Tag: Brasil

  • McFish: a história do sanduíche de peixe do McDonald’s

    McFish: a história do sanduíche de peixe do McDonald’s

    Você sabia que o McFish, o famoso sanduíche de peixe do McDonald’s, foi criado há 60 anos nos Estados Unidos?

    Ele surgiu como uma opção para os católicos que não comiam carne vermelha na Quaresma, mas acabou conquistando fãs pelo mundo todo. No Brasil, ele saiu do cardápio em 2019, mas muita gente ainda sente saudades e pede pela sua volta.

    O McFish é feito com um filé de peixe empanado, queijo e molho tártaro no pão. Em alguns países, ele ainda é vendido normalmente, como nos EUA, Reino Unido, Portugal, Espanha, Índia e Nova Zelândia. Aqui no Brasil, o McDonald’s já fez algumas publicações nas redes sociais sugerindo o retorno do sanduíche, mas ainda não confirmou nada oficialmente.

    Enquanto o McFish não volta, que tal conhecer algumas alternativas de sanduíches de peixe para matar a vontade? Há opções para todos os gostos e bolsos, desde as mais simples até as mais sofisticadas. Por exemplo:

    • O Méqui fish local, do chef Dário Costa, que leva peixes brancos em tempura, salada de repolho e aioli de wasabi em pão caseiro de cará (R$ 54).
    • O Manguá, do Tiba Container, que leva lombo de tilápia empanado, picles de cebola roxa, tomate confit, queijo derretido, molho tártar e brotinhos orgânicos (R$ 28).
    • O Fish Burger da Casa Europa, que leva filé de salmão grelhado com crosta de gergelim preto e branco, alface americana e maionese de limão siciliano no pão brioche (R$ 39).

    Esses são apenas alguns exemplos de sanduíches de peixe que você pode encontrar por aí. Mas se você é fã mesmo do McFish e não abre mão dele, não perca as esperanças. Quem sabe um dia ele não volta a fazer parte do menu do McDonald’s?

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4

    Ele surgiu como uma opção para os católicos que não comiam carne vermelha na Quaresma, mas acabou conquistando fãs pelo mundo todo. No Brasil, ele saiu do cardápio em 2019, mas muita gente ainda sente saudades e pede pela sua volta.

    O McFish é feito com um filé de peixe empanado, queijo e molho tártaro no pão. Em alguns países, ele ainda é vendido normalmente, como nos EUA, Reino Unido, Portugal, Espanha, Índia e Nova Zelândia. Aqui no Brasil, o McDonald’s já fez algumas publicações nas redes sociais sugerindo o retorno do sanduíche, mas ainda não confirmou nada oficialmente.

    Enquanto o McFish não volta, que tal conhecer algumas alternativas de sanduíches de peixe para matar a vontade? Há opções para todos os gostos e bolsos, desde as mais simples até as mais sofisticadas. Por exemplo:

    • O Méqui fish local, do chef Dário Costa, que leva peixes brancos em tempura, salada de repolho e aioli de wasabi em pão caseiro de cará (R$ 54).
    • O Manguá, do Tiba Container, que leva lombo de tilápia empanado, picles de cebola roxa, tomate confit, queijo derretido, molho tártar e brotinhos orgânicos (R$ 28).
    • O Fish Burger da Casa Europa, que leva filé de salmão grelhado com crosta de gergelim preto e branco, alface americana e maionese de limão siciliano no pão brioche (R$ 39).

    Esses são apenas alguns exemplos de sanduíches de peixe que você pode encontrar por aí. Mas se você é fã mesmo do McFish e não abre mão dele, não perca as esperanças. Quem sabe um dia ele não volta a fazer parte do menu do McDonald’s?

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4

  • Cientistas brasileiros desenvolvem sensor que detecta o Parkinson em estágio inicial

    Cientistas brasileiros desenvolvem sensor que detecta o Parkinson em estágio inicial

    O Parkinson é uma doença neurodegenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo e que pode causar tremores, rigidez, lentidão de movimentos e problemas de fala.

    Atualmente, não há uma cura para o Parkinson, mas existem tratamentos que podem aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, para que esses tratamentos sejam eficazes, é preciso diagnosticar a doença o quanto antes, o que nem sempre é fácil.

