência na arrecadação. No entanto, também pode gerar impactos significativos para diferentes setores da economia, especialmente os que atuam na Bolsa de Valores.

    De acordo com uma análise da XP Investimentos, publicada em julho de 2021, os setores que podem se beneficiar da reforma tributária são: bancos, seguradoras, varejo alimentar, educação e saúde. Esses setores pagam atualmente alíquotas elevadas de PIS/Cofins e poderiam ter uma redução da carga tributária com o IBS.

    Por outro lado, os setores que podem ser prejudicados pela reforma tributária são: energia elétrica, telecomunicações, saneamento, construção civil e transporte. Esses setores têm atualmente benefícios fiscais ou regimes especiais que poderiam ser extintos ou reduzidos com o IBS.

    Há também setores que podem ter um impacto neutro ou misto da reforma tributária, dependendo das alíquotas definidas para o IBS e o IS. São eles: indústria, mineração, siderurgia, petróleo e gás, papel e celulose, química e farmacêutica.

    É importante ressaltar que a proposta de reforma tributária ainda pode sofrer alterações até a votação final no Congresso. Além disso, as alíquotas dos novos impostos ainda não foram definidas pelo governo. Portanto, os impactos para os setores da Bolsa podem variar conforme o desenho final da reforma.

  • Dólar fecha semana em queda cotado a R$ 3,77

    No mercado de câmbio, o dólar chegou a ser cotado a R$ 3,744 na taxa de câmbio comercial no início do dia.

    O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, abriu nesta quinta-feira (11) em alta de 1,13%, aos 84.621 pontos.

    Mas no final do dia o cenário se inverteu.

    O dólar fechou a semana com alta de 0,41%, cotada nesta quinta a R$ 3,77 para venda.

    Apesar do leve aumento, a moeda norte-americana acumulou queda de 2,03% no acumulado da semana.

    O Banco Central realizou leilões tradicionais de swap cambial, sem efetuar nenhuma oferta extraordinária de venda futura da moeda.

    O Índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou o pregão de hoje em baixa de 0,91%, com 82.921 pontos.

    As ações da Petrobras mantiveram a tendência e terminaram a semana em baixa de 2,92%. Também caíram as ações do Itaú (-1,19%) e do Bradesco (-0,59%). Com informações da Agência Brasil)

  • Santander vai excluir ações das bolsas do Brasil e de mais 3 países

    O grupo espanhol Banco Santander anunciou nesta quarta-feira que solicitará a exclusão voluntária de suas ações nos mercados de Argentina, Brasil, no Euronext de Lisboa e na Bolsa Italiana.

    Além disso, solicitou a exclusão das ações do Santander cotadas sob o símbolo SAN no Índice de Preços e Cotações da Bolsa Mexicana de Valores (BMV), e sua imediata incorporação à própria BMV, no Sistema Internacional de Cotações disponíveis no México para ações de sociedades estrangeiras.

    Segundo informou o Santander à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV), o regulador da bolsa espanhola, “estas decisões são parte do processo de racionalização dos mercados onde as ações do banco têm uma cotação secundária e, em particular, em atenção ao pouco volume de negociação da ação em tais mercados”.

    Das mais de 16.136 milhões de ações (16.136.153.582) nas quais está dividido o capital social do Santander, em 29 de junho de 2018, só 50.644.745 títulos estavam registrados nestes mercados, o que representava 0,314% do capital social.

    O Santander explicou que por ocasião da exclusão, e com o objetivo de “tutelar adequadamente” os interesses dos acionistas, a entidade deve oferecer a eles a opção de vender suas ações nas Bolsas de Valores da Espanha (Mercado Contínuo) durante um período não inferior a um mês e não superior a três meses.

    E isso, em função da jurisdição, sem custos de intermediação e corretagens e ao preço de cotação no momento em que ocorrer tal venda.

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    Estima-se que esta facilidade de venda será implementada nos “mercados objetivos” nas datas correspondentes entre agosto deste ano e janeiro de 2019, sujeito à obtenção das devidas autorizações.

    Em todo caso, as ações de Banco Santander continuarão sendo negociadas nas Bolsas de Valores de Madrid, Barcelona, Bilbau e Valência – através do Sistema de Interconexão Bolsista Espanhol (Mercado Contínuo) -, em Nova York, em Londres e em Varsóvia.

    “Esta decisão não afeta as ações das filiais do Banco Santander que cotizam nos Mercados Objetivos e na Bolsa Mexicana de Valores, que continuarão sem mudanças”, informou a entidade. Por Agência Brasil.

