Tag: Distrito Federal

  • Mulheres são maioria na bancada do DF na Câmara dos Deputados

    O Distrito Federal inovou nas eleições deste ano para deputado Federal. Isso porque em uma bancada tradicionalmente formada por homens, cinco dos oito deputados federais eleitos são mulheres.

    São elas Flávia Arruda, Érika Kokay, Bia Kicis, Celina Leão e Paula Belmonte. Júlio Cesar, Professor Israel e Luis Miranda também vão compor a bancada.

    Além de conquistar a maioria dos assentos, as candidatas reuniram o maior número de eleitores. Para o cientista político Valdir Pucci, o número de mulheres eleitas significa uma mudança expressiva de comportamento dos eleitores:

    Outro fato que chama a atenção é que nomes fortes e tradicionais da política não conseguiram se eleger neste pleito. Apenas Érika Kikay foi reeleita; o restante dos representantes do Distrito Federal na Câmara dos deputados vai assumir o cargo pela primeira vez.

    Mas apesar da busca por renovação, alguns nomes não são novidade na política do DF.

    Celina Leão do Progressistas, por exemplo, assume o cargo de deputada federal após oito anos como deputada distrital. Júlio Cesar e Professor Israel também deixam a Câmara Legislativa local para ocupar uma vaga de deputado Federal.

  • Distrito Federal prorroga campanha de vacinação contra pólio e sarampo até quinta-feira

    Mais de 132 mil crianças foram vacinadas no Distrito Federal durante a Campanha Nacional contra a poliomielite e o sarampo, que terminou no último sábado (1º). O número representa 82% do público-alvo da campanha, que são as crianças de 1 ano a menores de cinco anos. A meta do Ministério da Saúde é de vacinar 95% do público da campanha.

    A Secretaria de Saúde do DF decidiu prorrogar a campanha até quinta-feira (6) desta semana para tentar alcançar a meta.

    A subsecretária de Vigilância à Saúde, Maria Beatriz Ruy, enumera alguns fatores que podem explicar a cobertura abaixo do estipulado: o esquecimento das famílias de levarem as crianças aos postos de saúde; a proliferação de notícias falsas sobre a vacinação; e até o movimento anti-vacina, de pessoas que são contra esse tipo de campanha.

    A subsecretária de Vigilância à Saúde da Secretaria do DF faz um apelo às famílias, lembrando que há um surto de sarampo na região Norte.

    O país enfrenta surtos de sarampo no Amazonas e em Roraima. Mas casos isolados foram registrados em seis outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro.

    Ao todo, o Ministério da Saúde confirmou 1.553 casos, levando à morte de sete pessoas.

  • Instituto Hospital de Base deixa de fazer exames hormonais por falta de reagentes

    A denúncia está em um memorando do Programa de Residência Médica em Endocrinologia do Instituto Hospital de Base.

    Segundo o documento, por falta de reagentes, mais de 20 exames hormonais não estão sendo feitos no hospital. Entre os procedimentos que estariam suspensos, constam o de Progesterona, Testosterona, Insulina e cortisol.

    Ainda segundo a denúncia, esta situação vem causando prejuízo à formação de médicos residentes nos últimos dois anos. Por causa da falta de reagentes, os profissionais estão pedindo que os pacientes façam os exames em clínicas particulares.

    Segundo Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília, o laboratório do Hospital de Base, que já foi referência no atendimento, hoje está destruído.

    O sindicato diz também que em todos os hospitais e centros de saúde do DF faltam materiais para exames e insumos básicos para o atendimento à população.

    A assessoria do Instituto Hospital de Base afirmou, em nota, que o hospital tem compromisso com o ensino médico de qualidade, mesmo com limitações estruturais.

    E acrescenta que a unidade já realiza boa parte dos exames hormonais, e que o restante voltou a ser feito nesta sexta-feira (17).

  • Quatorze presos não retornaram do saidão do Dia dos Pais no DF

    Até as dez horas da manhã dessa segunda-feira (13), quatorze presos do regime semiaberto beneficiados com o Saidão do Dia dos Pais não tinham retornado aos locais, onde cumprem as penas. Esse número representa 1,29% dos mil e oitenta e quatro internos dos Sistema Penitenciário que tiveram o direito de passar o dia dos pais fora das grades.

    Só podem ser contemplados com os saidões, os detentos do regime semiaberto com bom comportamento. Segundo a lei de Execução Penal, o beneficiado pelo saidão deve fornecer o endereço da família, onde poderá ser encontrado. Além disso, apesar de estar fora da cadeia, ele não pode frequentar bares, casas noturnas e shows.

    No caso de cometimento de crime durante o saidão, o beneficiado perde o direito a passar datas comemorativas longe da cadeia. Foi o que aconteceu com Paulo Bras de Oliveira Júnior, de 23 anos, que deixou o presídio nesse Dia dos Pais e se envolveu em crimes.

