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  • ChatGPT: o chatbot que passou em um exame de radiologia

    ChatGPT: o chatbot que passou em um exame de radiologia

    O ChatGPT é um chatbot que usa um modelo de aprendizado profundo para reconhecer padrões e relações entre palavras em seus vastos dados de treinamento para gerar respostas humanas baseadas em um prompt.

    Mas como não há uma fonte de verdade em seus dados de treinamento, o chatbot pode gerar respostas que são factualmente incorretas.

    Recentemente, duas novas pesquisas publicadas na Radiology, uma revista da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA), testaram o desempenho do ChatGPT em um exame de estilo de radiologia, destacando o potencial dos grandes modelos de linguagem, mas também revelando limitações que prejudicam a confiabilidade.

    Os pesquisadores usaram 150 questões de múltipla escolha projetadas para corresponder ao estilo, conteúdo e dificuldade dos exames do Royal College canadense e do American Board of Radiology. As questões não incluíam imagens e foram agrupadas por tipo de questão para obter insights sobre o desempenho: pensamento de ordem inferior (recordação de conhecimento, compreensão básica) e pensamento de ordem superior (aplicar, analisar, sintetizar).

    O desempenho do ChatGPT foi avaliado no geral e por tipo e tópico de questão. A confiança da linguagem nas respostas também foi avaliada.

    Os pesquisadores descobriram que o ChatGPT baseado no GPT-3.5, atualmente a versão mais usada, respondeu corretamente a 69% das questões (104 de 150), próximo da nota de aprovação de 70% usada pelo Royal College no Canadá. O modelo teve um desempenho relativamente bom em questões que exigiam pensamento de ordem inferior (84%, 51 de 61), mas teve dificuldades com questões que envolviam pensamento de ordem superior (60%, 53 de 89). Mais especificamente, ele teve dificuldades com questões de ordem superior envolvendo descrição de achados de imagem (61%, 28 de 46), cálculo e classificação (25%, 2 de 8) e aplicação de conceitos (30%, 3 de 10). Seu fraco desempenho em questões de pensamento de ordem superior não foi surpreendente, dado sua falta de pré-treinamento específico para radiologia.

    O GPT-4 foi lançado em março de 2023 em forma limitada para usuários pagos, alegando ter melhorado as capacidades avançadas de raciocínio sobre o GPT-3.5.

    Em um estudo de acompanhamento, o GPT-4 respondeu corretamente a 81% (121 de 150) das mesmas questões, superando o GPT-3.5 e excedendo o limite de aprovação de 70%. O GPT-4 teve um desempenho muito melhor do que o GPT-3.5 em questões que exigiam pensamento de ordem superior (81%), mais especificamente aquelas envolvendo descrição de achados de imagem (85%) e aplicação de conceitos (90%).

    Os resultados sugerem que as capacidades avançadas de raciocínio do GPT-4 se traduzem em um melhor desempenho em um contexto radiológico. Eles também sugerem uma melhor compreensão contextual da terminologia específica da radiologia, incluindo descrições de imagem, que é crítica para permitir futuras aplicações downstream.

    “Nosso estudo demonstra uma impressionante melhoria no desempenho do ChatGPT em radiologia em um curto período de tempo, destacando o crescente potencial dos grandes modelos de linguagem neste contexto”, disse o autor principal Rajesh Bhayana, M.D., FRCPC, um radiologista abdominal e líder tecnológico na University Medical Imaging Toronto, Toronto General Hospital em Toronto, Canadá.

    O GPT-4 não mostrou melhoria nas questões que exigiam pensamento de ordem inferior (80% vs 84%) e respondeu incorretamente a 12 questões que o GPT-3.5 respondeu corretamente, levantando questões relacionadas à sua confiabilidade para coleta de informações.

    “Ficamos inicialmente surpresos com as respostas precisas e confiantes do ChatGPT a algumas questões desafiadoras da radiologia, mas depois igualmente surpresos com algumas afirmações muito ilógicas e imprecisas”, disse o Dr. Bhayana. “É claro que, dado como esses modelos funcionam, as respostas imprecisas não devem ser particularmente surpreendentes.”

