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  • Nova técnica pode melhorar imagens de buracos negros em 50%

    Nova técnica pode melhorar imagens de buracos negros em 50%

    A equipe do Telescópio do Horizonte de Eventos (EHT) fez testes usando o telescópio ALMA e outros, conseguindo a melhor qualidade de imagem já alcançada da Terra.

    Eles captaram luz de galáxias distantes em uma frequência específica, o que vai permitir criar imagens de buracos negros com 50% mais detalhes do que antes.

    Essas descobertas foram publicadas numa revista chamada The Astronomical Journal. Em 2019, o EHT mostrou as primeiras imagens de um buraco negro no centro da galáxia M87 e, em 2022, do buraco negro no centro da nossa galáxia, a Via Láctea. Para isso, eles ligaram vários telescópios ao redor do mundo, formando um telescópio virtual do tamanho da Terra.

    Nesse novo teste, a equipe conseguiu ver detalhes muito pequenos, os menores já observados da Terra. Mas, mesmo assim, ainda não conseguiram criar imagens porque não tinham antenas suficientes.

    Esse teste abre novas portas para estudar os buracos negros. Quando tiverem todos os equipamentos prontos, o EHT poderá ver detalhes tão pequenos quanto uma tampinha de garrafa na Lua, vista da Terra. Isso significa que eles conseguirão criar imagens dos buracos negros com 50% mais detalhes do que antes.

    Além disso, eles poderão observar buracos negros menores e mais distantes. Ao analisar diferentes tipos de luz, eles vão entender melhor como os buracos negros atraem matéria e liberam jatos de energia.

    Fonte: Link.


    Eles captaram luz de galáxias distantes em uma frequência específica, o que vai permitir criar imagens de buracos negros com 50% mais detalhes do que antes.

    Essas descobertas foram publicadas numa revista chamada The Astronomical Journal. Em 2019, o EHT mostrou as primeiras imagens de um buraco negro no centro da galáxia M87 e, em 2022, do buraco negro no centro da nossa galáxia, a Via Láctea. Para isso, eles ligaram vários telescópios ao redor do mundo, formando um telescópio virtual do tamanho da Terra.

    Nesse novo teste, a equipe conseguiu ver detalhes muito pequenos, os menores já observados da Terra. Mas, mesmo assim, ainda não conseguiram criar imagens porque não tinham antenas suficientes.

    Esse teste abre novas portas para estudar os buracos negros. Quando tiverem todos os equipamentos prontos, o EHT poderá ver detalhes tão pequenos quanto uma tampinha de garrafa na Lua, vista da Terra. Isso significa que eles conseguirão criar imagens dos buracos negros com 50% mais detalhes do que antes.

    Além disso, eles poderão observar buracos negros menores e mais distantes. Ao analisar diferentes tipos de luz, eles vão entender melhor como os buracos negros atraem matéria e liberam jatos de energia.

    Fonte: Link.


  • EHT e ALMA Abrem Novas Possibilidades para Estudo de Buracos Negros Distantes

    EHT e ALMA Abrem Novas Possibilidades para Estudo de Buracos Negros Distantes

    A equipe do Telescópio do Horizonte de Eventos (EHT) fez testes usando o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) e outros telescópios, conseguindo a maior resolução já alcançada da Terra.

    Eles detectaram luz de galáxias distantes em uma frequência específica, o que permitirá criar imagens de buracos negros com 50% mais detalhes do que antes.

    Essas novas descobertas foram publicadas no The Astronomical Journal. Em 2019, o EHT divulgou imagens do buraco negro no centro da galáxia M87 e, em 2022, do buraco negro no centro da Via Láctea. Essas imagens foram feitas conectando vários telescópios ao redor do mundo, formando um grande telescópio virtual do tamanho da Terra.

    Nesse experimento, a equipe conseguiu observar detalhes muito pequenos, os menores já vistos da Terra. No entanto, eles ainda não conseguiram criar imagens porque não usaram antenas suficientes para isso.

    Esse teste abre novas possibilidades para estudar buracos negros. Com todos os equipamentos, o EHT poderá ver detalhes tão pequenos quanto uma tampa de garrafa na Lua vista da Terra. Isso significa que poderão fazer imagens com 50% mais detalhes do que antes.

    Além disso, será possível observar buracos negros menores e mais distantes. A análise de diferentes comprimentos de onda contribuirá para a compreensão de como os buracos negros atraem matéria e expulsam jatos energéticos.

    Fonte: Link.


    Eles detectaram luz de galáxias distantes em uma frequência específica, o que permitirá criar imagens de buracos negros com 50% mais detalhes do que antes.

    Essas novas descobertas foram publicadas no The Astronomical Journal. Em 2019, o EHT divulgou imagens do buraco negro no centro da galáxia M87 e, em 2022, do buraco negro no centro da Via Láctea. Essas imagens foram feitas conectando vários telescópios ao redor do mundo, formando um grande telescópio virtual do tamanho da Terra.

    Nesse experimento, a equipe conseguiu observar detalhes muito pequenos, os menores já vistos da Terra. No entanto, eles ainda não conseguiram criar imagens porque não usaram antenas suficientes para isso.

    Esse teste abre novas possibilidades para estudar buracos negros. Com todos os equipamentos, o EHT poderá ver detalhes tão pequenos quanto uma tampa de garrafa na Lua vista da Terra. Isso significa que poderão fazer imagens com 50% mais detalhes do que antes.

    Além disso, será possível observar buracos negros menores e mais distantes. A análise de diferentes comprimentos de onda contribuirá para a compreensão de como os buracos negros atraem matéria e expulsam jatos energéticos.

    Fonte: Link.