Tag: Cancer

  • Vacina contra o câncer, HC do Ibirapuera, novo inseticida contra Aedes aegypti e mais

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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Nova técnica imprime tumor em 3D para testar tratamentos; resultados em até cinco dias

    Pesquisadores da Universidade de Genebra (UNIGE), na Suíça, desenvolveram uma técnica que imprime em 3D a estrutura de um paciente com câncer através de uma célula.

    Agora os cientistas podem usar essa técnica para testar vários tipos de tratamentos, drogas ou suas combinações em diferentes fases do tumor.

    Segundo os responsáveis pela técnica, eles precisam de apenas cinco dias para identificar qual tratamento será mais eficaz para um determinado caso.

    Estes resultados são extremamente promissores para o futuro da medicina personalizada. Nos casos de câncer colorretal, que é a terceira forma mais comum de câncer diagnosticados hoje e a quarta mais mortal do mundo, há uma grande variedade de tratamentos disponíveis.

    Como para cada paciente é um caso, muitos acabam recebendo um tratamento que não é adequado ao seu tumor.

    Os cientistas de Genebra construíram uma plataforma que utiliza as celulas do tumor de um paciente e recria o tumor em uma impressora 3D.

    Eles mantém o tumor vivo, de modo que o impacto dos tratamentos possa ser analisado durante as diferentes fases do seu desenvolvimento. Assim eles conseguem chegar a um tratamento mais eficaz para cada tido de pessoa.

    Os resultados foram publicados pela Université de Genève e animou a comunidade cientifica de todo o mundo.

  • Inca alerta cidadão para receitas de internet contra o câncer

    Elas estão a um clique. As dietas para curar ou prevenir o câncer estão disponíveis em sites na internet, muitas vezes sem confiabilidade, e nas correntes espalhadas pelo celular.

    Durante seu tratamento contra um câncer de pulmão, no ano passado, a bibliotecária Gabriela Leitão conta que recebeu muitas receitas para aliar ao tratamento. Hoje, ela usa o próprio mecanismo para desmentir as informações.

    “Muitas vezes, uma coisa que me falaram várias vezes – chá ou suco de graviola, alho cru -, principalmente por WhatsApp e normalmente a gente quando tem diagnóstico… nem sempre essas informações que estão disponíveis na internet são comprovadas.”

    O Inca – Instituto Nacional do Câncer – alerta para a confusão que essas informações podem causar. Principalmente quando as receitas incluem dietas restritivas.

    Em uma cartilha elaborada pelo instituto, especialistas orientam pacientes a não seguirem as dietas detox, alcalina, low carb e nem a cetogênica, já que ainda não existem evidências científicas de que possuam efeito benéfico durante o tratamento de câncer.

    A nutricionista do Inca Gabriela Vilaça alerta que dietas restritivas durante o tratamento contra o câncer podem prejudicar o estado de saúde do paciente. Ela diz que a alimentação saudável e equilibrada, deve ser mantida, mesmo após a cura da doença.

    “Dentro do contexto alimentação é importante a gente sempre lembrar que um paciente que já teve câncer, ele deve seguir as mesmas recomendações de prevenção para o câncer que são orientadas para a população saudável: consumir alimentos in natura, minimamente processados – comida de verdade –, retirar os produtos industrializados da alimentação, praticar atividade física, se manter dentro do peso adequado… no controle da doença.”

    Segundo dados do Inca, o Brasil registrou mais de 852 mil novos casos de câncer, em 2018. Os homens são os mais acometidos pela doença, que atinge principalmente próstata, pulmão e reto.

    No caso das mulheres, as áreas mais atingidas pela enfermidade são mama, reto e colo do útero.

  • Palmas realiza exames para prevenir tipos de câncer que acometem homens e mulheres

    Quatorze milhões de novos casos de câncer serão diagnosticados no mundo.

    A previsão é da Organização Mundial de Saúde que calcula também a morte de mais de 8 milhões de pessoas anualmente vítimas dessa doença.

