Tag: Campanha de Vacinação

  • Baixa adesão à vacina da gripe no Brasil pode ter relação com fake news

    Baixa adesão à vacina da gripe no Brasil pode ter relação com fake news

    A campanha de vacinação contra a gripe no Brasil terminou na quarta-feira (31/05) com um resultado decepcionante: menos de 40 milhões de doses aplicadas, o que representa menos de 50% do público-alvo. A meta do Ministério da Saúde era alcançar 90% das pessoas elegíveis para receber o imunizante, mas apenas o Amapá chegou perto desse…

    Uma das possíveis causas para a baixa adesão à vacina da gripe é a disseminação de fake news sobre os imunizantes, que geram desconfiança e medo na população. Algumas das notícias falsas mais comuns são:

    – A vacina da gripe provoca gripe: isso é impossível, pois a vacina é feita com vírus inativado, que não pode causar a doença. Além disso, a vacina protege contra os tipos mais comuns de vírus da gripe, mas não contra outros agentes que podem causar resfriados e infecções respiratórias.

    – A vacina da gripe contém vacina contra Covid-19: isso é uma mentira sem fundamento, pois as vacinas contra gripe e Covid-19 têm composições diferentes e objetivos distintos. As vacinas contra Covid-19 são bivalentes, ou seja, protegem contra duas variantes do coronavírus, enquanto as vacinas contra gripe são trivalentes ou quadrivalentes, ou seja, protegem contra três ou quatro tipos de vírus da gripe.

    – A vacina da gripe pode deixar sequelas a longo prazo: isso é uma especulação sem evidências científicas, pois as vacinas são testadas e aprovadas por órgãos reguladores antes de serem liberadas para uso. Os eventuais efeitos colaterais das vacinas são raros e leves, e costumam ocorrer nos primeiros dias após a aplicação.

    Essas e outras fake news sobre vacinas podem ser facilmente desmentidas por fontes confiáveis, como médicos, cientistas e veículos de comunicação sérios. É importante buscar informações de qualidade e não compartilhar conteúdos duvidosos ou enganosos nas redes sociais.

    A vacina da gripe é uma medida de prevenção importante para evitar complicações graves causadas pela doença, como pneumonia, infarto e derrame. A gripe também pode aumentar o risco de infecção por Covid-19 ou agravar o quadro clínico dos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde solicitou aos estados e municípios que estendam os calendários de vacinação enquanto houver estoque de doses.

    A vacina da gripe é segura, eficaz e gratuita para os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes, crianças, povos indígenas, profissionais de saúde e outros. A vacina também está disponível para toda a população acima de seis meses nas redes privadas. Quem já tomou a vacina contra Covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

    Uma das possíveis causas para a baixa adesão à vacina da gripe é a disseminação de fake news sobre os imunizantes, que geram desconfiança e medo na população. Algumas das notícias falsas mais comuns são:

    – A vacina da gripe provoca gripe: isso é impossível, pois a vacina é feita com vírus inativado, que não pode causar a doença. Além disso, a vacina protege contra os tipos mais comuns de vírus da gripe, mas não contra outros agentes que podem causar resfriados e infecções respiratórias.

    – A vacina da gripe contém vacina contra Covid-19: isso é uma mentira sem fundamento, pois as vacinas contra gripe e Covid-19 têm composições diferentes e objetivos distintos. As vacinas contra Covid-19 são bivalentes, ou seja, protegem contra duas variantes do coronavírus, enquanto as vacinas contra gripe são trivalentes ou quadrivalentes, ou seja, protegem contra três ou quatro tipos de vírus da gripe.

    – A vacina da gripe pode deixar sequelas a longo prazo: isso é uma especulação sem evidências científicas, pois as vacinas são testadas e aprovadas por órgãos reguladores antes de serem liberadas para uso. Os eventuais efeitos colaterais das vacinas são raros e leves, e costumam ocorrer nos primeiros dias após a aplicação.

    Essas e outras fake news sobre vacinas podem ser facilmente desmentidas por fontes confiáveis, como médicos, cientistas e veículos de comunicação sérios. É importante buscar informações de qualidade e não compartilhar conteúdos duvidosos ou enganosos nas redes sociais.

    A vacina da gripe é uma medida de prevenção importante para evitar complicações graves causadas pela doença, como pneumonia, infarto e derrame. A gripe também pode aumentar o risco de infecção por Covid-19 ou agravar o quadro clínico dos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde solicitou aos estados e municípios que estendam os calendários de vacinação enquanto houver estoque de doses.

    A vacina da gripe é segura, eficaz e gratuita para os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes, crianças, povos indígenas, profissionais de saúde e outros. A vacina também está disponível para toda a população acima de seis meses nas redes privadas. Quem já tomou a vacina contra Covid-19 deve respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre as doses.

  • Vacina bivalente contra Covid-19 é ampliada para todos os adultos no Brasil

    Vacina bivalente contra Covid-19 é ampliada para todos os adultos no Brasil

    O governo federal anunciou nesta segunda-feira (24) que vai estender a campanha de vacinação contra Covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda a população maior de 18 anos. Cerca de 97 milhões de brasileiros poderão se beneficiar da medida.

    A dose bivalente é indicada para quem já recebeu duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) no esquema primário ou reforço. A última dose deve ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. Quem está com a dose atrasada também pode procurar as unidades de saúde.

    Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da Covid-19. A ampliação tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e aumentar a cobertura vacinal em todo o país.

