Tag: Donald Trump

  • Especialista avalia capacidade da Rússia de manter paridade nuclear com novo armamento

    As novas armas russas devem “cimentar” a paridade nuclear, disse Dmitry Peskov, porta-voz do presidente. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, Alexei Leonkov observou que a Rússia é capaz de resfriar as intenções de qualquer agressor.

    A indústria militar da Rússia está tomando as medidas necessárias por causa das ameaças da OTAN, disse o secretário de imprensa Dmitry Peskov.

    “Vocês sabem que a paridade está seguramente garantida por conta das novas invenções, ou seja, devido à invenção de novos sistemas de armamento que visam ‘cimentar’ a paridade nuclear. A paridade nuclear é tanto um elemento de dissuasão mútua quanto um elemento que garante a segurança nuclear estratégica”, ressaltou Peskov em entrevista ao canal russo RT.

    Na cúpula da OTAN em Bruxelas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu aos aliados que aumentassem os gastos nacionais com defesa para os 2% do PIB exigidos pela aliança até o final deste ano.

    Os membros da OTAN decidiram em 2014 que no futuro todos os países da aliança elevarão seus gastos em defesa até ao nível exigido. No entanto, de acordo com estimativas da OTAN de junho de 2017, dos 29 membros do bloco, apenas Estados Unidos, Grécia, Reino Unido, Estônia, Romênia e Polônia gastaram pelo menos 2% do PIB em defesa. Trump pediu várias vezes aos aliados para que implementassem os acordos alcançados e aumentassem os gastos com a defesa, ameaçando reduzir a participação dos EUA em programas comuns de segurança dos países membros da OTAN.

    O especialista militar Alexei Leonkov falou sobre a capacidade da Rússia de manter a paridade nuclear.

    “Além da tríade nuclear, agora estamos desenvolvendo ativamente armas de alta precisão. Acima de tudo são sistemas de mísseis, que incluem mísseis de cruzeiro lançados do mar e do ar, o uso do qual nós mostramos durante a operação na Síria”, afirmou.

    “São os sistemas de mísseis táticos Iskander, que podem operar a uma determinada distância. Em conjunto com estes, vamos atualizar nossa tríade nuclear — a entrada em serviço do míssil balístico intercontinental RS-28 Sarmat, que não tem análogos no mundo. Além disso, uma série de sistemas foi apresentada, em 1° de março de 2018, que complementam nossa capacidade de resfriar o ardor de qualquer agressor. Trata-se da ogiva planadora para mísseis RS-26 Rubezh, do sistema de mísseis de aviação hipersônicos Kinzhal, do míssil de cruzeiro 9М730 e do veículo submarino não tripulado Poseidon. Todos eles podem transportar tanto armas nucleares como convencionais. Tudo junto, isso nos permite obter o equilíbrio. Mas os EUA e seus aliados ainda procuram uma possibilidade de alterar o equilíbrio irrevogavelmente a seu favor”, disse Alexei Leonkov. Por Sputnik Brasil.

  • Príncipes Charles e William recusaram encontro com Trump

    O príncipe Charles e o príncipe William se recusaram a participar do encontro entre e a rainha britânica Elizbeth II e o presidente norte-americano, Donald Trump. A informação foi divulgada por fontes citadas pela revista Times.

    “Eles [Charles e Willian] simplesmente se recusaram a participar. Isso é extremamente incomum, a rainha estar sozinha. Normalmente, ela é acompanhada por alguém”, disse a fonte.

    De acordo com a publicação, durante a ocasião, o príncipe William jogava polo para uma campanha de caridade, e o príncipe Charles participou de um evento com a polícia do condado de Gloucestershire.

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    Na sexta-feira, 13 de julho, o presidente dos EUA, Donald Trump, e sua esposa, Melanie, chegaram ao Castelo de Windsor para uma reunião com a rainha Elizabeth II. Trump se tornou o 12º presidente dos EUA, com quem Elizabeth II se encontrou pessoalmente.

    No início do dia, o presidente dos EUA manteve conversações e uma coletiva de imprensa conjunta com a primeira-ministra britânica, Theresa May. Por Sputnik Brasil.

  • Guerra comercial travada por Casa Branca pode abalar até Hollywood

    A indústria cinematográfica norte-americana na China está ameaçada: o maior e mais crescente mercado do mundo pode logo abrir mão da produção de Hollywood. Os especialistas entrevistados pela Sputnik frisam que em um futuro próximo a cota para os filmes estrangeiros na China será revisada e, pelo visto, não será em vantagem dos EUA.

    Em 2017, os cinemas chineses ganharam 55,9 bilhões de yuans, ou seja, 33,46 bilhões de reais. Em relação ao ano de 2016, os respectivos lucros aumentaram 22,3%. Entre os filmes estrangeiros mostrados na China, a parte leonina é de produção estadunidense.

