Tag: Brasília

  • Rio, Brasília e Curitiba lideram alta no preço de imóveis residenciais


    Segundo o Índice FipeZap, imóveis residenciais tiveram a maior alta mensal em seis anos.

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Pichação na UnB tem ameaça de massacre após resultado de eleição

    Um post de um aluno da Universidade de Brasília, publicado em redes sociais, assustou alguns membros da instituição. A publicação tem a foto de uma pichação em um banheiro da universidade, contendo ameaças de um ataque armado na UnB, no caso da vitória do candidato à presidência, Jair Bolsonaro, no segundo turno das eleições.

    Na fotografia, é possível ler a frase: Se Bolsonaro for eleito, é Columbine na UNB. A ameaça faz referência ao episódio ocorrido em 1999 na escola Columbine, nos Estados Unidos.

    Dois adolescentes que estudavam na instituição invadiram o local e atiraram contra alunos, professores e funcionários. Na tragédia, 13 pessoas morreram e outras 21 ficaram feridas.

    Em nota, a Universidade de Brasília afirmou que tomou conhecimento do fato, por meio da fotografia postada nas mídias sociais e que está investigando o caso.

    A pichação ainda não foi identificada pela equipe de manutenção. Ainda de acordo com a universidade, o episódio foi reportado a Polícia Federal.

  • Parada LGBTS em Brasília tem como foco a participação nas eleições

    Em ano de eleições, a 21º Parada do Orgulho LGBTS de Brasília tem por objetivo mostrar o poder eleitoral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais. Com o mote #LGBTePoliticaSIM, o evento ocorre hoje (1º), com concentração na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional.

    “Queremos ser representados no Parlamento e na política como um todo. Queremos que o Legislativo assegure nossos direitos humanos e civis. Queremos leis que dialoguem com nossos direitos e que combatam o preconceito”, disse o presidente do Brasília Orgulho, Michel Platini, entidade organizadora da parada.

    Uma pesquisa realizada em junho passado pelo próprio grupo organizador da parada mostrou que, para 97% dos 259 LGBT entrevistados, é importante ou muito importante que os candidatos ao Governo do Distrito Federal e à Presidência da República defendam o grupo. Para isso que se efetive o grupo vem convocando as pessoas LGBT e simpatizantes a participarem das eleições e a não anularem os votos.

    A programação começou com discotecagem e discursos nos carros de som. Em seguida, a drag queen Aretuza Lovi assumiu um dos cinco trios. “Vamos dar voz e eleger quem nos representa”, disse à multidão. A brasiliense gravou recentemente a música Joga Bunda,com Pabllo Vittar e Gloria Groove.

    “A cada dia estamos morrendo, sendo caçados e agredidos nas ruas por preconceito. E preconceito nada mais é do que falta de educação. Precisamos eleger pessoas que invistam em educação, que criem leis que nos protejam”, afirmou Aretuza.

    De acordo com o Grupo Gay da Bahia, em 2017 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em crimes motivados por homofobia. O número, o maior em 38 anos em que o levantamento é realizado, representa uma vítima a cada 19 horas. Os dados de 2017 representam um aumento de 30% em relação a 2016, quando foram registrados 343 casos.

    “Temos um Congresso considerado o mais conservador desde a ditadura militar. É importante que nos posicionemos”, acrescentou a ativista Nathálya Ananias, que atua pela Anistia Internacional. Chamando atenção para a causa lésbica, ela recordou o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, até hoje sem solução. Uma petição online da Anistia cobra ações efetivas por parte dos responsáveis pelas investigações.

    Em meio à Copa do Mundo, a homofobia na Rússia também foi lembrada na parada. Cartazes mostravam o presidente russo, Vladimir Putin, caracterizado como drag queen.

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    Houve também o que comemorar. Em decisão histórica, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a transexualidade de sua lista de transtornos mentais na atualização do manual de classificação de doenças da organização. A decisão ocorreu durante a Copa da Rússia, país conhecido pela perseguição à população LGBT.

    “Demorou para isso acontecer. É triste falar que é revolucionário, porque deveria ser um direito adquirido há muito tempo. É um pequeno passo, mas é muito importante”, afirmou Aretuza Lovi.
    De acordo com o Brasília Orgulho, a parada da capital é a terceira mais antiga do Brasil. Até as 18h50, segundo balanço da Polícia Militar do DF, havia cerca de 15 mil pessoas no evento. A expectativa é que, até o fiml do evento, a participação supere os 60 mil do ano passado. Por Agência Brasil.