    A perigosa tendência do ChatGPT em produzir respostas imprecisas, chamadas alucinações, é menos frequente no GPT-4 mas ainda limita a usabilidade na educação médica e na prática no momento.

    Ambos os estudos mostraram que o ChatGPT usou linguagem confiante consistentemente, mesmo quando incorreta. Isso é particularmente perigoso se for usado apenas para informação, observa o Dr. Bhayana, especialmente para novatos que podem não reconhecer as respostas incorretas confiantes como imprecisas.

    “Para mim, esta é sua maior limitação. No momento, o ChatGPT é melhor usado para gerar ideias, ajudar a iniciar o processo de escrita médica e na sumarização de dados. Se usado para recordação rápida de informações, ele sempre precisa ser verificado”, disse o Dr. Bhayana.

    Fonte: Link.

    Mas como não há uma fonte de verdade em seus dados de treinamento, o chatbot pode gerar respostas que são factualmente incorretas.

    Recentemente, duas novas pesquisas publicadas na Radiology, uma revista da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA), testaram o desempenho do ChatGPT em um exame de estilo de radiologia, destacando o potencial dos grandes modelos de linguagem, mas também revelando limitações que prejudicam a confiabilidade.

    Os pesquisadores usaram 150 questões de múltipla escolha projetadas para corresponder ao estilo, conteúdo e dificuldade dos exames do Royal College canadense e do American Board of Radiology. As questões não incluíam imagens e foram agrupadas por tipo de questão para obter insights sobre o desempenho: pensamento de ordem inferior (recordação de conhecimento, compreensão básica) e pensamento de ordem superior (aplicar, analisar, sintetizar).

    O desempenho do ChatGPT foi avaliado no geral e por tipo e tópico de questão. A confiança da linguagem nas respostas também foi avaliada.

    Os pesquisadores descobriram que o ChatGPT baseado no GPT-3.5, atualmente a versão mais usada, respondeu corretamente a 69% das questões (104 de 150), próximo da nota de aprovação de 70% usada pelo Royal College no Canadá. O modelo teve um desempenho relativamente bom em questões que exigiam pensamento de ordem inferior (84%, 51 de 61), mas teve dificuldades com questões que envolviam pensamento de ordem superior (60%, 53 de 89). Mais especificamente, ele teve dificuldades com questões de ordem superior envolvendo descrição de achados de imagem (61%, 28 de 46), cálculo e classificação (25%, 2 de 8) e aplicação de conceitos (30%, 3 de 10). Seu fraco desempenho em questões de pensamento de ordem superior não foi surpreendente, dado sua falta de pré-treinamento específico para radiologia.

    O GPT-4 foi lançado em março de 2023 em forma limitada para usuários pagos, alegando ter melhorado as capacidades avançadas de raciocínio sobre o GPT-3.5.

    Em um estudo de acompanhamento, o GPT-4 respondeu corretamente a 81% (121 de 150) das mesmas questões, superando o GPT-3.5 e excedendo o limite de aprovação de 70%. O GPT-4 teve um desempenho muito melhor do que o GPT-3.5 em questões que exigiam pensamento de ordem superior (81%), mais especificamente aquelas envolvendo descrição de achados de imagem (85%) e aplicação de conceitos (90%).

    Os resultados sugerem que as capacidades avançadas de raciocínio do GPT-4 se traduzem em um melhor desempenho em um contexto radiológico. Eles também sugerem uma melhor compreensão contextual da terminologia específica da radiologia, incluindo descrições de imagem, que é crítica para permitir futuras aplicações downstream.

    “Nosso estudo demonstra uma impressionante melhoria no desempenho do ChatGPT em radiologia em um curto período de tempo, destacando o crescente potencial dos grandes modelos de linguagem neste contexto”, disse o autor principal Rajesh Bhayana, M.D., FRCPC, um radiologista abdominal e líder tecnológico na University Medical Imaging Toronto, Toronto General Hospital em Toronto, Canadá.

