Tag: Brasil

  • Como o desemprego no Brasil evoluiu no primeiro trimestre de 2023?

    Como o desemprego no Brasil evoluiu no primeiro trimestre de 2023?

    O IBGE divulgou nesta sexta-feira (28) que a taxa média de desemprego no Brasil subiu para 8,8% no primeiro trimestre de 2023, um aumento de 0,9 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

    Apesar do crescimento, o índice ficou abaixo das expectativas do mercado e mostrou uma queda de 2,4 pontos na comparação com o mesmo período do ano passado.

    Segundo especialistas consultados pela CNN, o dado revela que o mercado de trabalho caminha “lentamente” em 2023, mas traz “boas notícias”. Uma delas é a redução da taxa de subutilização, que mede as pessoas que gostariam de trabalhar mais horas e não encontram oportunidade. Esse indicador ficou em 18,9%, o menor nível desde o início da pandemia de Covid-19.

    Os analistas também apontam que a alta do desemprego no primeiro trimestre pode ser explicada em parte por questões sazonais, como a menor atividade econômica no início do ano e a recuperação ainda gradual após as restrições sanitárias. Além disso, eles afirmam que as ações do governo ainda não tiveram impacto significativo sobre o mercado de trabalho, que reage com defasagem à evolução da economia.

    O desemprego é um dos principais desafios do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assumiu em janeiro com a promessa de retomar o crescimento e gerar empregos. Para isso, ele terá que enfrentar os efeitos da crise hídrica, da inflação elevada e das incertezas políticas.

    Apesar do crescimento, o índice ficou abaixo das expectativas do mercado e mostrou uma queda de 2,4 pontos na comparação com o mesmo período do ano passado.

    Segundo especialistas consultados pela CNN, o dado revela que o mercado de trabalho caminha “lentamente” em 2023, mas traz “boas notícias”. Uma delas é a redução da taxa de subutilização, que mede as pessoas que gostariam de trabalhar mais horas e não encontram oportunidade. Esse indicador ficou em 18,9%, o menor nível desde o início da pandemia de Covid-19.

    Os analistas também apontam que a alta do desemprego no primeiro trimestre pode ser explicada em parte por questões sazonais, como a menor atividade econômica no início do ano e a recuperação ainda gradual após as restrições sanitárias. Além disso, eles afirmam que as ações do governo ainda não tiveram impacto significativo sobre o mercado de trabalho, que reage com defasagem à evolução da economia.

    O desemprego é um dos principais desafios do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assumiu em janeiro com a promessa de retomar o crescimento e gerar empregos. Para isso, ele terá que enfrentar os efeitos da crise hídrica, da inflação elevada e das incertezas políticas.

  • Urticária autoimune severa: o que é, sintomas e tratamento

    Urticária autoimune severa: o que é, sintomas e tratamento

    A urticária autoimune severa é uma doença rara que afeta a pele, causando manchas vermelhas, coceira e inchaço.

    Ela é chamada de autoimune porque está relacionada a um desequilíbrio do sistema imunológico, que ataca as próprias células da pele. A urticária autoimune severa pode estar associada a outras doenças autoimunes, como lúpus e doença da tireoide.

    A urticária autoimune severa é diferente da urticária comum, que pode ser causada por alergias ou outros fatores externos. A urticária autoimune severa não tem uma causa específica e pode durar mais de seis semanas, caracterizando-se como crônica. O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue e biópsia da pele.

    O tratamento da urticária autoimune severa visa controlar os sintomas e evitar complicações. Os medicamentos mais usados são os anti-histamínicos, que reduzem a coceira e o inchaço, e os corticoides, que diminuem a inflamação. Em alguns casos, podem ser necessários imunossupressores ou imunobiológicos, que agem diretamente no sistema imunológico.

    A urticária autoimune severa é uma doença que afeta a qualidade de vida dos pacientes, podendo causar desconforto físico e emocional. Por isso, é importante buscar ajuda médica especializada e seguir o tratamento adequado.

    Ela é chamada de autoimune porque está relacionada a um desequilíbrio do sistema imunológico, que ataca as próprias células da pele. A urticária autoimune severa pode estar associada a outras doenças autoimunes, como lúpus e doença da tireoide.

    A urticária autoimune severa é diferente da urticária comum, que pode ser causada por alergias ou outros fatores externos. A urticária autoimune severa não tem uma causa específica e pode durar mais de seis semanas, caracterizando-se como crônica. O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue e biópsia da pele.

