Tag: Brasil

  • Xiaomi 13 Ultra: por que novo celular está sendo considerado o melhor do mundo?

    Xiaomi 13 Ultra: por que novo celular está sendo considerado o melhor do mundo?

    Você já imaginou ter um celular que parece uma câmera digital? Essa é a proposta do Xiaomi 13 Ultra, o novo flagship da marca chinesa que foi lançado nesta semana.

    O aparelho traz um design diferenciado, com uma traseira que imita couro e uma protuberância que lembra uma lente de câmera. Mas não se engane: o Xiaomi 13 Ultra não é só bonito, ele também é poderoso.

    O smartphone conta com um conjunto de quatro câmeras traseiras, todas com 50 MP de resolução e lentes da Leica, uma das mais renomadas fabricantes de câmeras do mundo. A câmera principal tem um sensor de 1 polegada, o que garante fotos nítidas e detalhadas, mesmo em ambientes com pouca luz. Além disso, o aparelho oferece zoom óptico de até 5x, ultrawide com ângulo de 122 graus e modo macro para capturar objetos a 5 cm de distância.

    O Xiaomi 13 Ultra também não decepciona na tela, que é uma AMOLED de 6,73 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização variável de até 120 Hz. O display tem brilho máximo de 2600 nits e suporta as tecnologias Dolby Vision e HDR10+. O leitor de digitais fica sob a tela e ainda mede os batimentos cardíacos do usuário.

    Por dentro, o Xiaomi 13 Ultra traz o processador Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm até o momento. O chip é acompanhado por até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento interno. O smartphone ainda tem bateria de 5000 mAh com carregamento rápido de 90W com fio e 50W sem fio, além de NFC, Wi-Fi 7, som estéreo com Dolby Atmos e Android 13 com MIUI 14.

    O Xiaomi 13 Ultra já está em pré-venda na China e deve chegar ao mercado no dia 26 de abril. Os preços variam entre R$ 4.320 e R$ 6.480, em conversão direta. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do aparelho no Brasil.

    O aparelho traz um design diferenciado, com uma traseira que imita couro e uma protuberância que lembra uma lente de câmera. Mas não se engane: o Xiaomi 13 Ultra não é só bonito, ele também é poderoso.

    O smartphone conta com um conjunto de quatro câmeras traseiras, todas com 50 MP de resolução e lentes da Leica, uma das mais renomadas fabricantes de câmeras do mundo. A câmera principal tem um sensor de 1 polegada, o que garante fotos nítidas e detalhadas, mesmo em ambientes com pouca luz. Além disso, o aparelho oferece zoom óptico de até 5x, ultrawide com ângulo de 122 graus e modo macro para capturar objetos a 5 cm de distância.

    O Xiaomi 13 Ultra também não decepciona na tela, que é uma AMOLED de 6,73 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização variável de até 120 Hz. O display tem brilho máximo de 2600 nits e suporta as tecnologias Dolby Vision e HDR10+. O leitor de digitais fica sob a tela e ainda mede os batimentos cardíacos do usuário.

    Por dentro, o Xiaomi 13 Ultra traz o processador Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm até o momento. O chip é acompanhado por até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento interno. O smartphone ainda tem bateria de 5000 mAh com carregamento rápido de 90W com fio e 50W sem fio, além de NFC, Wi-Fi 7, som estéreo com Dolby Atmos e Android 13 com MIUI 14.

    O Xiaomi 13 Ultra já está em pré-venda na China e deve chegar ao mercado no dia 26 de abril. Os preços variam entre R$ 4.320 e R$ 6.480, em conversão direta. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do aparelho no Brasil.

  • Jornalista lança livro que revela as mortes provocadas pela primeira usina nuclear do Brasil

    Jornalista lança livro que revela as mortes provocadas pela primeira usina nuclear do Brasil

    A jornalista Tania Malheiros lança o livro “Cobaias da Radiação” que conta a história da primeira instalação industrial nuclear brasileira, a Orquima, e sua sucessora, a Usina de Santo Amaro (USAM), que deixaram um rastro de mortos, desaparecidos e doentes.

    Com fotos e documentos inéditos, a autora expõe a verdade sobre a “indústria da morte” que foi criada, estabelecida e fechada após denúncia que fez em 1990. O lançamento ocorrerá no dia 27 de abril, no Rio de Janeiro.

