Tag: Constelação Familiar

  • Ministro dos Direitos Humanos quer debater abuso da constelação familiar na justiça

    Ministro dos Direitos Humanos quer debater abuso da constelação familiar na justiça

    O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, solicitou ao Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) que promova um debate sobre o uso da constelação familiar na justiça brasileira.

    A constelação familiar não tem comprovação científica e é criticada por profissionais da psicologia e da ciência, que apontam problemas como a reprodução de visões tradicionais e patriarcais de família, que podem prejudicar mulheres, especialmente em processos de conciliação em Varas de Família.

    O pedido do ministro foi motivado por uma carta enviada por representantes do Conselho Federal de Psicologia (CFP), do Instituto Questão de Ciência (IQC) e de pesquisadores universitários, que alertaram para o abuso da constelação familiar na justiça e para os riscos que ela representa para os direitos humanos. O ministro também encaminhou o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Ministério das Mulheres e ao Ministério da Saúde, para que tomem as medidas cabíveis.

    A carta cita alguns exemplos de como a constelação familiar pode ser prejudicial para as vítimas de violência e abusos sexuais, ao atribuir a elas a responsabilidade pela violência sofrida e ao incentivar o perdão aos agressores. Em um caso relatado pelo jornal Folha de S.Paulo, uma mulher que sofria violência doméstica foi orientada por uma juíza a participar de uma sessão de constelação familiar, na qual teve que olhar nos olhos do marido agressor e dizer que o amava. Em outro caso, uma menina de 12 anos que foi estuprada pelo padrasto teve que abraçá-lo em uma sessão de constelação familiar, sob a justificativa de que isso iria curar o trauma.

    Segundo os autores da carta, a constelação familiar viola os princípios éticos e científicos da psicologia e da ciência, além de desrespeitar a autonomia e a dignidade das pessoas envolvidas nos conflitos familiares. Eles afirmam que essa prática não tem respaldo em evidências empíricas e que se baseia em concepções místicas e religiosas, que não devem interferir na esfera pública e na administração da justiça. Eles também denunciam que a constelação familiar é uma forma de imposição ideológica e moral, que reforça estereótipos de gênero e de família, que podem ser opressores e discriminatórios.

    O ministro dos Direitos Humanos disse que espera que o debate sobre o uso da constelação familiar na justiça seja amplo e democrático, envolvendo diferentes setores da sociedade civil e do poder público. Ele disse que é preciso garantir o respeito aos direitos humanos e à diversidade das famílias brasileiras, sem impor modelos ou soluções pré-definidas. Ele também disse que é preciso valorizar o conhecimento científico e a atuação profissional dos psicólogos, que são fundamentais para a promoção da saúde mental e do bem-estar das pessoas.

    A constelação familiar não tem comprovação científica e é criticada por profissionais da psicologia e da ciência, que apontam problemas como a reprodução de visões tradicionais e patriarcais de família, que podem prejudicar mulheres, especialmente em processos de conciliação em Varas de Família.

    O pedido do ministro foi motivado por uma carta enviada por representantes do Conselho Federal de Psicologia (CFP), do Instituto Questão de Ciência (IQC) e de pesquisadores universitários, que alertaram para o abuso da constelação familiar na justiça e para os riscos que ela representa para os direitos humanos. O ministro também encaminhou o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Ministério das Mulheres e ao Ministério da Saúde, para que tomem as medidas cabíveis.

    A carta cita alguns exemplos de como a constelação familiar pode ser prejudicial para as vítimas de violência e abusos sexuais, ao atribuir a elas a responsabilidade pela violência sofrida e ao incentivar o perdão aos agressores. Em um caso relatado pelo jornal Folha de S.Paulo, uma mulher que sofria violência doméstica foi orientada por uma juíza a participar de uma sessão de constelação familiar, na qual teve que olhar nos olhos do marido agressor e dizer que o amava. Em outro caso, uma menina de 12 anos que foi estuprada pelo padrasto teve que abraçá-lo em uma sessão de constelação familiar, sob a justificativa de que isso iria curar o trauma.

    Segundo os autores da carta, a constelação familiar viola os princípios éticos e científicos da psicologia e da ciência, além de desrespeitar a autonomia e a dignidade das pessoas envolvidas nos conflitos familiares. Eles afirmam que essa prática não tem respaldo em evidências empíricas e que se baseia em concepções místicas e religiosas, que não devem interferir na esfera pública e na administração da justiça. Eles também denunciam que a constelação familiar é uma forma de imposição ideológica e moral, que reforça estereótipos de gênero e de família, que podem ser opressores e discriminatórios.