    Felizmente, uma equipe de cientistas brasileiros da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveu um sensor barato e portátil que pode identificar o Parkinson em estágio inicial, antes que os sintomas motores se manifestem. O sensor funciona por meio da análise da saliva dos pacientes, que contém biomarcadores da doença, como a proteína alfa-sinucleína. Essa proteína se acumula no cérebro dos pacientes com Parkinson e forma agregados tóxicos que danificam os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos.

    O sensor é composto por um chip de silício com eletrodos de ouro que captam a presença da alfa-sinucleína na saliva. O chip é conectado a um dispositivo eletrônico que envia os dados para um aplicativo de celular, que interpreta os resultados e indica se há indícios de Parkinson ou não. O teste leva apenas alguns minutos e pode ser feito em qualquer lugar, sem a necessidade de um laboratório especializado.

    Os cientistas testaram o sensor em 65 voluntários, sendo 35 com Parkinson diagnosticado e 30 sem a doença. Os resultados mostraram que o sensor foi capaz de diferenciar os dois grupos com uma precisão de 86%, o que é superior aos métodos convencionais de diagnóstico, que dependem da avaliação clínica dos sintomas motores.

    O sensor ainda precisa passar por mais testes clínicos antes de ser disponibilizado para o público, mas os cientistas esperam que ele possa contribuir para o diagnóstico precoce do Parkinson e para o acompanhamento da evolução da doença e da resposta aos tratamentos. Além disso, o sensor pode ser adaptado para detectar outras doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

    Fonte: O Globo

    Atualmente, não há uma cura para o Parkinson, mas existem tratamentos que podem aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, para que esses tratamentos sejam eficazes, é preciso diagnosticar a doença o quanto antes, o que nem sempre é fácil.

    Felizmente, uma equipe de cientistas brasileiros da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveu um sensor barato e portátil que pode identificar o Parkinson em estágio inicial, antes que os sintomas motores se manifestem. O sensor funciona por meio da análise da saliva dos pacientes, que contém biomarcadores da doença, como a proteína alfa-sinucleína. Essa proteína se acumula no cérebro dos pacientes com Parkinson e forma agregados tóxicos que danificam os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos.

    O sensor é composto por um chip de silício com eletrodos de ouro que captam a presença da alfa-sinucleína na saliva. O chip é conectado a um dispositivo eletrônico que envia os dados para um aplicativo de celular, que interpreta os resultados e indica se há indícios de Parkinson ou não. O teste leva apenas alguns minutos e pode ser feito em qualquer lugar, sem a necessidade de um laboratório especializado.

    Os cientistas testaram o sensor em 65 voluntários, sendo 35 com Parkinson diagnosticado e 30 sem a doença. Os resultados mostraram que o sensor foi capaz de diferenciar os dois grupos com uma precisão de 86%, o que é superior aos métodos convencionais de diagnóstico, que dependem da avaliação clínica dos sintomas motores.

    O sensor ainda precisa passar por mais testes clínicos antes de ser disponibilizado para o público, mas os cientistas esperam que ele possa contribuir para o diagnóstico precoce do Parkinson e para o acompanhamento da evolução da doença e da resposta aos tratamentos. Além disso, o sensor pode ser adaptado para detectar outras doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

    Fonte: O Globo

  • 6 concorrentes do Steam Deck que você precisa conhecer

    6 concorrentes do Steam Deck que você precisa conhecer

    O Steam Deck é o novo console portátil da Valve que promete rodar jogos de PC com alta performance e qualidade.

    Mas ele não está sozinho nesse mercado. Existem outros dispositivos que também oferecem uma experiência similar ou até superior ao Steam Deck.

    Confira a seguir 6 concorrentes do Steam Deck que você precisa conhecer.

    • Aya Neo: Esse é um dos mais populares concorrentes do Steam Deck. O Aya Neo é um PC portátil com tela de 7 polegadas e processador AMD Ryzen 5 4500U. Ele tem um design ergonômico e botões configuráveis. Ele pode rodar jogos como Cyberpunk 2077, Doom Eternal e GTA V com boa fluidez.

    • GPD Win 3: Outro PC portátil que chama a atenção é o GPD Win 3. Ele tem uma tela de 5,5 polegadas que desliza para revelar um teclado QWERTY. Ele usa um processador Intel Core i7-1165G7 e tem uma bateria de 44 Wh. Ele pode rodar jogos como Red Dead Redemption 2, Horizon Zero Dawn e Resident Evil Village.

