Tag: Celular

  • Como rastrear uma pessoa pelo celular sem precisar instalar um app

    Como rastrear uma pessoa pelo celular sem precisar instalar um app

    Você sabia que é possível rastrear a localização de alguém pelo celular sem precisar instalar nenhum aplicativo? Essa pode ser uma ferramenta útil para pais que querem monitorar seus filhos e garantir sua segurança.

    O primeiro passo é acessar o site do Google Maps no seu computador ou celular. Em seguida, faça login com a mesma conta do Google que a pessoa que você quer rastrear usa no seu celular. Depois, clique no menu no canto superior esquerdo e selecione “Compartilhar localização”. Você verá uma lista de contatos que já compartilharam sua localização com você ou que você pode convidar para fazer isso.

    Se a pessoa que você quer rastrear já compartilhou sua localização com você, basta clicar no seu nome e ver no mapa onde ela está. Você também pode ver há quanto tempo ela esteve naquele lugar e qual a bateria do seu celular. Se a pessoa não compartilhou sua localização com você, você pode enviar um convite para ela fazer isso. Basta clicar em “Mais” e depois em “Convidar para compartilhar localização”. Você pode escolher por quanto tempo quer que ela compartilhe sua localização com você, desde 15 minutos até indefinidamente.

    Pronto! Agora você já sabe como rastrear uma pessoa pelo celular sem precisar instalar um app. Lembre-se de que essa é uma forma de proteger seus filhos e não de invadir sua privacidade. Por isso, converse com eles sobre os motivos pelos quais você quer saber onde eles estão e respeite seus limites.

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  • Como minerar Bitcoin no celular: é possível ganhar criptomoedas com o smartphone?

    Como minerar Bitcoin no celular: é possível ganhar criptomoedas com o smartphone?

    Você já pensou em usar o seu celular para minerar Bitcoin? Essa é uma ideia tentadora para muitas pessoas que querem aproveitar o potencial das criptomoedas, mas será que é possível?

    A resposta é sim, mas com algumas ressalvas. Minerar Bitcoin no celular não é tão simples quanto parece, e exige alguns cuidados e requisitos.

    O que é preciso para minerar Bitcoin no celular?

    Para minerar Bitcoin no celular, você vai precisar de um aplicativo específico que faça esse trabalho. Existem vários aplicativos disponíveis na Google Play e na App Store que prometem minerar Bitcoin no seu smartphone, mas nem todos são confiáveis ou eficientes.

    Alguns dos aplicativos mais populares são:

    • CryptoTab Browser: um navegador que usa o poder de processamento do seu celular para minerar Bitcoin enquanto você navega na internet. Você pode sacar os seus ganhos a partir de 0,00001 BTC.
    • StormGain: uma plataforma de negociação de criptomoedas que oferece um serviço de mineração em nuvem. Você pode ativar a mineração no seu celular e receber uma parte dos lucros da plataforma. Você pode sacar os seus ganhos a partir de 0,001 BTC.
    • MinerGate Mobile: um aplicativo que permite minerar várias criptomoedas no seu celular, incluindo Bitcoin. Você pode escolher o algoritmo de mineração mais adequado para o seu dispositivo e ajustar a intensidade da mineração. Você pode sacar os seus ganhos a partir de 0,01 BTC.

    Quanto tempo é preciso para minerar 1 Bitcoin no celular?

    Agora que você já sabe quais são os aplicativos mais usados para minerar Bitcoin no celular, você deve estar se perguntando quanto tempo é preciso para conseguir 1 Bitcoin.

    A resposta depende de vários fatores, como o poder de processamento do seu celular, a taxa de hash da rede do Bitcoin, a dificuldade da mineração e as taxas dos aplicativos.

    De forma geral, podemos dizer que minerar 1 Bitcoin no celular é praticamente impossível. Isso porque o celular não tem capacidade suficiente para competir com os equipamentos profissionais de mineração, que usam chips ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) projetados especificamente para essa finalidade.

    Além disso, a rede do Bitcoin ajusta a dificuldade da mineração a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas), tornando-a cada vez mais difícil e exigindo mais poder de processamento.