    O ministro dos Direitos Humanos disse que espera que o debate sobre o uso da constelação familiar na justiça seja amplo e democrático, envolvendo diferentes setores da sociedade civil e do poder público. Ele disse que é preciso garantir o respeito aos direitos humanos e à diversidade das famílias brasileiras, sem impor modelos ou soluções pré-definidas. Ele também disse que é preciso valorizar o conhecimento científico e a atuação profissional dos psicólogos, que são fundamentais para a promoção da saúde mental e do bem-estar das pessoas.

  • Constelação Familiar: como uma prática alternativa tem sido usada na Justiça brasileira

    Constelação Familiar: como uma prática alternativa tem sido usada na Justiça brasileira

    A Constelação Familiar é uma prática alternativa que tem sido aplicada em tribunais de justiça brasileiros, com gastos de mais de R$ 2,6 milhões em cursos para juízes e servidores.

    A constelação familiar foi criada pelo alemão Bert Hellinger, um ex-padre que se inspirou em rituais de tribos africanas e em conceitos da psicologia. Segundo ele, todos os membros de uma família estão conectados por um campo energético chamado “campo morfogenético”, que guarda as memórias e as emoções de gerações passadas. Essas memórias podem influenciar o comportamento e o destino das pessoas no presente, gerando conflitos, doenças e infelicidade.

    Para acessar esse campo e identificar as origens dos problemas familiares, Hellinger propõe uma dinâmica em que um facilitador, geralmente um psicólogo ou um terapeuta, convida o cliente a escolher pessoas de um grupo para representar os membros da sua família. Essas pessoas, chamadas de representantes, se posicionam no espaço de acordo com a intuição do cliente e começam a sentir e a expressar as emoções dos familiares que estão representando. O facilitador então intervém com frases curtas e sugestões de movimentos para restabelecer a ordem e o equilíbrio do sistema familiar.

    A constelação familiar não é reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) como uma técnica científica e não tem evidências de sua eficácia. Além disso, a prática tem sido criticada por especialistas por apresentar incongruências éticas e possíveis danos às partes envolvidas, especialmente em casos de violência doméstica.

    Veja mais:

    Uma das críticas é que a constelação familiar pode induzir as pessoas a aceitarem situações abusivas ou injustas, como se fossem parte de um destino imutável. Por exemplo, em casos de violência contra a mulher, a prática pode sugerir que a vítima deve perdoar o agressor ou que ela é responsável pelo seu sofrimento por ter desrespeitado alguma lei do sistema familiar. Outra crítica é que a constelação familiar pode violar o sigilo profissional e expor as pessoas a situações constrangedoras ou humilhantes, ao envolver terceiros nos seus problemas íntimos.

    A visão de Hellinger ganhou espaço no Judiciário brasileiro a partir de 2012, com o chamado direito sistêmico, que prega soluções mais harmônicas e convida os envolvidos a refletir sobre as causas dos conflitos. O direito sistêmico foi idealizado pelo juiz Sami Storch, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que se tornou adepto da constelação familiar após participar de um workshop com Hellinger na Alemanha. Storch passou a aplicar a prática em suas audiências e alega ter obtido resultados positivos, como redução do número de processos e aumento da satisfação das partes.

    Desde então, vários tribunais de justiça do país adotaram o direito sistêmico como uma política pública, oferecendo cursos, palestras e oficinas de constelação familiar para magistrados, servidores e cidadãos. Alguns tribunais também criaram núcleos ou centros especializados em direito sistêmico, como o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do TJ-BA e o Centro Judiciário Sistêmico (Cejus) do TJ-DF. Além disso, alguns tribunais têm utilizado a constelação familiar como uma ferramenta pré-processual ou processual, ou seja, antes ou durante o andamento dos processos judiciais.

    Não há recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o uso da constelação familiar no Judiciário, mas há projetos de lei que visam normatizar ou banir a prática das instituições públicas. Um deles é o PL 4.489/2019, que dispõe sobre a regulamentação da mediação e da conciliação judicial e extrajudicial, e que inclui a constelação familiar como uma das técnicas possíveis para a resolução de conflitos. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 2019 e aguarda votação no Senado.

    Outro projeto é a Sugestão Legislativa (SUG) 11/2020, que propõe o banimento da constelação familiar e do direito sistêmico das instituições públicas, por considerá-los práticas pseudocientíficas, inconstitucionais e violadoras dos direitos humanos. A sugestão foi apresentada por um cidadão através do portal e-Cidadania do Senado e recebeu mais de 20 mil apoios, o que a tornou apta a ser analisada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A sugestão aguarda parecer do relator Eduardo Girão, senador favorável à prática.

    A constelação familiar é uma prática controversa que ainda carece de regulamentação e fiscalização. Enquanto alguns defendem seus benefícios para a pacificação social e a harmonização familiar, outros questionam sua validade científica, sua ética profissional e seus riscos para a saúde mental e os direitos das pessoas envolvidas.

    Fonte: Link.

    A constelação familiar foi criada pelo alemão Bert Hellinger, um ex-padre que se inspirou em rituais de tribos africanas e em conceitos da psicologia. Segundo ele, todos os membros de uma família estão conectados por um campo energético chamado “campo morfogenético”, que guarda as memórias e as emoções de gerações passadas. Essas memórias podem influenciar o comportamento e o destino das pessoas no presente, gerando conflitos, doenças e infelicidade.

    Para acessar esse campo e identificar as origens dos problemas familiares, Hellinger propõe uma dinâmica em que um facilitador, geralmente um psicólogo ou um terapeuta, convida o cliente a escolher pessoas de um grupo para representar os membros da sua família. Essas pessoas, chamadas de representantes, se posicionam no espaço de acordo com a intuição do cliente e começam a sentir e a expressar as emoções dos familiares que estão representando. O facilitador então intervém com frases curtas e sugestões de movimentos para restabelecer a ordem e o equilíbrio do sistema familiar.

    A constelação familiar não é reconhecida pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) como uma técnica científica e não tem evidências de sua eficácia. Além disso, a prática tem sido criticada por especialistas por apresentar incongruências éticas e possíveis danos às partes envolvidas, especialmente em casos de violência doméstica.

    Veja mais:

    Uma das críticas é que a constelação familiar pode induzir as pessoas a aceitarem situações abusivas ou injustas, como se fossem parte de um destino imutável. Por exemplo, em casos de violência contra a mulher, a prática pode sugerir que a vítima deve perdoar o agressor ou que ela é responsável pelo seu sofrimento por ter desrespeitado alguma lei do sistema familiar. Outra crítica é que a constelação familiar pode violar o sigilo profissional e expor as pessoas a situações constrangedoras ou humilhantes, ao envolver terceiros nos seus problemas íntimos.

    A visão de Hellinger ganhou espaço no Judiciário brasileiro a partir de 2012, com o chamado direito sistêmico, que prega soluções mais harmônicas e convida os envolvidos a refletir sobre as causas dos conflitos. O direito sistêmico foi idealizado pelo juiz Sami Storch, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que se tornou adepto da constelação familiar após participar de um workshop com Hellinger na Alemanha. Storch passou a aplicar a prática em suas audiências e alega ter obtido resultados positivos, como redução do número de processos e aumento da satisfação das partes.

    Desde então, vários tribunais de justiça do país adotaram o direito sistêmico como uma política pública, oferecendo cursos, palestras e oficinas de constelação familiar para magistrados, servidores e cidadãos. Alguns tribunais também criaram núcleos ou centros especializados em direito sistêmico, como o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do TJ-BA e o Centro Judiciário Sistêmico (Cejus) do TJ-DF. Além disso, alguns tribunais têm utilizado a constelação familiar como uma ferramenta pré-processual ou processual, ou seja, antes ou durante o andamento dos processos judiciais.

    Não há recomendações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre o uso da constelação familiar no Judiciário, mas há projetos de lei que visam normatizar ou banir a prática das instituições públicas. Um deles é o PL 4.489/2019, que dispõe sobre a regulamentação da mediação e da conciliação judicial e extrajudicial, e que inclui a constelação familiar como uma das técnicas possíveis para a resolução de conflitos. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 2019 e aguarda votação no Senado.

    Outro projeto é a Sugestão Legislativa (SUG) 11/2020, que propõe o banimento da constelação familiar e do direito sistêmico das instituições públicas, por considerá-los práticas pseudocientíficas, inconstitucionais e violadoras dos direitos humanos. A sugestão foi apresentada por um cidadão através do portal e-Cidadania do Senado e recebeu mais de 20 mil apoios, o que a tornou apta a ser analisada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A sugestão aguarda parecer do relator Eduardo Girão, senador favorável à prática.

    A constelação familiar é uma prática controversa que ainda carece de regulamentação e fiscalização. Enquanto alguns defendem seus benefícios para a pacificação social e a harmonização familiar, outros questionam sua validade científica, sua ética profissional e seus riscos para a saúde mental e os direitos das pessoas envolvidas.

    Fonte: Link.

  • Pseudociência: o que é e como identificar?

    Pseudociência: o que é e como identificar?

    Você já ouviu falar em pseudociência? Esse termo se refere a qualquer tipo de informação que se diz baseada em fatos científicos, mas que não resulta da aplicação de métodos científicos.

    Ou seja, são afirmações, crenças ou práticas que se apresentam como científicas, mas que não têm evidências, validade ou plausibilidade para sustentá-las.

