Tag: China

  • O rio de sangue que está aterrorizando os chineses

    Um “rio de sangue” deixou os chineses espantados quando do nada um tradicional rio inesperadamente se tornou vermelho, numa tonalidade de sangue.

    O incidente ocorreu na cidade de Yibin, na província de Sichuan, China. Os residentes da cidade ficaram muito assustados e informam as autoridades locais.

    Segundo explica os especialistas, a mudança de cor foi causada pelo vazamento de tinta de uma fábrica próxima. Neste contexto, os trabalhadores da fábrica asseguram que a tinta não causará danos às pessoas e ao meio ambiente, sendo que não contém quaisquer substâncias tóxicas. No entanto, a empresa terá que pagar uma multa.

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    Para acalmar os moradores locais e evitar uma possível contaminação, os ecologistas instalaram rapidamente três represas para filtrar a água colorida. O rio Xiangbi é um afluente do rio Yangtzé, um dos mais importantes na China, onde habitam espécies raras tais como jacaré-da-china e esturjão-do-yangtzé.

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=15&v=-QDPTuCIY6A

    Com informações da Sputnik Brasil.

  • Chineses estariam desenvolvendo um rifle “AK-47 a laser”

    Depois que a imprensa chinesa informou sobre o desenvolvimento do rifle “AK-47 a laser”, por engenheiros chineses, especialistas do mundo inteiro tentam imaginar como essa arma funcionaria. As declarações dos desenvolvedores animaram ainda mais os entusiastas.

    “Ninguém saberá de onde foi realizado o disparo. Vai parecer um acidente”, disse um dos desenvolvedores do rifle a um jornal local.

    Para o especialista militar Aleksei Leonkov, o laser tem limitações e provavelmente este rifle não será nada do que imaginamos. Em entrevista à Rádio Sputnik, ele comentou o trabalho dos engenheiros chineses.

    “É difícil classificar esse produto como uma arma. O laser tem limitações de alcance e para transformá-lo em uma arma letal será necessária uma fonte de energia. Mas o laser pode ser usado como elemento para cegar, para neutralizar, por exemplo, meios óticos e elétricos presentes em tanques, veículos blindados de transporte de pessoal e veículos de combate de infantaria – todos eles usam esses dispositivos”, disse.

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    “O desenvolvimento é interessante, mas é bastante duvidoso em termos militares. Certamente, não é aquela arma que vimos em filmes de ação, onde os rifles a laser são usados em ações de combate”, acrescentou Leonkov.

    Ele ressaltou que, assim que surgirem dados técnicos, será possível determinar para que finalidade essa arma foi projetada. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Arquivos secretos mostram que Reino Unido achava que URSS e China tinham tecnologias alienígenas

    Os arquivos secretos, denominados “Arquivo X britânico”, revelaram que o Ministério da Defesa britânico passou meio século caçando OVNIs, motivado pela preocupação de que a União Soviética ou a China já tivessem obtido tecnologia alienígena.

    Segundo documentos obtidos recentemente pelo investigador David Clarke, entre 1947 e 1997 os serviços de inteligência britânicos tinham duas divisões focadas em investigar relatos e supostos testemunhos de OVNIs.

    No início deste mês, Clarke obteve cópias dos relatórios da divisão de Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP, na sigla em inglês) do Ministério da Defesa britânico.

    De acordo com o relatório da UAP, a Força Aérea Real estava “particularmente interessada em qualquer nova tecnologia […]”, informou o site news.com.au em 2 de julho. Os documentos também revelaram que o governo britânico estava interessado em encontrar OVNIs para usar suas tecnologias contra os inimigos durante a Guerra Fria, que ocorreu entre 1945 e 1990 entre os países socialistas aliados à União Soviética e as potências ocidentais lideradas pelos EUA.

    “Apesar de os documentos terem sido parcialmente censurados, eles não podem esconder o fato de que os militares britânicos queriam se apoderar da tecnologia OVNI — ou do que eles próprios chamaram de ‘nova tecnologia em armamentos’”, disse Clarke à edição Sun.

    “Os arquivos revelam que eles estavam desesperados por obter essa tecnologia — de onde quer que viesse — antes dos russos ou chineses”, acrescentou.

    Nick Pope, um ex-funcionário que trabalhou para o Ministério da Defesa do Reino Unido entre 1985 e 2006, disse que tem trabalhado com seus ex-colegas para garantir que os arquivos desse projeto do governo britânico sejam revelados ao público.

    “Liderei o projeto de OVNIs do governo britânico e estou satisfeito por vários ufólogos terem obtido documentos sobre meu antigo trabalho”, disse ao Sputnik Internacional.

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    Pope também confirmou que o governo britânico sabia das pesquisas russas e chinesas relacionadas com os OVNIs e estava tentando desenvolver suas próprias tecnologias militares alienígenas. Os britânicos queriam obter algumas “novas tecnologias bélicas” dos ONVIs, por exemplo, uma espécie de arma de energia direcionada, acrescentou o especialista.

    “Se tal coisa fosse possível, evidentemente não queríamos que os russos ou os chineses fossem os primeiros a apoderar-se dela. Embora eu não caracterize isso como uma corrida para adquirir ‘armas alienígenas’, o que fizemos foi provavelmente tão estranho como qualquer coisa que você pode ver em episódios do Arquivo X [uma popular série de televisão dedicada às investigações de casos envolvendo fenômenos paranormais]”, observou ele.

    Segundo o investigador de OVNIs John Tenney, os documentos recentemente obtidos revelam que, enquanto os principais governos do mundo continuam dizendo às populações que não há razão para terem receio de fenômenos alienígenas, os próprios governos estão realmente interessados e ativamente engajados em um processo contínuo de pesquisa.

    “Durante décadas, governos, autoridades e a mídia descrevem os que estão interessados em fenômenos ligados a OVNIs como pessoas irracionais, delirantes ou paranoicas, enquanto, ao mesmo tempo, gastam milhões de dólares dos contribuintes investigando os mesmos fenômenos e as consequências que esses fenômenos podem ter”, concluiu Tenney. Com informações da Sputnik Brasil.

  • China avança na exploração lunar e coloca satélite no lado oculto da Lua

    Para quem disse que a exploração lunar não estava mais nos planos das agências espaciais se surpreendeu com essa notícia. Considerada por muitos um local extremamente estratégico, a Lua voltou a ser o centro das atenções nos últimos anos.

    Agora, o satélite retransmissor chinês Queqiao, que deverá estabelecer no futuro a comunicação com uma sonda exploradora no lado oculto da Lua, foi colocado no chamado ponto de libração L2, segundo a Administração Espacial Nacional da China (CSNA).

    O satélite, cujo nome se traduz do chinês como “ponte de maitaca”, entrou às 3h06 GMT (0h06 no horário do Brasil) na chamada órbita de halo, próxima ao ponto Lagrange L2, a uns 65.000 quilômetros da Lua.

    “É o primeiro satélite de comunicação do mundo que funciona nessa órbita. Ele lançará os alicerces para que o Chang’e-4 se converta na primeira sonda de exploração a realizar uma aterrissagem suave no lado oculto da Lua [no fim deste ano]”, disse o presidente da Academia de Tecnologia Espacial da China, Zhang Hongtai.

    O Queqiao foi lançado em 21 de maio a partir da base especial de Xichang, no sudoeste da China.

    O programa chinês de exploração da Lua consiste de três etapas: voo ao redor da Lua, aterrissagem na Lua e retorno à Terra. A primeira etapa foi concluída com sucesso. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Desiludido com a pesquisa científica no Brasil? A China está a procura de pesquisadores brasileiros

    De olho na capacidade profissional de pesquisadores brasileiros e latinoamericanos, e com um orçamento de US$ 280 bilhões para investir em projetos científicos e tecnológicos, a China está recrutando profissionais para trabalhar em instituições de ponta no país por um prazo de seis meses a um ano renováveis.

    As inscrições estão abertas para diversas áreas, e o candidato deve ter, no máximo, 45 anos, experiência de cinco anos em pesquisa ou ter o doutorado concluído. Para ser contratado, os interessados devem contatar universidades e instituições públicas chinesas e apresentar suas qualificações. Vale notar que, desde 2016, a China lidera a pesquisa tecnológica mundial, deixando o país no primeiro lugar do ranking em pedidos e autorizações de patentes (1,2 milhão de projetos) e novas concepções tecnológicas (322 mil).

    Falando à Sputnik Brasil, o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich, confirma não só o crescente interesse chinês como também de outros países na atração de pesquisadores brasileiros, lamenta a situação e se mostra preocupado com o futuro do desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil.

    “A China já há alguns anos está dando uma importância extrema ao desenvolvimento da ciência e tecnologia. Basta ver que em plena época de crise. Em 2012, eles aumentaram o financiamento de pesquisa básica em 26% em relação ao ano anterior, estão contratando pesquisadores em várias partes do mundo, pagando salários bastante competitivos, investindo não só na pesquisa que tem aplicação a mais curto prazo mas também na básica, a que promove a revolução em nosso cotidiano, a que dá origem ao que chamamos de inovação disruptiva”, diz Davidovich.

    O presidente da ABC lembra que os chineses estão na dianteira tecnológica há tempos. Em 2016, por exemplo, lançaram um satélite artificial de comunicação quântica que permite experimentos na fronteira do conhecimento, passando os Estados Unidos. Segundo Davidovich, eles estão com recorde de patentes em várias áreas e criando diversas instituições. Mesmo nos EUA, diz, há um esforço nesse sentido. O próprio Congresso americano vetou os cortes determinados pelo presidente Donald Trump em ciência e tecnologia e ainda promoveu um aumento de 8% no orçamento da NASA, de 5% nos institutos nacionais de saúde e de 4% no Conselho Nacional de Pesquisas, além de um acréscimo de US$ 20 bilhões sobre o orçamento de 2017.

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    “Há um movimento internacional que reconhece que o investimento em ciência e inovação tecnológica é a melhor maneira de combater a crise. A União Europeia chegou a um acordo pelo qual vai atingir, em 2020, 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em investimento em pesquisa e desenvolvimento, enquanto no Brasil estamos estacionados em torno de 1%. São jovens pesquisadores que saem atraídos pela China e por outros países. Se pegarmos o orçamento que foi aprovado pelo Congresso para esse ano para o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação para a área de custeio e capital (recursos que vão para pesquisa), foi pouco mais de R$ 4 bilhões, isso representa 40% do que tínhamos em 2010”, desabafa o presidente da ABC.

    Davidovich diz não saber de uma estratégia política que vise a diminuir o protagonismo internacional do Brasil, mas assegura que as políticas que estão sendo adotadas acarretam exatamente isso, e em prejuízo também da população que deixa de usufruir de descobertas da ciência que podem ser usadas para melhorar a saúde, a segurança alimentar, a utilização da energia e impactar várias áreas do desenvolvimento. Segundo ele, o orçamento para ciência e tecnologia foi aumentando até 2010 e a partir de então começou a ter flutuações. Em 2013 atingiu o pico e começou a diminuir, com os maiores cortes ocorrendo nos últimos dois anos.

    “Se olharmos para a área de agricultura, que tem sido considerado o grande esteio da economia brasileira, é bom lembrar que alcançamos esse nível graças à ciência brasileira, como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Queria lembrar que uma heroína brasileira é a professora Johanna Dobereiner, vice-presidente da ABC. Fazendo pesquisas em um laboratório da Embrapa aqui no Estado do Rio e na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro ela desenvolveu um método de absorver nitrogênio para plantas usando bactérias. Graças a esse método,a produtividade da soja no Brasil foi aumentada quatro vezes na média e, em algumas regiões, de sete a oito”, afirma Davidovich.

    Para o presidente da ABC, esse método liberou o Brasil da importação de adubo nitrogenado, o que rendeu uma economia ao país de US$ 13 bilhões só no ano passado. Segundo ele, a tecnologia que o país desenvolveu na agricultura também tende a ficar obsoleta, daí a importância da continuidade das pesquisas. Davidovich diz que o próprio agronegócio também está sendo prejudicado pelos cortes orçamentários.

    “A China está comprando terras e soja na África, que será muito mais barata do que a brasileira, porque o frete é mais barato. Temos que olhar o que está acontecendo no mundo e alavancar a ciência e a tecnologia no Brasil para que possamos sempre ser competitivos. Esse valor foi construído durante décadas. Lá no final do século 19, início do 20, tivemos a inauguração do Instituto Agronômico de Campinas, da Escola Superior Luiz de Queiróz (SP) que começaram a formar os profissionais que seriam fundamentais para uma Embrapa. Essas vitórias em certames internacionais são devidas ao desenvolvimento de instituições como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada, ao CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), em 1951, de uma Capes. Construir isso leva décadas. Destruir você consegue fazer em dois anos”, conclui Davidovich.

    Maiores informações sobre vaga para pesquisadores na China podem ser obtidas pelo email: tysp@cstec.org.cn ou pelo endereço 54 Sanlihe Road, Beijing 100 045, China. Com informações da Sputnik Brasil

  • China afirma que Kim confirmou compromisso com desnuclearização da Coreia

    A China anunciou oficialmente nesta quarta-feira (28) – terça-feira (27) no Brasil – que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, realizou uma visita a Pequim esta semana, durante a qual afirmou seu compromisso para alcançar a desnuclearização da península coreana. As informações são da EFE.

    “Nossa posição constante é estar comprometidos com a desnuclearização da península”, declarou Kim durante suas reuniões com o presidente da China, Xi Jinping, segundo informou a agência oficial chinesa Xinhua.

    Kim, que pode se reunir nos próximos meses com os presidentes da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, disse confiar que esse diálogo pode render frutos depois dos passos dados pelo seu país para reduzir a tensão.

    “A questão da desnuclearização da península coreana pode ser resolvida se a Coreia do Sul e os Estados Unidos responderem a nossos esforços com boa vontade e criarem uma atmosfera de paz e estabilidade enquanto tomam medidas progressivas e sincronizadas para se chegar à paz”, acrescentou Kim.

    O líder norte-coreano ressaltou ainda que quer aumentar a cooperação estratégica com a China durante todo este processo.

    Por sua vez, Xi Jiping ressaltou o apreço de Pequim pelos passos dados pela Coreia do Norte nos últimos meses para avançar na distensão e reiterou que a China terá uma atitude construtiva e trabalhará com todas as partes, às quais pediu que apoiem a atual melhoria de relações entre as duas Coreias.

    Ambos dirigentes também concordaram em aprofundar as relações bilaterais, que tinham se esfriado notoriamente nos últimos anos.

    Pequim foi tradicionalmente o maior aliado diplomático e econômico de Pyongyang, mas nos últimos anos apoiou e colocou em prática sucessivas resoluções do Conselho de Segurança da ONU com sanções econômicas contra a Coreia do Norte por seus programas de armas nucleares e de mísseis balísticos.

    Kim esteve em território chinês entre domingo e quarta-feira, segundo informação oficial (o que incluiria os deslocamentos em trem), nesta que foi sua primeira visita ao exterior desde que chegou ao poder no início de 2011.

    O líder norte-coreano viajou acompanhado da sua esposa, Ri Sol-Ju.

    Os dirigentes tiveram uma reunião no Grande Palácio do Povo, em data que não foi confirmada, mas que provavelmente ocorreu na segunda-feira, dia em que a praça Tiananmen esteve fechada.

    Além disso, Xi e sua esposa, Peng Liyuan, assistiram a uma apresentação artística.

    Por: EBC

  • Empresário chinês viaja 800 km para agredir cliente que criticou o seu negócio

    Como se não bastasse os haters virtuais, agora eles saem da toca para o mundo real. Pelo menos foi o que o dono de uma empresa de atacado online fez na China. Ele viajou cerca de 800 km para encontrar uma cliente, que havia reclamado do serviço de entrega da sua empresa.

    Segundo ela, a uma encomenda foi entregue com quatro dias de atraso e ela não recebeu nenhum comunicado da empresa sobre o ocorrido.

    Aparentemente o empresário não gostou nada da crítica e foi até a cidade da moça para tirar satisfações. Chegando lá, ele se encontrou com ela e partiu para agressão.

    O momento foi captado pelas câmaras de segurança. Segundo a vítima, o agressor falou que viajou a noite toda “para lhe dar uma lição”. A mulher teve de receber assistência hospitalar e a polícia está investigando o caso.

    https://www.youtube.com/watch?v=-Rg5pST4dYs