Tag: crime

  • Manipulação de jogos no futebol brasileiro: um problema crescente e grave

    Manipulação de jogos no futebol brasileiro: um problema crescente e grave

    O futebol brasileiro enfrenta um grave problema de manipulação de resultados, que envolve apostadores, aliciadores e jogadores.

    Segundo uma empresa especializada em monitoramento de apostas esportivas, o Brasil foi o país com mais jogos suspeitos de manipulação no mundo em 2022, com mais de 150 partidas duvidosas, sendo 139 no futebol.

    Os jogos investigados são de diferentes competições, como o Campeonato Brasileiro da Série A, a Copa do Brasil e os campeonatos estaduais.

    Os lances exigidos pelos apostadores e aliciadores para os jogadores envolvidos incluem cartões amarelos, vermelhos, pênaltis e escanteios.

    As quantias oferecidas para os atletas variam de R$ 50 mil a R$ 60 mil por punição. A manipulação de jogos no futebol brasileiro é um crime que prejudica a integridade do esporte, a confiança dos torcedores e o fair play entre os times.

    Além disso, pode trazer consequências jurídicas e desportivas para os envolvidos, como prisão, multa e suspensão.

    Por isso, é preciso que as autoridades competentes investiguem e punam os responsáveis por esse esquema, e que os clubes e as federações adotem medidas preventivas e educativas para combater essa prática.

    Segundo uma empresa especializada em monitoramento de apostas esportivas, o Brasil foi o país com mais jogos suspeitos de manipulação no mundo em 2022, com mais de 150 partidas duvidosas, sendo 139 no futebol.

    Os jogos investigados são de diferentes competições, como o Campeonato Brasileiro da Série A, a Copa do Brasil e os campeonatos estaduais.

    Os lances exigidos pelos apostadores e aliciadores para os jogadores envolvidos incluem cartões amarelos, vermelhos, pênaltis e escanteios.

    As quantias oferecidas para os atletas variam de R$ 50 mil a R$ 60 mil por punição. A manipulação de jogos no futebol brasileiro é um crime que prejudica a integridade do esporte, a confiança dos torcedores e o fair play entre os times.

    Além disso, pode trazer consequências jurídicas e desportivas para os envolvidos, como prisão, multa e suspensão.

    Por isso, é preciso que as autoridades competentes investiguem e punam os responsáveis por esse esquema, e que os clubes e as federações adotem medidas preventivas e educativas para combater essa prática.

  • Enfermeiro confessa que matou 99 pacientes na Alemanha

    Um enfermeiro alemão confessou em seu julgamento nesta terça-feira (30) ser o serial killer mais letal da Alemanha no pós-guerra, assassinando 99 pacientes com injeções letais.

    Quando o juiz Sebastian Buehrmann perguntou a Niels Hoegel, de 41 anos, se as acusações contra ele eram válidas, ele respondeu que sim e acrescentou: “Tudo o que eu admiti é verdade”.

    Hoegel escondeu o rosto atrás de uma pasta de plástico azul quando foi conduzido ao tribunal da cidade de Oldenburg, no norte, pela polícia e seu advogado.

    Ele já havia sido condenado a 15 anos de prisão em 2015, depois de ter sido considerado culpado por matar dois pacientes com injeções letais.

    Em janeiro, os promotores trouxeram novas acusações contra ele por matar outras 97 pessoas.

    Sua admissão não encerrará o julgamento, no qual as famílias das vítimas esperam descobrir mais informações sobre os crimes.

    “Queremos que ele receba a sentença que merece”, disse Frank Brinkers, cujo pai morreu em uma overdose supostamente administrada por Hoegel.

    “Quando este julgamento acabar, queremos colocar tudo isso para trás”, completou.

    Dez anos atrás, um outro enfermeiro alemão foi condenado por matar 28 pacientes idosos. Na época ele disse que deu injeções letais porque sentia pena deles. Ele foi condenado à prisão perpétua. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Traficante Nem é condenado a 66 anos de prisão por crime de homicídio

    O Terceiro Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou, no fim da noite desta quarta-feira, o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem, a 66 anos de prisão, pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver cometidos contra a modelo Luana Rodrigues de Sousa, de 20 anos, e a amiga dela, Andressa de Oliveira, de 20.

    Além de Nem, também foi condenado no mesmo julgamento Thiago de Souza Cheru, que foi sentenciado a 30 anos e quatro meses de reclusão. Já os réus Anderson Rosa Mendonça e Rodrigo Belo Fereira foram absolvidos.

    Todos os reús Já estava presos por outros crimes e participaram do julgamento por videoconferência, com exceção de Anderson que pediu para não participar da sessão. O julgamento começou na terça-feira, mas teve que ser interrompido depois de sete horas, devido à queda da conexão com a internet, só sendo retomado no início da tarde de quarta.