    Para se ter uma ideia, a taxa de hash da rede do Bitcoin atualmente é de cerca de 150 exahashes por segundo (EH/s), o que significa que são feitas 150 quintilhões de tentativas por segundo para resolver os problemas matemáticos que validam as transações e geram novos bitcoins.

    Um celular comum tem uma taxa de hash de cerca de 10 megahashes por segundo (MH/s), o que significa que faz 10 milhões de tentativas por segundo. Ou seja, o celular é cerca de 15 bilhões de vezes mais lento do que a rede do Bitcoin.

    Isso significa que levaria cerca de 15 bilhões de segundos (ou 475 anos) para minerar 1 Bitcoin no celular, considerando que a dificuldade da mineração não aumentasse nesse período.

    É claro que isso é apenas uma estimativa teórica, e na prática existem outras variáveis que podem influenciar o tempo de mineração. Por exemplo, os aplicativos podem usar sistemas de recompensa compartilhada ou pool mining, onde os usuários se juntam para dividir os lucros da mineração.

    No entanto, mesmo assim, o tempo necessário para minerar 1 Bitcoin no celular seria muito longo e inviável.

    Minerar Bitcoin no celular é possível, mas não é recomendado. O processo consome muita bateria e recursos do seu dispositivo, podendo prejudicar o seu desempenho e durabilidade.

    Além disso, os ganhos são muito baixos e demorados, sendo praticamente impossível conseguir 1 Bitcoin com essa atividade.

    A resposta é sim, mas com algumas ressalvas. Minerar Bitcoin no celular não é tão simples quanto parece, e exige alguns cuidados e requisitos.

    O que é preciso para minerar Bitcoin no celular?

    Para minerar Bitcoin no celular, você vai precisar de um aplicativo específico que faça esse trabalho. Existem vários aplicativos disponíveis na Google Play e na App Store que prometem minerar Bitcoin no seu smartphone, mas nem todos são confiáveis ou eficientes.

    Alguns dos aplicativos mais populares são:

    • CryptoTab Browser: um navegador que usa o poder de processamento do seu celular para minerar Bitcoin enquanto você navega na internet. Você pode sacar os seus ganhos a partir de 0,00001 BTC.
    • StormGain: uma plataforma de negociação de criptomoedas que oferece um serviço de mineração em nuvem. Você pode ativar a mineração no seu celular e receber uma parte dos lucros da plataforma. Você pode sacar os seus ganhos a partir de 0,001 BTC.
    • MinerGate Mobile: um aplicativo que permite minerar várias criptomoedas no seu celular, incluindo Bitcoin. Você pode escolher o algoritmo de mineração mais adequado para o seu dispositivo e ajustar a intensidade da mineração. Você pode sacar os seus ganhos a partir de 0,01 BTC.

    Quanto tempo é preciso para minerar 1 Bitcoin no celular?

    Agora que você já sabe quais são os aplicativos mais usados para minerar Bitcoin no celular, você deve estar se perguntando quanto tempo é preciso para conseguir 1 Bitcoin.

    A resposta depende de vários fatores, como o poder de processamento do seu celular, a taxa de hash da rede do Bitcoin, a dificuldade da mineração e as taxas dos aplicativos.

    De forma geral, podemos dizer que minerar 1 Bitcoin no celular é praticamente impossível. Isso porque o celular não tem capacidade suficiente para competir com os equipamentos profissionais de mineração, que usam chips ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) projetados especificamente para essa finalidade.

    Além disso, a rede do Bitcoin ajusta a dificuldade da mineração a cada 2016 blocos (cerca de duas semanas), tornando-a cada vez mais difícil e exigindo mais poder de processamento.

    Para se ter uma ideia, a taxa de hash da rede do Bitcoin atualmente é de cerca de 150 exahashes por segundo (EH/s), o que significa que são feitas 150 quintilhões de tentativas por segundo para resolver os problemas matemáticos que validam as transações e geram novos bitcoins.

    Um celular comum tem uma taxa de hash de cerca de 10 megahashes por segundo (MH/s), o que significa que faz 10 milhões de tentativas por segundo. Ou seja, o celular é cerca de 15 bilhões de vezes mais lento do que a rede do Bitcoin.