  • Dólar comercial fecha o dia cotado a R$ 3,81

    O dólar comercial sofreu uma forte alta nesta terça-feira (5) e fechou o pregão sendo vendido por R$ 3,81, uma alta de 1,78%. Esse é o maior valor em 27 meses. A última vez que ultrapassou a casa dos R$3,80, a moeda norte-americana alcançou o valor de R$ 3,88, no dia 2 de março de 2016.

    Ainda nesta terça, o Banco Central chegou a anunciar mais dois leilões extras de contratos de swap cambial, que equivale à venda de dólares no mercado futuro, e conseguiu baixar a cotação da moeda para R$ 3,76 por volta das 13h. Mas não durou muito e o dólar voltou a subir fechando praticamente na máxima do dia.

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    O dólar turismo, usado para quem vai fazer uma viagem internacional, estava sendo vendido a R$ 3,98, após o fim do pregão, já incluindo as taxas de compra. Na versão cartão pré-pago, incluindo taxas, a moeda norte-americana estava sendo cotada a R$ 4,18.

    A alta de hoje foi influenciada pelas expectativas eleitorais de outubro, quando o Brasil escolherá o próximo presidente da República. Além disso, elementos externos como a melhoria dos dados econômicos dos Estados Unidos, o que aumenta a expectativa de elevação dos juros básicos da economia norte-americana, influenciaram para a moeda atingir este patamar. Com informações da Agência Brasil.

  • Saída de Pedro Parente faz ações da Petrobras despencarem e eleva ainda mais o dólar

    A Greve dos Caminhoneiros vêm se mostrando a cada novo dia um desastre total. Além do Governo não atender as exigências em sua totalidade (se levarmos em conta o preço de todos os combustíveis), a Gasolina, que já estava cara, ficou ainda mais cara e acabou elevando também o preço do Etanol. Além disso, com a intervenção do Governo na política de preços da Petrobras, a estatal teve suas ações sendo negociadas ladeira a baixo, dia após dia.

    Agora, após o anúncio da saída de Pedro Parente da presidência da Petrobras, as ações da empresa registraram uma queda ainda maior na Bolsa de Valores impactando também o índice Bovespa e elevando ainda mais o dólar.

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    O que parecia que impossível piorar, piorou, e muito. Por volta das 14h25 de hoje (1º), as ações da Petrobras estavam no topo daquelas com as maiores quedas. O índice Bovespa registrava queda de 0,02% e, logo em seguida, às 14h28, o índice subiu para 0,04% totalizando 76.735,63 pontos. Já o dólar comercial teve alta de 0,45%, sendo negociado a R$ 3,75.

    Ainda não sabemos qual será o resultado final de tudo isso e como tais ações vão impactar a médio/longo prazo nossas vidas. O reabastecimento dos combustíveis já está se normalizando em boa parte do país. Em São Paulo, vários postos da Zona Oeste já funcionam normalmente, mas os preços continuam altos.

  • Bolsa sobe 1% e dólar fecha no maior valor em 11 meses após decisão do Supremo

    A bolsa e o dólar subiram no dia seguinte à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que negou a concessão de habeas corpus preventivo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A sessão também foi influenciada pelo acirramento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China.

    O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (5) vendida a R$ 3,342, com pequena alta de R$ 0,001 (0,04%). A cotação está no valor mais alto desde 18 de maio do ano passado (R$ 3,389). A divisa começou o dia em queda, mas reverteu a tendência ao longo da sessão à medida que os movimentos de compra se intensificaram, pressionando para cima a cotação da moeda.

    Na Bolsa de Valores, o dia foi de recuperação. Depois de três sessões seguidas de queda, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou a sessão com alta de 1,01%, aos 85.209 pontos. O indicador começou o dia acima dos 86 mil pontos, mas reduziu o ritmo de alta no decorrer da sessão.

    Hoje (5) de madrugada, o Supremo Tribunal Federal finalizou o julgamento que negou a concessão de habeas corpus preventivo impetrado pela defesa de Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-presidente é condenado em segunda instância no processo em que é acusado de receber um apartamento triplex da empreiteira OAS e teve a prisão ordenada pelo juiz Sérgio Moro no início da noite de hoje.

    Além das tensões com o julgamento do ex-presidente, o mercado financeiro foi influenciado pela escalada de medidas comerciais entre Estados Unidos e China, as duas maiores economias do mundo. Ontem (4), o país asiático retaliou o governo norte-americano com a sobretaxação de veículos, de aviões e de soja, que atingirão US$ 50 bilhões e corresponderão à tarifação adicional anunciada na terça-feira (3) pelo presidente Donald Trump sobre uma série de bens chineses. Por: Agência Brasil