Tag: Combustíveis

  • O fim dos combustíveis fósseis pode estar mais próximo do que o esperado

    O fim dos combustíveis fósseis pode estar mais próximo do que o esperado

    Os combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural, são fontes de energia não renováveis, ou seja, que se esgotam com o tempo.

    Além disso, a queima desses combustíveis libera gases que contribuem para o aquecimento global e a poluição do ar. Por esses motivos, muitos países e empresas estão buscando alternativas mais limpas e sustentáveis para a geração de energia, especialmente no setor de transporte.

    Segundo um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), a demanda global por petróleo deve atingir o pico em 2030 e cair cerca de 10% até 2050. Isso se deve à maior eficiência energética dos veículos, à eletrificação dos transportes e à adoção de biocombustíveis e hidrogênio. A AIE também prevê que as energias renováveis, como a solar e a eólica, devem responder por 80% da produção de eletricidade em 2050.

    Nesse cenário, a Petrobras, a maior empresa de petróleo do Brasil, pode enfrentar grandes desafios para se adaptar à transição energética. A companhia tem investido bilhões de dólares na exploração de petróleo na camada pré-sal, que é considerada uma das maiores reservas do mundo. No entanto, essa aposta pode se tornar inviável se os preços do petróleo caírem e a demanda por combustíveis fósseis diminuir.

    Alguns especialistas defendem que a Petrobras deveria diversificar sua matriz energética e investir mais em fontes renováveis, como a eólica, a solar e a de biomassa. Essas fontes têm custos mais baixos, menor impacto ambiental e maior potencial de crescimento no mercado. Além disso, a Petrobras poderia aproveitar sua experiência em pesquisa e desenvolvimento para inovar em tecnologias de baixo carbono, como o hidrogênio verde e o captura e armazenamento de carbono.

    Os postos de combustíveis também precisam se preparar para um futuro sem reabastecimento de gasolina e diesel. Uma das alternativas é se transformar em pontos de recarga de veículos elétricos, que são cada vez mais populares no mundo. Outra opção é oferecer outros serviços aos clientes, como lojas de conveniência, oficinas mecânicas, lavagem de carros e até mesmo espaços de lazer e alimentação.

    Os carros do futuro devem contar com diferentes tecnologias de energia renovável, que podem substituir ou complementar os motores a combustão. Algumas dessas tecnologias são:

    • Veículos elétricos: são movidos por baterias recarregáveis que armazenam energia elétrica proveniente de fontes renováveis, como a solar e a eólica. Esses veículos têm a vantagem de não emitir poluentes, de terem maior eficiência energética e de reduzirem os custos de manutenção.

    • Veículos híbridos: são aqueles que combinam dois tipos de motores, um a combustão e outro elétrico. Esses veículos podem alternar entre os motores ou usá-los simultaneamente, de acordo com a necessidade. Assim, eles conseguem economizar combustível, emitir menos gases e aproveitar a energia cinética gerada nas frenagens.

    • Veículos a hidrogênio: são aqueles que usam células a combustível para converter o hidrogênio em eletricidade, que alimenta um motor elétrico. O hidrogênio pode ser produzido a partir de fontes renováveis, como a eletrólise da água usando energia solar ou eólica. O único subproduto da reação é a água, que pode ser reaproveitada ou liberada no ambiente.

    E aí, para qual dessas tecnologias vai a sua aposta?

    Além disso, a queima desses combustíveis libera gases que contribuem para o aquecimento global e a poluição do ar. Por esses motivos, muitos países e empresas estão buscando alternativas mais limpas e sustentáveis para a geração de energia, especialmente no setor de transporte.

    Segundo um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), a demanda global por petróleo deve atingir o pico em 2030 e cair cerca de 10% até 2050. Isso se deve à maior eficiência energética dos veículos, à eletrificação dos transportes e à adoção de biocombustíveis e hidrogênio. A AIE também prevê que as energias renováveis, como a solar e a eólica, devem responder por 80% da produção de eletricidade em 2050.

    Nesse cenário, a Petrobras, a maior empresa de petróleo do Brasil, pode enfrentar grandes desafios para se adaptar à transição energética. A companhia tem investido bilhões de dólares na exploração de petróleo na camada pré-sal, que é considerada uma das maiores reservas do mundo. No entanto, essa aposta pode se tornar inviável se os preços do petróleo caírem e a demanda por combustíveis fósseis diminuir.