    O tratamento da urticária autoimune severa visa controlar os sintomas e evitar complicações. Os medicamentos mais usados são os anti-histamínicos, que reduzem a coceira e o inchaço, e os corticoides, que diminuem a inflamação. Em alguns casos, podem ser necessários imunossupressores ou imunobiológicos, que agem diretamente no sistema imunológico.

    A urticária autoimune severa é uma doença que afeta a qualidade de vida dos pacientes, podendo causar desconforto físico e emocional. Por isso, é importante buscar ajuda médica especializada e seguir o tratamento adequado.

  • PL das Fake News: entenda o projeto que visa combater a desinformação na internet

    PL das Fake News: entenda o projeto que visa combater a desinformação na internet

    O Projeto de Lei (PL) 2630/2020, conhecido como PL das Fake News, está em discussão na Câmara dos Deputados e tem como objetivo criar regras para regular a ação das “big techs” no Brasil e barrar a propagação de notícias falsas, entre outros pontos.

    O projeto foi inspirado em uma lei alemã que prevê multas milionárias para as plataformas que não removerem conteúdos ilegais ou ofensivos.

    O relator do projeto, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), protocolou na noite desta quinta-feira (27) seu parecer, após negociação de ajustes com bancadas nos últimos dias. A expectativa é que o mérito seja votado em plenário na próxima terça-feira (2). Se aprovado, o projeto deve voltar ao Senado, que referendou o texto original em 2020, mas precisa avaliar as mudanças para seguir à sanção presidencial.

    Entre os destaques do relatório estão a retirada da criação de uma agência regulatória para fiscalizar o cumprimento das regras previstas no projeto, sem determinação de como a aplicação da lei seria monitorada, e um trecho resguardando a livre expressão de cultos religiosos. O ponto era criticado pela oposição, que apelidou o órgão de “Ministério da Verdade”. Segundo eles, poderia haver risco de interferência ideológica na agência, com a retirada de conteúdos de opositores.

    A proposta também prevê o pagamento, por parte das plataformas, pelo conteúdo jornalístico utilizado sem que esse custo seja repassado ao usuário final. Sobre a forma do pagamento, o texto aponta que a pactuação deve ser feita entre as plataformas e as empresas jornalísticas.

    A votação do PL ganhou força no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após os atentados golpistas de 8 de janeiro e principalmente depois dos ataques a escolas em São Paulo e em Blumenau (SC).

    O PL das Fake News é alvo de polêmica e divide opiniões entre especialistas, entidades e parlamentares. Alguns defendem que o projeto é necessário para combater a desinformação e proteger os direitos fundamentais dos cidadãos na internet. Outros argumentam que o projeto pode violar a liberdade de expressão e favorecer a censura e o controle político das redes sociais.

    O projeto foi inspirado em uma lei alemã que prevê multas milionárias para as plataformas que não removerem conteúdos ilegais ou ofensivos.

    O relator do projeto, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), protocolou na noite desta quinta-feira (27) seu parecer, após negociação de ajustes com bancadas nos últimos dias. A expectativa é que o mérito seja votado em plenário na próxima terça-feira (2). Se aprovado, o projeto deve voltar ao Senado, que referendou o texto original em 2020, mas precisa avaliar as mudanças para seguir à sanção presidencial.

    Entre os destaques do relatório estão a retirada da criação de uma agência regulatória para fiscalizar o cumprimento das regras previstas no projeto, sem determinação de como a aplicação da lei seria monitorada, e um trecho resguardando a livre expressão de cultos religiosos. O ponto era criticado pela oposição, que apelidou o órgão de “Ministério da Verdade”. Segundo eles, poderia haver risco de interferência ideológica na agência, com a retirada de conteúdos de opositores.

    A proposta também prevê o pagamento, por parte das plataformas, pelo conteúdo jornalístico utilizado sem que esse custo seja repassado ao usuário final. Sobre a forma do pagamento, o texto aponta que a pactuação deve ser feita entre as plataformas e as empresas jornalísticas.

    A votação do PL ganhou força no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após os atentados golpistas de 8 de janeiro e principalmente depois dos ataques a escolas em São Paulo e em Blumenau (SC).

    O PL das Fake News é alvo de polêmica e divide opiniões entre especialistas, entidades e parlamentares. Alguns defendem que o projeto é necessário para combater a desinformação e proteger os direitos fundamentais dos cidadãos na internet. Outros argumentam que o projeto pode violar a liberdade de expressão e favorecer a censura e o controle político das redes sociais.