    O GPT-4 não mostrou melhoria nas questões que exigiam pensamento de ordem inferior (80% vs 84%) e respondeu incorretamente a 12 questões que o GPT-3.5 respondeu corretamente, levantando questões relacionadas à sua confiabilidade para coleta de informações.

    “Ficamos inicialmente surpresos com as respostas precisas e confiantes do ChatGPT a algumas questões desafiadoras da radiologia, mas depois igualmente surpresos com algumas afirmações muito ilógicas e imprecisas”, disse o Dr. Bhayana. “É claro que, dado como esses modelos funcionam, as respostas imprecisas não devem ser particularmente surpreendentes.”

    A perigosa tendência do ChatGPT em produzir respostas imprecisas, chamadas alucinações, é menos frequente no GPT-4 mas ainda limita a usabilidade na educação médica e na prática no momento.

    Ambos os estudos mostraram que o ChatGPT usou linguagem confiante consistentemente, mesmo quando incorreta. Isso é particularmente perigoso se for usado apenas para informação, observa o Dr. Bhayana, especialmente para novatos que podem não reconhecer as respostas incorretas confiantes como imprecisas.

    “Para mim, esta é sua maior limitação. No momento, o ChatGPT é melhor usado para gerar ideias, ajudar a iniciar o processo de escrita médica e na sumarização de dados. Se usado para recordação rápida de informações, ele sempre precisa ser verificado”, disse o Dr. Bhayana.

    Fonte: Link.

  • Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Você já ouviu falar do Bard? Ele é o novo chatbot inteligente do Google, que usa inteligência artificial (IA) para oferecer respostas às buscas realizadas pelos usuários em seu navegador de pesquisas.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

  • ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    Neste post, você vai conhecer a história de como a OpenAI desenvolveu o ChatGPT, um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno.

    O ChatGPT é um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno cultural desde o seu lançamento em novembro de 2022. Desenvolvido pela OpenAI, uma empresa de Inteligência Artificial (IA) de São Francisco, o ChatGPT é capaz de conversar com os usuários sobre diversos assuntos, desde o clima até a poesia. Mas como essa tecnologia foi criada? Quais foram os desafios e as surpresas que os seus criadores enfrentaram? E quais são os próximos passos para aprimorar essa ferramenta?

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    A matéria da MIT Technology Review Brasil traz a verdadeira história de como o ChatGPT foi desenvolvido, contada pelas pessoas que o criaram. A reportagem entrevistou quatro membros da equipe da OpenAI: John Schulman, cofundador da empresa; Jan Leike, líder da equipe de alinhamento; Sandhini Agarwal, que trabalha com políticas; e Liam Fedus, cientista que trabalhou no ChatGPT.

    Eles revelaram que o ChatGPT é uma versão aprimorada do GPT-3.5, uma família de grandes modelos de linguagem que a OpenAI já havia lançado anteriormente. O diferencial do ChatGPT é que ele foi treinado com dados de conversação e com feedback humano, o que o tornou mais acessível, útil e alinhado com o que os usuários querem fazer com ele.

    Os entrevistados também contaram que não esperavam que o ChatGPT viralizasse e tivesse tanto sucesso. Eles viram o chatbot como uma “prévia de pesquisa”, uma forma de testar a tecnologia e coletar feedback do público. Eles também admitiram que ficaram surpresos e confusos com a repercussão do chatbot, que trouxe à tona vários problemas já conhecidos, como a veracidade, a toxicidade e o jailbreak (quando os usuários induzem o chatbot a se comportar mal).

    A matéria também mostra como a OpenAI tem lidado com esses problemas, usando técnicas como treinamento adversário e red-teaming para melhorar a segurança e a qualidade do chatbot. Além disso, a reportagem aborda como o sucesso do ChatGPT tem impactado o mercado de IA, gerando parcerias com empresas como Microsoft e Bain, e estimulando uma corrida do ouro em torno de grandes modelos de linguagem.

    O ChatGPT é um exemplo de como a IA pode transformar muitos aspectos da sociedade, mas também de como essa tecnologia ainda é falha e precisa ser constantemente monitorada e aprimorada. A matéria da MIT Technology Review Brasil oferece uma visão privilegiada de como essa revolução está sendo construída por trás dos bastidores.

    O ChatGPT é um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno cultural desde o seu lançamento em novembro de 2022. Desenvolvido pela OpenAI, uma empresa de Inteligência Artificial (IA) de São Francisco, o ChatGPT é capaz de conversar com os usuários sobre diversos assuntos, desde o clima até a poesia. Mas como essa tecnologia foi criada? Quais foram os desafios e as surpresas que os seus criadores enfrentaram? E quais são os próximos passos para aprimorar essa ferramenta?

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    A matéria da MIT Technology Review Brasil traz a verdadeira história de como o ChatGPT foi desenvolvido, contada pelas pessoas que o criaram. A reportagem entrevistou quatro membros da equipe da OpenAI: John Schulman, cofundador da empresa; Jan Leike, líder da equipe de alinhamento; Sandhini Agarwal, que trabalha com políticas; e Liam Fedus, cientista que trabalhou no ChatGPT.

    Eles revelaram que o ChatGPT é uma versão aprimorada do GPT-3.5, uma família de grandes modelos de linguagem que a OpenAI já havia lançado anteriormente. O diferencial do ChatGPT é que ele foi treinado com dados de conversação e com feedback humano, o que o tornou mais acessível, útil e alinhado com o que os usuários querem fazer com ele.

    Os entrevistados também contaram que não esperavam que o ChatGPT viralizasse e tivesse tanto sucesso. Eles viram o chatbot como uma “prévia de pesquisa”, uma forma de testar a tecnologia e coletar feedback do público. Eles também admitiram que ficaram surpresos e confusos com a repercussão do chatbot, que trouxe à tona vários problemas já conhecidos, como a veracidade, a toxicidade e o jailbreak (quando os usuários induzem o chatbot a se comportar mal).

    A matéria também mostra como a OpenAI tem lidado com esses problemas, usando técnicas como treinamento adversário e red-teaming para melhorar a segurança e a qualidade do chatbot. Além disso, a reportagem aborda como o sucesso do ChatGPT tem impactado o mercado de IA, gerando parcerias com empresas como Microsoft e Bain, e estimulando uma corrida do ouro em torno de grandes modelos de linguagem.

    O ChatGPT é um exemplo de como a IA pode transformar muitos aspectos da sociedade, mas também de como essa tecnologia ainda é falha e precisa ser constantemente monitorada e aprimorada. A matéria da MIT Technology Review Brasil oferece uma visão privilegiada de como essa revolução está sendo construída por trás dos bastidores.

  • CEO da OpenAI critica o trabalho remoto e defende o retorno ao escritório

    CEO da OpenAI critica o trabalho remoto e defende o retorno ao escritório

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, não é contra a mudança – ele ajudou a iniciar a atual corrida da inteligência artificial com o chatbot ChatGPT, ameaçando transformar várias indústrias – mas ele ainda acha que as startups são mais eficazes quando os funcionários trabalham juntos em um escritório.

    A ideia de que o trabalho remoto se tornaria a norma já foi e voltou, ele disse esta semana em um bate-papo em San Francisco organizado pela empresa de fintech Stripe.

    “Eu acho que definitivamente um dos piores erros da indústria de tecnologia em muito tempo foi que todo mundo poderia ir para o remoto para sempre, e as startups não precisavam estar juntas”, disse ele aos participantes. “Não haveria perda de criatividade. Eu diria que o experimento sobre isso acabou, e a tecnologia ainda não é boa o suficiente para que as pessoas possam ser remotas para sempre, especialmente em startups”.

