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  • Brasil supera expectativas e lidera crescimento entre as maiores economias do mundo

    Brasil supera expectativas e lidera crescimento entre as maiores economias do mundo

    O Brasil surpreendeu o mercado ao registrar um crescimento de 1,9% no primeiro trimestre de 2023, o maior entre as sete maiores economias do mundo. O resultado foi impulsionado pelo desempenho da agropecuária, que cresceu 21,6% no período, e pelo setor de serviços, que avançou 0,6%. A indústria teve uma leve queda de 0,1%.

    O país se destaca em um cenário global de incertezas e desafios provocados pela pandemia de coronavírus, pela inflação alta e pelas crises geopolíticas. Enquanto o Brasil começou 2023 com um ritmo acelerado de recuperação, algumas das principais economias do mundo enfrentam dificuldades para retomar o crescimento.

    A Alemanha, por exemplo, confirmou que está em recessão técnica, com dois trimestres consecutivos de contração do PIB. O Reino Unido escapou por pouco de uma recessão, mas seu PIB vem crescendo a uma taxa de apenas 0,1% nos últimos dois trimestres. Os Estados Unidos confirmaram um crescimento abaixo do esperado no primeiro trimestre deste ano, de 1,1%, e diversos analistas debatem até mesmo uma recessão americana ainda neste ano.

    Entre os emergentes, Índia e China continuam registrando fortes taxas de crescimento, mas inferiores ao Brasil. A Índia cresceu 6,1% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o último trimestre do ano passado. A China cresceu 4,5% no mesmo período.

    O Brasil também se diferencia pela queda nas expectativas de inflação e pela redução na taxa de juros prevista pelo mercado. O boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, mostra que o mercado brasileiro acredita que a inflação de 2023 terminará em 5,71% e que a taxa de juros cairá dos atuais 13,75% para 12,5%.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem criticando o Banco Central por manter os juros no patamar mais alto dos últimos anos e defende uma política monetária mais estimulativa para o crescimento.

    Nos últimos doze meses, a economia brasileira cresceu 3,3%, na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores. O resultado é superior ao previsto pelo FMI para a economia mundial, que deve crescer 2,8% em 2023.

    O FMI alerta que a recuperação global está sendo mais lenta do que o esperado e que o mundo enfrenta uma inflação alta e tremores nos mercados financeiros. O Fundo prevê que a inflação mundial caia de 8,7% em 2022 para 7% ao final deste ano. Os níveis pré-pandêmicos de inflação e juros só viriam em 2025.

    A economia mundial vive um contexto de muita incerteza sobre o futuro. O mundo inteiro sofreu fortemente com a pandemia de coronavírus, que desde 2020 provocou desemprego e fechamento em massa de amplos setores da economia mundial.

    Em alguns países, a recuperação foi relativamente rápida e os níveis econômicos pré-pandemia foram reestabelecidos. No entanto, desde o ano passado, muitas dessas economias estagnaram ou entraram em crise novamente.

    Isso se dá por uma combinação de fatores: a desorganização das cadeias internacionais de produção em um momento de aquecimento do consumo; a disparada dos preços de commodities e energia; as crises bancárias localizadas; a guerra da Ucrânia; e as greves gerais na Europa.

    Economistas não sabem dizer exatamente o que pode acontecer de agora em diante. O único consenso é que o futuro imediato não é promissor.

    Nesse cenário complexo e desafiador, o Brasil se mostra resiliente e capaz de superar as expectativas. O país tem potencial para manter um ritmo sustentável de crescimento e se tornar um dos líderes da recuperação mundial.

    O país se destaca em um cenário global de incertezas e desafios provocados pela pandemia de coronavírus, pela inflação alta e pelas crises geopolíticas. Enquanto o Brasil começou 2023 com um ritmo acelerado de recuperação, algumas das principais economias do mundo enfrentam dificuldades para retomar o crescimento.

    A Alemanha, por exemplo, confirmou que está em recessão técnica, com dois trimestres consecutivos de contração do PIB. O Reino Unido escapou por pouco de uma recessão, mas seu PIB vem crescendo a uma taxa de apenas 0,1% nos últimos dois trimestres. Os Estados Unidos confirmaram um crescimento abaixo do esperado no primeiro trimestre deste ano, de 1,1%, e diversos analistas debatem até mesmo uma recessão americana ainda neste ano.

    Entre os emergentes, Índia e China continuam registrando fortes taxas de crescimento, mas inferiores ao Brasil. A Índia cresceu 6,1% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o último trimestre do ano passado. A China cresceu 4,5% no mesmo período.

    O Brasil também se diferencia pela queda nas expectativas de inflação e pela redução na taxa de juros prevista pelo mercado. O boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, mostra que o mercado brasileiro acredita que a inflação de 2023 terminará em 5,71% e que a taxa de juros cairá dos atuais 13,75% para 12,5%.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem criticando o Banco Central por manter os juros no patamar mais alto dos últimos anos e defende uma política monetária mais estimulativa para o crescimento.