  • Petrobras reduz preço do diesel em quase 10% a partir de sábado

    Petrobras reduz preço do diesel em quase 10% a partir de sábado

    A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (28/4) uma nova redução do preço do diesel para as distribuidoras.

    Segundo a estatal, o preço médio de venda de diesel A passará de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma queda de 9,90% ou R$ 0,38 por litro. A medida entra em vigor a partir deste sábado (29/4).

    A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

    A companhia destacou que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margem de lucro do distribuidor.

    Os preços dos demais combustíveis não sofreram alteração.

    Segundo a estatal, o preço médio de venda de diesel A passará de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma queda de 9,90% ou R$ 0,38 por litro. A medida entra em vigor a partir deste sábado (29/4).

    A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

    A companhia destacou que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margem de lucro do distribuidor.

    Os preços dos demais combustíveis não sofreram alteração.

  • Reação alérgica grave: o que é, sintomas e como tratar

    Reação alérgica grave: o que é, sintomas e como tratar

    Uma reação alérgica grave é uma resposta inadequada do sistema imunológico a uma substância que normalmente é inofensiva, como um alimento, um medicamento ou um inseto.

    Essa reação pode afetar vários órgãos e sistemas do corpo, causando sintomas como coceira, urticária, inchaço, falta de ar, queda da pressão arterial e perda de consciência. Em alguns casos, a reação alérgica grave pode ser fatal.

    A reação alérgica grave mais grave é a anafilaxia, que ocorre segundos após o contato com o alérgeno e requer atendimento médico imediato. O tratamento da anafilaxia consiste na aplicação de epinefrina, um medicamento que ajuda a reverter os sintomas e a restaurar a circulação sanguínea. Além disso, o paciente deve receber oxigênio, fluidos intravenosos e outros medicamentos para aliviar os sintomas e prevenir complicações.

    A melhor forma de prevenir uma reação alérgica grave é evitar o contato com o alérgeno, que pode ser identificado por meio de testes cutâneos ou exames de sangue. Algumas pessoas também podem se beneficiar de injeções para alergia, que visam dessensibilizar o sistema imunológico ao longo do tempo. As pessoas que já tiveram ou têm risco de ter uma reação alérgica grave devem sempre carregar consigo uma seringa autoinjetável de epinefrina e comprimidos de anti-histamínicos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Essa reação pode afetar vários órgãos e sistemas do corpo, causando sintomas como coceira, urticária, inchaço, falta de ar, queda da pressão arterial e perda de consciência. Em alguns casos, a reação alérgica grave pode ser fatal.

    A reação alérgica grave mais grave é a anafilaxia, que ocorre segundos após o contato com o alérgeno e requer atendimento médico imediato. O tratamento da anafilaxia consiste na aplicação de epinefrina, um medicamento que ajuda a reverter os sintomas e a restaurar a circulação sanguínea. Além disso, o paciente deve receber oxigênio, fluidos intravenosos e outros medicamentos para aliviar os sintomas e prevenir complicações.

    A melhor forma de prevenir uma reação alérgica grave é evitar o contato com o alérgeno, que pode ser identificado por meio de testes cutâneos ou exames de sangue. Algumas pessoas também podem se beneficiar de injeções para alergia, que visam dessensibilizar o sistema imunológico ao longo do tempo. As pessoas que já tiveram ou têm risco de ter uma reação alérgica grave devem sempre carregar consigo uma seringa autoinjetável de epinefrina e comprimidos de anti-histamínicos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Contas públicas têm déficit em março: o que isso significa para a economia?

    Contas públicas têm déficit em março: o que isso significa para a economia?

    As contas públicas do governo federal registraram um déficit de R$ 14,182 bilhões em março, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (28).

    Esse foi o pior resultado para o mês desde 2018, quando o saldo negativo foi de R$ 18,629 bilhões.

    O déficit nas contas públicas é a diferença entre as receitas e as despesas do governo. Quando as despesas superam as receitas, o governo precisa se financiar por meio de emissão de títulos públicos ou aumento da dívida externa.

    Um dos indicadores que mede a capacidade do governo de pagar suas dívidas é a dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Em março, a dívida bruta chegou a 73% do PIB, o maior nível desde outubro de 2020.