    Fonte: Link.

    Com fotos e documentos inéditos, a autora expõe a verdade sobre a “indústria da morte” que foi criada, estabelecida e fechada após denúncia que fez em 1990. O lançamento ocorrerá no dia 27 de abril, no Rio de Janeiro.

    Fonte: Link.

  • Shein anuncia investimento de R$ 750 milhões para produzir no Brasil

    Shein anuncia investimento de R$ 750 milhões para produzir no Brasil

    A Shein, uma das maiores marcas de fast fashion do mundo, anunciou nesta quinta-feira (20) que vai investir R$ 750 milhões no Brasil nos próximos anos para estabelecer uma rede com milhares de fabricantes do setor têxtil no país.

    A empresa chinesa também disse que vai lançar um marketplace para produtos e vendedores brasileiros.

    O anúncio foi feito após uma reunião entre representantes da Shein e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A iniciativa vem em meio à polêmica sobre a taxação de compras internacionais de até US$ 50, que o governo chegou a confirmar, mas depois recuou.

    A Shein afirmou que pretende fazer parcerias com cerca de 2 mil fabricantes locais e criar aproximadamente 100 mil empregos nos próximos três anos. A expectativa da empresa é que, até o final de 2026, cerca de 85% de suas vendas sejam locais, tanto de fabricantes como de vendedores.

    Segundo a Shein, o investimento vai permitir aos produtores brasileiros atualizar seus modelos de produção para o sistema sob demanda da empresa, que visa reduzir o desperdício e o excesso de estoque. A empresa também disse que vai oferecer tecnologia e treinamento aos fabricantes nacionais.

    “Temos visto grande sucesso no Brasil desde nosso lançamento em 2020 e, com a crescente demanda dos consumidores, vimos a oportunidade de localizar mais a nossa cadeia de fornecimento para beneficiar os consumidores, as pequenas empresas e a economia em geral”, disse Marcelo Claure, presidente do conselho da Shein para a América Latina.

    A Shein é uma das líderes do mercado de fast fashion online, com foco no público jovem e feminino. A empresa oferece roupas, acessórios e outros produtos com preços baixos e entrega rápida.

    A empresa chinesa também disse que vai lançar um marketplace para produtos e vendedores brasileiros.

    O anúncio foi feito após uma reunião entre representantes da Shein e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A iniciativa vem em meio à polêmica sobre a taxação de compras internacionais de até US$ 50, que o governo chegou a confirmar, mas depois recuou.

    A Shein afirmou que pretende fazer parcerias com cerca de 2 mil fabricantes locais e criar aproximadamente 100 mil empregos nos próximos três anos. A expectativa da empresa é que, até o final de 2026, cerca de 85% de suas vendas sejam locais, tanto de fabricantes como de vendedores.

    Segundo a Shein, o investimento vai permitir aos produtores brasileiros atualizar seus modelos de produção para o sistema sob demanda da empresa, que visa reduzir o desperdício e o excesso de estoque. A empresa também disse que vai oferecer tecnologia e treinamento aos fabricantes nacionais.

    “Temos visto grande sucesso no Brasil desde nosso lançamento em 2020 e, com a crescente demanda dos consumidores, vimos a oportunidade de localizar mais a nossa cadeia de fornecimento para beneficiar os consumidores, as pequenas empresas e a economia em geral”, disse Marcelo Claure, presidente do conselho da Shein para a América Latina.

    A Shein é uma das líderes do mercado de fast fashion online, com foco no público jovem e feminino. A empresa oferece roupas, acessórios e outros produtos com preços baixos e entrega rápida.

  • Conheça os animais que já foram enviados ao espaço

    Conheça os animais que já foram enviados ao espaço

    Você sabia que antes dos humanos viajarem para fora do planeta, os cientistas enviaram vários animais para testar a possibilidade de sobreviver a longos períodos com ausência de gravidade?

    Neste post, vamos contar quais foram os animais que já foram enviados ao espaço e o que aconteceu com eles.

    O primeiro animal a viajar para o espaço foi um macaco-rhesus chamado Albert 1, que foi lançado ao espaço no dia 11 de junho de 1948. Infelizmente, ele não sobreviveu. Outros macacos e ratos também foram enviados nos anos seguintes, mas poucos retornaram vivos.