    • One XPlayer: Esse é um dos mais potentes concorrentes do Steam Deck. O One XPlayer tem uma tela de 8,4 polegadas e usa um processador Intel Core i7-1185G7. Ele tem um sistema de resfriamento avançado e uma bateria de 60 Wh. Ele pode rodar jogos como Control, Death Stranding e Assassin’s Creed Valhalla.

    • Nintendo Switch: O Nintendo Switch é o console portátil mais vendido da atualidade. Ele tem uma tela de 6,2 polegadas e usa um processador Nvidia Tegra X1. Ele tem um design modular que permite acoplar ou desacoplar os controles Joy-Con. Ele pode rodar jogos exclusivos da Nintendo como Zelda: Breath of the Wild, Mario Odyssey e Animal Crossing.

    • Alienware Concept UFO: Esse é um projeto da Dell que ainda não foi lançado oficialmente. O Alienware Concept UFO é um PC portátil com tela de 8 polegadas e processador Intel Core i7-1065G7. Ele tem um design similar ao do Nintendo Switch, com controles destacáveis. Ele pode rodar jogos como The Witcher 3, Sekiro: Shadows Die Twice e Metro Exodus.

    • Qualcomm Snapdragon G3x: Esse é um chipset da Qualcomm que promete revolucionar o mercado de consoles portáteis. O Qualcomm Snapdragon G3x é uma plataforma que combina um processador Snapdragon com uma GPU Adreno personalizada pela AMD. Ele tem suporte a tecnologias como ray tracing, DLSS e 5G. Ele pode rodar jogos como Fortnite, Call of Duty: Mobile e PUBG Mobile.

    Confira também: Lenovo apresenta console portátil e notebook gamer de alto desempenho

    Mas ele não está sozinho nesse mercado. Existem outros dispositivos que também oferecem uma experiência similar ou até superior ao Steam Deck.

    Confira a seguir 6 concorrentes do Steam Deck que você precisa conhecer.

    • Aya Neo: Esse é um dos mais populares concorrentes do Steam Deck. O Aya Neo é um PC portátil com tela de 7 polegadas e processador AMD Ryzen 5 4500U. Ele tem um design ergonômico e botões configuráveis. Ele pode rodar jogos como Cyberpunk 2077, Doom Eternal e GTA V com boa fluidez.

    • GPD Win 3: Outro PC portátil que chama a atenção é o GPD Win 3. Ele tem uma tela de 5,5 polegadas que desliza para revelar um teclado QWERTY. Ele usa um processador Intel Core i7-1165G7 e tem uma bateria de 44 Wh. Ele pode rodar jogos como Red Dead Redemption 2, Horizon Zero Dawn e Resident Evil Village.

    • One XPlayer: Esse é um dos mais potentes concorrentes do Steam Deck. O One XPlayer tem uma tela de 8,4 polegadas e usa um processador Intel Core i7-1185G7. Ele tem um sistema de resfriamento avançado e uma bateria de 60 Wh. Ele pode rodar jogos como Control, Death Stranding e Assassin’s Creed Valhalla.

    • Nintendo Switch: O Nintendo Switch é o console portátil mais vendido da atualidade. Ele tem uma tela de 6,2 polegadas e usa um processador Nvidia Tegra X1. Ele tem um design modular que permite acoplar ou desacoplar os controles Joy-Con. Ele pode rodar jogos exclusivos da Nintendo como Zelda: Breath of the Wild, Mario Odyssey e Animal Crossing.

    • Alienware Concept UFO: Esse é um projeto da Dell que ainda não foi lançado oficialmente. O Alienware Concept UFO é um PC portátil com tela de 8 polegadas e processador Intel Core i7-1065G7. Ele tem um design similar ao do Nintendo Switch, com controles destacáveis. Ele pode rodar jogos como The Witcher 3, Sekiro: Shadows Die Twice e Metro Exodus.

    • Qualcomm Snapdragon G3x: Esse é um chipset da Qualcomm que promete revolucionar o mercado de consoles portáteis. O Qualcomm Snapdragon G3x é uma plataforma que combina um processador Snapdragon com uma GPU Adreno personalizada pela AMD. Ele tem suporte a tecnologias como ray tracing, DLSS e 5G. Ele pode rodar jogos como Fortnite, Call of Duty: Mobile e PUBG Mobile.