    Nos últimos doze meses, a economia brasileira cresceu 3,3%, na comparação com os quatro trimestres imediatamente anteriores. O resultado é superior ao previsto pelo FMI para a economia mundial, que deve crescer 2,8% em 2023.

    O FMI alerta que a recuperação global está sendo mais lenta do que o esperado e que o mundo enfrenta uma inflação alta e tremores nos mercados financeiros. O Fundo prevê que a inflação mundial caia de 8,7% em 2022 para 7% ao final deste ano. Os níveis pré-pandêmicos de inflação e juros só viriam em 2025.

    A economia mundial vive um contexto de muita incerteza sobre o futuro. O mundo inteiro sofreu fortemente com a pandemia de coronavírus, que desde 2020 provocou desemprego e fechamento em massa de amplos setores da economia mundial.

    Em alguns países, a recuperação foi relativamente rápida e os níveis econômicos pré-pandemia foram reestabelecidos. No entanto, desde o ano passado, muitas dessas economias estagnaram ou entraram em crise novamente.

    Isso se dá por uma combinação de fatores: a desorganização das cadeias internacionais de produção em um momento de aquecimento do consumo; a disparada dos preços de commodities e energia; as crises bancárias localizadas; a guerra da Ucrânia; e as greves gerais na Europa.

    Economistas não sabem dizer exatamente o que pode acontecer de agora em diante. O único consenso é que o futuro imediato não é promissor.

    Nesse cenário complexo e desafiador, o Brasil se mostra resiliente e capaz de superar as expectativas. O país tem potencial para manter um ritmo sustentável de crescimento e se tornar um dos líderes da recuperação mundial.

  • IBGE: registros de nascimento voltam a crescer após queda devido à epidemia de zika

    Mais de dois milhões e oitocentos e sessenta sete bebês nasceram e foram registrados no país no ano de 2017.

    Os registros de nascimentos cresceram 2,6% em relação a 2016 e demonstram a recuperação dos nascimentos no país após um ano de queda possivelmente em consequência da epidemia do zika vírus.

    As informações são da Estatística do Registro Civil 2017 divulgadas nesta quarta-feira (31) pelo IBGE.

    O único estado com redução no número de nascimentos registrados foi Rio Grande do Sul.

    Os estados com crescimento acima de 5% nos registros foram Tocantins, Mato Grosso do Sul, Acre, Espírito Santo, Rondônia, Rio de Janeiro e Sergipe.

    Outra característica dos registros é a queda na proporção de nascimentos de filhos de mães com idade menor do que 30 anos e aumento na faixa etária entre 30 a 34 anos.

    A coordenadora da pesquisa, Klivia Oliveira, explica que o aumento não significa incremento da taxa de natalidade.

    Ela acrescenta também que o Brasil vem avançando muito nas estratégias para garantir o registro de todas as crianças, em parte pelas políticas sociais implementadas nos últimos anos.

    Em mais de 98% dos casos das crianças nascidas com vida o local de nascimento são os hospitais ou estabelecimentos de saúde sem internação.

    As estatísticas mostram também aumento do registros de óbitos. O crescimento foi de 23,5% nos últimos 10 anos.

    Segundo o IBGE, o resultado se deve à redução da mortalidade infantil o que possibilitou que mais pessoas morressem ao envelhecer.

    Até os 14 anos, houve queda na mortalidade tanto para meninos, quanto para meninas, sendo que as mulheres mantém trajetória de queda até os 29 anos. Já na população masculina, entre 15 e 39 anos, houve mais registros de mortes, com exceção do grupo de 25 a 29 anos.

    As mortes por causas externas, ou seja, aqueles causados por acidentes ou violência, aumentaram mais em relação aos óbitos por causas naturais e explicam o maior número de mortes entre a população masculina.

    Em 2017, um indivíduo do sexo masculino de 20 anos tinha 11 vezes mais chance de não completar os 25 anos do que se fosse do sexo feminino.

  • Veja 8 dicas que vão ajudar seu cabelo a crescer mais rápido

    Você é daquelas que vira e mexe corre no cabeleireiro, corta curtinho e depois implora para todos os santos para ter cabelão novamente em minutos? Te conhecemos!

    E foi pensando em você que separamos algumas dicas que podem “ajudar” nesse processo de espera, tornando-o um pouco mais rápido.

    Veja abaixo:

    1- Cuidado com as pontas duplas e se elas aparecerem, corte-as.

    O aconselho é pedir ao seu cabelereiro que corte apenas as pontinhas de cada 10 a 12 semanas para prevenir o enfraquecimento dos fios.

    2- Hidrate sempre.

    Os cabelos abaixo do ombro ou mais compridos têm anos de idade e é mais provável que precisem de cuidados extras além do condicionador. Tem até uma receita para você anotar: 1 xícara de óleo de coco não refinado misturado a 1 colher de sopa de amêndoa, macadâmia e óleo de jojoba.

    O idela é aplicar nos cabelos úmidos, para não ficar resíduos e em seguida lavar com shampoo e condicionador. A função destes óleos é completar a cutícula capilar com gordura natural e, após o enxágue, o uso regular de xampu ajuda a selá-los dentro do cabelo.

    3- Use condicionador.

    É incrível o tanto de mulheres que não usam condicionador, é a pior coisa que você poderia fazer com o seu cabelo — principalmente se você quer que ele cresça — quando, na verdade, é o xampu que você deveria alternar o máximo possível. O propósito do xampu é retirar a sujeira e o acúmulo de produtos, mas ele também pode levar embora óleos naturais essenciais que mantêm os fios macios e saudáveis.

    4 – Coragem e lave na água fria!

    Isso realmente ajuda o cabelo a crescer e manter cabelos longos saudáveis por mais tempo. Água fria garante mais suavidade à última camada de cabelo, o que ajuda a prevenir a perda de umidade e os danos causados pela alta temperatura — você só precisa fazer isso por alguns minutos, mas esta dica garante uma grande diferença a longo prazo.

    5- Cuide da alimentação

    Seu corpo precisa de vários nutrientes vitais, proteínas e minerais essenciais para criar novos cabelos. Então dê uma boa olhada como anda sua dieta — porque apesar de uma dieta equilibrada ajudar, você pode não estar conseguindo a quantidade ideal de todos os nutrientes necessários para a construção de fios saudáveis capazes de crescer bastante e resistir aos danos. É importante considerar esta alternativa se você quer que seu cabelo cresça e que seja saudável desde o folículo.

    6- Escolha a escova certa

    Pentear demais seu cabelo pode causar danos físicos a ele. Quando desembaraçar os fios molhados, comece sempre das pontas e depois continue pelo comprimento todo — geralmente fazemos o sentido contrário, do topo da cabeça às pontas, mas isso só transforma pequenos nós em um grande emaranhado e pode te fazer perder muitos fios. Use também escovas com pelo de javali porque são boas para distribuir os óleos naturais do couro cabeludo e não arrebentam os fios.

    7- Cuidado com a toalha

    O que poderia acontecer de tão ruim por enrolar seu cabelo naquela toalha supermacia de banho? Muita coisa. Esta prática causa muita quebra dos fios, sabia? Seu cabelo fica preso a todas aquelas fibras do tecido e, uma vez que a maioria das mulheres enrolam a toalha com muita força, todos aqueles fios finos e frágeis em volta do seu rosto ficam sujeitos a quebrar. Se não conseguir abandonar a mania dos turbantes pós-banho, opte por uma toalha bem macia de microfibra.

    8- E com a fronha

    O recomendado é trocar sua fronha de algodão por uma com tecido acetinado porque a superfície é mais macia e vai impedir a fricção, como acontece com os tecidos de algodão, e você vai acordar com menos nós no cabelo.

  • Confira cinco formas de estimular o crescimento dos cabelos

    Quando se trata do crescimento do cabelo, não há um santo milagre que consiga fazê-lo crescer estilo “Rapunzel” em um mês, apesar de ser o que a maioria quer.

    Contudo, há certos truques que podem ajudar a melhorar a saúde dos fios e, dessa forma, contribuir para o crescimento.

    Entre eles, um estudo publicado em 2014 na revista Evidence Based Complementary and Alternative Medicine apontou o óleo de semente de abóbora. A recomendação é a aplicação de 400 miligramas diários desta gordura.

    Ainda no que diz respeito a óleos, o óleo de hortelã-pimenta é dos mais eficazes, tendo um estudo mostrado que a aplicação direta deste óleo em ratos estimulou o crescimento de pelo. Para os humanos, o recomendado é juntá-lo ao shampoo utilizado ou outros produtos de beleza.

    A toma de cápsulas de tocotrienol (uma forma de vitamina E) é também uma alternativa apresentada, que destaca que 100 miligramas diários deste composto é o suficiente para ajudar as pessoas com perda de cabelo a contrariar o problema.

    O suplemento de proteínas marinhas (em particular, aqueles que têm algas como principal ingrediente) é um outro aliado quando se quer que o cabelo cresça mais depressa e de forma mais saudável, uma vez que este produto é rico em ácidos gordos ômega 3.

    Por fim, mas não menos eficaz, está o suplemento de melatonina, um hormônio determinante para a qualidade do sono e para a sensação de bem-estar. Dois estudos distintos já conseguiram provar que este tipo de suplemento é eficaz na saúde do cabelo tanto de homens como de mulheres.