    A famosa cadela Laika entrou para a história quando, em 1957, foi o primeiro ser vivo a orbitar a Terra, na nave soviética Sputnik 2. Ela também não resistiu à viagem e morreu depois de algumas horas. Outros cães foram enviados pela União Soviética, sendo que alguns conseguiram voltar.

    Em 1961, um chimpanzé chamado Ham se tornou o primeiro primata a realizar uma missão suborbital bem-sucedida, puxando uma alavanca em resposta à uma luz intermitente. Ele foi recuperado ileso e viveu até 1983.

    Depois disso, uma variedade de animais foi levada para o espaço, como tartarugas, moscas, sapos, gatos, aranhas, salamandras, lagartixas, ouriços, águas-vivas, caracóis, camarões e até tartígrados. Alguns deles orbitaram em volta da lua ou foram deixados na superfície lunar.

    Os animais enviados ao espaço contribuíram para o avanço da ciência e da exploração espacial, fornecendo dados valiosos sobre os efeitos da microgravidade e da radiação nos seres vivos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Neste post, vamos contar quais foram os animais que já foram enviados ao espaço e o que aconteceu com eles.

    O primeiro animal a viajar para o espaço foi um macaco-rhesus chamado Albert 1, que foi lançado ao espaço no dia 11 de junho de 1948. Infelizmente, ele não sobreviveu. Outros macacos e ratos também foram enviados nos anos seguintes, mas poucos retornaram vivos.

    A famosa cadela Laika entrou para a história quando, em 1957, foi o primeiro ser vivo a orbitar a Terra, na nave soviética Sputnik 2. Ela também não resistiu à viagem e morreu depois de algumas horas. Outros cães foram enviados pela União Soviética, sendo que alguns conseguiram voltar.

    Em 1961, um chimpanzé chamado Ham se tornou o primeiro primata a realizar uma missão suborbital bem-sucedida, puxando uma alavanca em resposta à uma luz intermitente. Ele foi recuperado ileso e viveu até 1983.

    Depois disso, uma variedade de animais foi levada para o espaço, como tartarugas, moscas, sapos, gatos, aranhas, salamandras, lagartixas, ouriços, águas-vivas, caracóis, camarões e até tartígrados. Alguns deles orbitaram em volta da lua ou foram deixados na superfície lunar.

    Os animais enviados ao espaço contribuíram para o avanço da ciência e da exploração espacial, fornecendo dados valiosos sobre os efeitos da microgravidade e da radiação nos seres vivos.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    COVID-19 pode desestabilizar a pressão arterial em pacientes com hipertensão

    A hipertensão é uma condição que afeta milhões de pessoas no mundo todo e está associada a um maior risco de complicações cardiovasculares.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo publicado no Journal of Hypertension examinou os efeitos da infecção por coronavírus em pacientes com hipertensão arterial. Os resultados mostraram que pacientes hipertensos que contraíram o vírus tinham maior probabilidade de serem hospitalizados e apresentavam maior risco de complicações graves, como insuficiência respiratória e renal.

    Os pesquisadores também descobriram que os pacientes hipertensos que tomavam medicamentos para controlar a pressão arterial tinham menos probabilidade de desenvolver complicações graves após a infecção pelo coronavírus. Os autores do estudo sugerem que é importante que pacientes hipertensos mantenham o tratamento prescrito e sigam as precauções recomendadas para evitar a infecção pelo coronavírus.

    A hipertensão arterial é uma condição comum e uma das principais causas de doenças cardiovasculares, que são responsáveis ​​por uma parcela significativa das mortes em todo o mundo. A pandemia de COVID-19 aumentou a preocupação com o risco de complicações graves em pacientes hipertensos, tornando este estudo ainda mais relevante.

    Este estudo destaca a importância da prevenção e tratamento da hipertensão arterial, especialmente durante a pandemia de COVID-19. Pacientes hipertensos devem continuar a tomar seus medicamentos prescritos e seguir as orientações de prevenção para reduzir o risco de infecção pelo coronavírus e complicações graves.

    Fonte: Link.