    A situação fiscal do país é um dos fatores que afetam a confiança dos investidores e a nota de crédito do Brasil. Um déficit elevado e uma dívida crescente podem comprometer a credibilidade do governo e dificultar o acesso a recursos no mercado financeiro.

    Para tentar reverter esse quadro, o governo tem adotado medidas de ajuste fiscal, como o teto de gastos e a reforma da Previdência. No entanto, essas medidas enfrentam resistências no Congresso e na sociedade, além de serem insuficientes para equilibrar as contas públicas no curto prazo.

    O cenário fiscal também é afetado pela pandemia de Covid-19, que reduziu a arrecadação tributária e aumentou as despesas com saúde e auxílio emergencial. Segundo o Banco Central, o impacto fiscal da pandemia em 2020 foi de R$ 620 bilhões, ou 8,5% do PIB.

    Para este ano, o governo prevê um déficit primário de R$ 247,1 bilhões nas contas públicas. A meta fiscal foi flexibilizada para permitir um maior gasto público diante da crise sanitária e econômica.

    Esse foi o pior resultado para o mês desde 2018, quando o saldo negativo foi de R$ 18,629 bilhões.

    O déficit nas contas públicas é a diferença entre as receitas e as despesas do governo. Quando as despesas superam as receitas, o governo precisa se financiar por meio de emissão de títulos públicos ou aumento da dívida externa.

    Um dos indicadores que mede a capacidade do governo de pagar suas dívidas é a dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Em março, a dívida bruta chegou a 73% do PIB, o maior nível desde outubro de 2020.

    A situação fiscal do país é um dos fatores que afetam a confiança dos investidores e a nota de crédito do Brasil. Um déficit elevado e uma dívida crescente podem comprometer a credibilidade do governo e dificultar o acesso a recursos no mercado financeiro.

    Para tentar reverter esse quadro, o governo tem adotado medidas de ajuste fiscal, como o teto de gastos e a reforma da Previdência. No entanto, essas medidas enfrentam resistências no Congresso e na sociedade, além de serem insuficientes para equilibrar as contas públicas no curto prazo.

    O cenário fiscal também é afetado pela pandemia de Covid-19, que reduziu a arrecadação tributária e aumentou as despesas com saúde e auxílio emergencial. Segundo o Banco Central, o impacto fiscal da pandemia em 2020 foi de R$ 620 bilhões, ou 8,5% do PIB.

    Para este ano, o governo prevê um déficit primário de R$ 247,1 bilhões nas contas públicas. A meta fiscal foi flexibilizada para permitir um maior gasto público diante da crise sanitária e econômica.

  • James Webb: o homem por trás do telescópio espacial que leva seu nome

    James Webb: o homem por trás do telescópio espacial que leva seu nome

    James Edwin Webb foi um administrador da NASA na década de 1960, que liderou a agência espacial no programa Apollo, que tinha o objetivo de levar pessoas à Lua.

    Embora não fosse um cientista ou engenheiro, ele foi uma influência na ciência espacial. Webb acreditava que a NASA tinha que equilibrar o voo espacial humano e a ciência, pois essa combinação serviria como um catalisador para fortalecer as universidades e a indústria aeroespacial do país.

    Durante sua gestão, a NASA investiu no desenvolvimento de sondas espaciais robóticas, que exploraram o ambiente lunar para que os astronautas pudessem fazer isso mais tarde, e enviou sondas científicas para Marte e Vênus, dando aos americanos sua primeira visão da estranha paisagem do espaço sideral. Webb também escreveu, já em 1965, que um grande telescópio espacial, então conhecido como Large Space Telescope, deveria se tornar um grande esforço da NASA. Webb se aposentou da NASA em 1968, poucos meses antes do primeiro pouso na Lua em julho de 1969.

    Em sua homenagem, a NASA batizou o sucessor do Telescópio Espacial Hubble de Telescópio Espacial James Webb, que foi lançado em 2021 e projetado para estudar as origens do universo.

    Embora não fosse um cientista ou engenheiro, ele foi uma influência na ciência espacial. Webb acreditava que a NASA tinha que equilibrar o voo espacial humano e a ciência, pois essa combinação serviria como um catalisador para fortalecer as universidades e a indústria aeroespacial do país.