    Isso significa que levaria cerca de 15 bilhões de segundos (ou 475 anos) para minerar 1 Bitcoin no celular, considerando que a dificuldade da mineração não aumentasse nesse período.

    É claro que isso é apenas uma estimativa teórica, e na prática existem outras variáveis que podem influenciar o tempo de mineração. Por exemplo, os aplicativos podem usar sistemas de recompensa compartilhada ou pool mining, onde os usuários se juntam para dividir os lucros da mineração.

    No entanto, mesmo assim, o tempo necessário para minerar 1 Bitcoin no celular seria muito longo e inviável.

    Minerar Bitcoin no celular é possível, mas não é recomendado. O processo consome muita bateria e recursos do seu dispositivo, podendo prejudicar o seu desempenho e durabilidade.

    Além disso, os ganhos são muito baixos e demorados, sendo praticamente impossível conseguir 1 Bitcoin com essa atividade.

  • Fabricantes de celulares terão que informar nível de radiação emitida

    Há anos a polêmica sobre o nível de radiação emitida pelos aparelhos celulares ronda não só o Brasil, mas o mundo inteiro.

    Pensando nisso, a Anatel decidiu que as fabricantes de celulares deverão informar ao público quanta radiação seus aparelhos emitem.

    Com a nova resolução, todos os aparelhos comercializados no Brasil deverão avisar que o produto atende o limite de emissão estabelecido pela Anatel, que é de 2,0 W/kg.

    Além disso, os eles deverão contar com um alerta de que o produto deve ser mantido a uma distância mínima, 1,5 centímetro do corpo. A Anatel entende que essa é a distancia segura a exposição de radiofrequência.

    Ainda não há estudos conclusivos de que o uso de celulares cause algum dano a saúde, mas é uma preocupação cada vez mais maior, principalmente pelo aumento dos casos de câncer na população mais jovem.

    O prazo para adequação à mudança é de 120 dias após a publicação.

  • Luz azul emitida pelo celular pode acelerar envelhecimento dos olhos, diz Revista Nature

    O celular já se tornou indispensável para a rotina diária. Muitas pessoas usam o smartphone pra tudo, igual ao Hugo Carmelo:

    A mania de celular já é tão grande que as pessoas nem sabem mais quanto tempo gastam por dia em frente à tela:

    Mas passar tanto tempo assim em frente ao celular pode trazer problemas à saúde, inclusive dos olhos. Uma pesquisa divulgada pela revista científica norte-americana Nature revelou que a luz azul emitida pela tela dos celulares e computadores pode acelerar o processo de degeneração ocular.

    O estudo desenvolvido pela universidade de Toleto, em Ohio, nos Estados Unidos concluiu que o excesso de exposição à luz azul, que antes era considerada inofensiva, pode gerar moléculas tóxicas capazes de acelerar o envelhecimento natural dos olhos.

    A Maria Regina Xalita, professora na área de oftalmologia da Universidade de Brasília, explica os malefícios da exposição excessiva à luz de telas de telefones, computadores e tablets:

    Como essas tecnologias são parte do dia a dia, a recomendação é tentar minimizar os danos. A cada uma hora de uso contínuo, é importante desviar o olhar para outro ponto do ambiente de trabalho por um minuto.

    Isso ajuda a relaxar a musculatura que faz o foco de perto. Também é possível fazer óculos com lentes que filtram a luz azul, mesmo que a pessoa não tenha nenhum grau. Outra dica é limitar o uso dessas tecnologias para as crianças por no máximo meia hora.

  • Bloquearam você no WhatsApp? Esse truque permite contatar e ver foto do ‘bloqueador’

    Se alguém bloqueou você no WhatsApp, normalmente resulta impossível ter acesso à sua foto de perfil, mas há um modo simples para conseguir isso, informa o portal La República.

    O truque funciona tanto para os dispositivos com o sistema Android, como para os usuários do iOs do iPhone, e não requer instalação de nenhum aplicativo adicional, comunica o portal.