  • Nintendo vence processo contra site de pirataria

    Nintendo vence processo contra site de pirataria

    A Nintendo é conhecida por defender seus direitos autorais com rigor, e mais uma vez ela saiu vitoriosa em uma batalha judicial contra um site de pirataria.

    Segundo o site IGN Brasil, a empresa japonesa ganhou um processo contra o RomUniverse, um site que oferecia downloads ilegais de jogos de diversas plataformas, incluindo os consoles da Nintendo.

    O site foi fechado em 2020, após a Nintendo entrar com uma ação em 2019, alegando que o RomUniverse infringia seus direitos autorais e causava danos à sua reputação. A Nintendo pedia uma indenização de US$ 15 milhões, mas o juiz responsável pelo caso reduziu o valor para US$ 2,1 milhões, considerando que a Nintendo não conseguiu provar o impacto financeiro da pirataria.

    Ainda assim, o dono do site, Matthew Storman, terá que pagar US$ 35 mil por cada jogo da Nintendo que ele disponibilizou ilegalmente, e US$ 400 mil por cada obra protegida por direitos autorais que ele distribuiu sem autorização. Além disso, ele está proibido de voltar a operar um site de pirataria ou infringir os direitos autorais da Nintendo.

    A Nintendo é uma das empresas mais ativas na luta contra a pirataria, tendo processado diversos sites e serviços que ofereciam jogos ou emuladores ilegais. A empresa argumenta que a pirataria prejudica a indústria de jogos e os desenvolvedores que trabalham duro para criar conteúdo de qualidade.

    Segundo o site IGN Brasil, a empresa japonesa ganhou um processo contra o RomUniverse, um site que oferecia downloads ilegais de jogos de diversas plataformas, incluindo os consoles da Nintendo.

    O site foi fechado em 2020, após a Nintendo entrar com uma ação em 2019, alegando que o RomUniverse infringia seus direitos autorais e causava danos à sua reputação. A Nintendo pedia uma indenização de US$ 15 milhões, mas o juiz responsável pelo caso reduziu o valor para US$ 2,1 milhões, considerando que a Nintendo não conseguiu provar o impacto financeiro da pirataria.

    Ainda assim, o dono do site, Matthew Storman, terá que pagar US$ 35 mil por cada jogo da Nintendo que ele disponibilizou ilegalmente, e US$ 400 mil por cada obra protegida por direitos autorais que ele distribuiu sem autorização. Além disso, ele está proibido de voltar a operar um site de pirataria ou infringir os direitos autorais da Nintendo.

    A Nintendo é uma das empresas mais ativas na luta contra a pirataria, tendo processado diversos sites e serviços que ofereciam jogos ou emuladores ilegais. A empresa argumenta que a pirataria prejudica a indústria de jogos e os desenvolvedores que trabalham duro para criar conteúdo de qualidade.

  • Elon Musk quer processar Microsoft por treinar Inteligência Artificial com dados coletados do Twitter

    Elon Musk quer processar Microsoft por treinar Inteligência Artificial com dados coletados do Twitter

    Elon Musk, o fundador da Tesla e da SpaceX, não está satisfeito com a forma como a Microsoft está usando os dados do Twitter para treinar sua inteligência artificial (IA).

    Em um tweet publicado na última quarta-feira (19), ele acusou a gigante de tecnologia de violar os direitos autorais dos usuários da rede social e ameaçou processá-la na justiça.

    A polêmica começou quando a Microsoft anunciou que havia criado um modelo de linguagem natural chamado Turing-NLG, capaz de gerar textos coerentes e fluentes a partir de palavras-chave ou frases. Para isso, a empresa usou um conjunto de dados chamado Common Crawl, que contém bilhões de páginas da web, incluindo tweets de milhões de usuários do Twitter.

    Musk, que é um dos usuários mais populares do Twitter, com mais de 60 milhões de seguidores, não gostou da ideia de ter seus tweets usados para alimentar a IA da Microsoft. Ele afirmou que isso é uma forma de “roubo” e que ele não autorizou o uso de seus dados para esse fim. Ele também disse que a Microsoft deveria pagar pelos direitos autorais dos usuários do Twitter ou parar de usar seus dados imediatamente.