    Alguns especialistas defendem que a Petrobras deveria diversificar sua matriz energética e investir mais em fontes renováveis, como a eólica, a solar e a de biomassa. Essas fontes têm custos mais baixos, menor impacto ambiental e maior potencial de crescimento no mercado. Além disso, a Petrobras poderia aproveitar sua experiência em pesquisa e desenvolvimento para inovar em tecnologias de baixo carbono, como o hidrogênio verde e o captura e armazenamento de carbono.

    Os postos de combustíveis também precisam se preparar para um futuro sem reabastecimento de gasolina e diesel. Uma das alternativas é se transformar em pontos de recarga de veículos elétricos, que são cada vez mais populares no mundo. Outra opção é oferecer outros serviços aos clientes, como lojas de conveniência, oficinas mecânicas, lavagem de carros e até mesmo espaços de lazer e alimentação.

    Os carros do futuro devem contar com diferentes tecnologias de energia renovável, que podem substituir ou complementar os motores a combustão. Algumas dessas tecnologias são:

    • Veículos elétricos: são movidos por baterias recarregáveis que armazenam energia elétrica proveniente de fontes renováveis, como a solar e a eólica. Esses veículos têm a vantagem de não emitir poluentes, de terem maior eficiência energética e de reduzirem os custos de manutenção.

    • Veículos híbridos: são aqueles que combinam dois tipos de motores, um a combustão e outro elétrico. Esses veículos podem alternar entre os motores ou usá-los simultaneamente, de acordo com a necessidade. Assim, eles conseguem economizar combustível, emitir menos gases e aproveitar a energia cinética gerada nas frenagens.

    • Veículos a hidrogênio: são aqueles que usam células a combustível para converter o hidrogênio em eletricidade, que alimenta um motor elétrico. O hidrogênio pode ser produzido a partir de fontes renováveis, como a eletrólise da água usando energia solar ou eólica. O único subproduto da reação é a água, que pode ser reaproveitada ou liberada no ambiente.

    E aí, para qual dessas tecnologias vai a sua aposta?

  • Como a nova alíquota do ICMS afeta o preço dos combustíveis

    Como a nova alíquota do ICMS afeta o preço dos combustíveis

    A partir de hoje, 1º de junho de 2023, entra em vigor a alíquota única e fixa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a gasolina e o etanol. A cobrança será de R$ 1,22 por litro em todo o território nacional. Atualmente, as alíquotas são proporcionais ao valor e são definidas…

    Essa mudança na regra tributária foi instituída pela Lei Complementar nº 192, de 2022, com o objetivo de simplificar a cobrança do imposto e evitar a variação quinzenal dos preços dos combustíveis nas bombas. O ICMS é um imposto estadual e compõe o preço da maioria dos produtos vendidos no país.

    Mas o que isso significa para o consumidor final? Na prática, o valor fixado acabou sendo superior ao pago pelos contribuintes em muitos estados. Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), na segunda quinzena de maio, apenas no Amazonas, Piauí e Alagoas os preços com as alíquotas variáveis eram maiores e, agora, devem ter redução nos valores nas bombas.

    Nos demais estados, os preços devem subir ou se manter estáveis, dependendo da política de cada distribuidora e revendedora. A Fecombustíveis estima que o impacto médio da nova alíquota será de um aumento de R$ 0,12 por litro na gasolina e de R$ 0,08 por litro no etanol.

    A mudança também afeta o diesel e o gás de cozinha, que já estão sendo cobrados com alíquotas fixas desde 1º de maio. O diesel tem uma cobrança de R$ 0,94 por litro e o gás de cozinha tem uma cobrança de R$ 1,28 por quilo.

    A nova forma de tributação dos combustíveis tem gerado polêmica entre os governos estaduais e o governo federal. Os estados alegam que a medida fere a autonomia federativa e pode causar perda de arrecadação. O governo federal argumenta que a medida visa dar mais transparência e previsibilidade aos preços dos combustíveis.

    O assunto ainda pode ser alvo de questionamentos judiciais. O Supremo Tribunal Federal (STF) já recebeu duas ações diretas de inconstitucionalidade contra a Lei Complementar nº 192, movidas pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O relator das ações é o ministro Gilmar Mendes.

    Enquanto isso, os consumidores devem ficar atentos aos preços praticados nos postos de combustíveis e pesquisar as melhores opções antes de abastecer seus veículos.