    Para ativar a função, uma terceira pessoa deve criar um grupo de WhatsApp em que estão incluídas as duas pessoas envolvidas e depois sair desse grupo, que dizer, deixar só os dois: o usuário bloqueado e o “bloqueador”. A partir desse momento, o primeiro deles poderá conversar com o segundo e ver a sua foto de perfil, ao menos até o momento em que o outro não decida abandonar o grupo.

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    No entanto, se o “bloqueador” tem ativada a opção em que só seus contatos podem ver a sua foto, será impossível acessar a imagem. Por Sputnik Brasil.

  • Seu celular escuta tudo o que você diz e temos provas disso

    “Sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderá ser usado contra nós”, diz o artigo de um repórter que apresenta evidências de que os nossos “amigos eletrônicos” estão nos gravando e escutando mesmo quando não suspeitamos disso.

    Há alguns anos, Sam Nichols, repórter da revista Vice, notou uma coisa estranha: depois de conversar com um amigo sobre uma viagem ao Japão, ambos começaram a receber anúncios no Facebook sobre viagens de avião a Tóquio, o que a princípio parecia uma “coincidência assustadora”.

    “Então isso é apenas paranoia, ou nossos smartphones estão realmente nos escutando?”, se perguntou Sam e decidiu responder a essa pergunta escrevendo um artigo especial sobre o tema.

    Ele também citou o Dr. Peter Henway, consultor sênior de segurança da empresa de cibersegurança Asterix e ex-palestrante e pesquisador da Universidade Edith Cowan, que acabou por confirmar suas dúvidas.

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    O Sr. Henway ressaltou desde o início que, para o celular realmente levar em conta sua conversa, tem que haver um “disparador”, por exemplo, as frases “Oi Siri” ou “Ok Google”.

    “Na ausência desses disparadores, os dados fornecidos são processados apenas por seu próprio telefone”, disse ele.

    Embora isso possa não parecer alarmante, todos os aplicativos de terceiros que você tem em seu telefone, como o Facebook, por exemplo, têm sempre acesso a esses dados “não disparados”.

    O especialista continuou explicando que tais aplicativos como o Facebook ou o Instagram podem ter milhares de disparadores. Uma simples conversa com um amigo sobre um novo par de jeans pode ser suficiente para ativá-lo. A palavra usada é “pode”, porque empresas como o Facebook negam expressamente escutar as conversas dos seus usuários.

    “Realmente, não há razão para que este não seja o caso. Faz sentido do ponto de vista do marketing, e se seus acordos de uso final e a lei permitem isso, então eu acho que sim, mas não há como ter certeza disso”, acrescentou Henway.

    Sam Nichols decidiu então verificar por si mesmo. Duas vezes por dia, durante cinco dias, ele tentou dizer um monte de frases que teoricamente poderiam servir como disparadores. Frases do tipo que ele precisava de camisas baratas para o trabalho ou que ele estava pensando em voltar para a faculdade. E em seguida, ele observou cuidadosamente os posts patrocinados no Facebook.

    “De repente, começaram a me falar sobre cursos de meio semestre em várias universidades e algumas marcas oferecendo roupas baratas. Uma conversa privada com um amigo sobre o fato de eu ter ficado sem espaço de dados resultou em um anúncio de espaços de dados baratos de 20 GB. E mesmo que fossem bons negócios, o total foi revelador e completamente aterrorizante”, escreveu o jornalista.

    “Como a maioria das empresas de tecnologia está sediada nos Estados Unidos, a NSA [Agência de Segurança Nacional], ou talvez a CIA, podem potencialmente divulgar suas informações, seja isso legal em seu país de origem ou não”, disse Henway.

    “Então, sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderia ser usado contra nós. Mas, segundo Peter [Henway], ao menos, não é algo que a maioria das pessoas deva ter medo”, conclui o jornalista.

    Diversos usuários da Internet têm relatado por várias vezes terem sido “vítimas” de tais práticas: eles argumentam que mesmo sem terem mencionado um tópico em uma conversa telefônica, o objeto de sua busca era exibido e proposto em anúncios nas redes sociais. Assim, a experiência do jornalista confirmou mais uma vez a teoria de que estaríamos permanentemente sob escuta. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Golpe da recarga grátis fez 20 mil vítimas em menos de 24 horas

    Um novo golpe praticado através do WhatsApp está fazendo um estrago gigantesco e pegou até famosos e influenciadores digitais. Prometendo dar R$ 70 em crédito de recargas para celular, o golpe já fez mais de 20 mil vítimas em menos de 24 horas.

