Tag: Câmera

  • Xiaomi 13 Ultra: por que novo celular está sendo considerado o melhor do mundo?

    Xiaomi 13 Ultra: por que novo celular está sendo considerado o melhor do mundo?

    Você já imaginou ter um celular que parece uma câmera digital? Essa é a proposta do Xiaomi 13 Ultra, o novo flagship da marca chinesa que foi lançado nesta semana.

    O aparelho traz um design diferenciado, com uma traseira que imita couro e uma protuberância que lembra uma lente de câmera. Mas não se engane: o Xiaomi 13 Ultra não é só bonito, ele também é poderoso.

    O smartphone conta com um conjunto de quatro câmeras traseiras, todas com 50 MP de resolução e lentes da Leica, uma das mais renomadas fabricantes de câmeras do mundo. A câmera principal tem um sensor de 1 polegada, o que garante fotos nítidas e detalhadas, mesmo em ambientes com pouca luz. Além disso, o aparelho oferece zoom óptico de até 5x, ultrawide com ângulo de 122 graus e modo macro para capturar objetos a 5 cm de distância.

    O Xiaomi 13 Ultra também não decepciona na tela, que é uma AMOLED de 6,73 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização variável de até 120 Hz. O display tem brilho máximo de 2600 nits e suporta as tecnologias Dolby Vision e HDR10+. O leitor de digitais fica sob a tela e ainda mede os batimentos cardíacos do usuário.

    Por dentro, o Xiaomi 13 Ultra traz o processador Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm até o momento. O chip é acompanhado por até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento interno. O smartphone ainda tem bateria de 5000 mAh com carregamento rápido de 90W com fio e 50W sem fio, além de NFC, Wi-Fi 7, som estéreo com Dolby Atmos e Android 13 com MIUI 14.

    O Xiaomi 13 Ultra já está em pré-venda na China e deve chegar ao mercado no dia 26 de abril. Os preços variam entre R$ 4.320 e R$ 6.480, em conversão direta. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do aparelho no Brasil.

    O aparelho traz um design diferenciado, com uma traseira que imita couro e uma protuberância que lembra uma lente de câmera. Mas não se engane: o Xiaomi 13 Ultra não é só bonito, ele também é poderoso.

    O smartphone conta com um conjunto de quatro câmeras traseiras, todas com 50 MP de resolução e lentes da Leica, uma das mais renomadas fabricantes de câmeras do mundo. A câmera principal tem um sensor de 1 polegada, o que garante fotos nítidas e detalhadas, mesmo em ambientes com pouca luz. Além disso, o aparelho oferece zoom óptico de até 5x, ultrawide com ângulo de 122 graus e modo macro para capturar objetos a 5 cm de distância.

    O Xiaomi 13 Ultra também não decepciona na tela, que é uma AMOLED de 6,73 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização variável de até 120 Hz. O display tem brilho máximo de 2600 nits e suporta as tecnologias Dolby Vision e HDR10+. O leitor de digitais fica sob a tela e ainda mede os batimentos cardíacos do usuário.

    Por dentro, o Xiaomi 13 Ultra traz o processador Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm até o momento. O chip é acompanhado por até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento interno. O smartphone ainda tem bateria de 5000 mAh com carregamento rápido de 90W com fio e 50W sem fio, além de NFC, Wi-Fi 7, som estéreo com Dolby Atmos e Android 13 com MIUI 14.

    O Xiaomi 13 Ultra já está em pré-venda na China e deve chegar ao mercado no dia 26 de abril. Os preços variam entre R$ 4.320 e R$ 6.480, em conversão direta. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do aparelho no Brasil.

  • Homem que vazou fotos de Paolla Oliveira é encontrado mas não poderá ser preso

    O grande responsável por vazar as fotos nuas de Paolla Oliveira e gerar a maior dor de cabeça para a Rede Globo é um câmera que estava junto da equipe de gravação da série “Assédio”. E apesar de toda esse desconforto, ele pode ser condenado por injúria e cumprir pena livremente, pagando multas e prestando serviços comunitários.

    O problema que comprete diretamente a condenação do cinegrafista é a falta de uma denúncia formal feita pela atriz ou pela Rede Globo. Na Polícia Civil de São Paulo, estado onde o caso aconteceu, não há registros. A Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio de Janeiro, onde fica a sede da emissora, informou o mesmo.

    Os advogados explicaram, ainda, que o caso de Paolla não se enquadra na Lei Carolina Dieckmann porque não houve hackeamento das imagens. “Neste caso, não houve invasão. Ele tirou fotos não autorizadas da atriz durante uma gravação e as espalhou”, explicou o advogado Jair Jaloreto.

    “É a ofensa da dignidade e decoro, é o cometimento de um ato desonroso contra uma pessoa”, descreveu a advogada Paula Menezes.

    Paolla ainda pode processar o profissional na esfera civil.