    No último sábado, o detento roubou um carro e foi responsável por provocar um acidente no Eixão Sul, que deixou três mortos. Paulo Bras agora vai cumprir pena no regime fechado e poderá responder por latrocínio, roubos e outros crimes.

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    A OAB/DF encaminhou, nessa segunda-feira, ofício ao secretário de Segurança Pública do DF, Cristiano Barbosa Sampaio, ao diretor da Polícia Civil, Eric Seba de Castro e ao subsecretário do Sistema Penitenciário do DF, Osmar Mendonça de Souza, pedindo informações acerca da atual estrutura da Polícia Civil para atender a demanda do sistema penitenciário do Distrito Federal.

    No documento, o presidente da Seccional, Juliano Costa Couto, também solicita informações sobre os meios utilizados para o monitoramento dos presos beneficiados pelo chamado “saidão”.

    Qualquer pessoa pode fornecer informações sobre foragidos do sistema penitenciário pelos telefones 190, da Polícia Militar, 197, da Polícia Civil ou pelo whatsapp 9 8626-1197 também da Polícia Civil.

  • Distrito Federal entra em estado de emergência ambiental

    Boletim de notícias veiculado de hora em hora, com duração de três minutos. É publicado na Radioagência Nacional de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h (não há edições às 12h e às 13h). Produção do Radiojornalismo da EBC.

  • Prédios do DF não serão interditados por causa do terremoto, diz Defesa Civil

    A Defesa Civil do Distrito Federal (DF) informou, há pouco, que nenhuma edificação na zona central de Brasília será interditada em decorrência do terremoto que ocorreu na Bolívia e foi sentido nesta manhã em diversos pontos do Brasil. Segundo a Defesa Civil, é importante que a população não mude sua rotina, nem deixe que o medo de novos episódios se instale.

    “Não há nenhuma manifestação física nos prédios, não há trincas, fissuras ou qualquer outro problema estrutural que indique a necessidade de interdição, ou manutenção do estado de ansiedade das pessoas”, disse o subsecretário da Defesa Civil do Distrito Federal, Sérgio Bezerra.

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    De acordo com Bezerra, não existe caso semelhante no histórico do Distrito Federal. Bezerra disse que, embora os brasilienses estejam amedrontados, sua equipe ainda não recebeu nenhuma solicitação formal de vistoria.

    “De fato, o Distrito Federal nunca passou por uma situação dessas. Em termos de primeira experiência, entendemos que gerou-se um grau de ansiedade e, em alguns casos, pânico. Temos ido aonde estão nos chamando, para tranquilizar as pessoas, dizer que o que sustenta as edificações são as vigas, os pilares, e recomendamos a volta à normalidade”, acrescentou.

    O subsecretário da Defesa Civil disse que os efeitos do abalo sísmico foram mais intensos na faixa que vai do centro do Plano Piloto à Esplanada dos Ministérios, mas ressaltou que os prédios do perímetro foram construídos de “maneira muito robusta” e “feitos para trabalhar”, isto é, são maleáveis, capazes de se contrair e dilatar diante de estremecimentos, sem que haja grandes prejuízos. “Foi utilizado muito concreto, muita ferragem. É aquele fenômeno que sentimos em casa quando passa um veículo pesado, só que mais prolongado.”

    Em meio ao grupo aglomerado diante do prédio da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), no Setor Comercial Sul, na Asa Sul, funcionários do quadro da estatal contaram diferentes impressões do sismo. Antonio Akitomo, técnico de serviços técnicos, disse que notou dois sutis frêmitos. “Pensei: ‘tá acontecendo alguma coisa’. Olhei pra todo mundo, não tinha reação nenhuma. Aí, achei que estava tudo normal. Então, o pessoal da segurança foi passando nas salas, pedindo pra todo mundo descer”, contou.

    Segundo o técnico, o grupo desocupou o interior do prédio e se dirigiu ao térreo, mas não cumpriu à risca a orientação de não permanecer sob a marquise, devido à forte chuva. “No Brasil não tem nem terremoto. Aí, a gente leva na brincadeira. Por isso, o pessoal voltou [para dentro]”, complementou Akitomo, ressaltando que, apesar disso, a Defesa Civil treina, uma vez por ano, os funcionários da Infraero em simulações de incêndio.

    Também lotada no 4º andar do Edifício Centro-Oeste, a contadora da Infraero Alessandra da Silveira não percebeu o tremor. “Eu só vi quando uma colega passou e falou que era para evacuar o prédio”, contou Alessandra, informando que a entrada dos empregados será liberada somente após os engenheiros da estatal concluírem a inspeção. Por: Agência Brasil

  • Terremoto na Bolívia é sentido no DF, São Paulo e no Sul do país

    O Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) confirma que um tremor de terra ocorrido na Bolívia por volta das 10h40 (horário de Brasília), com magnitude de 6,8 na escala Richter, foi sentido no Distrito Federal, em São Paulo e, provavelmente, em outras cidades do Sul do país.

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    Confira os detalhes com Samanta do Carmo. Por: Radioagência Nacional