    Durante sua gestão, a NASA investiu no desenvolvimento de sondas espaciais robóticas, que exploraram o ambiente lunar para que os astronautas pudessem fazer isso mais tarde, e enviou sondas científicas para Marte e Vênus, dando aos americanos sua primeira visão da estranha paisagem do espaço sideral. Webb também escreveu, já em 1965, que um grande telescópio espacial, então conhecido como Large Space Telescope, deveria se tornar um grande esforço da NASA. Webb se aposentou da NASA em 1968, poucos meses antes do primeiro pouso na Lua em julho de 1969.

    Em sua homenagem, a NASA batizou o sucessor do Telescópio Espacial Hubble de Telescópio Espacial James Webb, que foi lançado em 2021 e projetado para estudar as origens do universo.

  • James Webb encontra química rica e diversa em berços de exoplanetas

    James Webb encontra química rica e diversa em berços de exoplanetas

    O Telescópio Espacial James Webb (JWST) é o maior e mais poderoso telescópio já lançado no espaço.

    Ele é capaz de sondar a química das regiões dos discos em torno de estrelas jovens onde se formam os planetas rochosos. Os primeiros dados obtidos com o instrumento Mid-Infrared (MIRI) mostram que esses discos são quimicamente diversos e ricos em moléculas como água, dióxido de carbono e compostos orgânicos hidrocarbonetos como o benzeno, além de pequenos grãos de carbono e silicatos. O programa de observação MINDS, liderado pelo Instituto Max Planck de Astronomia (MPIA) e que reúne vários institutos de pesquisa europeus, promete fornecer uma visão revolucionária sobre as condições que precedem o nascimento dos planetas e, ao mesmo tempo, determinar suas composições.

    Os resultados iniciais apresentados em dois artigos demonstram a diversidade dos berços dos planetas rochosos. Os discos variam desde ambientes ricos em compostos de carbono, incluindo moléculas orgânicas tão complexas como o benzeno, até aglomerados contendo dióxido de carbono e traços de água. Como impressões digitais, esses químicos produzem marcadores únicos nos espectros obtidos pelos astrônomos com suas observações. Um espectro é uma exibição em arco-íris da luz ou, como neste caso, da radiação infravermelha, dividindo-a nas cores que a compõem.

    Os astrônomos do projeto MINDS pretendem investigar as condições nas regiões internas desses discos onde se espera que os planetas rochosos se formem a partir do gás e da poeira que eles contêm. Eles querem decifrar as condições dos discos protoplanetários – um pré-requisito para identificar os processos que levam aos corpos sólidos, como planetas e cometas, que compõem os sistemas planetários.

    Esses estudos mostram que a chegada do JWST inaugura uma nova era de ouro na pesquisa astronômica. Já nesse estágio inicial, as descobertas são inovadoras. “Estamos ansiosos para saber quais outras novidades o JWST trará”, declara Thomas Henning, diretor do MPIA e investigador principal do programa MINDS. No total, o programa MINDS irá observar os discos de 50 estrelas jovens de baixa massa. “Estamos ansiosos para conhecer a diversidade que encontraremos”.

    Fonte: Link.

    Ele é capaz de sondar a química das regiões dos discos em torno de estrelas jovens onde se formam os planetas rochosos. Os primeiros dados obtidos com o instrumento Mid-Infrared (MIRI) mostram que esses discos são quimicamente diversos e ricos em moléculas como água, dióxido de carbono e compostos orgânicos hidrocarbonetos como o benzeno, além de pequenos grãos de carbono e silicatos. O programa de observação MINDS, liderado pelo Instituto Max Planck de Astronomia (MPIA) e que reúne vários institutos de pesquisa europeus, promete fornecer uma visão revolucionária sobre as condições que precedem o nascimento dos planetas e, ao mesmo tempo, determinar suas composições.

    Os resultados iniciais apresentados em dois artigos demonstram a diversidade dos berços dos planetas rochosos. Os discos variam desde ambientes ricos em compostos de carbono, incluindo moléculas orgânicas tão complexas como o benzeno, até aglomerados contendo dióxido de carbono e traços de água. Como impressões digitais, esses químicos produzem marcadores únicos nos espectros obtidos pelos astrônomos com suas observações. Um espectro é uma exibição em arco-íris da luz ou, como neste caso, da radiação infravermelha, dividindo-a nas cores que a compõem.

    Os astrônomos do projeto MINDS pretendem investigar as condições nas regiões internas desses discos onde se espera que os planetas rochosos se formem a partir do gás e da poeira que eles contêm. Eles querem decifrar as condições dos discos protoplanetários – um pré-requisito para identificar os processos que levam aos corpos sólidos, como planetas e cometas, que compõem os sistemas planetários.