    A campanha de imunização com a vacina bivalente começou em fevereiro, voltada para grupos prioritários, como idosos, indígenas, quilombolas, gestantes e profissionais de saúde. Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente.

    Fonte: Link.

    A dose bivalente é indicada para quem já recebeu duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) no esquema primário ou reforço. A última dose deve ter sido aplicada há pelo menos quatro meses. Quem está com a dose atrasada também pode procurar as unidades de saúde.

    Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas têm segurança comprovada, são eficazes e evitam complicações decorrentes da Covid-19. A ampliação tem o objetivo de reforçar a proteção contra a doença e aumentar a cobertura vacinal em todo o país.

    A campanha de imunização com a vacina bivalente começou em fevereiro, voltada para grupos prioritários, como idosos, indígenas, quilombolas, gestantes e profissionais de saúde. Até o dia 20 deste mês, mais de 10 milhões de pessoas já tinham tomado o reforço bivalente.

    Fonte: Link.

  • Traficantes impedem campanha de vacinação contra sarampo em Manaus

    Um grupo criminoso impediu a circulação de agentes de saúde da campanha vacinal contra o sarampo no bairro Jorge Teixeira, em Manaus, na noite de ontem (18). Localizado na zona leste da capital amazonense, o bairro é um dos três com maior incidência da doença, juntamente com Cidade Nova e Novo Aleixo. O Plano de Intensificação Contra o Sarampo em Manaus teve início na última segunda-feira (16).

    Segundo a prefeitura, os profissionais de saúde, acompanhados de uma equipe de reportagem de TV, cumpriam a rota de visitas a moradores da região, quando foram surpreendidos e barrados por criminosos “filiados à falange de tráfico que ameaça dominar o estado”.

    “Eu faço um apelo muito encarecido ao governador do estado: que entre com tudo que possa ter de força policial, porque nós não podemos nunca deixar que o Amazonas vire propriedade de traficantes”, afirmou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto.

    De acordo com o prefeito, a partir desta quinta-feira (19), a passagem pelas residências será executada com apoio de destacamentos policiais, a fim de garantir a segurança dos 900 agentes comunitários de saúde que integram o plano emergencial de imunização. Com visitas de agentes a domicílios entre 15 e 20h, incluindo em finais de semana, a ação foi planejada para atingir uma cobertura de, no mínimo, 95% da população manauense com idade entre 6 meses e 49 anos.

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    O bairro Jorge Teixeira apresentou, recentemente, 342 casos notificados de sarampo, concentrando os maiores índices da doença na cidade, seguido por Cidade Nova, que totaliza 265 notificações, Novo Aleixo, com 179, conforme dados da prefeitura. No total, Manaus já atinge 2.660 notificações da doença, das quais 444 são de casos confirmados, 119 foram descartados após investigação e 2.097 aguardam resultados laboratoriais.

    O Plano de Intensificação Contra o Sarampo em Manaus tem sido pensado devido ao alastramento súbito da doença em território nacional, com surtos em Roraima e no Amazonas. Balanço do Ministério da Saúde aponta para 677 casos confirmados da enfermidade, que é transmitida de forma similar à gripe, por vias respiratórias.

    A Agência Brasil entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, que, até a publicação desta matéria, não deu retorno. Por Agência Brasil.

  • Campanha Nacional de vacinação contra a gripe termina hoje

    A campanha nacional de vacinação contra a gripe termina hoje (22) em todo o país. Dados do Ministério da Saúde apontam que 45,8 milhões de um total de 54,4 milhões receberam a dose.

    O principal alerta é entre crianças – o país já contabiliza 44 mortes de menores de 5 anos por complicações relacionadas à gripe. O número é mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (14 óbitos).

    De acordo com a pasta, até o momento, 3,6 milhões de crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos ainda não foram imunizadas. Este é o grupo prioritário com menor cobertura vacinal (67,7%), seguido pelas gestantes (71%).

    Os grupos com maior cobertura são professores (98%), puérperas (96,2%), idosos (91%), indígenas (90,5%) e trabalhadores da saúde (88,6%).

    A partir da próxima semana, o governo federal recomenda aos municípios que ainda tiverem doses disponíveis ampliem a vacinação para crianças de 5 a 9 anos e para adultos de 50 a 59 anos.

    “O Ministério da Saúde reforça a importância da proteção com a chegada do inverno, período de maior circulação dos vírus da gripe e orienta estados e municípios que continuem a ofertar a vacina para grupos prioritários, em especial as crianças, gestantes, idosos e pessoas com comorbidades, público com maior risco de complicações para a doença.”

    Balanço

    A Região Sudeste é a que tem menor cobertura vacinal contra a gripe até o momento, com 77,2%. Em seguida estão Norte (78,4%), Sul (84,8%), Nordeste (89,3%) e Centro-Oeste, com a melhor cobertura (96,5%).

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    Os estados de Goiás, do Amapá, Distrito Federal, Ceará, Espírito Santo, Tocantins, Maranhão, da Paraíba, e de Alagoas possuem cobertura vacinal contra a gripe acima de 90%. Roraima, com 60,4% e Rio de Janeiro, com 62,4%.

    Casos

    O último boletim do ministério aponta que, até 16 de junho, foram registrados 3.122 casos de influenza em todo o país, com 535 óbitos. Do total, 1.885 casos e 351 óbitos foram por H1N1 e 635 casos e 97 óbitos por H3N2. Foram registrados 278 casos e 31 óbitos por influenza B e 324 de influenza A não subtipado, com 56 óbitos. Por Agência Brasil.