    A Microsoft, por sua vez, defendeu-se dizendo que o uso dos dados do Common Crawl é legal e ético, e que o objetivo do Turing-NLG é avançar a pesquisa em linguagem natural e beneficiar a sociedade. A empresa também afirmou que respeita a privacidade dos usuários do Twitter e que não usa seus dados para fins comerciais ou maliciosos.

    A questão levanta um debate sobre os limites éticos e legais do uso de dados públicos para treinar modelos de IA. Por um lado, os defensores da liberdade de informação argumentam que os dados disponíveis na web são um recurso valioso para o desenvolvimento científico e tecnológico, e que não devem ser restringidos por questões de direitos autorais. Por outro lado, os defensores da privacidade e da propriedade intelectual argumentam que os dados pessoais dos usuários da web são protegidos por lei e que não devem ser usados sem o seu consentimento explícito.

    O caso ainda não foi levado à justiça, mas pode ter repercussões importantes para o futuro da IA e da web. Enquanto isso, Musk continua usando o Twitter para expressar suas opiniões e provocar seus rivais no mundo da tecnologia.

    Em um tweet publicado na última quarta-feira (19), ele acusou a gigante de tecnologia de violar os direitos autorais dos usuários da rede social e ameaçou processá-la na justiça.

    A polêmica começou quando a Microsoft anunciou que havia criado um modelo de linguagem natural chamado Turing-NLG, capaz de gerar textos coerentes e fluentes a partir de palavras-chave ou frases. Para isso, a empresa usou um conjunto de dados chamado Common Crawl, que contém bilhões de páginas da web, incluindo tweets de milhões de usuários do Twitter.

    Musk, que é um dos usuários mais populares do Twitter, com mais de 60 milhões de seguidores, não gostou da ideia de ter seus tweets usados para alimentar a IA da Microsoft. Ele afirmou que isso é uma forma de “roubo” e que ele não autorizou o uso de seus dados para esse fim. Ele também disse que a Microsoft deveria pagar pelos direitos autorais dos usuários do Twitter ou parar de usar seus dados imediatamente.

    A Microsoft, por sua vez, defendeu-se dizendo que o uso dos dados do Common Crawl é legal e ético, e que o objetivo do Turing-NLG é avançar a pesquisa em linguagem natural e beneficiar a sociedade. A empresa também afirmou que respeita a privacidade dos usuários do Twitter e que não usa seus dados para fins comerciais ou maliciosos.

    A questão levanta um debate sobre os limites éticos e legais do uso de dados públicos para treinar modelos de IA. Por um lado, os defensores da liberdade de informação argumentam que os dados disponíveis na web são um recurso valioso para o desenvolvimento científico e tecnológico, e que não devem ser restringidos por questões de direitos autorais. Por outro lado, os defensores da privacidade e da propriedade intelectual argumentam que os dados pessoais dos usuários da web são protegidos por lei e que não devem ser usados sem o seu consentimento explícito.

    O caso ainda não foi levado à justiça, mas pode ter repercussões importantes para o futuro da IA e da web. Enquanto isso, Musk continua usando o Twitter para expressar suas opiniões e provocar seus rivais no mundo da tecnologia.

  • Como tirar o visto para nômade digital em Portugal

    Como tirar o visto para nômade digital em Portugal

    Você é um profissional que trabalha de forma remota e quer morar em Portugal? Então você precisa conhecer o visto para nômade digital, uma novidade que foi aprovada na Lei de Estrangeiros em 2022.

    Neste post, vamos explicar o que é esse visto, quem pode solicitar, quais os requisitos e como fazer o pedido.

    O que é o visto para nômade digital em Portugal?

    O visto para nômade digital é uma autorização de entrada e permanência em Portugal por um período superior a 90 dias, destinada aos profissionais estrangeiros que prestam seus serviços de forma remota, seja como um trabalhador subordinado ou como um trabalhador independente.

    Esse visto pode ser solicitado de forma temporária, por menos de um ano, ou como visto de residência, por mais de um ano. Ele permite que você more em Portugal e aproveite as vantagens de ser um nômade digital em um dos melhores países para trabalhar dessa forma.

    Quem pode solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Qualquer profissional estrangeiro que se enquadre na situação de nômade digital e que cumpra os requisitos exigidos pode pedir o visto para nômade digital em Portugal. Mas o que é um nômade digital?