    Esses estudos mostram que a chegada do JWST inaugura uma nova era de ouro na pesquisa astronômica. Já nesse estágio inicial, as descobertas são inovadoras. “Estamos ansiosos para saber quais outras novidades o JWST trará”, declara Thomas Henning, diretor do MPIA e investigador principal do programa MINDS. No total, o programa MINDS irá observar os discos de 50 estrelas jovens de baixa massa. “Estamos ansiosos para conhecer a diversidade que encontraremos”.

    Fonte: Link.

  • Receita Federal paga restituições de IRPF de anos anteriores: saiba como consultar

    Receita Federal paga restituições de IRPF de anos anteriores: saiba como consultar

    Se você é um dos 290.934 contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com a Receita Federal, pode ter uma boa notícia nesta sexta-feira (28).

    A Receita está pagando as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de lote residual de anos anteriores, no valor total de mais de R$ 344 milhões. O pagamento será feito na conta bancária indicada na Declaração do Imposto de Renda ou por chave Pix.

    Para saber se você tem direito à restituição, basta acessar o site da Receita, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. Se houver alguma pendência na declaração, você pode corrigi-la e enviar uma declaração retificadora.

    O valor da restituição é atualizado pela taxa Selic a partir do mês seguinte ao prazo final de entrega da declaração até o mês anterior ao pagamento, mais 1% no mês do depósito. Caso o crédito não seja depositado na data, o valor ficará disponível para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

    A Receita está pagando as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de lote residual de anos anteriores, no valor total de mais de R$ 344 milhões. O pagamento será feito na conta bancária indicada na Declaração do Imposto de Renda ou por chave Pix.

    Para saber se você tem direito à restituição, basta acessar o site da Receita, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. Se houver alguma pendência na declaração, você pode corrigi-la e enviar uma declaração retificadora.

    O valor da restituição é atualizado pela taxa Selic a partir do mês seguinte ao prazo final de entrega da declaração até o mês anterior ao pagamento, mais 1% no mês do depósito. Caso o crédito não seja depositado na data, o valor ficará disponível para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

  • Como os vírus escondidos no DNA podem proteger os microrganismos

    Como os vírus escondidos no DNA podem proteger os microrganismos

    Você sabia que existem milhares de vírus que vivem dentro do DNA de outros seres vivos?

    Esses vírus, chamados de elementos virais endógenos (EVEs), podem ter funções importantes para a sobrevivência e a evolução dos seus hospedeiros.

    Um estudo recente, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), revelou que mais de 30 mil vírus desconhecidos foram encontrados incorporados no genoma de microrganismos unicelulares complexos. Esses vírus podem permitir que uma célula hospedeira replique vírus completos e funcionais, mas também podem protegê-la de infecções perigosas.

    Os pesquisadores descobriram que muitos dos vírus encontrados se assemelham a virófagos, um tipo de agente que infecta outros vírus patogênicos que tentam invadir a célula hospedeira. Assim, os virófagos podem impedir que os vírus gigantes, que são capazes de matar o hospedeiro, se reproduzam e causem danos.

    Essa descoberta é surpreendente e mostra como os vírus podem ter um papel benéfico para os seus hospedeiros, além de serem fontes de diversidade genética. Os cientistas acreditam que os vírus escondidos no DNA podem ajudar os microrganismos a se adaptarem a diferentes ambientes e condições.

    Esses vírus, chamados de elementos virais endógenos (EVEs), podem ter funções importantes para a sobrevivência e a evolução dos seus hospedeiros.

    Um estudo recente, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), revelou que mais de 30 mil vírus desconhecidos foram encontrados incorporados no genoma de microrganismos unicelulares complexos. Esses vírus podem permitir que uma célula hospedeira replique vírus completos e funcionais, mas também podem protegê-la de infecções perigosas.

    Os pesquisadores descobriram que muitos dos vírus encontrados se assemelham a virófagos, um tipo de agente que infecta outros vírus patogênicos que tentam invadir a célula hospedeira. Assim, os virófagos podem impedir que os vírus gigantes, que são capazes de matar o hospedeiro, se reproduzam e causem danos.

    Essa descoberta é surpreendente e mostra como os vírus podem ter um papel benéfico para os seus hospedeiros, além de serem fontes de diversidade genética. Os cientistas acreditam que os vírus escondidos no DNA podem ajudar os microrganismos a se adaptarem a diferentes ambientes e condições.