    Confira também: Lenovo apresenta console portátil e notebook gamer de alto desempenho

  • Dispositivo ‘biohíbrido’ pode restaurar a função em membros paralisados

    Dispositivo ‘biohíbrido’ pode restaurar a função em membros paralisados

    Um novo tipo de implante neural desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Cambridge pode restaurar a função de membros amputados ou que perderam o uso de seus braços ou pernas.

    Em um estudo realizado em ratos, os pesquisadores usaram o dispositivo para melhorar a conexão entre o cérebro e os membros paralisados. O dispositivo combina eletrônicos flexíveis e células-tronco humanas – as células-mestras ‘reprogramáveis’ do corpo – para se integrar melhor com o nervo e estimular a função do membro.

    As tentativas anteriores de usar implantes neurais para restaurar a função dos membros falharam na maioria das vezes, pois o tecido cicatricial tende a se formar em torno dos eletrodos ao longo do tempo, impedindo a conexão entre o dispositivo e o nervo. Ao colocar uma camada de células musculares reprogramadas a partir de células-tronco entre os eletrodos e o tecido vivo, os pesquisadores descobriram que o dispositivo se integrava ao corpo do hospedeiro e a formação de tecido cicatricial era evitada. As células sobreviveram no eletrodo durante os 28 dias de experimento, a primeira vez que isso foi monitorado por um período tão longo.

    Os pesquisadores dizem que, ao combinar duas terapias avançadas para a regeneração nervosa – terapia celular e bioeletrônica – em um único dispositivo, eles podem superar as limitações de ambas as abordagens, melhorando a funcionalidade e a sensibilidade. Embora seja necessária uma pesquisa e teste extensos antes que possa ser usado em humanos, o dispositivo é um desenvolvimento promissor para amputados ou aqueles que perderam a função de um membro ou membros. Os resultados foram publicados na revista Science Advances.

    Fonte: Link 1,

    Em um estudo realizado em ratos, os pesquisadores usaram o dispositivo para melhorar a conexão entre o cérebro e os membros paralisados. O dispositivo combina eletrônicos flexíveis e células-tronco humanas – as células-mestras ‘reprogramáveis’ do corpo – para se integrar melhor com o nervo e estimular a função do membro.

    As tentativas anteriores de usar implantes neurais para restaurar a função dos membros falharam na maioria das vezes, pois o tecido cicatricial tende a se formar em torno dos eletrodos ao longo do tempo, impedindo a conexão entre o dispositivo e o nervo. Ao colocar uma camada de células musculares reprogramadas a partir de células-tronco entre os eletrodos e o tecido vivo, os pesquisadores descobriram que o dispositivo se integrava ao corpo do hospedeiro e a formação de tecido cicatricial era evitada. As células sobreviveram no eletrodo durante os 28 dias de experimento, a primeira vez que isso foi monitorado por um período tão longo.

    Os pesquisadores dizem que, ao combinar duas terapias avançadas para a regeneração nervosa – terapia celular e bioeletrônica – em um único dispositivo, eles podem superar as limitações de ambas as abordagens, melhorando a funcionalidade e a sensibilidade. Embora seja necessária uma pesquisa e teste extensos antes que possa ser usado em humanos, o dispositivo é um desenvolvimento promissor para amputados ou aqueles que perderam a função de um membro ou membros. Os resultados foram publicados na revista Science Advances.

    Fonte: Link 1,

  • O Império da Dor: a família Sackler e o escândalo do OxyContin

    O Império da Dor: a família Sackler e o escândalo do OxyContin

    Você já ouviu falar da família Sackler? Talvez você reconheça o nome de algumas instituições culturais e científicas que eles patrocinaram, como o Museu Guggenheim, o Museu Britânico ou a Universidade de Oxford.

    Mas o que você talvez não saiba é que essa família de bilionários é a dona da Purdue Pharma, uma empresa farmacêutica que produz o OxyContin, um poderoso analgésico à base de opioides.