    Um nômade digital é alguém que trabalha de forma remota, usando a internet e as tecnologias digitais, sem estar preso a um local físico específico. Ele pode viajar pelo mundo e escolher onde quer morar e trabalhar, desde que tenha uma boa conexão à rede.

    Quem pode trabalhar como nômade digital são pessoas que exercem atividades profissionais que podem ser realizadas à distância, como programadores, designers, escritores, tradutores, consultores, professores online, entre outros.

    Quais os requisitos para tirar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para tirar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa comprovar que tem uma atividade profissional remota e que tem rendimentos suficientes para se sustentar no país. Além disso, você precisa apresentar os seguintes documentos:

    • Passaporte válido;
    • Seguro de saúde ou certificado de assistência médica no Brasil;
    • Certidão negativa de antecedentes criminais;
    • Comprovativo de residência fiscal;
    • Contrato de trabalho, promessa de contrato ou declaração do empregador (para trabalhadores subordinados);
    • Contrato de sociedade, contrato de prestação de serviços, proposta escrita ou documento demonstrativo de serviços prestados (para trabalhadores independentes);
    • Comprovativo de rendimentos médios mensais nos últimos três meses de valor mínimo equivalente a quatro salários mínimos portugueses.

    Como solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para solicitar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa seguir os seguintes passos:

    • Preencher o requerimento eletrônico no site do Portal das Comunidades Portuguesas;
    • Imprimir o recibo do requerimento e pagar a taxa correspondente;
    • Agendar uma entrevista no consulado português mais próximo da sua residência;
    • Comparecer ao consulado no dia e hora marcados com os documentos originais e cópias;
    • Aguardar a análise do pedido e a emissão do visto.

    O tempo médio para obter o visto para nômade digital em Portugal é de 30 a 60 dias. O visto tem uma validade inicial de quatro meses e pode ser renovado por períodos sucessivos até ao limite máximo de dois anos.

    Se você quer morar e trabalhar como nômade digital em Portugal, não perca essa oportunidade e solicite já o seu visto. Assim, você poderá desfrutar das belezas, da cultura e da qualidade de vida desse país incrível.

    Neste post, vamos explicar o que é esse visto, quem pode solicitar, quais os requisitos e como fazer o pedido.

    O que é o visto para nômade digital em Portugal?

    O visto para nômade digital é uma autorização de entrada e permanência em Portugal por um período superior a 90 dias, destinada aos profissionais estrangeiros que prestam seus serviços de forma remota, seja como um trabalhador subordinado ou como um trabalhador independente.

    Esse visto pode ser solicitado de forma temporária, por menos de um ano, ou como visto de residência, por mais de um ano. Ele permite que você more em Portugal e aproveite as vantagens de ser um nômade digital em um dos melhores países para trabalhar dessa forma.

    Quem pode solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Qualquer profissional estrangeiro que se enquadre na situação de nômade digital e que cumpra os requisitos exigidos pode pedir o visto para nômade digital em Portugal. Mas o que é um nômade digital?

    Um nômade digital é alguém que trabalha de forma remota, usando a internet e as tecnologias digitais, sem estar preso a um local físico específico. Ele pode viajar pelo mundo e escolher onde quer morar e trabalhar, desde que tenha uma boa conexão à rede.

    Quem pode trabalhar como nômade digital são pessoas que exercem atividades profissionais que podem ser realizadas à distância, como programadores, designers, escritores, tradutores, consultores, professores online, entre outros.

    Quais os requisitos para tirar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para tirar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa comprovar que tem uma atividade profissional remota e que tem rendimentos suficientes para se sustentar no país. Além disso, você precisa apresentar os seguintes documentos:

    • Passaporte válido;
    • Seguro de saúde ou certificado de assistência médica no Brasil;
    • Certidão negativa de antecedentes criminais;
    • Comprovativo de residência fiscal;
    • Contrato de trabalho, promessa de contrato ou declaração do empregador (para trabalhadores subordinados);
    • Contrato de sociedade, contrato de prestação de serviços, proposta escrita ou documento demonstrativo de serviços prestados (para trabalhadores independentes);
    • Comprovativo de rendimentos médios mensais nos últimos três meses de valor mínimo equivalente a quatro salários mínimos portugueses.

