Tag: Carros

  • Concessionários Peugeot-Citroën reclamam de carros defeituosos e ameaçam processar a Stellantis

    Concessionários Peugeot-Citroën reclamam de carros defeituosos e ameaçam processar a Stellantis

    A relação entre os concessionários brasileiros das marcas Peugeot e Citroën e a Stellantis, grupo controlador das duas empresas, está estremecida. 

    Segundo uma reportagem do UOL, as associações de concessionários enviaram uma carta à Stellantis alegando que os carros das marcas sofrem com falta de qualidade e de peças de reposição.

    Os concessionários afirmam que os problemas já foram apontados às marcas presencialmente e/ou de forma escrita, mas continuam afastando os clientes das lojas. Eles também reclamam do adiamento do lançamento do Citroën C3, que seria um dos principais atrativos para o mercado.

    Além disso, eles criticam a falta de resposta aos consumidores em canais como o Reclame Aqui e as redes sociais das marcas, onde há inúmeros comentários de clientes insatisfeitos com os veículos. Eles dizem que a insatisfação dos clientes tem gerado ações judiciais contra as concessionárias e prejudicado os bônus atrelados às pesquisas de qualidade.

    Os concessionários pedem que a Stellantis resolva urgentemente os problemas de peças e de qualidade dos carros, assuma a responsabilidade por falhas e/ou defeitos de fabricação e se abstenha de notificar as concessionárias por má gestão ou baixo índice em pesquisas de qualidade.

    A Stellantis, por sua vez, afirma que detém os mais rígidos testes de qualidade, alinhados com as melhores práticas globais e que inconvenientes pontuais de abastecimento de peças são tratados e corrigidos com a maior velocidade possível.

    Segundo uma reportagem do UOL, as associações de concessionários enviaram uma carta à Stellantis alegando que os carros das marcas sofrem com falta de qualidade e de peças de reposição.

    Os concessionários afirmam que os problemas já foram apontados às marcas presencialmente e/ou de forma escrita, mas continuam afastando os clientes das lojas. Eles também reclamam do adiamento do lançamento do Citroën C3, que seria um dos principais atrativos para o mercado.

    Além disso, eles criticam a falta de resposta aos consumidores em canais como o Reclame Aqui e as redes sociais das marcas, onde há inúmeros comentários de clientes insatisfeitos com os veículos. Eles dizem que a insatisfação dos clientes tem gerado ações judiciais contra as concessionárias e prejudicado os bônus atrelados às pesquisas de qualidade.

    Os concessionários pedem que a Stellantis resolva urgentemente os problemas de peças e de qualidade dos carros, assuma a responsabilidade por falhas e/ou defeitos de fabricação e se abstenha de notificar as concessionárias por má gestão ou baixo índice em pesquisas de qualidade.

    A Stellantis, por sua vez, afirma que detém os mais rígidos testes de qualidade, alinhados com as melhores práticas globais e que inconvenientes pontuais de abastecimento de peças são tratados e corrigidos com a maior velocidade possível.

  • Presidente da Intel prevê que falta de chips pode durar vários anos


    Conteúdo em áudio produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante

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    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Vendas de veículos novos têm queda de 26,16% em 2020

    Apesar dos números, a Federação das Concessionárias está otimista quanto a uma recuperação e espera crescimento de 16% nas vendas este ano. 

    A queda nas vendas em 2020 foi a maior desde 2015.

    Ouça na W:

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Avança projeto que proíbe carro novo movido a combustível fóssil a partir de 2060

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (16) um projeto de lei que proíbe a venda de veículos novos com motor a combustão a partir do ano de 2060. De autoria do senador Telmário Mota (PTB-RR), o PLS 454/2017 segue agora para análise da Comissão de Meio Ambiente (CMA), para decisão terminativa.

    A proposta foi aprovada com relatório favorável do relator, Cristovam Buarque (PPS-DF), que não alterou o texto original. O senador prevê uma mudança gradual: a partir de 2030, 90% dos veículos vendidos poderão ter tração automotora por motor a combustão. O percentual passará para 70% em 2040 e para apenas 10% em 2050. Dez anos depois, a proibição será total. A vedação não se aplica a veículos movidos exclusivamente por biocombustíveis.