    O OxyContin é um medicamento que foi lançado em 1995 como uma solução para a dor crônica. No entanto, ele se revelou altamente viciante e perigoso, causando uma epidemia de dependência e overdose nos Estados Unidos e em outros países. Estima-se que mais de 500 mil pessoas morreram por causa do consumo de opioides nas últimas duas décadas nos EUA.

    A família Sackler é acusada de se beneficiar da crise dos opioides e de promover uma campanha de marketing enganosa e agressiva para vender o OxyContin, ocultando os riscos do medicamento e pagando médicos para prescrevê-lo. Em 2019, a Purdue Pharma pediu falência e enfrentou mais de 3 mil processos judiciais de estados, condados, tribos e outras entidades locais. Em 2021, a justiça norte-americana aprovou um plano de reestruturação da empresa que prevê o pagamento de 4,5 bilhões de dólares aos demandantes e a dissolução da Purdue Pharma. Em troca, a família Sackler recebeu imunidade em futuros processos.

    Essa é a história contada no livro “O Império da Dor”, do jornalista Patrick Radden Keefe, que investiga a trajetória da família Sackler e o papel da Purdue Pharma na crise dos opioides. O livro é um relato chocante e revelador de como a ganância e a hipocrisia podem causar um enorme sofrimento humano. Se você quer saber mais sobre esse escândalo sanitário e seus protagonistas, não deixe de ler “O Império da Dor”.

    Mas o que você talvez não saiba é que essa família de bilionários é a dona da Purdue Pharma, uma empresa farmacêutica que produz o OxyContin, um poderoso analgésico à base de opioides.

    O OxyContin é um medicamento que foi lançado em 1995 como uma solução para a dor crônica. No entanto, ele se revelou altamente viciante e perigoso, causando uma epidemia de dependência e overdose nos Estados Unidos e em outros países. Estima-se que mais de 500 mil pessoas morreram por causa do consumo de opioides nas últimas duas décadas nos EUA.

    A família Sackler é acusada de se beneficiar da crise dos opioides e de promover uma campanha de marketing enganosa e agressiva para vender o OxyContin, ocultando os riscos do medicamento e pagando médicos para prescrevê-lo. Em 2019, a Purdue Pharma pediu falência e enfrentou mais de 3 mil processos judiciais de estados, condados, tribos e outras entidades locais. Em 2021, a justiça norte-americana aprovou um plano de reestruturação da empresa que prevê o pagamento de 4,5 bilhões de dólares aos demandantes e a dissolução da Purdue Pharma. Em troca, a família Sackler recebeu imunidade em futuros processos.

    Essa é a história contada no livro “O Império da Dor”, do jornalista Patrick Radden Keefe, que investiga a trajetória da família Sackler e o papel da Purdue Pharma na crise dos opioides. O livro é um relato chocante e revelador de como a ganância e a hipocrisia podem causar um enorme sofrimento humano. Se você quer saber mais sobre esse escândalo sanitário e seus protagonistas, não deixe de ler “O Império da Dor”.

  • 7 filmes de ficção científica que você precisa assistir

    7 filmes de ficção científica que você precisa assistir

    Você é fã de ficção científica? Então confira esta lista com 7 filmes incríveis do gênero que vão te surpreender com suas histórias, efeitos especiais e questionamentos sobre o futuro da humanidade.

    1. Dune (2021): baseado no famoso livro de Frank Herbert, o filme acompanha a saga de Paul Atreides, um jovem que viaja até um planeta desértico em busca de uma substância vital para a civilização. Lá, ele enfrenta perigos e intrigas políticas, enquanto descobre seu destino como líder de uma rebelião.

    2. Matrix Resurrections (2021): o quarto filme da franquia que revolucionou o cinema traz de volta Neo, que vive uma vida comum sob a simulação da Matrix. Mas ele logo é despertado por Morpheus e Trinity, que precisam de sua ajuda para combater uma nova ameaça.

    3. A Chegada (2016): quando misteriosas naves alienígenas pousam na Terra, uma linguista é recrutada para tentar se comunicar com os visitantes. Ela descobre que eles têm uma mensagem importante para a humanidade, mas também que sua percepção do tempo e da realidade será alterada para sempre.

    4. Perdido em Marte (2015): após uma missão em Marte dar errado, um astronauta é dado como morto e deixado para trás por sua equipe. Mas ele sobrevive e precisa usar sua inteligência e recursos limitados para tentar entrar em contato com a Terra e buscar uma forma de voltar para casa.