    Como solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para solicitar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa seguir os seguintes passos:

    • Preencher o requerimento eletrônico no site do Portal das Comunidades Portuguesas;
    • Imprimir o recibo do requerimento e pagar a taxa correspondente;
    • Agendar uma entrevista no consulado português mais próximo da sua residência;
    • Comparecer ao consulado no dia e hora marcados com os documentos originais e cópias;
    • Aguardar a análise do pedido e a emissão do visto.

    O tempo médio para obter o visto para nômade digital em Portugal é de 30 a 60 dias. O visto tem uma validade inicial de quatro meses e pode ser renovado por períodos sucessivos até ao limite máximo de dois anos.

    Se você quer morar e trabalhar como nômade digital em Portugal, não perca essa oportunidade e solicite já o seu visto. Assim, você poderá desfrutar das belezas, da cultura e da qualidade de vida desse país incrível.

  • GM vai investir em veículos 100% elétricos no Brasil

    GM vai investir em veículos 100% elétricos no Brasil

    A General Motors (GM) anunciou nesta quarta-feira (19) que vai investir R$ 10 bilhões no Brasil para produzir veículos 100% elétricos.

    A montadora pretende lançar quatro modelos até 2024, sendo dois deles fabricados no país. O primeiro será o Bolt, que já é vendido no mercado brasileiro, mas que passará a ser produzido em Gravataí (RS) a partir de 2022. O segundo será um SUV médio, ainda sem nome definido, que será fabricado em São Caetano do Sul (SP) a partir de 2023.

    A GM afirmou que o investimento faz parte da sua estratégia global de eletrificação e sustentabilidade, e que o Brasil é um mercado prioritário para a empresa. Segundo a presidente da GM na América do Sul, Daniela Borja, o objetivo é liderar a transição para a mobilidade elétrica na região. “Estamos trazendo para o Brasil a nova geração de veículos elétricos, com tecnologia de ponta, design inovador e alto desempenho”, disse.

    Os veículos elétricos da GM terão baterias de íons de lítio com autonomia de até 500 km, além de sistemas de conectividade e segurança avançados. A montadora também informou que vai ampliar a rede de recarga para os seus clientes, em parceria com empresas de energia e postos de combustível. A GM espera que os veículos elétricos representem 20% das suas vendas no Brasil até 2030.

    O investimento da GM no Brasil foi elogiado pelo governo federal, que participou do anúncio por meio de uma videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro destacou que o Brasil tem um potencial enorme para a produção de energia limpa e renovável, e que o governo está trabalhando para melhorar o ambiente de negócios e atrair mais investimentos. Guedes afirmou que o investimento da GM é uma prova de confiança no país e na recuperação econômica após a pandemia.

    A montadora pretende lançar quatro modelos até 2024, sendo dois deles fabricados no país. O primeiro será o Bolt, que já é vendido no mercado brasileiro, mas que passará a ser produzido em Gravataí (RS) a partir de 2022. O segundo será um SUV médio, ainda sem nome definido, que será fabricado em São Caetano do Sul (SP) a partir de 2023.

    A GM afirmou que o investimento faz parte da sua estratégia global de eletrificação e sustentabilidade, e que o Brasil é um mercado prioritário para a empresa. Segundo a presidente da GM na América do Sul, Daniela Borja, o objetivo é liderar a transição para a mobilidade elétrica na região. “Estamos trazendo para o Brasil a nova geração de veículos elétricos, com tecnologia de ponta, design inovador e alto desempenho”, disse.

    Os veículos elétricos da GM terão baterias de íons de lítio com autonomia de até 500 km, além de sistemas de conectividade e segurança avançados. A montadora também informou que vai ampliar a rede de recarga para os seus clientes, em parceria com empresas de energia e postos de combustível. A GM espera que os veículos elétricos representem 20% das suas vendas no Brasil até 2030.

    O investimento da GM no Brasil foi elogiado pelo governo federal, que participou do anúncio por meio de uma videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro destacou que o Brasil tem um potencial enorme para a produção de energia limpa e renovável, e que o governo está trabalhando para melhorar o ambiente de negócios e atrair mais investimentos. Guedes afirmou que o investimento da GM é uma prova de confiança no país e na recuperação econômica após a pandemia.