    Essa mudança na regra tributária foi instituída pela Lei Complementar nº 192, de 2022, com o objetivo de simplificar a cobrança do imposto e evitar a variação quinzenal dos preços dos combustíveis nas bombas. O ICMS é um imposto estadual e compõe o preço da maioria dos produtos vendidos no país.

    Mas o que isso significa para o consumidor final? Na prática, o valor fixado acabou sendo superior ao pago pelos contribuintes em muitos estados. Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), na segunda quinzena de maio, apenas no Amazonas, Piauí e Alagoas os preços com as alíquotas variáveis eram maiores e, agora, devem ter redução nos valores nas bombas.

    Nos demais estados, os preços devem subir ou se manter estáveis, dependendo da política de cada distribuidora e revendedora. A Fecombustíveis estima que o impacto médio da nova alíquota será de um aumento de R$ 0,12 por litro na gasolina e de R$ 0,08 por litro no etanol.

    A mudança também afeta o diesel e o gás de cozinha, que já estão sendo cobrados com alíquotas fixas desde 1º de maio. O diesel tem uma cobrança de R$ 0,94 por litro e o gás de cozinha tem uma cobrança de R$ 1,28 por quilo.

    A nova forma de tributação dos combustíveis tem gerado polêmica entre os governos estaduais e o governo federal. Os estados alegam que a medida fere a autonomia federativa e pode causar perda de arrecadação. O governo federal argumenta que a medida visa dar mais transparência e previsibilidade aos preços dos combustíveis.

    O assunto ainda pode ser alvo de questionamentos judiciais. O Supremo Tribunal Federal (STF) já recebeu duas ações diretas de inconstitucionalidade contra a Lei Complementar nº 192, movidas pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O relator das ações é o ministro Gilmar Mendes.

    Enquanto isso, os consumidores devem ficar atentos aos preços praticados nos postos de combustíveis e pesquisar as melhores opções antes de abastecer seus veículos.

  • Aumento do ICMS e do PIS/Cofins pode afetar o preço dos combustíveis mesmo com fim da paridade

    Aumento do ICMS e do PIS/Cofins pode afetar o preço dos combustíveis mesmo com fim da paridade

    A Petrobras é responsável pela produção e refino do petróleo no Brasil. A empresa seguia uma lógica de paridade com o mercado internacional, ou seja, ela ajustava os preços nas refinarias de acordo com as variações do dólar e do barril de petróleo no exterior.

    Recentemente, a Petrobras anunciou uma redução nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, em função da queda do dólar, da demanda global por combustíveis e o fim da paridade com o mercado internacional. Essa medida poderia beneficiar os consumidores finais, se não fosse por outro fator que influencia o preço dos combustíveis: os impostos.

    No Brasil, existem dois impostos federais que incidem sobre os combustíveis: o PIS/Cofins e a Cide. Eles são cobrados por litro e têm um valor fixo. Além disso, há um imposto estadual chamado ICMS, que é calculado sobre uma base de cálculo definida pelos estados.

    O ICMS é um imposto que varia de acordo com o preço médio dos combustíveis em cada estado, que é atualizado a cada 15 dias com base em pesquisas realizadas nos postos. Por isso, ele pode subir ou descer conforme as oscilações do mercado.

    No entanto, a partir de 1º de julho de 2023, essa regra vai mudar. Uma lei complementar aprovada pelo Congresso Nacional estabeleceu uma alíquota única de ICMS para todo o país, no valor de R$ 1,22 por litro de gasolina e etanol anidro. Essa alíquota é maior do que a maioria das taxas praticadas atualmente pelos estados.

    Segundo uma análise do banco BBI, essa mudança vai fazer com que o preço dos combustíveis aumente em 20 estados brasileiros. Apenas três estados terão seus preços reduzidos: Alagoas, Amazonas e Piauí.

    Além disso, espera-se também um aumento de R$ 0,22 por litro no PIS/Cofins para a gasolina a partir de julho. Esses dois impostos juntos representariam um acréscimo de cerca de R$ 0,70 por litro no preço final da gasolina nas bombas, o que equivaleria a um aumento de cerca de 13% em relação ao preço médio atual no Brasil, que é de R$ 5,50 por litro.

    Diante desse cenário, há uma preocupação de que a Petrobras possa compensar parte desse aumento de impostos por meio de reajustes nos preços praticados nas refinarias. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad , chegou a afirmar que a estatal iria reduzir novamente os preços quando houvesse a reoneração do PIS/Cofins, mas a empresa não confirmou essa informação em comunicado oficial.

