Tag: Crime ambiental

  • Peruanos são presos com 368 quilos de carne de caça no Amazonas

    Quatro peruanos são presos com mais de 360 quilos de carne de caça de animais silvestres em Tabatinga, no Amazonas.

    A apreensão ocorreu nessa segunda-feira (25), durante um patrulhamento fluvial de policiais militares do Amazonas e da Polícia Federal. A embarcação atracou no porto da Feira de Tabatinga, quando foi revistada pelos agentes. O município está a mais de mil quilômetros da capital Manaus e fica na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

    Três homens e uma mulher, todos peruanos, estavam dentro do barco, onde foram encontradas carnes de 46 pacas, dois tatus, uma anta e um veado.

    Ao todo, os animais mortos pesaram 368 quilos. Uma espingarda calibre 16 e três motores também foram apreendidos.

    Durante a abordagem, o grupo disse aos policiais que veio de uma comunidade chamada São Pedro, no Peru, e que as mercadorias seriam vendidas na Feira de Tabatinga.

    VEJA MAIS:
    Justiça do Rio triplica valor de indenização para família de vítima de bala perdida
    Combate às drogas passa pelo crescimento e geração de emprego, diz ministro
    Curta a página da W Rádio Brasil no Facebook!

    O tenente-coronel da polícia militar Almir Cavalcante afirma que esse tipo de apreensão é comum na região.

    No Brasil, é crime contra o meio ambiente matar, perseguir, caçar, apanhar ou utilizar espécimes da fauna silvestre sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Lideranças denunciam aumento de doenças após vazamento de produtos tóxicos em Barcarena

    Lideranças de comunidades do polo industrial de Barcarena foram ouvidas nesta segunda-feira na Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa do Pará.

    A primeira liderança comunitária a prestar depoimento foi José Roberto Cravo, representante da Comunidade Quilombola Sítio Conceição. Em seguida, os deputados ouviram Maria de Fátima Dias dos Anjos, representante da Comunidade do Curuperé. Outras duas testemunhas que haviam sido convidadas não compareceram.

    Nos depoimentos, as lideranças relataram que, nos últimos anos, as atividades de exploração do pólo industrial geraram mudanças na coloração dos rios, mortandade de peixes e da vegetação, além de aumento de doenças nos moradores da região. Entre elas, câncer, doenças de pele, cegueira e até problemas de saúde mental. Uma criança e um adolescente teriam morrido em consequência do vazamento de produtos tóxicos.

    O relator da CPI que investiga a contaminação no polo industrial de Barcarena, Celso Sabino, considera as denúncias graves e afirma que a comissão quer ações mais diretas da prefeitura da cidade, especialmente na área próxima à empresa Hydro Alunorte. Sabino e outros parlamentares estiveram na região há uma semana.

    A empresa Hydro Alunorte afirma que ainda não tomou conhecimento da recomendação da CPI para a prefeitura de Barcarena. De acordo com a companhia, estudos realizados pela força-tarefa interna e por uma consultoria ambiental atestam que não houve transbordo das áreas dos depósitos de resíduos de bauxita.

    Também, segundo a Alunorte, não há indicação ou evidência de contaminação nas comunidades próximas da refinaria após as chuvas de fevereiro. Procurada, a Secretaria de Saúde de Barcarena disse que desconhece óbitos relacionados ao fato. Até o fechamento dessa edição não conseguimos contato com a prefeitura de Barcarena. Por Radioagencia Nacional

  • Gusttavo Lima vai responder por crime ambiental

    A Polícia Civil de Goiás indiciou nesta quarta-feira (28) o cantor Gusttavo Lima por aumentar a represa da sua fazenda em Bela Vista de Goiás, Região Metropolitana de Goiânia, sem possuir licença, configurando um crime ambiental, segundo o G1.

    Em entrevista, o delegado Luziano de Carvalho, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), contou que o projeto estava sendo realizado sem a devida autorização da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima).

    “O Batalhão Ambiental foi ao local por duas vezes, uma no fim de 2017 e outra já neste ano, e, em ambas, encontrou máquinas trabalhando no local”.