Tag: Brasil

  • Chikungunya: como se prevenir da doença que cresceu 50% no Brasil em 2023

    Chikungunya: como se prevenir da doença que cresceu 50% no Brasil em 2023

    A chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e a zika. Os sintomas mais comuns são febre alta, dor e inchaço nas articulações, manchas vermelhas na pele e cansaço excessivo.

    Em alguns casos, a doença pode evoluir para uma forma crônica, com dor persistente nas articulações e outras complicações.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, até o dia 20 de abril de 2023 foram registrados 80.823 casos prováveis de chikungunya no país, em quase 2 mil municípios, com 17 óbitos confirmados e 31 em investigação. Isso representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

    A região Sudeste apresenta o maior coeficiente de incidência da doença, sendo os estados mais afetados Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Em Minas Gerais, foram confirmados 11 óbitos pela doença e outros 13 estão em investigação.

    Como não existe vacina nem tratamento específico para a chikungunya, a melhor forma de prevenção é evitar a picada do mosquito. Para isso, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti nas casas e na vizinhança, como locais com água parada (vasos de plantas, pneus, garrafas etc.), usar repelentes e roupas que cubram a pele e instalar telas nas janelas.

    Se você apresentar sintomas de chikungunya, procure um médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. O tratamento consiste em aliviar os sintomas com medicamentos antitérmicos e analgésicos, além de repouso e hidratação. Evite usar medicamentos anti-inflamatórios sem orientação médica, pois eles podem aumentar o risco de sangramentos.

    A chikungunya é uma doença séria que pode trazer consequências para a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Por isso, é fundamental se prevenir e combater o mosquito transmissor.

    Em alguns casos, a doença pode evoluir para uma forma crônica, com dor persistente nas articulações e outras complicações.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, até o dia 20 de abril de 2023 foram registrados 80.823 casos prováveis de chikungunya no país, em quase 2 mil municípios, com 17 óbitos confirmados e 31 em investigação. Isso representa um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.

    A região Sudeste apresenta o maior coeficiente de incidência da doença, sendo os estados mais afetados Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Em Minas Gerais, foram confirmados 11 óbitos pela doença e outros 13 estão em investigação.

    Como não existe vacina nem tratamento específico para a chikungunya, a melhor forma de prevenção é evitar a picada do mosquito. Para isso, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti nas casas e na vizinhança, como locais com água parada (vasos de plantas, pneus, garrafas etc.), usar repelentes e roupas que cubram a pele e instalar telas nas janelas.

    Se você apresentar sintomas de chikungunya, procure um médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. O tratamento consiste em aliviar os sintomas com medicamentos antitérmicos e analgésicos, além de repouso e hidratação. Evite usar medicamentos anti-inflamatórios sem orientação médica, pois eles podem aumentar o risco de sangramentos.

    A chikungunya é uma doença séria que pode trazer consequências para a saúde e a qualidade de vida das pessoas. Por isso, é fundamental se prevenir e combater o mosquito transmissor.

  • Como o PL das Fake News pode blindar os parlamentares na internet?

    Como o PL das Fake News pode blindar os parlamentares na internet?

    O Projeto de Lei n° 2630, de 2020, também conhecido como Lei das Fake News, é uma proposta que visa regulamentar as redes sociais e os serviços de mensagens privadas, estabelecendo normas de transparência e responsabilidade para o combate à desinformação e ao aumento da transparência na internet.

    O PL foi aprovado pelo Senado Federal em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados, onde recebeu urgência para votação em abril de 2023.

    Um dos pontos mais polêmicos do PL é o que diz respeito à imunidade parlamentar, ou seja, a garantia constitucional de que os parlamentares não podem ser processados ou presos por suas opiniões, palavras e votos. O texto original do PL previa que as plataformas deveriam suspender ou excluir conteúdos considerados falsos ou enganosos, independentemente da origem ou da autoria, o que poderia atingir também os parlamentares. No entanto, o relator do PL na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), apresentou um substitutivo que exclui os parlamentares dessa regra, mantendo a imunidade parlamentar para as manifestações nas redes sociais.

    Essa mudança gerou críticas de alguns setores da sociedade civil e de especialistas em direito digital, que alegam que o PL pode criar uma espécie de “casta privilegiada” na internet, que poderia disseminar conteúdos falsos ou ofensivos sem sofrer as consequências. Por outro lado, alguns parlamentares defendem que a imunidade é uma garantia da liberdade de expressão e da independência do Poder Legislativo.

    O debate sobre o PL das Fake News ainda está longe de terminar e envolve questões complexas e sensíveis sobre os limites e os direitos dos usuários da internet. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a proteção da democracia e da informação verídica e a preservação da liberdade de manifestação e da diversidade de opiniões.

    O PL foi aprovado pelo Senado Federal em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados, onde recebeu urgência para votação em abril de 2023.

    Um dos pontos mais polêmicos do PL é o que diz respeito à imunidade parlamentar, ou seja, a garantia constitucional de que os parlamentares não podem ser processados ou presos por suas opiniões, palavras e votos. O texto original do PL previa que as plataformas deveriam suspender ou excluir conteúdos considerados falsos ou enganosos, independentemente da origem ou da autoria, o que poderia atingir também os parlamentares. No entanto, o relator do PL na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), apresentou um substitutivo que exclui os parlamentares dessa regra, mantendo a imunidade parlamentar para as manifestações nas redes sociais.

    Essa mudança gerou críticas de alguns setores da sociedade civil e de especialistas em direito digital, que alegam que o PL pode criar uma espécie de “casta privilegiada” na internet, que poderia disseminar conteúdos falsos ou ofensivos sem sofrer as consequências. Por outro lado, alguns parlamentares defendem que a imunidade é uma garantia da liberdade de expressão e da independência do Poder Legislativo.

    O debate sobre o PL das Fake News ainda está longe de terminar e envolve questões complexas e sensíveis sobre os limites e os direitos dos usuários da internet. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a proteção da democracia e da informação verídica e a preservação da liberdade de manifestação e da diversidade de opiniões.

  • Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    Como a poluição do ar pode aumentar o risco e a gravidade da COVID-19

    A poluição do ar é um fator de risco para diversas doenças respiratórias, incluindo a COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

    A pandemia causada pelo novo coronavírus tem afetado de forma desigual diferentes partes do mundo, e alguns estudos sugerem que a exposição à poluição do ar pode estar relacionada com a maior incidência e mortalidade da COVID-19.

    Uma revisão publicada na revista Integrated Environmental Assessment and Management que resume o impacto da poluição do ar nas infecções e na gravidade da COVID-19 e discute as possíveis estratégias de gestão e os desafios envolvidos.

    A revisão inclui a literatura disponível que investiga a correlação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19. Os estudos analisados indicam que a exposição à poluição do ar, especialmente às partículas finas (PM2.5) e ao dióxido de nitrogênio (NO2), está positivamente correlacionada com as infecções e a mortalidade por COVID-19. Alguns dados indicam que a poluição do ar pode desempenhar um papel importante na transmissão aérea do SARS-CoV-2. Uma alta porcentagem de casos de COVID-19 foi relatada nas áreas mais poluídas, onde os pacientes precisaram de internação hospitalar. Os dados disponíveis também mostram que tanto a poluição do ar de curto prazo quanto a de longo prazo podem aumentar a gravidade da COVID-19.

    No entanto, a maioria dos estudos que mostrou uma ligação entre a poluição do ar e as infecções e a mortalidade por COVID-19 não considerou potenciais fatores de confusão durante a análise da correlação. Portanto, mais estudos específicos precisam ser realizados focando em alguns fatores de confusão adicionais, como idade individual, densidade populacional e comorbidades pré-existentes, para determinar o impacto da poluição do ar nas infecções e mortes por COVID-19.

    A revisão conclui que é necessário reduzir os níveis de poluição do ar para proteger a saúde pública e prevenir futuras pandemias respiratórias. Além disso, é preciso melhorar o monitoramento da qualidade do ar e implementar medidas de controle eficazes para mitigar os efeitos adversos da poluição do ar na COVID-19.

  • Purificador de água Pure 4x (PE12G) Electrolux está com o menor preço desde o lançamento

    Purificador de água Pure 4x (PE12G) Electrolux está com o menor preço desde o lançamento

    Você sabia que a qualidade da água que você bebe pode afetar a sua saúde e bem-estar? A água contaminada pode causar doenças, alergias e até envelhecimento precoce.

    Por isso, é essencial ter um purificador de água que garanta a pureza e o sabor da água que você consome.

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  • Contas externas do Brasil têm superávit em março após oito meses de déficit

    Contas externas do Brasil têm superávit em março após oito meses de déficit

    O Brasil registrou um saldo positivo de US$ 286 milhões nas contas externas em março de 2023, o primeiro resultado positivo desde junho de 2022.

    Esse desempenho foi influenciado pelo superávit recorde da balança comercial e pela redução do déficit na conta de serviços, que inclui viagens ao exterior. No acumulado do ano, o país ainda apresenta um déficit de US$ 11,8 bilhões nas contas externas, mas esse valor é 40% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (25).

    As contas externas são um indicador importante da situação econômica do país, pois mostram a capacidade de pagamento e financiamento das transações com o resto do mundo. Um saldo positivo significa que o país recebeu mais recursos do que enviou para o exterior, enquanto um saldo negativo indica o contrário.

    O principal fator que contribuiu para o superávit em março foi o aumento das exportações de bens, que somaram US$ 33,3 bilhões, um recorde para o mês e um crescimento de 12,1% em relação a março de 2022. As importações de bens também aumentaram, mas em menor proporção: 0,9%, totalizando US$ 23,8 bilhões. Com isso, a balança comercial fechou o mês com um saldo positivo de US$ 9,5 bilhões, o maior da série histórica.

    Outro fator que ajudou a melhorar as contas externas foi a diminuição do déficit na conta de serviços, que passou de US$ 3,4 bilhões em março de 2022 para US$ 2,9 bilhões em março de 2023. Essa redução foi puxada principalmente pela queda nas despesas líquidas com transportes e viagens internacionais, que refletem os efeitos da pandemia de Covid-19 sobre o setor de turismo e comércio exterior.

    Por outro lado, os investimentos diretos no país (IDP), que são os recursos que entram no país para financiar projetos produtivos, tiveram uma leve alta em março, passando de US$ 6,9 bilhões em março de 2022 para US$ 7,7 bilhões em março de 2023. No entanto, esse valor ainda é inferior à média histórica e mostra que os investidores estrangeiros ainda estão cautelosos com o cenário econômico e político brasileiro.

    Em suma, as contas externas do Brasil apresentaram uma melhora significativa em março de 2023, mas ainda há desafios pela frente para garantir a sustentabilidade das transações com o resto do mundo. O país precisa aumentar sua competitividade nas exportações, diversificar sua pauta comercial, atrair mais investimentos produtivos e manter a estabilidade macroeconômica e institucional.

    Esse desempenho foi influenciado pelo superávit recorde da balança comercial e pela redução do déficit na conta de serviços, que inclui viagens ao exterior. No acumulado do ano, o país ainda apresenta um déficit de US$ 11,8 bilhões nas contas externas, mas esse valor é 40% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (25).

    As contas externas são um indicador importante da situação econômica do país, pois mostram a capacidade de pagamento e financiamento das transações com o resto do mundo. Um saldo positivo significa que o país recebeu mais recursos do que enviou para o exterior, enquanto um saldo negativo indica o contrário.

    O principal fator que contribuiu para o superávit em março foi o aumento das exportações de bens, que somaram US$ 33,3 bilhões, um recorde para o mês e um crescimento de 12,1% em relação a março de 2022. As importações de bens também aumentaram, mas em menor proporção: 0,9%, totalizando US$ 23,8 bilhões. Com isso, a balança comercial fechou o mês com um saldo positivo de US$ 9,5 bilhões, o maior da série histórica.

    Outro fator que ajudou a melhorar as contas externas foi a diminuição do déficit na conta de serviços, que passou de US$ 3,4 bilhões em março de 2022 para US$ 2,9 bilhões em março de 2023. Essa redução foi puxada principalmente pela queda nas despesas líquidas com transportes e viagens internacionais, que refletem os efeitos da pandemia de Covid-19 sobre o setor de turismo e comércio exterior.

    Por outro lado, os investimentos diretos no país (IDP), que são os recursos que entram no país para financiar projetos produtivos, tiveram uma leve alta em março, passando de US$ 6,9 bilhões em março de 2022 para US$ 7,7 bilhões em março de 2023. No entanto, esse valor ainda é inferior à média histórica e mostra que os investidores estrangeiros ainda estão cautelosos com o cenário econômico e político brasileiro.

    Em suma, as contas externas do Brasil apresentaram uma melhora significativa em março de 2023, mas ainda há desafios pela frente para garantir a sustentabilidade das transações com o resto do mundo. O país precisa aumentar sua competitividade nas exportações, diversificar sua pauta comercial, atrair mais investimentos produtivos e manter a estabilidade macroeconômica e institucional.

  • Varejo brasileiro tem queda real de 0,1% em fevereiro, aponta IBGE

    Varejo brasileiro tem queda real de 0,1% em fevereiro, aponta IBGE

    O comércio varejista brasileiro registrou uma leve queda de 0,1% nas vendas em fevereiro de 2023, na comparação com janeiro, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (25).

    O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado, que esperava uma estabilidade ou uma pequena alta.

    Na comparação com fevereiro de 2022, as vendas do varejo tiveram um crescimento de 1%, o menor desde agosto de 2022. Segundo o IBGE, o desempenho foi influenciado pela alta base de comparação do ano passado, quando o setor ainda não sofria os impactos da pandemia de covid-19.

    O varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, teve um desempenho melhor, com alta de 1,7% em fevereiro ante janeiro e queda de 0,2% na comparação anual. O segmento foi impulsionado pelo aumento das vendas de material de construção (8%) e de veículos (4%), que refletem a demanda por reformas e a preferência por transporte individual.

    Entre as oito atividades pesquisadas pelo IBGE, quatro tiveram queda nas vendas em fevereiro na comparação mensal. Os destaques negativos foram os setores de tecidos, vestuário e calçados (-3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2%) e combustíveis e lubrificantes (-1%). Por outro lado, os segmentos que registraram alta foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%), móveis e eletrodomésticos (0,8%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,4%).

    No acumulado do ano até fevereiro, as vendas do varejo restrito tiveram um crescimento de 1,8%, enquanto as do varejo ampliado ficaram estáveis. Em 12 meses, o varejo restrito avançou 1,3% e o ampliado recuou 0,5%.

    A expectativa para os próximos meses é de que o varejo continue enfrentando dificuldades para se recuperar diante do cenário de inflação elevada, juros em alta, desemprego persistente e baixa confiança do consumidor.

    O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado, que esperava uma estabilidade ou uma pequena alta.

    Na comparação com fevereiro de 2022, as vendas do varejo tiveram um crescimento de 1%, o menor desde agosto de 2022. Segundo o IBGE, o desempenho foi influenciado pela alta base de comparação do ano passado, quando o setor ainda não sofria os impactos da pandemia de covid-19.

    O varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, teve um desempenho melhor, com alta de 1,7% em fevereiro ante janeiro e queda de 0,2% na comparação anual. O segmento foi impulsionado pelo aumento das vendas de material de construção (8%) e de veículos (4%), que refletem a demanda por reformas e a preferência por transporte individual.

    Entre as oito atividades pesquisadas pelo IBGE, quatro tiveram queda nas vendas em fevereiro na comparação mensal. Os destaques negativos foram os setores de tecidos, vestuário e calçados (-3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2%) e combustíveis e lubrificantes (-1%). Por outro lado, os segmentos que registraram alta foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%), móveis e eletrodomésticos (0,8%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,4%).

    No acumulado do ano até fevereiro, as vendas do varejo restrito tiveram um crescimento de 1,8%, enquanto as do varejo ampliado ficaram estáveis. Em 12 meses, o varejo restrito avançou 1,3% e o ampliado recuou 0,5%.

    A expectativa para os próximos meses é de que o varejo continue enfrentando dificuldades para se recuperar diante do cenário de inflação elevada, juros em alta, desemprego persistente e baixa confiança do consumidor.

  • FGV revela que confiança do consumidor brasileiro caiu em abril: entenda os motivos

    FGV revela que confiança do consumidor brasileiro caiu em abril: entenda os motivos

    A confiança do consumidor brasileiro teve uma leve queda em abril, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) cedeu 0,2 ponto neste mês, para 86,8 pontos. Esse resultado foi influenciado pela piora das expectativas para os próximos meses, principalmente entre as famílias de menor renda.

    A FGV apontou que esse cenário pode estar relacionado a um alto endividamento das famílias, um aumento das perspectivas de inflação e uma dificuldade de acesso ao crédito. Além disso, há uma boa dose de incerteza sobre a saúde financeira do país, o que afeta as decisões no curto prazo.

    Por outro lado, a percepção dos consumidores sobre o momento presente teve uma variação positiva de 0,1 ponto, para 72,1 pontos. Esse foi o melhor resultado desde outubro de 2022. As perspectivas sobre a situação financeira futura das famílias também tiveram alta de 3,5 pontos, para 100,1 pontos.

    A confiança do consumidor é um indicador importante para medir o grau de otimismo ou pessimismo da população em relação à economia. Ela afeta o consumo das famílias e o investimento das empresas. Uma queda na confiança pode sinalizar uma retração da atividade econômica e uma dificuldade de recuperação.

    O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) cedeu 0,2 ponto neste mês, para 86,8 pontos. Esse resultado foi influenciado pela piora das expectativas para os próximos meses, principalmente entre as famílias de menor renda.

    A FGV apontou que esse cenário pode estar relacionado a um alto endividamento das famílias, um aumento das perspectivas de inflação e uma dificuldade de acesso ao crédito. Além disso, há uma boa dose de incerteza sobre a saúde financeira do país, o que afeta as decisões no curto prazo.

    Por outro lado, a percepção dos consumidores sobre o momento presente teve uma variação positiva de 0,1 ponto, para 72,1 pontos. Esse foi o melhor resultado desde outubro de 2022. As perspectivas sobre a situação financeira futura das famílias também tiveram alta de 3,5 pontos, para 100,1 pontos.

    A confiança do consumidor é um indicador importante para medir o grau de otimismo ou pessimismo da população em relação à economia. Ela afeta o consumo das famílias e o investimento das empresas. Uma queda na confiança pode sinalizar uma retração da atividade econômica e uma dificuldade de recuperação.

  • Etanol fica mais caro em 17 Estados e no DF na semana, diz ANP

    Etanol fica mais caro em 17 Estados e no DF na semana, diz ANP

    O preço do etanol hidratado subiu em 17 Estados e no Distrito Federal na semana entre 16 e 22 de abril, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    Em apenas seis Estados, o biocombustível ficou mais barato, enquanto em dois ficou estável. No Amapá não houve pesquisa.

    A cotação média do etanol no Brasil subiu 2,05% na semana em relação à anterior, de R$ 3,90 para R$ 3,98 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, o preço médio subiu 2,90%, de R$ 3 79 para R$ 3,90.

    O etanol só foi competitivo em relação à gasolina em Mato Grosso na semana. Nos demais Estados e no Distrito Federal, a gasolina foi mais vantajosa. A paridade entre os dois combustíveis é calculada considerando que o poder calorífico do etanol é de 70% do poder da gasolina.

    O preço do etanol é influenciado pela oferta e demanda do mercado interno e também pelo preço da gasolina nas refinarias. A Petrobras anunciou uma nova redução no preço do combustível fóssil a partir de maio, o que pode afetar a competitividade do etanol.

    Em apenas seis Estados, o biocombustível ficou mais barato, enquanto em dois ficou estável. No Amapá não houve pesquisa.

    A cotação média do etanol no Brasil subiu 2,05% na semana em relação à anterior, de R$ 3,90 para R$ 3,98 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, o preço médio subiu 2,90%, de R$ 3 79 para R$ 3,90.