    Durante todo esse mês, os órgãos de saúde vão intensificar as ações em prol da prevenção e diagnóstico. Mulheres e homens fazem parte do público-alvo e as cores rosa e azul representam o movimento.

    Alessandro Pantoja, diretor da atenção básica da Secretaria Municipal de Saúde de Palmas, explicou que na capital as ações serão unificadas.

    Uma vez na semana, as unidades de saúde vão receber o público-alvo da campanha.

    Aessandro Pantoja ainda lembrou que durante todo o ano a comunidade deve procurar as unidades de saúde para buscar a prevenção.

    Para saber os horários e quais unidades vão atender durante à noite, basta que os usuários do SUS busquem informações no posto mais próximo de casa.

  • Câncer pode se esconder por trás de sangramento interno em pacientes com doença cardiovascular

    Pacientes com sangramento gastrointestinal (GI) têm 18 vezes mais chances de serem diagnosticados com câncer do trato gastrointestinal, e aqueles com sangramento genitourinário (GU) são 80 vezes mais prováveis ​​de serem diagnosticados com câncer de GU, do que pacientes sem GI interno ou GU, respectivamente.

    Os resultados do estudo foram apresentados hoje (27) no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Munique, na Alemanha. O ensaio clínico, denominado “Desfechos Cardiovasculares para Pessoas que Usam Estratégias de Anticoagulação” ou COMPASS, é conduzido pelo Instituto de Pesquisa em Saúde da População (PHRI).

    O estudo COMPASS envolve mais de 27.000 pacientes com doença arterial coronariana ou periférica em 33 países.

    Anteriormente, o COMPASS descobriu que a combinação de rivaroxaban com aspirina reduz a morte cardiovascular, acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco em 24% em comparação com a aspirina sozinha. O aumento do sangramento foi um efeito colateral indesejado da combinação de rivaroxabana e aspirina, embora não tenha havido aumento significativo no sangramento fatal ou crítico de órgãos.

    As novas análises demonstram que os pacientes que desenvolveram sangramento tinham maior probabilidade de serem diagnosticados com câncer, particularmente quando o sangramento ocorreu no trato gastrointestinal ou gastrointestinal. Um em cada 5 de todos os novos diagnósticos de câncer durante o estudo foram em pacientes que tiveram sangramento.

    “Esta percepção surpreendente deve estimular uma busca por cânceres ocultos em pacientes com doença cardiovascular que desenvolvem hemorragia”, disse John Eikelboom, professor associado de medicina na Escola de Medicina McGaster de Michael G. DeGroote.

    Stuart Connolly, principal pesquisador do COMPASS, acrescentou: “O sangramento tornou-se um foco-chave na prevenção de doenças cardiovasculares. A maioria de nossos esforços tem se concentrado em descobrir maneiras melhores de prevenir e tratar sangramentos, mas se o sangramento nos permite diagnosticar câncer antes, pode levar a um benefício inesperado”.

  • Paciente com câncer pode esperar até nove meses para atendimento no Rio de Janeiro

    Um paciente com diagnóstico de câncer no Rio de Janeiro pode esperar até 9 meses para iniciar o tratamento.

    As vagas para uma primeira consulta especializada reduziram quase a metade nos últimos dois anos.

    A situação foi denunciada pela Defensoria Pública da União, que move uma ação coletiva contra o governo federal e pede à Justiça que determine a realização de uma audiência especial com os gestores do Ministério da Saúde para que se apresentem as razões da redução do atendimento e soluções.

    De acordo com a Defensoria, os seis hospitais federais do Rio e os dois institutos que tratam pacientes com câncer não recebem aumento de investimentos desde 2014.

    O Defensor Regional de Direitos Humanos, Daniel Macedo, caracteriza a situação como a mais crítica desde a criação do SUS.

    Entre os dados que constam no relatório da Defensoria, estão os do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que teve em 2014 um orçamento de cerca de R$ 481 milhões e no ano passado, esse montante caiu para R$ 416 milhões, embora os números do próprio INCA e da Central de Regulação do Estado indiquem crescimento da demanda por tratamento.

