O Brasil e a China vão anunciar um acordo de cooperação e intercâmbio em tecnologias de semicondutores, 5G, 6G e as próximas gerações de redes móveis, inteligência artificial e células fotovoltaicas.
O acordo deve ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, na próxima semana.
Os semicondutores são componentes essenciais para o funcionamento de dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores e carros elétricos. Eles também são fundamentais para o avanço das redes de comunicação sem fio, que permitem a transmissão de dados em alta velocidade e baixa latência.
O 6G é a próxima fronteira da tecnologia móvel, que promete oferecer velocidades até 100 vezes maiores que o 5G, além de suportar novas aplicações como hologramas, realidade aumentada e internet das coisas. No entanto, para alcançar esse nível de desempenho, são necessários chips mais avançados e eficientes.
A China é um dos países que lideram o desenvolvimento do 6G, tendo lançado o primeiro satélite experimental para testar essa tecnologia em novembro de 2020. O país também domina quase metade do mercado mundial da etapa final dos semicondutores, chamada de backend.
O Brasil tem interesse em ampliar sua capacidade produtiva e tecnológica na área de semicondutores, tanto no backend quanto no frontend, que é a etapa inicial da fabricação dos componentes. Hoje, o país depende da importação desses insumos e enfrenta dificuldades para atender à demanda interna.
Com o acordo com a China, o Brasil espera receber investimentos e transferência de tecnologia para fortalecer sua indústria nacional de semicondutores e se preparar para as novas gerações de redes móveis. O acordo também prevê capacitação em desenvolvimento de aplicativos, nuvem, internet das coisas e algoritmos em aplicativos para a indústria.
O acordo entre Brasil e China pode ser visto como uma oportunidade para ambos os países se beneficiarem mutuamente do avanço tecnológico e se posicionarem como protagonistas no cenário global do 6G.
Fontes:
O acordo deve ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, na próxima semana.
Os semicondutores são componentes essenciais para o funcionamento de dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores e carros elétricos. Eles também são fundamentais para o avanço das redes de comunicação sem fio, que permitem a transmissão de dados em alta velocidade e baixa latência.
O 6G é a próxima fronteira da tecnologia móvel, que promete oferecer velocidades até 100 vezes maiores que o 5G, além de suportar novas aplicações como hologramas, realidade aumentada e internet das coisas. No entanto, para alcançar esse nível de desempenho, são necessários chips mais avançados e eficientes.
A China é um dos países que lideram o desenvolvimento do 6G, tendo lançado o primeiro satélite experimental para testar essa tecnologia em novembro de 2020. O país também domina quase metade do mercado mundial da etapa final dos semicondutores, chamada de backend.
O Brasil tem interesse em ampliar sua capacidade produtiva e tecnológica na área de semicondutores, tanto no backend quanto no frontend, que é a etapa inicial da fabricação dos componentes. Hoje, o país depende da importação desses insumos e enfrenta dificuldades para atender à demanda interna.
Com o acordo com a China, o Brasil espera receber investimentos e transferência de tecnologia para fortalecer sua indústria nacional de semicondutores e se preparar para as novas gerações de redes móveis. O acordo também prevê capacitação em desenvolvimento de aplicativos, nuvem, internet das coisas e algoritmos em aplicativos para a indústria.
O acordo entre Brasil e China pode ser visto como uma oportunidade para ambos os países se beneficiarem mutuamente do avanço tecnológico e se posicionarem como protagonistas no cenário global do 6G.
Fontes:
