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  • Deputado Eduardo Bolsonaro é intimado para se manifestar sobre denúncia por ameaça

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PSL, terá até o dia 14 de novembro para responder à intimação do Supremo Tribunal Federal sobre uma denúncia por suposta ameaça à Patrícia Lelis, que trabalhou no PSC, antigo partido de Eduardo.

    Em abril, a procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, denunciou o parlamentar. Segundo a PGR, por meio do aplicativo Telegram, Eduardo Bolsonaro enviou várias mensagens com ofensas à Patrícia.

    A discussão ocorreu depois que Eduardo postou no Facebook que estaria namorando a jovem, mas ela nega a relação. À época, a vítima prestou depoimento relatando o suposto crime.

    Na denúncia, a procuradora informa que a pena mínima estabelecida para o caso é de um ano de detenção. Mas, propõe um acordo para que o parlamentar pague uma indenização à vítima por danos morais no valor de R$ 50 mil.

    Tentamos contato com a defesa do deputado, mas até o fechamento desta edição não obtivemos retorno.

  • Sérgio Cabral vira réu pela 26ª vez; ex-governador é acusado de lavagem de dinheiro

    O Juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, aceitou mais uma denúncia contra o ex-governador do estado Sérgio Cabral, que virou réu pela 26ª vez no âmbito da Operação Lava Jato.

    Desta vez, ele é acusado de lavagem de dinheiro, em ação que é um desdobramento das operações Calicute e Eficiência, que apuram um esquema de corrupção no âmbito do governo do estado do Rio, que seria liderado por Cabral.

    Além do ex-governador, também são réus no processo a ex-primeira dama, Adriana Ancelmo; o ex-sócio dela em um escritório de advocacia, Thiago de Aragão Gonçalves Pereira e Silva; e o empresário Ítalo Garritano Barros.

    De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, Cabral usou a rede de restaurantes Japoneses Manekineko para fazer a lavagem de parte do dinheiro desviado por sua quadrilha. Para isso, a rede Manekineko emitia notas fiscais falsas, relativas à prestação de serviços advocatícios inexistentes, pelo escritório de Adriana Ancelmo.

    Ainda segundo a denúncia, o esquema foi utilizado em pelo menos 16 oportunidades distintas, em um período de dois anos, para lavar R$ 3,1 milhões de origem ilícita.

    A reportagem procurou a defesa dos envolvidos e a rede de restaurantes Manekineko para se manifestarem sobre o caso, mas não obteve contato com nenhum deles até o fechamento da matéria.

  • Instituto Hospital de Base deixa de fazer exames hormonais por falta de reagentes

    A denúncia está em um memorando do Programa de Residência Médica em Endocrinologia do Instituto Hospital de Base.

    Segundo o documento, por falta de reagentes, mais de 20 exames hormonais não estão sendo feitos no hospital. Entre os procedimentos que estariam suspensos, constam o de Progesterona, Testosterona, Insulina e cortisol.

    Ainda segundo a denúncia, esta situação vem causando prejuízo à formação de médicos residentes nos últimos dois anos. Por causa da falta de reagentes, os profissionais estão pedindo que os pacientes façam os exames em clínicas particulares.

    Segundo Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília, o laboratório do Hospital de Base, que já foi referência no atendimento, hoje está destruído.

    O sindicato diz também que em todos os hospitais e centros de saúde do DF faltam materiais para exames e insumos básicos para o atendimento à população.

    A assessoria do Instituto Hospital de Base afirmou, em nota, que o hospital tem compromisso com o ensino médico de qualidade, mesmo com limitações estruturais.

    E acrescenta que a unidade já realiza boa parte dos exames hormonais, e que o restante voltou a ser feito nesta sexta-feira (17).