    O objetivo é diminuir o consumo de combustíveis fósseis (como gasolina e óleo diesel) e, consequentemente, a emissão de poluentes atmosféricos. O texto altera a Lei 8.723, de 1993, que trata da redução das emissões de poluentes por veículos automotores.

    Ao justificar o projeto, Telmário afirma que a frota nacional de veículos passou de 32 milhões em 2001 para 93 milhões em 2016. É preciso, na opinião dele, reduzir o emprego do combustível fóssil e estimular o uso de veículos elétricos ou que usam biocombustíveis.

    Segundo o autor, países como França, Reino Unido, Áustria, Noruega e Holanda já estão planejando proibir a venda de carros novos a diesel ou gasolina em um futuro próximo.

    Depois da aprovação do projeto na CAE, o relator comparou o prazo para a substituição da gasolina e do diesel com o da Europa, que é mais curto — França e no Reino Unido, por exemplo, anunciaram o fim da venda de carros a diesel e gasolina a partir de 2040; na Noruega, a previsão é 2025.

    — Eu teria colocado prazo mais curto, para 2030 — destacou Cristovam.

    Impacto

    Para Telmário, restringir a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis é uma das medidas necessárias para reduzir o aquecimento global causado pelas diversas atividades humanas.

    Além disso, a medida deve reduzir doenças causadas pela poluição atmosférica, especialmente em crianças e idosos, nos grandes centros urbanos. “Devemos lembrar que o Brasil possui uma produção de eletricidade relativamente limpa e a troca dos veículos movidos a combustíveis fósseis por veículos elétricos, nesse contexto, será ambientalmente vantajosa”, afirma Telmário.

    Em seu relatório favorável, Cristovam informa que dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que o setor de transportes é responsável por 15% das emissões de gases do efeito estufa no mundo. Para o relator, o Brasil precisa acelerar a produção dos carros elétricos “não só para induzir um maior desenvolvimento da indústria brasileira, como também para apoiar a sustentabilidade do meio ambiente”. Por Agência Senado.

  • Violência no Brasil faz mercado de blindados crescer 300%

    Com o medo da violência no Brasil, cada vez mais motoristas estão investindo na blindagem dos carros.

    Enquanto a frota de carros nos subiu cerca de 8%, a de veículos blindados aumentou 300%.

    São quase 200 mil veículos desse tipo circulando no país, sendo a grande maioria em São Paulo e no Rio de Janeiro.

    Em todo o país, são cerca de 198 mil carros blindados. Deste número, mais de 103 mil veículos estão em São Paulo.

    Especialistas do setor afirmam que o aumento da violência acabou atraindo também outro tipo de público. Se antes blindar um carro era apenas para quem tinha muito dinheiro, hoje essa realidade mudou.

    Donos de carros mais simples também tem buscado esse serviço. O número de carros blindados que valem em torno de R$ 60 mil também aumentou.

    O serviço de blindagem custa entre R$ 40 mil e R$ 80 mil.

    Com o avanço da tecnologia, os materiais usados estão cada vez mais leves e podem até equipar um carro 1.0.

    O setor é regulado pelo Exército e a blindagem máxima permitida para civis segura tiros de revólver e pistola. A proteção contra disparos de fuzil é permitido apenas com uma licença especial.

  • Ford e Alibaba lançam máquina de vender carros na China

    Desde o anúncio da parceria entre a Ford e o Alibaba Group, dono do AliExpress, muito se especulou sobre quais frutos isso daria. Pois bem, na semana passada as duas empresas inauguraram uma máquina de vender carros. Algo bem parecido com aquelas geladeiras que vendem sucos e refrigerantes.

    A máquina está localizada na cidade de Guangzhou, na China e permite que os usuários façam um test-drive gratuito dos veículos por um período máximo de três dias. Para isso, basta que a pessoa reserve o carro desejado através de um aplicativo, escolher o dia e horário para retirada e pronto!

    Se a pessoa gostar do carro, ela pode concluir a compra no próprio app.

    A Ford e o Alibaba pretendem construir mais maquinas desse tipo na China em breve. Ainda não há informações oficiais se outros países vão receber essa máquina ou algo semelhante.