Tag: Copa

  • Brasil segura o ataque mexicano e vence por 2 a 0

    A seleção brasileira encontrou um adversário difícil e ousado, mas venceu o México por 2 a 0 e avançou às quartas de final da Copa do Mundo. Neymar abriu o placar e Firmino, já nos minutos finais, garantiu a classificação. O Brasil espera o vencedor de Bélgica e Japão, que se enfrentam ainda hoje, em Rostov.

    Foi a partida mais dura da seleção brasileira até agora. O México não esperou o Brasil; começou o jogo pressionando, marcando o Brasil na frente e dificultando a saída de bola. O sistema defensivo brasileiro, no entanto, fez uma partida segura e, apesar dos 30 minutos iniciais de pressão, a bola quase não chegou ao goleiro Alisson.

    A partida marcou ainda o despertar de Willian. O meio campista fazia uma Copa apagada até o final do primeiro tempo de hoje. Na segunda etapa, finalmente fez o que se esperava dele. Com jogadas em velocidade pela direita e cortando para o meio, Willian abriu a defesa mexicana e participou do primeiro gol, dando a assistência para Neymar abrir o placar.

    O jogo

    O começo do jogo mostrou um México mais ofensivo, mais presente na área brasileira. O time mexicano marcava a saída de bola do Brasil na origem, dificultando o trabalho dos armadores das jogadas da seleção brasileira. O time do técnico Juan Carlos Osorio começou a partida mais ofensivo e perigoso; e o Brasil perdia a bola com facilidade. O México cercava a área brasileira mas o goleiro Alisson trabalhou pouco. Os chutes e jogadas próximas ao gol eram neutralizados pela defesa brasileira.

    Aos 24 minutos, o Brasil finalmente entrou na área com perigo. Neymar entrou na área pelo lado esquerdo e tentou cruzar para o meio, mas Ochoa afastou parcialmente. O Brasil tentou outra finalização em sequência, com Philippe Coutinho, mas a bola subiu demais.

    Após esse ataque, o Brasil voltou à área mexicana com Coutinho e Gabriel Jesus. Os dois tabelaram, Gabriel Jesus bateu para o gol, mas Ochoa espalmou. A partir dos 30 minutos, a seleção brasileira ficou mais solta no jogo, mas o México estava bem armado na defesa e continuava controlando a partida.

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    Segundo tempo começa com gol

    O Brasil começou o segundo tempo mais perigoso. Aos dois minutos, Coutinho tabelou com Neymar e bateu forte para o gol; Ochoa defendeu. Aos cinco, o Brasil chega ao gol, com Neymar. Ele começou a jogada na entrada da área, deu um toque de calcanhar para Willian, que entrou pela esquerda e cruzou rasteiro. Neymar se jogou e empurrou a bola para o fundo do gol.

    O Brasil quase ampliou aos 13 minutos, com Paulinho. O volante recebeu na entrada da área e bateu para o gol, mas Ochoa espalmou. Depois do gol, o Brasil melhorou no jogo, se soltando mais com Neymar e, principalmente, com Willian. O camisa 19 do Brasil começava a se soltar no jogo.

    Mesmo melhor do que no primeiro tempo e na frente do placar, o jogo era difícil para o Brasil. Por várias vezes a defesa não conseguia sair jogando e precisava afastar com chutões. O México avançava e o Brasil, recuado, esperava a oportunidade para os contra-ataques. E aos 42 minutos, o Brasil teve a oportunidade que queria. Em contra-ataque rápido, Neymar invadiu a área pela esquerda e cruzou rasteiro para Firmino, que havia acabado de entrar. O atacante só precisou escorar para o fundo das redes e fazer a torcida respirar aliviada.

    O México volta para casa como sempre: nas oitavas de final. É a sétima vez seguida que o time mexicano é eliminado nesta fase. Em 2018, chocou o mundo ao vencer a Alemanha na partida de estreia. Por Agência Brasil.

  • Pela primeira vez desde 1974, Brasil não tem nenhum jogador conhecido pelo apelido na Copa

    A maior mudança para o Brasil nesta Copa do Mundo de 2018 não está no campo, no campo de treinamento, ou no vestiário. Está na ficha da equipe.

    Pela primeira vez desde 1974, o Brasil chegou a uma Copa do Mundo sem um jogador mais conhecido por seu apelido do que por seu nome.

    Os jogadores brasileiros costumam usar apenas um nome, mas apesar de todos soarem exóticos para os ouvidos estrangeiros, há uma grande diferença entre aqueles que usam seus nomes e os mais conhecidos pelos apelidos.

    Não há um super-herói (Hulk) ou um membro dos sete anões (Dunga).

    Em seu lugar estão Fred, Douglas e Marcelo, nomes que não seriam incomuns em uma empresa de Londres.

    A lenta morte do apelido brasileiro é uma consequência de um futebol mais corporativo e menos irreverente, disse Márvio dos Anjos, editor de esportes do jornal O Globo.

    Desde tenra idade, os jogadores agora pretendem buscar criar sua própria marca. Eles aprenderam que esse processo é mais difícil se você ficar conhecido por uma parte do seu corpo (como o lateral-esquerdo da Copa de 1950 Bigode), uma nacionalidade (o meia Alemão) ou por sua cor (como o lateral do tetra em 1994, Branco).

    “Agentes e diretores de clubes de futebol impedem os jogadores de usar apelidos”, afirma Márvio. “Se o seu nome é Hulk, então você será pintado de verdepara se parecer com o seu nome. É uma maneira de neutralizar qualquer ironia ou folclore e fazê-los parecer mais sérios.”

    Se a seriedade tivesse sido um fator no passado, a história do futebol brasileiro seria muito diferente.

    Em vez de Pelé, um nome sem sentido adotado quando criança pelo futuro craque do Santos, os livros de recordes seriam preenchidos com a lenda de Edson Arantes do Nascimento. Garrincha, que recebeu o nome de um dos pássaros que ele tanto amava, seria conhecido como Manuel dos Santos. E em vez de cantar o nome de Zico no Maracanã, um dos seus mais ilustres sucessores, a torcida iria gritar Arthur Antunes Coimbra. Por Sputnik Brasil.

  • Copa do Mundo de 1982 ficou marcada pela ‘Tragédia do Sarriá’

    Quer ficar por dentro da história da Copa do Mundo? Não perca o Minuto da Copa, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil, você fica por dentro da trajetória da competição mais importante do mundo do futebol.

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  • Saiba mais sobre a seleção da Suíça, que estreia contra o Brasil no Mundial 2018

    A Suíça disputou 33 jogos em Copas do Mundo, ganhando 11, empatando 6 e perdendo 16.

    Marcou 45 gols e sofreu 59. Ganhou 39 pontos. Vai disputar sua 11ª Copa.

    Estreou em 34 e teve sua melhor colocação em 50, no Brasil, ficando em sexto lugar.

    Em 54, a Suíça foi o país-sede da Copa, terminando em oitavo lugar, sendo eliminada pela Áustria em um jogo histórico por 7 a 5, até hoje recorde de gols em um só jogo da fase final da Copa do Mundo.

    A Suíça está no grupo do Brasil, ao lado de Costa Rica e Sérvia. Estreia em Rostov-on-Don contra a seleção brasileira.

    Hoje, quinta-feira, 29 de março, faltam 77 dias para a abertura da Copa da Rússia 2018.

    Saiba mais no boletim Nacional na Copa. Por: Radioagência Nacional