Tag: cólon

  • Arrotar muito pode ser sinal de câncer de cólon

    Arrotar muito pode ser sinal de câncer de cólon

    Você sabia que arrotar muito pode ser um sintoma de uma doença grave?

    É o que aconteceu com Bailey McBreen, uma enfermeira americana de 25 anos que descobriu ter câncer de cólon em estágio avançado após começar a arrotar de 5 a 10 vezes por dia.

    Bailey contou que nunca arrotava antes e que achou estranho quando os arrotos começaram em 2021, durante uma viagem com o namorado. Ela não deu muita atenção ao problema e nem os médicos suspeitaram de algo sério. Eles atribuíram os arrotos à ansiedade e ao refluxo ácido.

    No entanto, em janeiro de 2023, Bailey começou a sentir dores fortes no estômago, náuseas, vômitos e dificuldade para ir ao banheiro. Ela foi ao hospital e recebeu a notícia de que tinha um tumor no cólon, que é a parte final do intestino grosso.

    O câncer de cólon é um dos tipos mais comuns de câncer no mundo e pode afetar pessoas de qualquer idade. Os principais fatores de risco são o histórico familiar, a obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e carne vermelha, e a falta de atividade física.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor abdominal, perda de peso e anemia. Mas, em alguns casos, os arrotos podem ser um sinal de alerta, especialmente se forem frequentes e acompanhados de outros desconfortos.

    Segundo o oncologista de Bailey, os arrotos excessivos podem ser causados pelo tumor que bloqueia a passagem da comida pelo intestino, fazendo com que ela fique retida e produza gases. Esses gases podem voltar pelo esôfago e sair pela boca em forma de arroto.

    Bailey passou por uma cirurgia para remover parte do cólon e dos gânglios linfáticos afetados pelo câncer. Ela também fez quimioterapia e está aguardando os resultados para saber se precisará de mais tratamento.

    Ela disse que ficou em choque quando soube do diagnóstico e que as primeiras palavras que disse foram: “Não estou pronta para morrer”. Ela também afirmou que quer compartilhar sua história para alertar outras pessoas sobre a importância de prestar atenção aos sinais do corpo e procurar ajuda médica.

    Se você também arrota muito ou tem algum dos outros sintomas mencionados neste artigo, não hesite em buscar orientação profissional. O câncer de cólon tem mais chances de cura quando é detectado precocemente. Cuide da sua saúde e da sua qualidade de vida.

    É o que aconteceu com Bailey McBreen, uma enfermeira americana de 25 anos que descobriu ter câncer de cólon em estágio avançado após começar a arrotar de 5 a 10 vezes por dia.

    Bailey contou que nunca arrotava antes e que achou estranho quando os arrotos começaram em 2021, durante uma viagem com o namorado. Ela não deu muita atenção ao problema e nem os médicos suspeitaram de algo sério. Eles atribuíram os arrotos à ansiedade e ao refluxo ácido.

    No entanto, em janeiro de 2023, Bailey começou a sentir dores fortes no estômago, náuseas, vômitos e dificuldade para ir ao banheiro. Ela foi ao hospital e recebeu a notícia de que tinha um tumor no cólon, que é a parte final do intestino grosso.

    O câncer de cólon é um dos tipos mais comuns de câncer no mundo e pode afetar pessoas de qualquer idade. Os principais fatores de risco são o histórico familiar, a obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e carne vermelha, e a falta de atividade física.

    Os sintomas mais comuns são sangue nas fezes, alteração do hábito intestinal, dor abdominal, perda de peso e anemia. Mas, em alguns casos, os arrotos podem ser um sinal de alerta, especialmente se forem frequentes e acompanhados de outros desconfortos.

    Segundo o oncologista de Bailey, os arrotos excessivos podem ser causados pelo tumor que bloqueia a passagem da comida pelo intestino, fazendo com que ela fique retida e produza gases. Esses gases podem voltar pelo esôfago e sair pela boca em forma de arroto.

    Bailey passou por uma cirurgia para remover parte do cólon e dos gânglios linfáticos afetados pelo câncer. Ela também fez quimioterapia e está aguardando os resultados para saber se precisará de mais tratamento.

    Ela disse que ficou em choque quando soube do diagnóstico e que as primeiras palavras que disse foram: “Não estou pronta para morrer”. Ela também afirmou que quer compartilhar sua história para alertar outras pessoas sobre a importância de prestar atenção aos sinais do corpo e procurar ajuda médica.

    Se você também arrota muito ou tem algum dos outros sintomas mencionados neste artigo, não hesite em buscar orientação profissional. O câncer de cólon tem mais chances de cura quando é detectado precocemente. Cuide da sua saúde e da sua qualidade de vida.

  • Cromossomo Y pode aumentar risco de câncer em homens, dizem estudos

    Cromossomo Y pode aumentar risco de câncer em homens, dizem estudos

    Dois trabalhos publicados na revista Nature mostram como a perda ou a presença do cromossomo Y pode influenciar a agressividade de tumores de bexiga e de cólon.

    Os homens são mais propensos do que as mulheres a desenvolver e morrer de alguns tipos de câncer que não afetam os órgãos reprodutivos, como o câncer de bexiga e o câncer colorretal. Por muito tempo, acreditou-se que isso se devia a fatores de estilo de vida, como o tabagismo e o consumo de álcool. Mas estudos recentes sugerem que há também um componente genético envolvido.

    O cromossomo Y, que é encontrado em pessoas que se identificam como homens, pode ter um papel importante nessa diferença. O cromossomo Y pode se perder espontaneamente durante a divisão celular, e isso ocorre com mais frequência à medida que os homens envelhecem. A perda do cromossomo Y em algumas células tem sido associada a doenças como problemas cardíacos, neurodegenerativas e alguns cânceres.

    Um dos estudos publicados na Nature analisou como a perda do cromossomo Y afeta o câncer de bexiga, um tipo de tumor que é mais frequente e mais agressivo em homens do que em mulheres. Os pesquisadores estudaram células humanas de câncer de bexiga que haviam perdido seu cromossomo Y naturalmente ou por meio da edição genética com a técnica CRISPR-Cas9. Eles descobriram que essas células eram mais agressivas quando transplantadas em camundongos do que as células que ainda tinham seu cromossomo Y. Eles também descobriram que as células imunológicas ao redor dos tumores sem o cromossomo Y tendiam a ser disfuncionais.

    Em camundongos, um anticorpo terapêutico que pode restaurar a atividade dessas células imunológicas foi mais eficaz contra esses tumores sem o cromossomo Y do que contra os tumores que ainda tinham seu cromossomo Y. Isso sugere que a perda do cromossomo Y pode permitir que os tumores de bexiga escapem da detecção pelo sistema imunológico.

    O outro estudo publicado na Nature investigou como a presença do cromossomo Y afeta o câncer colorretal, outro tipo de tumor que tem um viés masculino. Os pesquisadores identificaram um gene específico no cromossomo Y de camundongos que aumenta o risco de alguns cânceres colorretais se espalharem para outras partes do corpo. Esse gene, chamado Sry, está envolvido na determinação do sexo masculino nos mamíferos e também regula a expressão de outros genes relacionados à inflamação e ao metabolismo.

    Os pesquisadores descobriram que camundongos machos com esse gene tinham mais metástases (células tumorais que se espalham pelo corpo) do que camundongos fêmeas ou camundongos machos sem esse gene. Eles também descobriram que esse gene estava ativo em algumas células humanas de câncer colorretal e estava associado a um pior prognóstico.

    Juntos, os dois estudos são um passo em direção à compreensão de por que tantos cânceres têm uma tendência maior em homens, diz Sue Haupt, uma pesquisadora de câncer do George Institute of Global Health em Sydney, Austrália, que não participou dos trabalhos. “Está ficando claro que é além do estilo de vida”, diz ela. “Há um componente genético”.

    Fonte: Link.

    Os homens são mais propensos do que as mulheres a desenvolver e morrer de alguns tipos de câncer que não afetam os órgãos reprodutivos, como o câncer de bexiga e o câncer colorretal. Por muito tempo, acreditou-se que isso se devia a fatores de estilo de vida, como o tabagismo e o consumo de álcool. Mas estudos recentes sugerem que há também um componente genético envolvido.

    O cromossomo Y, que é encontrado em pessoas que se identificam como homens, pode ter um papel importante nessa diferença. O cromossomo Y pode se perder espontaneamente durante a divisão celular, e isso ocorre com mais frequência à medida que os homens envelhecem. A perda do cromossomo Y em algumas células tem sido associada a doenças como problemas cardíacos, neurodegenerativas e alguns cânceres.

    Um dos estudos publicados na Nature analisou como a perda do cromossomo Y afeta o câncer de bexiga, um tipo de tumor que é mais frequente e mais agressivo em homens do que em mulheres. Os pesquisadores estudaram células humanas de câncer de bexiga que haviam perdido seu cromossomo Y naturalmente ou por meio da edição genética com a técnica CRISPR-Cas9. Eles descobriram que essas células eram mais agressivas quando transplantadas em camundongos do que as células que ainda tinham seu cromossomo Y. Eles também descobriram que as células imunológicas ao redor dos tumores sem o cromossomo Y tendiam a ser disfuncionais.

    Em camundongos, um anticorpo terapêutico que pode restaurar a atividade dessas células imunológicas foi mais eficaz contra esses tumores sem o cromossomo Y do que contra os tumores que ainda tinham seu cromossomo Y. Isso sugere que a perda do cromossomo Y pode permitir que os tumores de bexiga escapem da detecção pelo sistema imunológico.

    O outro estudo publicado na Nature investigou como a presença do cromossomo Y afeta o câncer colorretal, outro tipo de tumor que tem um viés masculino. Os pesquisadores identificaram um gene específico no cromossomo Y de camundongos que aumenta o risco de alguns cânceres colorretais se espalharem para outras partes do corpo. Esse gene, chamado Sry, está envolvido na determinação do sexo masculino nos mamíferos e também regula a expressão de outros genes relacionados à inflamação e ao metabolismo.

    Os pesquisadores descobriram que camundongos machos com esse gene tinham mais metástases (células tumorais que se espalham pelo corpo) do que camundongos fêmeas ou camundongos machos sem esse gene. Eles também descobriram que esse gene estava ativo em algumas células humanas de câncer colorretal e estava associado a um pior prognóstico.

    Juntos, os dois estudos são um passo em direção à compreensão de por que tantos cânceres têm uma tendência maior em homens, diz Sue Haupt, uma pesquisadora de câncer do George Institute of Global Health em Sydney, Austrália, que não participou dos trabalhos. “Está ficando claro que é além do estilo de vida”, diz ela. “Há um componente genético”.

    Fonte: Link.