    Portanto, é possível que a redução dos preços anunciada pela Petrobras seja anulada pelo aumento dos impostos sobre os combustíveis a partir de julho. Isso significa que os consumidores brasileiros podem não sentir nenhum alívio no bolso na hora de abastecer seus veículos.

    Para evitar esse impacto negativo sobre a economia e a inflação, seria necessário rever a carga tributária sobre os combustíveis no Brasil e buscar formas mais justas e transparentes de cobrar esses impostos. Enquanto isso não acontece, cabe aos consumidores ficarem atentos às variações dos preços e buscarem alternativas para economizar combustível.

    Recentemente, a Petrobras anunciou uma redução nos preços da gasolina e do diesel nas refinarias, em função da queda do dólar, da demanda global por combustíveis e o fim da paridade com o mercado internacional. Essa medida poderia beneficiar os consumidores finais, se não fosse por outro fator que influencia o preço dos combustíveis: os impostos.

    No Brasil, existem dois impostos federais que incidem sobre os combustíveis: o PIS/Cofins e a Cide. Eles são cobrados por litro e têm um valor fixo. Além disso, há um imposto estadual chamado ICMS, que é calculado sobre uma base de cálculo definida pelos estados.

    O ICMS é um imposto que varia de acordo com o preço médio dos combustíveis em cada estado, que é atualizado a cada 15 dias com base em pesquisas realizadas nos postos. Por isso, ele pode subir ou descer conforme as oscilações do mercado.

    No entanto, a partir de 1º de julho de 2023, essa regra vai mudar. Uma lei complementar aprovada pelo Congresso Nacional estabeleceu uma alíquota única de ICMS para todo o país, no valor de R$ 1,22 por litro de gasolina e etanol anidro. Essa alíquota é maior do que a maioria das taxas praticadas atualmente pelos estados.

    Segundo uma análise do banco BBI, essa mudança vai fazer com que o preço dos combustíveis aumente em 20 estados brasileiros. Apenas três estados terão seus preços reduzidos: Alagoas, Amazonas e Piauí.

    Além disso, espera-se também um aumento de R$ 0,22 por litro no PIS/Cofins para a gasolina a partir de julho. Esses dois impostos juntos representariam um acréscimo de cerca de R$ 0,70 por litro no preço final da gasolina nas bombas, o que equivaleria a um aumento de cerca de 13% em relação ao preço médio atual no Brasil, que é de R$ 5,50 por litro.

    Diante desse cenário, há uma preocupação de que a Petrobras possa compensar parte desse aumento de impostos por meio de reajustes nos preços praticados nas refinarias. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad , chegou a afirmar que a estatal iria reduzir novamente os preços quando houvesse a reoneração do PIS/Cofins, mas a empresa não confirmou essa informação em comunicado oficial.

    Portanto, é possível que a redução dos preços anunciada pela Petrobras seja anulada pelo aumento dos impostos sobre os combustíveis a partir de julho. Isso significa que os consumidores brasileiros podem não sentir nenhum alívio no bolso na hora de abastecer seus veículos.

    Para evitar esse impacto negativo sobre a economia e a inflação, seria necessário rever a carga tributária sobre os combustíveis no Brasil e buscar formas mais justas e transparentes de cobrar esses impostos. Enquanto isso não acontece, cabe aos consumidores ficarem atentos às variações dos preços e buscarem alternativas para economizar combustível.

  • Governo quer fiscalizar postos de combustíveis para garantir queda nos preços

    Governo quer fiscalizar postos de combustíveis para garantir queda nos preços

    O governo federal anunciou uma nova estratégia para garantir que a redução dos preços dos combustíveis anunciada pela Petrobras chegue aos consumidores finais.

    Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) irá fiscalizar os postos de gasolina para evitar abusos e punir os infratores.

    A medida foi tomada após a Petrobras acabar com a política de Preço de Paridade de Internacional (PPI), que atrelava os preços dos combustíveis às variações do mercado internacional. Com isso, a empresa reduziu o preço médio do diesel em R$ 0,44 por litro e o da gasolina em R$ 0,40 por litro para as distribuidoras.

    O ministro afirmou que o objetivo é beneficiar o povo brasileiro com uma política nacional de preços dos combustíveis justa e competitiva. Ele também disse que a Petrobras tem que cumprir seu papel social e se tornar mais moderna e perene.