    5. A Origem (2010): em um mundo onde é possível invadir os sonhos das pessoas e roubar seus segredos, um especialista é contratado para fazer o inverso: plantar uma ideia na mente de um herdeiro poderoso. Para isso, ele monta uma equipe e cria um labirinto de sonhos dentro de sonhos.

    6. O Dia em que a Terra Parou (1951): um clássico da ficção científica, o filme mostra a chegada de um alienígena pacífico à Terra, acompanhado de um robô gigante. Ele vem com uma mensagem de paz e um aviso: se os humanos não pararem de guerrear entre si, eles serão exterminados.

    7. Alien – O 8º Passageiro (1979): outro filme icônico do gênero, conta a história de uma nave espacial que recebe um sinal de socorro de um planeta desconhecido. Ao investigar, a tripulação encontra uma forma de vida hostil e mortal, que se infiltra na nave e começa a caçá-los um a um.
    1. Dune (2021): baseado no famoso livro de Frank Herbert, o filme acompanha a saga de Paul Atreides, um jovem que viaja até um planeta desértico em busca de uma substância vital para a civilização. Lá, ele enfrenta perigos e intrigas políticas, enquanto descobre seu destino como líder de uma rebelião.

    2. Matrix Resurrections (2021): o quarto filme da franquia que revolucionou o cinema traz de volta Neo, que vive uma vida comum sob a simulação da Matrix. Mas ele logo é despertado por Morpheus e Trinity, que precisam de sua ajuda para combater uma nova ameaça.

    3. A Chegada (2016): quando misteriosas naves alienígenas pousam na Terra, uma linguista é recrutada para tentar se comunicar com os visitantes. Ela descobre que eles têm uma mensagem importante para a humanidade, mas também que sua percepção do tempo e da realidade será alterada para sempre.

    4. Perdido em Marte (2015): após uma missão em Marte dar errado, um astronauta é dado como morto e deixado para trás por sua equipe. Mas ele sobrevive e precisa usar sua inteligência e recursos limitados para tentar entrar em contato com a Terra e buscar uma forma de voltar para casa.

    5. A Origem (2010): em um mundo onde é possível invadir os sonhos das pessoas e roubar seus segredos, um especialista é contratado para fazer o inverso: plantar uma ideia na mente de um herdeiro poderoso. Para isso, ele monta uma equipe e cria um labirinto de sonhos dentro de sonhos.

    6. O Dia em que a Terra Parou (1951): um clássico da ficção científica, o filme mostra a chegada de um alienígena pacífico à Terra, acompanhado de um robô gigante. Ele vem com uma mensagem de paz e um aviso: se os humanos não pararem de guerrear entre si, eles serão exterminados.

    7. Alien – O 8º Passageiro (1979): outro filme icônico do gênero, conta a história de uma nave espacial que recebe um sinal de socorro de um planeta desconhecido. Ao investigar, a tripulação encontra uma forma de vida hostil e mortal, que se infiltra na nave e começa a caçá-los um a um.
  • IPTV legalizada: conheça o Mi TV Box S 4K Xiaomi e seus benefícios

    IPTV legalizada: conheça o Mi TV Box S 4K Xiaomi e seus benefícios

    Já pensou em ter acesso a milhares de aplicativos, filmes, séries e jogos na sua TV de forma legalizada?

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  • Mi Box S 4K: a melhor opção para transformar sua TV em smart

    Mi Box S 4K: a melhor opção para transformar sua TV em smart

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  • Etanol ou gasolina: 5 bons motivos para escolher o biocombustível

    Etanol ou gasolina: 5 bons motivos para escolher o biocombustível

    Essa é uma dúvida comum entre os motoristas que possuem veículos flex, ou seja, que podem usar os dois tipos de combustível.

    Neste post, vamos apresentar 5 bons motivos para você optar pelo etanol na hora de encher o tanque. Confira!

    1. O etanol polui menos o meio ambiente

      O etanol é um biocombustível, ou seja, é produzido a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar e o milho. Isso significa que ele emite menos gases de efeito estufa na atmosfera, tanto durante a fabricação quanto no uso. Além disso, o etanol tem um percentual de carbono cerca de 1/3 que o da gasolina, o que reduz os depósitos carboníferos no motor e a emissão de poluentes.