    Atualmente, os especialistas de Hollywood prognosticam perdas potenciais para a indústria norte-americana relacionadas com o agravamento da guerra comercial com a China, comunica a edição Newsweek. As cotas para os filmes podem ser uma das respostas de Pequim às tarifas impostas pela administração do presidente Trump, assegura a mídia.

    “A guerra comercial entre a China e os EUA pode influir, sem dúvida, nas relações econômicas e comerciais entre os dois países, afetando também outras esferas, tais como a indústria cinematográfica, particularmente influenciar de modo negativo a divulgação de filmes norte-americanos na China”, disse à Sputnik China o famoso crítico cinematográfico, Wu Jiang.

    “Hoje em dia, na China está estabelecida uma cota anual de 34 filmes estrangeiros. Esta cota foi aprovada em 2012, como resultado de negociações entre Xi Jinping [líder chinês] e Joe Biden [ex-vice-presidente dos EUA no governo Obama], por um prazo de cinco anos. No futuro breve, essas mesmas condições devem ser revisadas. Devido à guerra comercial, há hipótese de que o número de filmes norte-americanos apresentados nos EUA seja reduzido”, adiantou.

    Já o diretor do centro de pesquisa de informações e comunicação social da Academia Chinesa de Ciências Sociais, Zhang Shuhua, frisa que com suas medidas restritivas os EUA estão prejudicando apenas a si mesmos.

    “A administração Trump começou uma guerra comercial com todo o mundo, provocando caos na economia mundial. Devemos tratar isso de modo muito sério. Ao longo dos últimos anos, o balanço no campo da produção cultural está sofrendo um déficit no que se trata das trocas com os EUA e outros países. Ao mesmo tempo, os filmes norte-americanos contam com mais de metade dos lucros totais dos cinemas chineses, o que faz os norte-americanos ganharem grandes lucros”, sublinhou.

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    Dado que o mercado cinematográfico chinês é o que cresce com maior ritmo no mundo, qualquer produtor sonha entrar nele. Assim, caso os EUA percam seu lugar lá, os cineastas estrangeiros ganharão oportunidades inéditas.

    De acordo com Wu Jiang, recentemente os espectadores chineses têm estado mais interessados em filmes de produção nacional, e a redução do número de filmes norte-americanos pode incentivar ainda mais esse interesse.

    Entre outros atores que podem ganhar grande peso no mercado chinês, o especialista enumera os produtores cinematográficos russos.

    “Basta relembrar como, logo após o início da política de reformas e abertura na década de 80, a China foi inundada pelo boom da animação japonesa, surgiram as telenovelas latino-americanas, e mais tarde — os dramas coreanos. Agora é a hora certa para agir. Os norte-americanos prejudicam a si mesmos por tolice, e os russos voltam a ganhar confiança em si mesmos e fazem ressuscitar a sua cultura”, observa Zhang Shuhua. Por Sputnik Brasil.

  • Estados Unidos informam que 49 crianças brasileiras estão em abrigos separadas dos pais

    O cônsul-geral adjunto do Brasil, em Houston, Felipe Santarosa, informou que o governo dos Estados Unidos enviou comunicado ao consulado dizendo que há 49 crianças brasileiras em abrigos em todo o país. Os menores foram separados dos pais ao cruzarem ilegalmente a fronteira norte-americana.

    O comunicado é do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos e informa da triagem feita pelo governo.

    Santarosa conta que o informe não dá detalhes sobre as crianças.

    O trabalho dos diplomatas brasileiros agora, será pesquisar onde estão essas instituições e fazer contato com os abrigos.

    O cônsul informou que, inicialmente, ele tinha conhecimento de oito casos de crianças em abrigos e que essas informações chegaram ao consulado através de pessoas que fizeram contato o serviço de apoio a brasileiros no exterior.

    O trabalho da assessoria consular é de localizar, visitar as crianças, verificar a condição delas e estabelecer contato com as famílias. O Cônsul esclareceu que, o governo brasileiro não pode interferir na questão judicial dos Estados Unidos.

    Santarosa contou que as informações recebidas até agora, mostram que as crianças estão em boas condições.

    Ele contou ainda um caso de uma brasileira presa que não sabia onde estavam os filhos.

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    O cônsul orienta aos brasileiros, em situação semelhante, procurem o serviço de assistência consular do Itamaraty.

    A separação de famílias na fronteira dos Estados Unidos com o México é resultado da política de “Tolerância Zero”, adotada pela administração de Donald Trump. Os imigrantes ilegais, mesmo quem procura asilo, são presos e respondem por crime federal. Em seis semanas, mais de 2 mil crianças foram separadas dos pais e levadas para abrigos. Por Radioagência Nacional.

  • Trump e Kim vão se reunir ‘a sós’ no dia dos namorados

    O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, já tem um encontro marcado para o dia 12 de Junho, que no Brasil é comemorado o dia dos namorados. E o que isso tem a ver com o encontro dos dois? Absolutamente nada, mas rendeu bons memes na internet, principalmente pelo fato de que os dois vão começar o encontro histórico a sós.

    Durante a primeira reunião os dois estarão acompanhados apenas de seus tradutores, segundo informou a Casa Branca nesta segunda-feira (11) através de um comunicado de imprensa.

    “O presidente Donald Trump se reunirá com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, a partir da manhã de terça-feira (12), às 9h (1.00 GMT); logo após as saudações iniciais, Trump e Kim participarão de uma reunião a sós, cara a cara, apenas com seus intérpretes, e em seguida terão uma reunião bilateral expandida e um almoço de trabalho”, informou o comunicado.

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    O secretário de Estado, Mike Pompeo, o chefe do gabinete, John Kelly, e o assessor de Segurança Nacional, John Bolton, participarão da reunião expandida, segundo a Casa Branca.

    As conversas entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte avançaram mais rápido do que se esperava, acrescenta o comunicado.

    A equipe de Trump prevê voltar a Washington junto com o presidente na noite da terça-feira (12). Na chegada aos EUA darão uma conferência de imprensa. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Seul e Pyongyang podem anunciar fim da Guerra da Coreia após 65 anos

    A cúpula intercoreana do próximo dia 27 de abril pode ser histórica, já que é aguardado um grande anúncio por parte das duas Coreias e, segundo a mídia local nesta terça-feira, é grande a chance de que um acordo de paz seja fechado, pondo um fim oficial à Guerra da Coreia após 65 anos.

    O acordo para pôr fim às hostilidades entre Seul e Pyongyang vem sendo negociado pelas autoridades dos dois países, segundo o site sul-coreano Munhwa. Se fechado, o acerto para paz na Península da Coreia poderia ser anunciado em conjunto pelo presidente sul-coreano Moon Jae-in e pelo líder norte-coreano Kim Jong-un.

    Oficialmente, Coreia do Norte e Coreia do Sul continuam em guerra, sendo que um armistício (trégua) foi firmado em 1953, depois de três anos do início da Guerra da Coreia. De lá para cá, a península foi dividida em dois blocos distintos, com os Estados Unidos capitalista ao lado de Seul, e a União Soviética e os comunistas com Pyongyang.

    “A completa desnuclearização da península coreana é a tarefa mais urgente que temos diante de nós e uma tarefa que devemos completar pacificamente”, afirmou Moon, citado pela agência sul-coreana Yonhap, enquanto participava de um culto budista realizado para o sucesso de sua cúpula com o líder norte-coreano.

    Os líderes das duas Coreias devem se encontrar no vilarejo fronteiriço de Panmunjom, uma zona desmilitarizada (DMZ) cercada de tensão, soldados e armas – foi também o local da assinatura do armistício em 1953. De acordo com o Munhwa, autoridades dos dois países negociam “incluir questões de restituição da DMZ como um plano de prioridades para acabar com o confronto militar”.

    A desnuclearização da Coreia do Norte deverá estar no topo dos assuntos prioritários da cúpula entre os dois líderes, e um compromisso de Pyongyang em desmontar o seu programa nuclear tende a abrir espaço para que um acordo de paz seja firmado em caráter oficial. Para Moon, é tempo de buscar a reconciliação, coexistência e “derrubar o muro” entre as duas nações.

    Esta será a terceira cúpula intercoreana da história, tendo as outras duas sido realizadas em 2000 e 2007 – ambas realizadas em Pyongyang. Será a primeira vez que um líder da Coreia do Norte pisará oficialmente em território sul-coreano. Vale lembrar que os países já mantiveram 655 conversações desde 1971, com 55% delas tendo acontecido em Panmunjom.

    O sucesso ou fracasso da cúpula também deve ter impacto no aguardado encontro que Kim deve ter com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em data e local a serem definidos pelos dois países – possivelmente em maio ou junho. Com informações da Sputnik Brasil

  • Macron: França tem provas que governo sírio usou armas químicas

    O presidente francês Emmanuel Macron declarou que a França tem provas que o governo sírio usou armas químicas na cidade de Douma na semana passada.

    “Temos provas que na semana passada foram utilizadas armas químicas. E foram utilizadas pelo regime de [Bashar] Assad”, declarou o líder francês em entrevista ao canal TF1.

    Segundo Macron, a França tomará decisão sobre a Síria após verificar as informações sobre o suposto ataque químico.