    Fonte: Link.

    Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) irá fiscalizar os postos de gasolina para evitar abusos e punir os infratores.

    A medida foi tomada após a Petrobras acabar com a política de Preço de Paridade de Internacional (PPI), que atrelava os preços dos combustíveis às variações do mercado internacional. Com isso, a empresa reduziu o preço médio do diesel em R$ 0,44 por litro e o da gasolina em R$ 0,40 por litro para as distribuidoras.

    O ministro afirmou que o objetivo é beneficiar o povo brasileiro com uma política nacional de preços dos combustíveis justa e competitiva. Ele também disse que a Petrobras tem que cumprir seu papel social e se tornar mais moderna e perene.


    Fonte: Link.

  • Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    Petrobras reduz preço dos combustíveis após mudança na política de paridade internacional

    A política de paridade internacional de preços da Petrobras é uma forma de definir o valor dos combustíveis vendidos pela estatal com base nos preços praticados no mercado internacional, considerando também o câmbio e os custos de importação.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.

    Essa política foi adotada em 2016, com o objetivo de evitar prejuízos para a Petrobras e aumentar a competitividade do setor. Porém, ela também gerou críticas e insatisfação de consumidores, caminhoneiros e políticos, que reclamavam dos frequentes reajustes e da alta dos preços nas bombas.

    Por isso, a Petrobras anunciou o fim da política de paridade internacional e a adoção de uma nova diretriz para a formação de preços dos combustíveis, que busca equilibrar os interesses da empresa, dos acionistas e da sociedade.

    A Petrobras espera reduzir os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha nas refinarias. A última redução foi anunciada nesta terça-feira (16), quando o presidente da estatal, Jean Paul Prates, informou que o preço do litro da gasolina ficará R$ 0,40 mais barato a partir de amanhã. O diesel e o gás também terão quedas de R$ 0,44 e R$ 8,97, respectivamente.

    Mas o que isso significa para você, consumidor? Bom, em primeiro lugar, é importante lembrar que o preço nas refinarias não é o mesmo que o preço nas bombas. O valor final dos combustíveis depende também de impostos e das margens de lucro de distribuidoras e revendedores. Além disso, há outros fatores que influenciam os preços, como a demanda, a oferta e a concorrência.

    Portanto, não é possível afirmar que a redução nas refinarias vai chegar integralmente ao bolso do consumidor. Mas é provável que haja algum impacto positivo, já que a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será menor. Segundo a estatal, considerando as misturas obrigatórias de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,96 para R$ 2,81 na gasolina e de R$ 4,40 para R$ 4,04 no diesel. Já no caso do gás de cozinha, a parcela da Petrobras passará de R$ 46 para R$ 37 por botijão.

    Em resumo, a redução dos preços dos combustíveis pela Petrobras é uma boa notícia para os consumidores, mas não garante uma queda imediata ou proporcional nas bombas. Por isso, é importante pesquisar os preços antes de abastecer ou comprar o gás e ficar atento às variações do mercado.

  • Demanda por etanol deve crescer 5,4% em 2023

    Demanda por etanol deve crescer 5,4% em 2023

    A consultoria StoneX divulgou nesta terça-feira (25/04) suas estimativas para a demanda por combustíveis do Ciclo Otto no Brasil em 2023.

    Segundo o relatório, a demanda por gasolina deve aumentar 2,5% em relação a 2022, para 44,1 milhões de metros cúbicos, enquanto a demanda por etanol hidratado deve subir 5,4%, para 16,4 milhões de metros cúbicos.

    A StoneX atribuiu o crescimento da demanda por gasolina à dinâmica entre os combustíveis do Ciclo Otto, influenciada principalmente pela isenção de impostos federais que vigorou desde o fim de junho de 2022 até o início de março de 2023. Nesse período, a gasolina manteve vantagem sobre o etanol nas bombas, o que estimulou o consumo do combustível fóssil.

    No entanto, a consultoria prevê uma mudança nesse cenário com o avanço da safra de cana-de-açúcar 2023/24 no centro-sul brasileiro, que deve aumentar a oferta de etanol no mercado nacional. Com isso, os preços do biocombustível tendem a cair e reduzir a paridade com a gasolina abaixo de 70%, favorecendo a demanda por etanol no segundo e terceiro trimestre de 2023.

    A StoneX projetou ainda que a demanda total por combustíveis do Ciclo Otto no Brasil deve avançar 3,1% em 2023, para 55,6 milhões de metros cúbicos.

    Segundo o relatório, a demanda por gasolina deve aumentar 2,5% em relação a 2022, para 44,1 milhões de metros cúbicos, enquanto a demanda por etanol hidratado deve subir 5,4%, para 16,4 milhões de metros cúbicos.

    A StoneX atribuiu o crescimento da demanda por gasolina à dinâmica entre os combustíveis do Ciclo Otto, influenciada principalmente pela isenção de impostos federais que vigorou desde o fim de junho de 2022 até o início de março de 2023. Nesse período, a gasolina manteve vantagem sobre o etanol nas bombas, o que estimulou o consumo do combustível fóssil.

    No entanto, a consultoria prevê uma mudança nesse cenário com o avanço da safra de cana-de-açúcar 2023/24 no centro-sul brasileiro, que deve aumentar a oferta de etanol no mercado nacional. Com isso, os preços do biocombustível tendem a cair e reduzir a paridade com a gasolina abaixo de 70%, favorecendo a demanda por etanol no segundo e terceiro trimestre de 2023.

    A StoneX projetou ainda que a demanda total por combustíveis do Ciclo Otto no Brasil deve avançar 3,1% em 2023, para 55,6 milhões de metros cúbicos.

  • Etanol fica mais caro em 17 Estados e no DF na semana, diz ANP

    Etanol fica mais caro em 17 Estados e no DF na semana, diz ANP

    O preço do etanol hidratado subiu em 17 Estados e no Distrito Federal na semana entre 16 e 22 de abril, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    Em apenas seis Estados, o biocombustível ficou mais barato, enquanto em dois ficou estável. No Amapá não houve pesquisa.

    A cotação média do etanol no Brasil subiu 2,05% na semana em relação à anterior, de R$ 3,90 para R$ 3,98 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, o preço médio subiu 2,90%, de R$ 3 79 para R$ 3,90.

    O etanol só foi competitivo em relação à gasolina em Mato Grosso na semana. Nos demais Estados e no Distrito Federal, a gasolina foi mais vantajosa. A paridade entre os dois combustíveis é calculada considerando que o poder calorífico do etanol é de 70% do poder da gasolina.

    O preço do etanol é influenciado pela oferta e demanda do mercado interno e também pelo preço da gasolina nas refinarias. A Petrobras anunciou uma nova redução no preço do combustível fóssil a partir de maio, o que pode afetar a competitividade do etanol.

    Em apenas seis Estados, o biocombustível ficou mais barato, enquanto em dois ficou estável. No Amapá não houve pesquisa.

    A cotação média do etanol no Brasil subiu 2,05% na semana em relação à anterior, de R$ 3,90 para R$ 3,98 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, o preço médio subiu 2,90%, de R$ 3 79 para R$ 3,90.

    O etanol só foi competitivo em relação à gasolina em Mato Grosso na semana. Nos demais Estados e no Distrito Federal, a gasolina foi mais vantajosa. A paridade entre os dois combustíveis é calculada considerando que o poder calorífico do etanol é de 70% do poder da gasolina.

    O preço do etanol é influenciado pela oferta e demanda do mercado interno e também pelo preço da gasolina nas refinarias. A Petrobras anunciou uma nova redução no preço do combustível fóssil a partir de maio, o que pode afetar a competitividade do etanol.

  • Como funciona a política de preços da Petrobras e por que o governo quer mudar?

    Como funciona a política de preços da Petrobras e por que o governo quer mudar?

    A política de preços da Petrobras é o modo como a estatal define o valor dos combustíveis vendidos em suas refinarias.

    Desde 2016, essa política usa o Preço de Paridade de Importação (PPI) como referência, ou seja, leva em conta os preços internacionais do petróleo e seus derivados, além do câmbio e dos custos de importação.

    Essa política visa garantir a rentabilidade da empresa e a competitividade do mercado, mas também gera críticas por deixar os consumidores brasileiros vulneráveis às oscilações externas. Por isso, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que pretende mudar a forma de cálculo dos preços dos combustíveis, adotando critérios baseados no mercado interno.

    Ainda não se sabe como será essa nova política, mas o presidente afirmou que ela será discutida com muito critério e que o Brasil não tem por que estar submetido ao PPI. A expectativa é que a mudança possa reduzir os reajustes frequentes e aliviar a pressão sobre os caminhoneiros e os consumidores em geral.