    Outras unidades, como o Hospital Federal dos Servidores reduziu em 18% as consultas de oncologia pediátrica, em 2017, e neste ano suspendeu totalmente o serviço.

    Neste momento, segundo a DPU, há 1012 pacientes de câncer aguardando a primeira consulta no estado do Rio. No caso de um deles, por exemplo, a vaga para a consulta especializada foi solicitada no dia 1º de junho e o paciente só teve o atendimento agendado para o dia 3 de outubro.

    A demora fere a lei 12.732, conhecida como ‘Lei dos 60 dias’, que estabelece que entre o diagnóstico de câncer e o início do tratamento no Sistema Único de Saúde, não pode haver um tempo de espera maior do que dois meses.

    As unidades federais que ampliaram a oferta foram o Hospital Federal de Ipanema, que no entanto deixou de oferecer cirurgia geral, e o Instituto de Traumatologia e Ortopedia, o INTO, que teve um aumento de 61% na oferta de vagas para tumores relacionados ao tecido ósseo em adultos, em comparação a 2016. Entretanto, reduziu em 9% a oferta do mesmo recurso na especialidade infantil.

    A Defensoria ingressou com a ação no último dia 10 de agosto na 4ª Vara Federal do Rio. A Justiça ainda não julgou o pedido.

    Procurado, o Ministério da Saúde informou por meio de nota que o Departamento de Gestão Hospitalar está chamando todos os oncologistas necessários para reforçar o atendimento nos seis hospitais federais do Rio. Segundo a nota, 1,2 mil profissionais de saúde e de apoio à assistência do processo seletivo deste ano já foram contratados e estão possibilitando o aumento da oferta de vagas à regulação. A previsão, segundo o ministério, é de que mais 2.760 profissionais ingressem nas unidades até o próximo mês.

    Ainda de acordo com a nota, o Ministério da Saúde repassa anualmente R$3,5 bilhões para o estado do Rio realizar atendimentos de média e alta complexidade que envolvem os tratamentos de câncer.

  • Câncer de pele frequente pode ser um grande sinal de alerta

    Pessoas que desenvolvem casos frequentes de câncer de pele, conhecido como carcinoma basocelular, podem correr um risco significativamente maior de desenvolver outros tipos de câncer, incluindo cânceres de sangue, mama, cólon e próstata, de acordo com um novo estudo.

    “Descobrimos que as pessoas que desenvolvem seis ou mais carcinomas basocelulares durante um período de 10 anos são cerca de três vezes mais propensas a desenvolver outros cânceres do que a população em geral”, diz a autora do estudo Kavita Sarin, professora assistente de dermatologia da Universidade de Stanford. .

    “Estamos esperançosos de que esta descoberta possa ser uma maneira de identificar pessoas com um risco aumentado de uma malignidade com risco de vida antes que esses cânceres se desenvolvam”, completou.

    A pele é o maior órgão do corpo e o mais vulnerável a danos no DNA causados ​​pelos raios ultravioletas do sol. Por mais que se tente, não é possível evitar completamente a exposição ao sol, razão pela qual as proteínas que reparam os danos no DNA são importantes para prevenir o câncer de pele, como o carcinoma basocelular. Na maioria das vezes este sistema funciona bem, mas às vezes a equipe de reparos não consegue acompanhar.

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    Sarin e sua equipe estudaram 61 pessoas que tiveram a doença mais de uma vez, uma média de 11 vezes por paciente em um período de 10 anos. Eles investigaram se essas pessoas podem ter mutações em 29 genes que codificam as proteínas de reparo de danos ao DNA.

    “Descobrimos que cerca de 20% das pessoas com carcinomas basocelulares frequentes têm uma mutação em um dos genes responsáveis ​​por reparar danos no DNA, em comparação com cerca de 3% da população em geral. Isso é incrivelmente alto ”, diz Sarin.