    “Precisaremos de tomar decisões em devido tempo, quando o julgarmos mais útil e eficiente”, acrescentou Macron.
    Mais cedo, Paris e Washington apelaram a que se dê “uma resposta dura e conjunta” ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma, pelo qual o Ocidente culpa o governo sírio.

    Conforme a Constituição, o presidente francês tem o direito de lançar operações militares sem aprovação do parlamento. Na quarta-feira (11), Le Figaro comunicou que, caso a França decida atacar, isso será feiro a partir do território francês e não de bases no Oriente Médio.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, por sua vez, recuou nesta quinta-feira (12) das suas afirmações provocatórias no Twitter avisando a Rússia que se prepare para ataques na Síria e fez uma nova postagem dizendo que um tal ataque ao país árabe “pode acontecer muito em breve ou nada em breve”. Com informações da Sputnik Brasil

  • Trump: ‘Nunca disse quando aconteceria um ataque contra Síria’

    O presidente dos EUA, Donald Trump declarou que o ataque contra Síria “poderia ser muito em breve, ou não tão em breve assim”.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, assegurou em sua página do Twitter, que nunca marcou a data certa para lançar uma ofensiva contra Síria como represália ao suposto ataque químico reportado na cidade de Douma.

    Eu nunca disse quando aconteceria um ataque contra a Síria. Poderia ser em breve, ou não tão em breve assim! De qualquer forma, os Estados Unidos sob minha administração fizeram um ótimo trabalho quanto à libertação da região do Daesh (organização terrorista proibida em vários países, incluindo na Rússia). Então, onde está o nosso “Obrigado, América?”.

    Previamente, Trump escreveu no Twitter que a Rússia deveria estar pronta para enfrentar novos e “inteligentes” mísseis disparados contra a Síria.

    Em resposta a questão se a recente advertência do presidente dos EUA dificulta o planejamento de uma resposta estadunidense ou representa ameaça para a segurança nacional, a Casa Branca se declarou: “Não, de modo algum”, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders.

    O presidente estadunidense culpou Damasco do suposto ataque químico de 7 de abril, apesar dos investigadores da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) ainda não terem começado a investigação oficial. Na terça-feira (10), a OPAQ prometeu enviar um grupo de especialistas próprios à cidade síria. Por Sputnik Brasil

  • Submarinos britânicos carregados com mísseis são enviados à Síria para iniciar ataques

    De acordo com o jornal britânico Daily Telegraph, os submarinos britânicos receberam ordens de se mover dentro do alcance dos mísseis da Síria, já que os ataques contra o regime de Assad são esperados para quinta-feira à noite.

    A publicação informou que a ordem foi emitida pela primeira-ministra britânica Theresa May e que ela convocou ministros para uma reunião de gabinete de emergência para discutir como a Grã-Bretanha responderá ao ataque químico de Douma.

    Embora se espere que May tenha a aprovação para participar dos ataques aéreos liderados pelos EUA, a agência sugeriu que se faça uma discussão com os EUA e a França antes que a decisão final seja tomada.
    Após o ataque de sábado, a primeira-ministra insistiu que “todas as indicações são de que o regime sírio era responsável” e que “o uso continuado de armas químicas pela Síria não pode passar sem ser contestado”.

    Enquanto os submarinos britânicos receberam ordens para se aproximarem da Síria, o Telegraph informou que o presidente sírio, Bashar Assad, também está dirigindo aeronaves e veículos para longe das bases que provavelmente serão alvejadas.

    A reportagem segue a advertência do presidente dos EUA, Donald Trump, para que a Rússia e a Síria “se preparem” para um ataque com mísseis. Trump observou que o ataque envolveria mísseis que serão “bons e novos”. Com informações da Sputnik Brasil

  • May pode autorizar participação britânica em ataques na Síria sem aprovação do Parlamento

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, “parece pronta” para participar de ações militares na Síria, atualmente sendo considerada pelos EUA e pelas forças da Coalizão. May pode tomar a decisão de atacar mesmo sem a aprovação do Parlamento do país, informou a BBC, citando fontes familiarizadas com a situação.

    De acordo com essas mesmas fontes, May considera necessário agir com urgência. Além disso, ela não quer adiar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, e procura evitar a obstrução causada pelo processo de aprovação do Parlamento.

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    No começo do dia, o líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, exigiu uma votação parlamentar para sinalizar um potencial ataque militar contra a Síria, informou a emissora Sky News. Ele pediu a May para “levar todos os países, incluindo os EUA e a Rússia, bem como os estados vizinhos, à mesa em Genebra a buscar uma solução política”.
    A postura dura segue o acordo de terça-feira alcançado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron, estipulando que a comunidade internacional deveria responder ao suposto ataque químico na cidade de Douma. Por Sputnik Brasil