    2. O etanol tem um custo menor que a gasolina

      O preço do etanol costuma variar bastante ao longo do ano, mas geralmente é mais barato que a gasolina. Segundo o levantamento da Ticket Log, o valor médio do litro do etanol nos postos brasileiros foi de R$ 5,838 em novembro de 2021, enquanto o da gasolina foi de R$ 6,914. Para saber se o etanol é mais vantajoso, basta fazer uma conta simples: se o preço do litro do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina, vale a pena abastecer com ele.

    3. O etanol melhora o desempenho do motor

      O etanol tem um poder calorífico maior que o da gasolina, ou seja, ele gera mais energia na combustão. Isso faz com que o motor tenha maior potência e torque quando abastecido com etanol. Além disso, o etanol ajuda a manter o motor limpo por mais tempo, pois não forma resíduos que podem prejudicar o funcionamento dos componentes.

    4. O etanol gera empregos na cadeia produtiva

      O etanol é um combustível nacional, que depende apenas do cultivo das matérias-primas e da sua transformação em álcool. Isso gera empregos em todas as etapas da produção, desde as áreas rurais onde ocorrem as plantações até as indústrias e os postos de combustível. Além disso, o etanol contribui para a redução da dependência externa de petróleo e para a segurança energética do país.

    5. O etanol é uma alternativa sustentável

      O etanol é um combustível que faz parte da matriz energética brasileira há décadas e que tem se mostrado uma alternativa sustentável para o transporte. Além de ser renovável e menos poluente, o etanol também pode ser usado em veículos elétricos híbridos flex, que combinam um motor a combustão movido a etanol ou gasolina com um motor elétrico alimentado por bateria. Esses veículos têm baixo consumo de combustível e baixa emissão de CO2.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Neste post, vamos apresentar 5 bons motivos para você optar pelo etanol na hora de encher o tanque. Confira!

    1. O etanol polui menos o meio ambiente

      O etanol é um biocombustível, ou seja, é produzido a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar e o milho. Isso significa que ele emite menos gases de efeito estufa na atmosfera, tanto durante a fabricação quanto no uso. Além disso, o etanol tem um percentual de carbono cerca de 1/3 que o da gasolina, o que reduz os depósitos carboníferos no motor e a emissão de poluentes.

    2. O etanol tem um custo menor que a gasolina

      O preço do etanol costuma variar bastante ao longo do ano, mas geralmente é mais barato que a gasolina. Segundo o levantamento da Ticket Log, o valor médio do litro do etanol nos postos brasileiros foi de R$ 5,838 em novembro de 2021, enquanto o da gasolina foi de R$ 6,914. Para saber se o etanol é mais vantajoso, basta fazer uma conta simples: se o preço do litro do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina, vale a pena abastecer com ele.

    3. O etanol melhora o desempenho do motor

      O etanol tem um poder calorífico maior que o da gasolina, ou seja, ele gera mais energia na combustão. Isso faz com que o motor tenha maior potência e torque quando abastecido com etanol. Além disso, o etanol ajuda a manter o motor limpo por mais tempo, pois não forma resíduos que podem prejudicar o funcionamento dos componentes.

    4. O etanol gera empregos na cadeia produtiva

      O etanol é um combustível nacional, que depende apenas do cultivo das matérias-primas e da sua transformação em álcool. Isso gera empregos em todas as etapas da produção, desde as áreas rurais onde ocorrem as plantações até as indústrias e os postos de combustível. Além disso, o etanol contribui para a redução da dependência externa de petróleo e para a segurança energética do país.

    5. O etanol é uma alternativa sustentável

      O etanol é um combustível que faz parte da matriz energética brasileira há décadas e que tem se mostrado uma alternativa sustentável para o transporte. Além de ser renovável e menos poluente, o etanol também pode ser usado em veículos elétricos híbridos flex, que combinam um motor a combustão movido a etanol ou gasolina com um motor elétrico alimentado por bateria. Esses veículos têm baixo consumo de combustível e baixa emissão de CO2.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • O que é a crise dos opioides nos EUA e por que ela pode chegar ao Brasil

    O que é a crise dos opioides nos EUA e por que ela pode chegar ao Brasil

    Os opioides são medicamentos derivados do ópio que atuam no sistema nervoso central e aliviam a dor.