    Além disso, 21 das 61 pessoas relataram que tiveram outros tipos de câncer, incluindo câncer de sangue, melanoma, câncer de próstata, de mama e de cólon – uma prevalência que sugere que os pacientes com carcinoma basocelular frequente são três vezes mais propensos a desenvolver outros tipos de câncer do que a população geral.

    “Fiquei surpresa ao ver uma correlação tão forte, mas também é muito gratificante. Agora podemos perguntar aos pacientes com repetidos carcinomas basocelulares se eles têm familiares com outros tipos de câncer”, disse Sarin.

    Os pesquisadores continuam a inscrever os pacientes no estudo, que ainda está em andamento, para saber se mutações específicas em genes responsáveis ​​pela reparação de danos no DNA estão ligadas ao desenvolvimento de malignidades específicas. Eles também pretendem realizar um estudo semelhante em pacientes com melanomas frequentes.

  • Monsanto é processada por jardineiro vítima de câncer

    Nesta segunda-feira (9) começou uma batalha histórica: o processo de um jardineiro californiano, vítima de câncer, contra a Monsanto, poderosíssima produtora de agrotóxicos responsável pelo herbicida Roundup.

    “Nos últimos 40 anos, a Monsanto soube que o ingrediente principal do Roundup pode produzir tumores em animais de laboratório”, disse o advogado do jardineiro.

    A disputa legal envolve Dewayne Johnson, um pai de 46 anos de idade. Diagnosticado em 2014 com linfoma não-Hodgkin, um câncer que afeta células brancas do sangue, Johnson usou uma versão genérica do Roundup da Monsanto chamada “Ranger Pro” repetidamente em seu trabalho em uma escola na Califórnia.

    Em sua declaração, o advogado disse que a Monsanto optou por não alertar os consumidores sobre os riscos e que, em vez disso, “eles lutaram contra a ciência”, minimizando a suspeita de ligação entre o herbicida químico e o câncer.

    “A Monsanto se esforçou para intimidar cientistas e combater pesquisadores”, disse ele ao júri.

    O caso na Corte Superior da Califórnia é o primeiro julgamento em que se diz que o Roundup causou câncer, uma alegação repetidamente negada pela empresa química.

    Se a Monsanto perder, o caso pode abrir a porta para centenas de ações judiciais adicionais contra a empresa recentemente adquirida pelo grupo químico e farmacêutico alemão Bayer.

    A Monsanto afirma que seu produto não é cancerígeno e que o câncer de Johnson não está ligado ao seu emprego.

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    Agente Laranja

    Fundada em 1901 em St. Louis, Missouri, a Monsanto começou a produzir agrotóxicos na década de 1940. Recentemente a empresa foi adquirido pela Bayer por mais de US$ 62 bilhões.

    A Monsanto foi uma das empresas que produziu o desfolhante “Agente Laranja”, que tem sido associado ao câncer e outras doenças, para uso das forças dos EUA no Vietnã. Ele nega a responsabilidade de como os militares o usaram.

    O principal herbicida Roundup da Monsanto foi lançado em 1976. A empresa logo em seguida começou a modificar geneticamente as plantas, tornando algumas resistentes ao Roundup.

    Em 2015, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer — órgão da Organização Mundial de Saúde — classificou o glifosato como “provavelmente cancerígeno” e, como resultado, o estado da Califórnia o listou como carcinogênico.

    Mas as agências europeias de segurança alimentar e de produtos químicos até agora não seguiram o exemplo, enquanto um estudo do Departamento de Saúde dos EUA sugere que sua toxicidade é limitada. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Câncer é primeira causa de morte em 10% dos municípios brasileiros, diz estudo

    O câncer figura como principal causa de morte em 516 dos 5.570 municípios brasileiros. É o que aponta pesquisa divulgada hoje (16) pelo Observatório de Oncologia do movimento Todos Juntos Contra o Câncer, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). O estudo alerta que a doença avança no Brasil ano após ano e, caso a trajetória seja mantida, em pouco mais de uma década as chamadas neoplasias serão responsáveis pela maioria dos óbitos em todo o país.