    Ele não está sozinho em sua avaliação. Muitos CEOs têm exigido que os funcionários remotos passem mais tempo no escritório, entre eles Bob Iger na Disney, Howard Schultz na Starbucks e Robert Thomson na News Corp. Durante a pandemia, o trabalho remoto ou um cronograma de trabalho híbrido era a única opção para muitos trabalhadores de escritório – e muitos passaram a preferir isso a estar no escritório todos os dias úteis.

    Altman disse que aconselharia as startups contra o trabalho remoto porque pode criar confusão. Ele observou que “quanto mais incerto e inicial o produto é, mais tempo presencial a equipe precisa para trabalhar junto”.

    A ideia de que o trabalho remoto se tornaria a norma já foi e voltou, ele disse esta semana em um bate-papo em San Francisco organizado pela empresa de fintech Stripe.

    “Eu acho que definitivamente um dos piores erros da indústria de tecnologia em muito tempo foi que todo mundo poderia ir para o remoto para sempre, e as startups não precisavam estar juntas”, disse ele aos participantes. “Não haveria perda de criatividade. Eu diria que o experimento sobre isso acabou, e a tecnologia ainda não é boa o suficiente para que as pessoas possam ser remotas para sempre, especialmente em startups”.

    Ele não está sozinho em sua avaliação. Muitos CEOs têm exigido que os funcionários remotos passem mais tempo no escritório, entre eles Bob Iger na Disney, Howard Schultz na Starbucks e Robert Thomson na News Corp. Durante a pandemia, o trabalho remoto ou um cronograma de trabalho híbrido era a única opção para muitos trabalhadores de escritório – e muitos passaram a preferir isso a estar no escritório todos os dias úteis.

    Altman disse que aconselharia as startups contra o trabalho remoto porque pode criar confusão. Ele observou que “quanto mais incerto e inicial o produto é, mais tempo presencial a equipe precisa para trabalhar junto”.

  • ChatGPT: por que algumas empresas estão proibindo que seus funcionários utilizem o chatbot?

    ChatGPT: por que algumas empresas estão proibindo que seus funcionários utilizem o chatbot?

    Algumas empresas e instituições estão proibindo ou limitando o uso do ChatGPT por seus funcionários ou alunos, por diferentes motivos.

    Um deles é a segurança da informação. A Amazon, por exemplo, solicitou aos funcionários que não utilizassem o chatbot para evitar que informações da empresa possam vazar e colocar em risco a confidencialidade da propriedade intelectual da companhia. O JPMorgan Chase também restringiu temporariamente o uso do ChatGPT entre seus funcionários globais, de acordo com uma fonte anônima.

    Outro motivo é a preocupação com a integridade acadêmica. Escolas públicas de Nova York e Seattle restringiram o uso do ChatGPT para os alunos, devido ao receio de que ele possa ser usado para trapacear nas tarefas. O chatbot pode gerar textos sobre diversos temas, como poesia, trabalhos acadêmicos e modelos de documentos jurídicos.

    Além disso, há questões éticas e sociais envolvidas no uso do ChatGPT. Alguns analistas veem o chatbot como uma ameaça à criatividade humana, ao aprendizado e à educação, ao trabalho e à própria democracia. Eles argumentam que o programa pode ser usado para manipular opiniões, disseminar desinformação e enganar as pessoas.

    O ChatGPT foi desenvolvido pela OpenAI, empresa fundada em 2015 nos EUA por Sam Altman e pelo empresário Elon Musk. O sistema está disponível em quase 100 línguas, mas funciona melhor em inglês. O seu potencial de se desenvolver ainda mais a longo prazo vem provocando não só admiração, mas também alguns temores.

    Um deles é a segurança da informação. A Amazon, por exemplo, solicitou aos funcionários que não utilizassem o chatbot para evitar que informações da empresa possam vazar e colocar em risco a confidencialidade da propriedade intelectual da companhia. O JPMorgan Chase também restringiu temporariamente o uso do ChatGPT entre seus funcionários globais, de acordo com uma fonte anônima.