    Eles são usados para tratar pacientes com doenças crônicas, câncer ou pós-operatório, mas também podem causar dependência e overdose.

    Nos Estados Unidos, o consumo de opioides se tornou uma epidemia que já matou mais de 500 mil pessoas nas últimas duas décadas. Tudo começou com a comercialização do OxyContin, um analgésico opioide de uso geral que foi divulgado como seguro e eficaz pela família Sackler, dona da empresa Purdue Pharma.

    Com estratégias agressivas de marketing, os Sacklers convenceram os médicos a prescrever o OxyContin para qualquer tipo de dor, desde uma dor de cabeça até uma fratura. Muitos pacientes se viciaram no medicamento e passaram a buscar outras formas de opioides, como a heroína e o fentanil, uma droga sintética cem vezes mais potente que a morfina.

    A crise dos opioides nos EUA é considerada uma emergência de saúde pública e o governo tenta combater o problema com medidas como aumentar o acesso ao tratamento, restringir a prescrição e punir os responsáveis. A Purdue Pharma faliu e teve que pagar bilhões de dólares em indenizações.

    Mas o que isso tem a ver com o Brasil? Segundo especialistas, há um risco de que a epidemia se espalhe para outros países, especialmente os que têm um sistema de saúde precário e um mercado ilegal de drogas. O Brasil já registra um aumento no consumo de opioides nos últimos anos, principalmente entre pacientes com câncer e dor crônica.

    Além disso, há relatos de que o fentanil está sendo usado por traficantes para misturar com outras drogas, como a cocaína e o crack, aumentando o potencial de vício e overdose. O fentanil é barato e fácil de contrabandear em pequenas quantidades.

    Para evitar que o Brasil siga o mesmo caminho dos EUA, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e tratamento da dependência química. Também é necessário fiscalizar a prescrição e a dispensação dos opioides, seguindo as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Os opioides podem ser úteis para aliviar o sofrimento de quem precisa, mas também podem causar danos irreversíveis se usados de forma inadequada. Por isso, é importante estar atento aos riscos e buscar ajuda profissional em caso de dúvida ou dificuldade.

    Fontes:

    Eles são usados para tratar pacientes com doenças crônicas, câncer ou pós-operatório, mas também podem causar dependência e overdose.

    Nos Estados Unidos, o consumo de opioides se tornou uma epidemia que já matou mais de 500 mil pessoas nas últimas duas décadas. Tudo começou com a comercialização do OxyContin, um analgésico opioide de uso geral que foi divulgado como seguro e eficaz pela família Sackler, dona da empresa Purdue Pharma.

    Com estratégias agressivas de marketing, os Sacklers convenceram os médicos a prescrever o OxyContin para qualquer tipo de dor, desde uma dor de cabeça até uma fratura. Muitos pacientes se viciaram no medicamento e passaram a buscar outras formas de opioides, como a heroína e o fentanil, uma droga sintética cem vezes mais potente que a morfina.

    A crise dos opioides nos EUA é considerada uma emergência de saúde pública e o governo tenta combater o problema com medidas como aumentar o acesso ao tratamento, restringir a prescrição e punir os responsáveis. A Purdue Pharma faliu e teve que pagar bilhões de dólares em indenizações.

    Mas o que isso tem a ver com o Brasil? Segundo especialistas, há um risco de que a epidemia se espalhe para outros países, especialmente os que têm um sistema de saúde precário e um mercado ilegal de drogas. O Brasil já registra um aumento no consumo de opioides nos últimos anos, principalmente entre pacientes com câncer e dor crônica.

    Além disso, há relatos de que o fentanil está sendo usado por traficantes para misturar com outras drogas, como a cocaína e o crack, aumentando o potencial de vício e overdose. O fentanil é barato e fácil de contrabandear em pequenas quantidades.

    Para evitar que o Brasil siga o mesmo caminho dos EUA, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e tratamento da dependência química. Também é necessário fiscalizar a prescrição e a dispensação dos opioides, seguindo as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Os opioides podem ser úteis para aliviar o sofrimento de quem precisa, mas também podem causar danos irreversíveis se usados de forma inadequada. Por isso, é importante estar atento aos riscos e buscar ajuda profissional em caso de dúvida ou dificuldade.

    Fontes: