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  • Macron: França tem provas que governo sírio usou armas químicas

    O presidente francês Emmanuel Macron declarou que a França tem provas que o governo sírio usou armas químicas na cidade de Douma na semana passada.

    “Temos provas que na semana passada foram utilizadas armas químicas. E foram utilizadas pelo regime de [Bashar] Assad”, declarou o líder francês em entrevista ao canal TF1.

    Segundo Macron, a França tomará decisão sobre a Síria após verificar as informações sobre o suposto ataque químico.

    “Precisaremos de tomar decisões em devido tempo, quando o julgarmos mais útil e eficiente”, acrescentou Macron.
    Mais cedo, Paris e Washington apelaram a que se dê “uma resposta dura e conjunta” ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma, pelo qual o Ocidente culpa o governo sírio.

    Conforme a Constituição, o presidente francês tem o direito de lançar operações militares sem aprovação do parlamento. Na quarta-feira (11), Le Figaro comunicou que, caso a França decida atacar, isso será feiro a partir do território francês e não de bases no Oriente Médio.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, por sua vez, recuou nesta quinta-feira (12) das suas afirmações provocatórias no Twitter avisando a Rússia que se prepare para ataques na Síria e fez uma nova postagem dizendo que um tal ataque ao país árabe “pode acontecer muito em breve ou nada em breve”. Com informações da Sputnik Brasil

  • May pode autorizar participação britânica em ataques na Síria sem aprovação do Parlamento

    A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, “parece pronta” para participar de ações militares na Síria, atualmente sendo considerada pelos EUA e pelas forças da Coalizão. May pode tomar a decisão de atacar mesmo sem a aprovação do Parlamento do país, informou a BBC, citando fontes familiarizadas com a situação.

    De acordo com essas mesmas fontes, May considera necessário agir com urgência. Além disso, ela não quer adiar a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, e procura evitar a obstrução causada pelo processo de aprovação do Parlamento.

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    No começo do dia, o líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, exigiu uma votação parlamentar para sinalizar um potencial ataque militar contra a Síria, informou a emissora Sky News. Ele pediu a May para “levar todos os países, incluindo os EUA e a Rússia, bem como os estados vizinhos, à mesa em Genebra a buscar uma solução política”.
    A postura dura segue o acordo de terça-feira alcançado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, o presidente dos EUA Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron, estipulando que a comunidade internacional deveria responder ao suposto ataque químico na cidade de Douma. Por Sputnik Brasil