    O etanol só foi competitivo em relação à gasolina em Mato Grosso na semana. Nos demais Estados e no Distrito Federal, a gasolina foi mais vantajosa. A paridade entre os dois combustíveis é calculada considerando que o poder calorífico do etanol é de 70% do poder da gasolina.

    O preço do etanol é influenciado pela oferta e demanda do mercado interno e também pelo preço da gasolina nas refinarias. A Petrobras anunciou uma nova redução no preço do combustível fóssil a partir de maio, o que pode afetar a competitividade do etanol.

  • Embarque de soja do Brasil bate recorde em abril e supera 10 milhões de toneladas

    Embarque de soja do Brasil bate recorde em abril e supera 10 milhões de toneladas

    O Brasil exportou mais de 10 milhões de toneladas de soja em abril, um recorde histórico para o mês, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume representa um aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado e de 19% em relação a março deste ano.

    A soja é o principal produto da pauta exportadora brasileira e tem sido beneficiada pela forte demanda da China, o maior comprador mundial da oleaginosa. Além disso, a safra brasileira foi recorde neste ano, com uma produção estimada em 135,5 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O ritmo acelerado dos embarques de soja também reflete a melhora na logística do país, que tem investido em novos terminais portuários e ferrovias para escoar a produção agrícola. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 83 milhões de toneladas de soja em 2023, um crescimento de 5% em relação a 2022.

    A soja é um dos principais produtos do agronegócio brasileiro e tem um impacto positivo na balança comercial do país. Em abril, as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) somaram US$ 7,2 bilhões, um aumento de 43% em relação ao mesmo mês de 2022. O saldo comercial do setor foi de US$ 6,8 bilhões, o maior da série histórica.

    O desempenho da soja mostra a força e a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa e tem conquistado novos mercados com qualidade e sustentabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    A soja é o principal produto da pauta exportadora brasileira e tem sido beneficiada pela forte demanda da China, o maior comprador mundial da oleaginosa. Além disso, a safra brasileira foi recorde neste ano, com uma produção estimada em 135,5 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    O ritmo acelerado dos embarques de soja também reflete a melhora na logística do país, que tem investido em novos terminais portuários e ferrovias para escoar a produção agrícola. Segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o Brasil deve exportar 83 milhões de toneladas de soja em 2023, um crescimento de 5% em relação a 2022.

    A soja é um dos principais produtos do agronegócio brasileiro e tem um impacto positivo na balança comercial do país. Em abril, as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) somaram US$ 7,2 bilhões, um aumento de 43% em relação ao mesmo mês de 2022. O saldo comercial do setor foi de US$ 6,8 bilhões, o maior da série histórica.

    O desempenho da soja mostra a força e a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional. O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da oleaginosa e tem conquistado novos mercados com qualidade e sustentabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Vacina bivalente contra Covid-19 é ampliada para todos os adultos no Brasil

    Vacina bivalente contra Covid-19 é ampliada para todos os adultos no Brasil

    O governo federal anunciou nesta segunda-feira (24) que vai estender a campanha de vacinação contra Covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda a população maior de 18 anos. Cerca de 97 milhões de brasileiros poderão se beneficiar da medida.

    A dose bivalente é indicada para quem já recebeu duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) no esquema primário ou reforço. A última dose deve ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. Quem está com a dose atrasada também pode procurar as unidades de saúde.

    Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da Covid-19. A ampliação tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e aumentar a cobertura vacinal em todo o país.

    A campanha de imunização com a vacina bivalente começou em fevereiro, voltada para grupos prioritários, como idosos, indígenas, quilombolas, gestantes e profissionais de saúde. Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente.

    Fonte: Link.

    A dose bivalente é indicada para quem já recebeu duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) no esquema primário ou reforço. A última dose deve ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. Quem está com a dose atrasada também pode procurar as unidades de saúde.

    Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da Covid-19. A ampliação tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e aumentar a cobertura vacinal em todo o país.

    A campanha de imunização com a vacina bivalente começou em fevereiro, voltada para grupos prioritários, como idosos, indígenas, quilombolas, gestantes e profissionais de saúde. Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente.

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