    Outro motivo é a preocupação com a integridade acadêmica. Escolas públicas de Nova York e Seattle restringiram o uso do ChatGPT para os alunos, devido ao receio de que ele possa ser usado para trapacear nas tarefas. O chatbot pode gerar textos sobre diversos temas, como poesia, trabalhos acadêmicos e modelos de documentos jurídicos.

    Além disso, há questões éticas e sociais envolvidas no uso do ChatGPT. Alguns analistas veem o chatbot como uma ameaça à criatividade humana, ao aprendizado e à educação, ao trabalho e à própria democracia. Eles argumentam que o programa pode ser usado para manipular opiniões, disseminar desinformação e enganar as pessoas.

    O ChatGPT foi desenvolvido pela OpenAI, empresa fundada em 2015 nos EUA por Sam Altman e pelo empresário Elon Musk. O sistema está disponível em quase 100 línguas, mas funciona melhor em inglês. O seu potencial de se desenvolver ainda mais a longo prazo vem provocando não só admiração, mas também alguns temores.

  • ChatGPT: ferramenta de inteligência artificial já causa demissões nas redações de sites e jornais

    ChatGPT: ferramenta de inteligência artificial já causa demissões nas redações de sites e jornais

    Você já imaginou um robô capaz de escrever textos de qualidade, com fluência, coerência e criatividade? Pois essa é a proposta do ChatGPT, uma ferramenta de inteligência artificial desenvolvida pela empresa OpenAI, que vem surpreendendo e assustando muita gente.

    O ChatGPT é um chatbot que interage com os usuários de forma conversacional, respondendo a perguntas, realizando tarefas por escrito e até dando conselhos. Ele pode escrever desde receitas culinárias até poesias, passando por trabalhos acadêmicos, cartas, críticas de filmes e muito mais.

    Mas o que isso tem a ver com o jornalismo? Bem, o ChatGPT também pode produzir conteúdo jornalístico, como notícias, reportagens, artigos e entrevistas. E isso pode representar uma ameaça para os profissionais da área, que já sofrem com as demissões nas redações de sites e jornais.

    Segundo um artigo da CNN Brasil, o ChatGPT já domina as redes sociais com redações de qualidade, interagindo com os usuários de maneira complexa e convincente. O robô também chamou a atenção de alguns líderes tecnológicos proeminentes, como o CEO da Box, Aaron Levie, que disse no Twitter que o ChatGPT ajusta seu pensamento sobre computação.

    No entanto, a ferramenta também apresenta possíveis preocupações, como a perda de empregos para os jornalistas humanos, a perpetuação de preconceitos e a disseminação de desinformação. Segundo um artigo da BBC News Brasil, o ChatGPT pode ser usado para gerar conteúdo falso ou manipulado, que pode influenciar a opinião pública e afetar a democracia.

    Além disso, o ChatGPT ainda não é perfeito e pode cometer erros ou inconsistências em seus textos. Ele também não possui senso crítico, ética ou responsabilidade sobre o que escreve. Por isso, é preciso ter cautela e discernimento ao usar ou consumir o conteúdo gerado pelo robô.

    O ChatGPT é uma ferramenta impressionante e inovadora, mas também traz desafios e riscos para o jornalismo e para a sociedade. É preciso estar atento aos seus usos e limites, e valorizar o trabalho dos jornalistas humanos, que ainda são insubstituíveis na produção de informação de qualidade.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    O ChatGPT é um chatbot que interage com os usuários de forma conversacional, respondendo a perguntas, realizando tarefas por escrito e até dando conselhos. Ele pode escrever desde receitas culinárias até poesias, passando por trabalhos acadêmicos, cartas, críticas de filmes e muito mais.

    Mas o que isso tem a ver com o jornalismo? Bem, o ChatGPT também pode produzir conteúdo jornalístico, como notícias, reportagens, artigos e entrevistas. E isso pode representar uma ameaça para os profissionais da área, que já sofrem com as demissões nas redações de sites e jornais.