    De acordo com o Ministério Público, Luana seria mula da quadrilha de Nem, que chefiava o tráfico de drogas na Favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, e atuava transportando drogas entre comunidades dominadas pela mesma fação.

    Ainda segundo o MP, em maio de 2011 ela foi acusada de ter desviado uma carga de drogas e foi condenada à morte pelo Tribunal do Tráfico. Então, à mando de Nem, os outros réus teriam ido atrás de Luana para executar a sentença. Andressa, que estava com a amiga na hora, teria sido morta como queima de arquivo.

    O crime teria sido praticado em uma área de mata afastada da Rocinha, onde as vítimas foram mortas a tiros e tiveram os corpos queimados. Os restos mortais de Luana e Andressa não foram encontrados até hoje.

  • Lei Maria da Penha é aperfeiçoada e pode render até 2 anos de prisão

    Deixar de cumprir a medida protetiva, voltada a vítimas de algum tipo de violência doméstica ou familiar, agora é crime e pode render ao transgressor de três meses a dois anos de cadeia.

    A mudança na Lei Maria da Penha está em vigor desde o início de abril. De acordo com a presidente da Comissão de Combate à Violência Familiar da OAB-DF, Lúcia Bessa, essas mudanças trarão mais segurança às vítimas.

    A advogada explica algumas das medidas protetivas que podem ser determinadas pela Justiça.

    “Ser afastado do lar, ser proibido de se aproximar da mulher e de seus filhos. Ele também pode ser proibido de frequentar os mesmo lugares que essa mulher, como a igreja, o local de trabalho, locais de lazer. Ele também pode ser proibido de ter qualquer tipo de contato com a mulher ou com seus filhos ou com testemunhas ou até com familiares dessa mulher, ter o direito de visita aos filhos restringido ou até mesmo suspenso dependendo do caso. Restrição do uso de armas quando o agressor é policial civil ou militar e outras medidas que o juiz entender necessária.”

    Outra alteração da Lei Maria da Penha é que, agora, se o agressor for preso em flagrante apenas o juiz poderá conceder fiança. Antes esse pagamento poderia ser feito na própria delegacia. Por Radioagência Nacional

  • Rio ganha Quarteirão Cultural Marielle Franco

    A Secretaria Municipal de Cultura do Rio inaugurou ontem à noite (5) o Quarteirão Cultural da Rua Álvaro Alvim, na Cinelândia, que recebeu o nome de Marielle Franco, em homenagem à vereadora, morta no último dia 14.

    Ela foi vítima de execução, no bairro do Estácio, no centro do Rio, junto com o motorista Anderson Gomes, que dirigia o carro, que levava a parlamentar para casa, na Tijuca. A placa de inauguração foi instalada na esquina das ruas Álvaro Alvim e Alcindo Guanabara, na lateral da Câmara de Vereadores da Cidade do Rio, onde Marielle exercia seu primeiro mandato.

    Situada entre a Rua Alcindo Guanabara e o Passeio Público, a área foi instituída por decreto do prefeito Marcelo Crivella. Este é o primeiro dos Quarteirões Culturais que a Secretaria Municipal de Cultura implantou na cidade, incluindo outras áreas que serão beneficiadas, como o Ponto Chic, em Padre Miguel, a Pedra do Sal, na zona portuária, a Praça Tiradentes, no Centro e o Aterro do Flamengo.

    Atividades culturais serão desburocratizadas

    O Quarteirão Cultural tem como meta desburocratizar a realização de atividades culturais e artísticas em ruas localizadas em reconhecidos polos de cultura, gastronomia e lazer do Rio.

    O decreto dispensa a necessidade de alvará provisório, cria horários especiais de funcionamento e permite a ocupação das ruas e calçadas com mesas e cadeiras, em perímetro definido de modo a facilitar a vida dos produtores culturais e comerciantes destas regiões.

    O funcionamento do Quarteirão Cultural Marielle Franco será de quinta a domingo e nos feriados. Os horários são os seguintes: às quintas, de 18h às 22h; sextas, sábados e véspera de feriado, de 18h às 3h do dia seguinte; domingos e feriados, de 12h às 22h. Nestes horários, será proibido o estacionamento de veículos ao longo da rua Álvaro Alvim e Alcindo Guanabara.

    De acordo com a secretária municipal de Cultura, Nilcemar Nogueira, “as ruas do Rio de Janeiro têm uma vocação cultural e artística muito forte e consideramos prioritário estimular a ocupação dos espaços públicos pelas diversas linguagens artísticas. Os Quarteirões Culturais surgem com estes objetivos: promover cultura e lazer nas ruas e praças e incrementar a atividade econômica, seja dos produtores culturais, seja do comércio local”. Por: Agência Brasil