    A pseudociência é diferente da ciência, que se caracteriza pela aquisição de conhecimentos por meio da observação e experimentação da realidade, seguindo um método científico rigoroso e verificável. A ciência também está aberta à avaliação de outros especialistas e à revisão de suas teorias diante de novos dados.

    A pseudociência, por outro lado, costuma ter as seguintes características:

    • Usa termos científicos de forma imprecisa ou incorreta, para dar uma aparência de credibilidade.

    • Faz afirmações vagas, exageradas ou improváveis, que não podem ser testadas ou refutadas.

    • Baseia-se em crenças populares, julgamentos e meias-verdades, sem fundamentação lógica ou racional.

    • Não tem legitimidade oficial, nem é reconhecida ou endossada por instituições científicas.

    • É dogmática, ou seja, não aceita críticas ou questionamentos, e mantém seus postulados mesmo diante de evidências contrárias.

    Existem vários tipos e exemplos de pseudociências, que podem ser classificados em:

    • Conspiratórias: aquelas que afirmam revelar uma verdade oculta ou negada por grupos poderosos, como teorias da conspiração sobre alienígenas, Illuminati ou vacinas.

    • Historicistas: aquelas que tentam comprovar seus postulados por meio de interpretações distorcidas ou falsas de eventos históricos, como o criacionismo, o revisionismo ou a astroarqueologia.

    • Metafísicas: aquelas que tentam explicar fenômenos naturais ou sobrenaturais por meio de conceitos abstratos ou espirituais, como a astrologia, a alquimia ou a numerologia.

    A pseudociência pode ser prejudicial para a sociedade, pois pode induzir as pessoas a acreditarem em falsas verdades, a tomarem decisões erradas ou a se submeterem a tratamentos ineficazes ou perigosos. Por isso, é importante saber identificar e diferenciar a pseudociência da ciência verdadeira, usando o pensamento crítico e buscando fontes confiáveis e atualizadas de informação.

    Fontes:

    Ou seja, são afirmações, crenças ou práticas que se apresentam como científicas, mas que não têm evidências, validade ou plausibilidade para sustentá-las.

    A pseudociência é diferente da ciência, que se caracteriza pela aquisição de conhecimentos por meio da observação e experimentação da realidade, seguindo um método científico rigoroso e verificável. A ciência também está aberta à avaliação de outros especialistas e à revisão de suas teorias diante de novos dados.

    A pseudociência, por outro lado, costuma ter as seguintes características:

    • Usa termos científicos de forma imprecisa ou incorreta, para dar uma aparência de credibilidade.

    • Faz afirmações vagas, exageradas ou improváveis, que não podem ser testadas ou refutadas.

    • Baseia-se em crenças populares, julgamentos e meias-verdades, sem fundamentação lógica ou racional.

    • Não tem legitimidade oficial, nem é reconhecida ou endossada por instituições científicas.

    • É dogmática, ou seja, não aceita críticas ou questionamentos, e mantém seus postulados mesmo diante de evidências contrárias.

    Existem vários tipos e exemplos de pseudociências, que podem ser classificados em:

    • Conspiratórias: aquelas que afirmam revelar uma verdade oculta ou negada por grupos poderosos, como teorias da conspiração sobre alienígenas, Illuminati ou vacinas.

    • Historicistas: aquelas que tentam comprovar seus postulados por meio de interpretações distorcidas ou falsas de eventos históricos, como o criacionismo, o revisionismo ou a astroarqueologia.

    • Metafísicas: aquelas que tentam explicar fenômenos naturais ou sobrenaturais por meio de conceitos abstratos ou espirituais, como a astrologia, a alquimia ou a numerologia.

    A pseudociência pode ser prejudicial para a sociedade, pois pode induzir as pessoas a acreditarem em falsas verdades, a tomarem decisões erradas ou a se submeterem a tratamentos ineficazes ou perigosos. Por isso, é importante saber identificar e diferenciar a pseudociência da ciência verdadeira, usando o pensamento crítico e buscando fontes confiáveis e atualizadas de informação.

    Fontes:

  • O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a Constelação Familiar?

    O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a Constelação Familiar?

    A Constelação Familiar é uma prática sem fundamento científico, que contraria os valores éticos e técnicos da psicologia e pode comprometer a integridade dos pacientes.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.

  • Constelação Familiar: Conselho Federal de Psicologia emite nota alertando sobre riscos da prática

    Constelação Familiar: Conselho Federal de Psicologia emite nota alertando sobre riscos da prática

    A Constelação Familiar é uma prática sem fundamento científico, que contraria os valores éticos e técnicos da psicologia e pode comprometer a integridade dos pacientes.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.