    Segundo um artigo da CNN Brasil, o ChatGPT já domina as redes sociais com redações de qualidade, interagindo com os usuários de maneira complexa e convincente. O robô também chamou a atenção de alguns líderes tecnológicos proeminentes, como o CEO da Box, Aaron Levie, que disse no Twitter que o ChatGPT ajusta seu pensamento sobre computação.

    No entanto, a ferramenta também apresenta possíveis preocupações, como a perda de empregos para os jornalistas humanos, a perpetuação de preconceitos e a disseminação de desinformação. Segundo um artigo da BBC News Brasil, o ChatGPT pode ser usado para gerar conteúdo falso ou manipulado, que pode influenciar a opinião pública e afetar a democracia.

    Além disso, o ChatGPT ainda não é perfeito e pode cometer erros ou inconsistências em seus textos. Ele também não possui senso crítico, ética ou responsabilidade sobre o que escreve. Por isso, é preciso ter cautela e discernimento ao usar ou consumir o conteúdo gerado pelo robô.

    O ChatGPT é uma ferramenta impressionante e inovadora, mas também traz desafios e riscos para o jornalismo e para a sociedade. É preciso estar atento aos seus usos e limites, e valorizar o trabalho dos jornalistas humanos, que ainda são insubstituíveis na produção de informação de qualidade.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • ChatGPT fora do ar: usuários relatam mais um dia de instabilidades do serviço

    ChatGPT fora do ar: usuários relatam mais um dia de instabilidades do serviço

    O ChatGPT é um robô virtual que responde a perguntas variadas, realiza tarefas por escrito, conversa de maneira fluida e inclusive dá conselhos sobre problemas pessoais. Ele usa inteligência artificial (IA) para conversar com os usuários.

    O ChatGPT é fruto da OpenAI, uma instituição sem fins lucrativos focada em pesquisa em inteligência artificial (IA) e já conta com mais de 1 milhão de usuários que utiliza para trabalho, estudo e diversas atividades.

    No entanto, nesta sexta-feira (07), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.

    O ChatGPT é fruto da OpenAI, uma instituição sem fins lucrativos focada em pesquisa em inteligência artificial (IA) e já conta com mais de 1 milhão de usuários que utiliza para trabalho, estudo e diversas atividades.

    No entanto, nesta sexta-feira (07), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.

  • ChatGPT fora do ar: usuários voltam a relatar instabilidades no serviço

    ChatGPT fora do ar: usuários voltam a relatar instabilidades no serviço

    O ChatGPT é um chatbot baseado na inteligência artificial da OpenAI que permite conversar com diferentes personalidades e temas.

    O serviço ganhou popularidade nas últimas semanas por sua capacidade de gerar respostas criativas e coerentes.

    No entanto, nesta segunda-feira (03), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.

    O serviço ganhou popularidade nas últimas semanas por sua capacidade de gerar respostas criativas e coerentes.

    No entanto, nesta segunda-feira (03), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.

  • ChatGPT fora do ar: usuários da inteligência artificial sofrem com mais um dia de instabilidades

    ChatGPT fora do ar: usuários da inteligência artificial sofrem com mais um dia de instabilidades

    O ChatGPT é um chatbot baseado na inteligência artificial da OpenAI que permite conversar com diferentes personalidades e temas.

    O serviço ganhou popularidade nas últimas semanas por sua capacidade de gerar respostas criativas e coerentes.

    No entanto, na quarta-feira (29), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.

    O serviço ganhou popularidade nas últimas semanas por sua capacidade de gerar respostas criativas e coerentes.

    No entanto, na quarta-feira (29), o ChatGPT ficou fora do ar por várias horas, causando frustração e reclamações entre os usuários. Segundo o site oficial, o problema foi causado por uma sobrecarga do servidor, que não conseguiu atender à demanda crescente.

    A OpenAI informou que estava investigando o incidente e trabalhando para restaurar a disponibilidade da plataforma o mais rápido possível. Alguns usuários relataram que o site voltou a funcionar parcialmente no final da tarde, mas ainda apresentava instabilidade e lentidão.