  • Desmatamento na Amazônia quase triplica no primeiro trimestre de 2023

    Desmatamento na Amazônia quase triplica no primeiro trimestre de 2023

    O desmatamento na Amazônia é um grave problema ambiental que ameaça a maior floresta tropical do mundo e a sua rica biodiversidade.

    Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), de janeiro a março de 2023, foram derrubados 867 km² de floresta, um aumento de 197% em relação ao mesmo período de 2022. Esse é o segundo pior trimestre desde 2008, quando o Imazon começou a monitorar o desmatamento por meio do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).

    As principais causas do desmatamento na Amazônia são a expansão da agropecuária, a mineração ilegal, a especulação fundiária, a construção de grandes obras de infraestrutura e a falta de fiscalização e controle ambiental. Além da perda de vegetação, o desmatamento também provoca a degradação florestal, que é causada pela extração de madeira e pelas queimadas. A degradação afeta a saúde e a estrutura da floresta, reduzindo a sua capacidade de armazenar carbono e regular o clima.

    O estado do Amazonas foi o que mais desmatou no primeiro trimestre de 2023, com 342 km², seguido pelo Pará, com 253 km², e pelo Mato Grosso, com 114 km². Duas unidades de conservação no Pará registraram juntas perdas de floresta equivalentes a 800 campos de futebol somente em março: a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu e a Floresta Nacional do Jamanxim.

    O desmatamento na Amazônia tem consequências graves para o meio ambiente e para a sociedade. A floresta é responsável por produzir chuva, regular o clima, abrigar milhões de espécies de plantas e animais, fornecer serviços ecossistêmicos e garantir o bem-estar e a cultura dos povos indígenas e comunidades tradicionais que vivem na região. A derrubada da floresta também contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa, que são os principais causadores das mudanças climáticas e dos eventos extremos, como secas, enchentes e incêndios.

    É urgente que o governo federal e os governos estaduais tomem medidas efetivas para combater o desmatamento na Amazônia e proteger esse patrimônio natural do Brasil e da humanidade. É preciso fortalecer as políticas públicas de conservação, fiscalização e controle ambiental, incentivar o desenvolvimento sustentável da região, valorizar os povos e comunidades da floresta e cumprir os compromissos internacionais assumidos pelo país para reduzir as emissões de carbono.

    Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), de janeiro a março de 2023, foram derrubados 867 km² de floresta, um aumento de 197% em relação ao mesmo período de 2022. Esse é o segundo pior trimestre desde 2008, quando o Imazon começou a monitorar o desmatamento por meio do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).

    As principais causas do desmatamento na Amazônia são a expansão da agropecuária, a mineração ilegal, a especulação fundiária, a construção de grandes obras de infraestrutura e a falta de fiscalização e controle ambiental. Além da perda de vegetação, o desmatamento também provoca a degradação florestal, que é causada pela extração de madeira e pelas queimadas. A degradação afeta a saúde e a estrutura da floresta, reduzindo a sua capacidade de armazenar carbono e regular o clima.

    O estado do Amazonas foi o que mais desmatou no primeiro trimestre de 2023, com 342 km², seguido pelo Pará, com 253 km², e pelo Mato Grosso, com 114 km². Duas unidades de conservação no Pará registraram juntas perdas de floresta equivalentes a 800 campos de futebol somente em março: a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu e a Floresta Nacional do Jamanxim.

    O desmatamento na Amazônia tem consequências graves para o meio ambiente e para a sociedade. A floresta é responsável por produzir chuva, regular o clima, abrigar milhões de espécies de plantas e animais, fornecer serviços ecossistêmicos e garantir o bem-estar e a cultura dos povos indígenas e comunidades tradicionais que vivem na região. A derrubada da floresta também contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa, que são os principais causadores das mudanças climáticas e dos eventos extremos, como secas, enchentes e incêndios.

    É urgente que o governo federal e os governos estaduais tomem medidas efetivas para combater o desmatamento na Amazônia e proteger esse patrimônio natural do Brasil e da humanidade. É preciso fortalecer as políticas públicas de conservação, fiscalização e controle ambiental, incentivar o desenvolvimento sustentável da região, valorizar os povos e comunidades da floresta e cumprir os compromissos internacionais assumidos pelo país para reduzir as emissões de carbono.