    Segundo informa a empresa de cibersegurança PSafe, ele funciona assim:

    A vítima recebe uma mensagem em seu WhatsApp vinda de um de seus contatos. Na mensagem há um link malicioso que, ao clicar nele, a vítima é levada a um site cheio de depoimentos falsos. Entre os depoimentos vemos algo como “Consegui de primeira e já fiz várias vezes” e “Nunca mais compro crédito, agora só convidando amigos”.

    Ao clicarem no link, as vítimas são incentivadas a compartilharem a mensagem com um determinado número de amigos. Durante o processo uma barra de progresso vai enchendo mostrando quanto falta para receber os créditos grátis.

    Depois de completar o golpe, a vítima recebe uma mensagem de que o recebeu os R$70, mas na realidade é tudo mentira. Além de perder tempo, correr riscos quanto a segurança do aparelho e de ter seus dados roubados, quem cai nesse golpe acaba contribuindo para dissemina-lo ainda mais.

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    Antes de clicar em qualquer link que chega por e-mail, WhatsApp ou Facebook, é altamente recomendado que você verifique se é seguro ou algum tipo de golpe. Existe uma ferramenta capaz de PSafe que te informa se o linke é seguro ou não. Para acessar, basta clicar aqui.

  • Tomar banho e mexer no celular? Agora é possível

    Nos dias atuais, o celular tem sido nosso companheiro de todas as horas e lugares, certo? E quando falamos todos os lugares são todos mesmo, já que nem o banheiro fica de fora.

    Por isso, se você é desses que não larga o aparelho nem para fazer um xixi, certamente vai adorar a cortina de plástico, inventada para permitir que você tome banho e confira o seu feed ao mesmo tempo.

    Com ela também será possível ver um filme enquanto se ensaboa, já que comporta mais de um celular e até tablet.

  • Fabricante lança smartphone com bateria que dura cinco dias

    Celular descarregado é um dos problemas mais frustrantes dos tempos modernos. Para amenizar isso, a empresa Energizer, uma marca famosa de pilhas nos Estados Unidos, decidiu ousar em seu mais novo lançamento: o smartphone Power Max P16K Pro.

    A novidade principal tem foco na bateria. A célula de energia do celular tem impressionantes 16.000 mAh de potência e promete durar cinco dias longe da tomada.

    Como comparação, o smartphone mais badalado da MWC, o Galaxy S9+, da Samsung, vem com uma bateria de 3.500 mAh.

    Em contrapartida, a espessura do celular deve deixar a desejar. Ele é mais grosso com cerca de 15,2 milímetros de espessura e 300 gramas. Como comparação, o iPhone 8 tem 7,3 milímetros de espessura e pesa menos de 150 gramas.

  • Máquina é capaz de desbloquear IMEI de celulares roubados

    Quando roubam nosso celular, a recomendação é que por meio do IMEI (número de identificação do aparelho celular) seja feito o bloqueio, para impedir que o ladrão usufrua do que é nosso.

    Entretanto, de acordo com uma reportagem da BBC Brasil, esse tipo de medida pode rapidamente se tornar inútil, já que existe uma máquina capaz de alterar o IMEI de smartphones, fazendo com que os dispositivos bloqueados voltem a funcionar.

    Como isso ocorre? Essa tecnologia consegue trocar o IMEI do aparelho por outro, mais antigo, que não esteja bloqueado.

    Proibidas no estado de São Paulo há três anos, essas máquinas fabricadas na China e na Coreia do Sul ainda podem ser compradas no Paraguai, segundo o Deic, por US$ 350 (cerca de R$ 1.150).

    Ao desbloquear o celular, os ladrões acabam vendendo-o como semi-novo ou o utilizam normalmente.

    Uma solução para esse problema seria que a Anatel começasse a bloquear IMEIs repetidos na rede ou que permitisse apenas o funcionamento de aparelhos homologados. Esta ação impediria, por exemplo, a importação de dispositivos da China.