    Os dados mostram que a maior parte das cidades brasileiras onde o câncer aparece como principal causa de morte está localizada em regiões mais desenvolvidas, justamente onde a expectativa de vida e o Índice de Desenvolvimento Humanos são maiores. Dos 516 municípios onde os tumores mais matam, 80% ficam no Sul (275) e Sudeste (140), enquanto o Nordeste concentra 9% dessas localidades (48); o Centro-Oeste, 7% (34); e o Norte, 4% (19).

    As cidades em questão concentram, ao todo, uma população de 6,6 milhões de pessoas. Onze delas são considerados de grande porte, sendo Caxias do Sul (RS) a mais populosa entre elas, com quase meio milhão de habitantes. São classificadas como de médio porte 27 cidades com população entre 25 mil e 100 mil pessoas, enquanto as demais, maioria, se situam na faixa de pequenos municípios, com menos de 25 mil habitantes. Araguainha, menor município do Mato Grosso, é também a menor cidade identificada na lista.

    De acordo com o estudo, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de municípios (140) onde o câncer aparece como primeira causa de morte. Enquanto em todo o país as mortes pela doença representam 16,6% do total, no território gaúcho, o índice chega a 33,6%. Um dos fatores que, segundo a pesquisa, pode explicar a alta incidência de câncer na região são as características genéticas da população, que pode apresentar maior predisposição para desenvolver um tipo de câncer.

    Perfil

    Com base no Sistema de Informações de Mortalidade, a pesquisa identificou que, das 9.865 mortes registradas nas 516 cidades ao longo do ano de 2015, a maioria foi entre homens (57%). Seguindo a tendência, em 23 estados, os homens lideram o número absoluto de mortes. Em 21 municípios, não houve sequer um registro de óbitos entre mulheres. Apenas no Ceará e no Mato Grosso do Sul, elas foram maioria nos registros de óbitos, enquanto em 62 cidades, as mortes registradas foram iguais para ambos os sexos.

    Com relação à idade, metade dos óbitos se concentra nas faixas de 60 a 69 anos (25%) e de 70 a 79 anos (25%). Em seguida, a maior proporção aparece no grupo com mais de 80 anos (20%). Crianças e adolescentes até 19 anos somaram 19% dos óbitos no mesmo ano.

    Números

    O levantamento revela ainda que, em 2015, foram registradas 209.780 mortes por câncer no Brasil – um aumento de 90% em relação a 1998, quando foram registrados 110.799 óbitos pela doença. O crescimento das mortes por neoplasias durante o período, segundo o relatório, foi quase três vezes mais rápido que o crescimento dos óbitos provocados por infartos ou derrames.

    Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que, em todo o planeta, o câncer é responsável por 8,2 milhões de mortes todos os anos. Cerca de 14 milhões de novos casos são registrados anualmente e a previsão da entidade é que as notificações devam subir até 70% nas próximas duas décadas. Com informações da Agência Brasil

  • Anvisa proíbe uso de alisantes no cabelo devido ao risco de câncer

    A Anvisa suspendeu recentemente a venda de alguns alisantes de cabelo porque foram detectados níveis de formol acima dos permitidos. Tais níveis aumentam as chances do desenvolvimento de câncer.

    Por isso, se você é cabeleireiro (a) ou tem costume de fazer escova progressiva, deve se atentar às marcas abaixo:

    Maxxdonna Profissional Matutinha Máscara 02 Redutora de Volume
    2 Step Ingel Maxx Premium Forever Liss Professional
    Forever Liss Botox
    Bio Amazônica – Argila Terapia.

    Com a suspensão, a ordem é que eles não sejam distribuídos, divulgados, comercializados e usados.

    Todos os produtos acima mencionados possuem mais 0,2% de formol, ou seja ultrapassam o que é permitido por lei. Aliás, acima dessa quantidade, os produtos atuam como conservantes, e não alisantes.