    Desde 2016, essa política usa o Preço de Paridade de Importação (PPI) como referência, ou seja, leva em conta os preços internacionais do petróleo e seus derivados, além do câmbio e dos custos de importação.

    Essa política visa garantir a rentabilidade da empresa e a competitividade do mercado, mas também gera críticas por deixar os consumidores brasileiros vulneráveis às oscilações externas. Por isso, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que pretende mudar a forma de cálculo dos preços dos combustíveis, adotando critérios baseados no mercado interno.

    Ainda não se sabe como será essa nova política, mas o presidente afirmou que ela será discutida com muito critério e que o Brasil não tem por que estar submetido ao PPI. A expectativa é que a mudança possa reduzir os reajustes frequentes e aliviar a pressão sobre os caminhoneiros e os consumidores em geral.

  • Avança projeto que proíbe carro novo movido a combustível fóssil a partir de 2060

    A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (16) um projeto de lei que proíbe a venda de veículos novos com motor a combustão a partir do ano de 2060. De autoria do senador Telmário Mota (PTB-RR), o PLS 454/2017 segue agora para análise da Comissão de Meio Ambiente (CMA), para decisão terminativa.

    A proposta foi aprovada com relatório favorável do relator, Cristovam Buarque (PPS-DF), que não alterou o texto original. O senador prevê uma mudança gradual: a partir de 2030, 90% dos veículos vendidos poderão ter tração automotora por motor a combustão. O percentual passará para 70% em 2040 e para apenas 10% em 2050. Dez anos depois, a proibição será total. A vedação não se aplica a veículos movidos exclusivamente por biocombustíveis.

    O objetivo é diminuir o consumo de combustíveis fósseis (como gasolina e óleo diesel) e, consequentemente, a emissão de poluentes atmosféricos. O texto altera a Lei 8.723, de 1993, que trata da redução das emissões de poluentes por veículos automotores.

    Ao justificar o projeto, Telmário afirma que a frota nacional de veículos passou de 32 milhões em 2001 para 93 milhões em 2016. É preciso, na opinião dele, reduzir o emprego do combustível fóssil e estimular o uso de veículos elétricos ou que usam biocombustíveis.

    Segundo o autor, países como França, Reino Unido, Áustria, Noruega e Holanda já estão planejando proibir a venda de carros novos a diesel ou gasolina em um futuro próximo.

    Depois da aprovação do projeto na CAE, o relator comparou o prazo para a substituição da gasolina e do diesel com o da Europa, que é mais curto — França e no Reino Unido, por exemplo, anunciaram o fim da venda de carros a diesel e gasolina a partir de 2040; na Noruega, a previsão é 2025.

    — Eu teria colocado prazo mais curto, para 2030 — destacou Cristovam.

    Impacto

    Para Telmário, restringir a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis é uma das medidas necessárias para reduzir o aquecimento global causado pelas diversas atividades humanas.

    Além disso, a medida deve reduzir doenças causadas pela poluição atmosférica, especialmente em crianças e idosos, nos grandes centros urbanos. “Devemos lembrar que o Brasil possui uma produção de eletricidade relativamente limpa e a troca dos veículos movidos a combustíveis fósseis por veículos elétricos, nesse contexto, será ambientalmente vantajosa”, afirma Telmário.

    Em seu relatório favorável, Cristovam informa que dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que o setor de transportes é responsável por 15% das emissões de gases do efeito estufa no mundo. Para o relator, o Brasil precisa acelerar a produção dos carros elétricos “não só para induzir um maior desenvolvimento da indústria brasileira, como também para apoiar a sustentabilidade do meio ambiente”. Por Agência Senado.

  • Petrobras reduz em 0,49% o preço da gasolina nas refinarias nesta sexta

    A Petrobras anunciou uma nova redução no preço da gasolina. A partir desta sexta-feira (07), o combustível ficará 0,49% mais barato nas refinarias da estatal, passando a custar R$ 1,95 por litro. O preço atual da gasolina nas refinarias da Companhia é de R$ 1,96 centavos por litro.

    Essa é a quarta queda consecutiva de preços anunciada pela Petrobras. Desde 2 de junho, o preço da gasolina já acumula uma redução 2,94%, que resultou em uma queda de R$ 0,06 no valor do litro nas refinarias. Informou Ícaro Matos da Rádio Nacional.