    Não há uma previsão oficial de quando o ChatGPT voltará a funcionar normalmente. Enquanto isso, os usuários podem acompanhar as atualizações de status no site da OpenAI ou nas redes sociais. Também é possível buscar alternativas de chatbots similares ao ChatGPT, como o Chatsonic ou o Replika.

    O ChatGPT é um serviço gratuito para uso pessoal, mas também oferece uma versão premium por US$ 20 mensais, que dá acesso à versão mais recente da inteligência artificial, a GPT-4. Os assinantes da versão premium também foram afetados pelo problema e alguns pediram reembolso ou cancelamento da assinatura.

  • ChatGPT: a ferramenta de IA que pode substituir 300 milhões de trabalhadores

    ChatGPT: a ferramenta de IA que pode substituir 300 milhões de trabalhadores

    A inteligência artificial (IA) generativa é uma tecnologia capaz de criar conteúdo indistinguível da produção humana, como textos, imagens, vídeos e áudios.

    Um exemplo de IA generativa é o ChatGPT, um sistema desenvolvido pela OpenAI que usa um grande modelo de linguagem de máquina (LLM) para gerar respostas coerentes e relevantes a partir de uma entrada de texto.

    O ChatGPT tem aplicações potenciais em diversos setores, como educação, entretenimento, comunicação e marketing. Porém, essa tecnologia também pode trazer desafios e riscos para o mercado de trabalho, pois pode substituir algumas tarefas que hoje são realizadas por humanos.

    Segundo uma pesquisa do Goldman Sachs, publicada na Folha de S.Paulo , a IA generativa pode provocar a automação de um quarto do trabalho realizado nos Estados Unidos e na zona do euro, expondo à automação o equivalente a 300 milhões de trabalhadores em tempo integral nas grandes economias. Advogados e funcionários administrativos estariam entre os mais vulneráveis a essa mudança.

    A pesquisa também aponta que a IA generativa pode aumentar o produto interno bruto global anual em 7% num período de dez anos, ao desencadear um boom de produtividade. Além disso, a maioria dos trabalhadores teria menos da metade de sua carga de trabalho automatizada e poderia se dedicar a atividades mais criativas e estratégicas.

    Portanto, a IA generativa é uma tecnologia promissora, mas que requer atenção e regulação para evitar impactos negativos na sociedade e na economia. O ChatGPT é uma das ferramentas que podem revolucionar o mercado de trabalho e mudar a forma como nos comunicamos e interagimos com as máquinas.

    Fonte: Folha de S.Paulo

    Um exemplo de IA generativa é o ChatGPT, um sistema desenvolvido pela OpenAI que usa um grande modelo de linguagem de máquina (LLM) para gerar respostas coerentes e relevantes a partir de uma entrada de texto.

    O ChatGPT tem aplicações potenciais em diversos setores, como educação, entretenimento, comunicação e marketing. Porém, essa tecnologia também pode trazer desafios e riscos para o mercado de trabalho, pois pode substituir algumas tarefas que hoje são realizadas por humanos.

    Segundo uma pesquisa do Goldman Sachs, publicada na Folha de S.Paulo , a IA generativa pode provocar a automação de um quarto do trabalho realizado nos Estados Unidos e na zona do euro, expondo à automação o equivalente a 300 milhões de trabalhadores em tempo integral nas grandes economias. Advogados e funcionários administrativos estariam entre os mais vulneráveis a essa mudança.

    A pesquisa também aponta que a IA generativa pode aumentar o produto interno bruto global anual em 7% num período de dez anos, ao desencadear um boom de produtividade. Além disso, a maioria dos trabalhadores teria menos da metade de sua carga de trabalho automatizada e poderia se dedicar a atividades mais criativas e estratégicas.

    Portanto, a IA generativa é uma tecnologia promissora, mas que requer atenção e regulação para evitar impactos negativos na sociedade e na economia. O ChatGPT é uma das ferramentas que podem revolucionar o mercado de trabalho e mudar a forma como nos comunicamos e interagimos com as máquinas.

    Fonte: Folha de S.Paulo